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Dei para um casal. Parte 1.

  • Publicado em: 23 de janeiro de 2007 19:52
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Sou Kátia Andréa, uma mulher realizada na vida, em quase todos os aspectos, menos um: o sexo. Meu marido me abandonou há cerca de um ano exatamente por causa disso. Na ocasião, eu não tirei a razão dele, embora ele não tenha levantado um dedo para me ajudar. Só criticava. Tudo aconteceu há dois meses, quando eu estava voltando de Recife. No avião, conheci um casal muito educado e bem vestido. O marido, executivo alto e bonito, se apresentou a mim, logo no começo do vôo: _Muito prazer, somos Jorge e Marina, moramos em S.Paulo, disse ele todo sorriso. Marina era um encanto. Parecia um casal das novelas da TV Globo. Mas tinha alguma coisa no ar que eu não estava entendendo muito bem. Marina ia toda hora no toalete me deixando sozinha com Jorge. E ele aproveitava a ausência da esposa para me cantar. Fiquei super excitada com aquela situação inusitada: um homem maravilhoso me cantando com o consentimento expresso da esposa. Acho que era exatamente isso que me faltava para descobrir o sexo. O perigo, o inusitado, a cumplicidade, o ménage à trois, a suruba, a sacanagem… será que nasci puta e não sabia? Só um psicólogo poderia explicar melhor. E com a calcinha encharcada (fiquei com medo de molhar o assento do avião) resolvi entrar no jogo. Aliás, não tinha mais nada a perder… perdera um casamento de anos, um marido que eu adorava…e que me chamara de geladeira, fria, assexuada…Agora chegara a hora da vingança. Me abri com Jorge e continuei com o meu charme quando a esposinha dele chegou:_Ah, já vi que vocês estão se dando bem, disse Marina com um sorriso de aprovação. Na hora percebi tudo. O casal queria me comer. Sim, isso mesmo, os dois estavam a fim de sexo a três. Resolvi dar corda. Convidaram-me para uma passada por sua casa. Argumentaram que estava um dia lindo e eu podia passar a tarde com eles na piscina de sua casa; que sua esposa emprestaria o maiô; que depois me levariam para minha casa; que queriam muito minha companhia e coisa e tal… Nem precisariam argumentar tanto, pois eu já estava topando qualquer coisa… Eles seriam, com certeza, meu psicólogo, psiquiatra, sexólogo e outros remédios para o meu grande mal. E quem poderia resistir? E o aspecto moral? Que se dane. E a religião? Que se fôda. O que importa é que eu estava excitada e isso nunca aconteceu comigo antes. Pegamos um táxi e chegamos numa mansão maravilhosa no Pacaembu, em S.Paulo, com empregados, carrões, um luxo só. Entramos e nos instalamos no casarão. O casal não sabia o que fazia para me agradar. Marina colocou o guarda-roupa à minha disposição; vários maiôs, roupões; chinelos e tudo o que eu pudesse usar para curtir a piscina. Jorge ficava olhando para mim com grande interesse. Marina incentivava: _Olha Jorge este biquíni, vai ficar lindo na Kátia, você não acha?. Jorge sorria e balançava a cabeça afirmativamente. _Que tal experimentar esse Kátia?, sugeriu Marina, convidando-me para colocar um biquíni na frente do Jorge. Olhei para aquele macho tarado do meu lado e resolvi entrar realmente no jogo. Tirei a roupa de viagem e fui me dirigindo para o banheiro da suíte para colocar o tal biquinho azul. _Coloque aqui mesmo Marina, está com medo do Jorge? Ele é inofensivo…ele não repara… . Era o que eu queria ouvir. Deixei cair a saia, tirei a blusa com a ajuda de Marina, que arrancou meu sutiã e fiquei nua. Jorge arregalou os olhos e foi pegar uma máquina de fotografia:_Espere um pouco, Kátia, eu quero guardar para sempre este espetáculo. Clicou meu corpão de 1,70m e 65kg. Dei uma reboladinha, uma viradinha, para valorizar minha bunda, e todos aplaudiram. Pronto; o gelo quebrou. Abraçados com o casal, fomos curtir o sol e a piscina, que ficava próximo da suíte do casal. Naquele pedaço da casa nenhum empregado tinha acesso. Estávamos à vontade; privacidade máxima. Era só começar a suruba. O casal começou a se esfregar em beijos e abraços, até que, embaixo d´´agua, vi que estavam sem nada da cintura para baixo. Não fiquei alarmada, pelo contrário meu tesão chegou a mil e mergulhei até eles, fingindo legar susto com aquela safadeza deles. Meio sem querer eu já estava no meio deles, como um sanduíche. Jorge me abraçou pelas costas e Marinha pela frente. Para meu espanto, Marinha estava tentando me beijar na boca. Dei um jeitinho para me safar do beijo, mas permaneci abraçada com o casal. Senti o cacete o Jorge encostar no meu rabo, cacete este que, de relance, percebi que era bem grandinho e grossinho. Que delícia todo aquele carinho; braços e abraços de dois tesudinhos e de sexo diferente. Até resolvi topar o beijo da mulher. Caramba…será que virei sapata? Ora bolas, o que importa. Agora vale tudo. Foi um beijo de cinema; língua com língua; chupadas fenomenais…Que mulher…Jorge aproveitou minha distração e tirou os lacinhos do meu biquíni. Saiu fácil…Ajudei. Senti seu pau roçar no meu rego e minha xota. Estava muito bom, mas achei melhor me prevenir, pois cautela e caldo de galinha não faz mal a ninguém. Fiquei tranqüila quando Jorge sentou-se na borda piscina e colocou uma camisinha. Marina ajudou. Fiquei olhando aquele mastro branco de cabeça vermelha ser encampado pelas mãos suaves da esposa trêmula de tesão. Assim que terminaram aquela operação necessária, caíram na água e me colocaram de novo como sanduíche. Adorei. Fiquei dentro d´água abraçada pelo casal, mas sabendo que ia levar na buça. Fiquei meio agachada, esperando o cacete do Jorge entrar no buraco certo. Marina ajudava, lambendo meus seios, com tesão louco. Passei a mão e os dedos em seu rego e fiquei fazendo uma siririca na sua bocetinha depilada. Ele fez o mesmo comigo, enquanto seu maridinho, gemendo como doido, ia enfiando o pau na minha racha. Estava um pouco difícil por causa da água e também por causa do tamanho do pau. Mas, pouco a pouco, entrou tudo (ou quase). Estava uma delícia nos braços fortes do Jorge, sendo enrabada e acariciada por aquela fêmea no cio. Aproveitamos a água para fazer um balé gostoso. Ah, como e bom dar para um casal dentro d´água. Vocês nem podem imaginar. Ficamos ali curtindo um sexo a três até que Jorge deu sinal que ia gozar e, apesar da camisinha, ele não queria fazer isso na piscina, por higiene. Segurou e sugeri continuarmos a sacanagem na enorme cama da suíte. Jorge sentou-se na borda da piscina, ainda com a camisinha, e eu me aproximei. Para surpresa e felicidade de todos, engoli aquela piroca linda, gostosa, vibrante, durinha… uma delícia. Chupei com mestria meu novo macho, com a ajuda da esposa. Duas bocas e um pau. Revezamos. Jorge não agüentou e encheu a camisinha de porra. Fiquei o pau do Jorge até que toda a porra parasse de sair. Que gostoso aquele latejar do pauzão do Jorge. Segurei firme e fiquei esperando o pau parar de inchar e latejar, até ficou amolecendo. Jorge levantou e foi limpar a porra com uma ducha. Eu e Marina formos atrás. Que delícia três no banho. Sabonete p´ra cá, mãozinha pra lá, esfrega daqui, esfrega dali…até que começou a rolar um clima entre mim e Marina. Passamos a toalha uma na outra e nos jogamos na cama. Nunca pensei na minha vida que transar com uma mulher seria tão excitante, tão legal, tão sublime…Ah, que bom ficar nos braços daquela mulher linda… Ela sugeriu um 69. Topei, chupando com prazer aquela bocetinha tão linda, raspadinha, vermelhinha, cheirando flores e puro tesão. Como mulher, sabia exatamente onde chupar. Caprichei no clitóris e, com a ajuda dos dedos, fiquei ali em busca do ponto G, numa siririca deliciosa. Marina retribuía me deixando louquíssima, inundando sua boca com meus múltiplos orgasmos espontâneos… _Chupa meu grelinho sua putinha gostosa…, dizia eu para aquela mulher insaciável. Jorge chegou. Olhei de lado e percebi que ele estava adorando ver minha bunda indo e vindo sobre sua esposinha taradinha. Na mão ele trazia um tubinho de lubrificante e com a outra acertava a camisinha lubrificada no pau. Jorge começou a passar a mão no meu rabo e lubrificar meu rego, caprichando no cuzinho. Tentei falar que ali não, mas Marina me convenceu com seus carinhos super gostosos. Relaxei e Jorge aproveitou; tirando os dois dedos e enfiando a glande enorme. É claro que eu senti uma dor horrível. Marina me segurou firme com a linguona no fundo da minha xaca. Jorge usou toda sua força para me imobilizar. Cruzes, que coisa horrorosa ser currada por dois taradões. Só me restou uma reação, ou seja, nenhuma. Relaxei o máximo que pude e fiquei aguardando aquele bruto me invadir o rabo. As preguinhas foram para o beleléu e o cacete foi entrando para o fundo daquele cuzinho virgem. A lubrificação ajudou, pois havia alguma coisa na pomadinha que aliviava bem a dor…Mas mesmo assim, a dor era insuportável. Não fiz força para Jorge tirar o pau…pelo contrário…comecei a rebolar e fazer tudo para entrar até o saco…consegui…logo o pau do Jorge encontrou o fundo de minhas entranhas. Não acreditei, mas entrou mesmo tudo. Com os olhos cheios de lágrimas, senti os bagos do Jorge na minha bunda. Não senti tanta dor porque Marina nunca deixou de lamber minha xaninha molhada e cheia de orgasmos. A alegria e os agradecimentos do Jorge e da Marina me convenceram que eu estava fazendo a coisa certa…Agora era só aproveitar…Fiquei sentindo aquele pau no rabo e comecei a aceitar o vai e vem, tomando cuidado para não sair o pau do meu cu. Não saiu…mas quase…Fiz um vai e vem maravilhoso. Jorge não agüentou e me colocou de quatro e mandou bala, com grande categoria de macho. Segurou na minha cintura e carcou fumo…Êta homem macho. Marina saiu de baixo e ficou apreciando aquela foda gostosa, fazendo uma siririca na própria xaninha. Jorge não agüentou mais e gozou tudo o que podia no meu rabo. Novamente senti uma dorzinha do cu pois o pau do Jorge ficou enooorrrmee dentro de mim, enquanto latejava e jorrava porra…Que bom, que macho, que gostoso levar no cu… Chorei…mas de alegria…_Jorge, nunca pensei que eu fosse gostar de dar o cu… doeu mas foi muito bom…adorei. Jorge deu uma risadinha e voltou para a ducha. Marina foi ajudá-lo. Fiquei largada na cama, olhando para o teto e pensando no que acabara de fazer. E agora? Será que virei uma puta? Cheguei à conclusão que não, pois estava em ótima companhia, não havia compromisso com ninguém, eram pessoas civilizadas…Marina interrompeu meus pensamentos com uma taça de vinho branco gelado. Tomei e começamos conversar. Ela me contou que o casal era industrial, que não tinha filhos, que eram casados há dez anos, que eu era a segunda experiência em ménage a trois , que gostaram muito de mim. Jorge chegou e, devagar, recomeçamos a suruba. Marina deixou de bruços e Jorge se ajeitou com o tal lubrificante nos dedos para comer seu rabinho. Fiquei assistindo aquele tarugão invadir o cuzinho de Marina. Entrou com certa facilidade, pois eles já faziam isso com freqüência. Marina ajudava com um rebolado lindo e vai e vem firme, forçando a bunda para trás. Quando entrou tudo, Marina ficou feliz: _Põe tudo no meu cu, come meu rabo, coloca esse cacete no meu cu, por favor…me come.., gritava Marina com o pau inteirinho no cu. De cata cavaco, Marina foi enrabada por Jorge, que caprichava no vai e vem, segurando firme a cintura da esposa e puxando com determinação. Fiquei com inveja. Catei uma camisinha e pedi para Jorge colocá-la e me ajeitei ao lado de Marina para levar no cu de novo. Jorge largou Marina e passou o lubrificante no meu cu e mandou bala. Estava doendo, é claro, mas o tesão falou mais alto. Tomei no cu de novo e desta vez rebolei com fez Marina. Gozei como louca. Percebi que é no cu que eu tenho tesão. Descobri que gosto mesmo de dar o cu. Não faz mal que doa…o importante é que o pau entre dentro do meu rabo e que entre tudo, não pode ficar nada de fora. Marina ficou observando e me incentivando:_Isso Kátia, dê o seu cuzinho pro Jorge…ele adora um rabinho…capriche mesmo…. e Jorge gritava e berrava: _Que delícia, que gostoso, que cuzinho apertado…vou gozar neste rabinho…vou gozar tudoooo…. E gozou mesmo. Ficamos extenuados na cama…Chegamos a cochilar…Quando eu vi já estava escurecendo. Tomamos banho e o casal me levou para casa em seu magnífico automóvel. Antes de sair, deixei o número do meu telefone, para marcarmos um novo encontro, que seria na casa de praia do casal. De fato fui passar um fim de semana com eles, mas isso fica para outra oportunidade, caso houver aprovação deste conto, através de votação. Se algum casal quiser mandar e-mail comentando o fato, agradeço antecipadamente, principalmente se tiver foto.

Referência do Anúncio ID: CT-000032826

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