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DESEJO REPRIMIDO

  • Publicado em: 8 de maio de 2018 09:41
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Tenho um primo que tem a mesma idade que a minha, sendo ele mais velho que eu apenas 15 dias. Hoje estamos com 45 anos, bem casados e pais de filhos.
O que vou contar começou quando ainda éramos muito crianças, por volta dos 8 ou 9 anos. Morávamos em cidades diferentes. Nos víamos apenas em alguns finais de semana, feriados prolongados e nas férias escolares. Tanto o apartamento em que eu morava e a casa que ele morava eram pequenas, mal dava pra acomodar nossas famílias de forma apertada quando nos reuníamos. Até ai tudo bem.
Quando nossas famílias se reuniam, ficavam todos juntos sempre por volta de 3 dias, era a sexta a noite, o sábado todo e o domingo até por volta das 5 da tarde, quando todos começavam a partir para suas respectivas casas.
Quando estávamos todos reunidos, eu e meu primo parecíamos irmãos, só andávamos juntos, brincávamos juntos (exceto futebol porque sempre detestei), tomávamos banho juntos e até dormíamos juntos na mesma cama por falta de lugar para acomodar todo mundo.
Não sei quando e nem como tudo começou, mas o fato é que a medida que fomos crescendo, começamos a nos bolinar de noite na cama. Um segurando o pau do outro, aquelas coisas de criança, e sempre que a família se reunia, rolava nossas brincadeiras, e não sei dizer, mas eu só fazia isso com ele.
Só que o tempo foi passando e começamos a crescer também, e com isso a nossa brincadeira de ficar segurando o pau um do outro foi mudando, e já com uns 13 anos, começávamos e sentir um certo prazer com as bolinadas. Começamos então um a punhetar de leve o pau do outro, era muito gostoso. Não sei como e também nem quando, mas enquanto alisava seu pau, minha bunda começou a recebeu a visita das mãos dele, que começou a alisá-la enquanto eu ficava brincando com sua piroca que já ficava bem dura. Alisava o pau todo, a cabecinha (que na época já dava pra ver que era bem grande e grossa) e ficava punhetando ele de leve. Ele então começou a brincar mais com o dedo no meu botãozinho, tinha hora que forçava e enfiava a ponta do dedo dentro de mim e ficava rodando o dedo. Como eu não reclamava e deixava ele brincar, pois estava gostando, ele enfiava mais o dedo até colocar pelo menos até a metade dentro de mim e então iniciava um vai e vem gostoso com aquele dedo dentro do meu cuzinho. Quando eu chupava seu pau, coisa que ele gostava muito e eu também, ele ligava a televisão, se acomodava na cama como queria, mandava me posicionar deitado de lado com a cabeça apoiada em sua barriga, como se fosse um travesseiro para me descansar a cabeça, e dava-me seu pau para que eu mamasse o tempo que quisesse, deixando-me com a bunda totalmente livre para que ele pudesse me dedilhar e brincar com meu botãozinho. Nunca tentei penetrá-lo muito pelo contrário, queria eu sempre ser o passivo, bastava ele pedir que queria que eu logo me preparava para recebe-lo dentro de mim. Sempre quis satisfazer suas vontades e a fazia com prazer, sem reclamar, fazia porque gostava de fazer com ele. Por isso que disse que só dava pra ele, nunca dei pra outro e nunca quis, tudo era só com ele, não sei porque.
Numa noite, talvez no máximo uns dois dias depois que começou a me alisar pela primeira vez, ele ficou brincando comigo, alisando minha bunda e dedilhando meu anelzinho, com certeza estava me preparando para o que viria depois. Então, após me alisar e me dar umas dedadas, ele parou e mandou que eu me virasse, obedeci e assim que fiquei de lado ele baixou meu short, com uma mão puxou para o lado uma de minhas nádegas e colocou seu pau na entradinha do meu cuzinho ainda virgem. Começou então a forçar a entrada de leve, como comecei a sentir dor, e falar que estava doendo, ele parou e ficou só na brincadeirinha, ficou me acostumando e me acalmando.
Na noite seguinte ele começou de novo com as brincadeirinhas onde havia parado na noite anterior. Ficou brincando e estava até muito gostoso, ele então evolveu minha cintura com seus braços e ficou brincando, com seu pré-gozo, melou todo meu rego e cuzinho, seu pau deslizava livre, lubrificado meu rego e meu cuzinho, era uma delícia, eu gemia sentindo o prazer daquela pica deslizando em minha bunda, com isso eu estava totalmente calmo e relaxado de tanto prazer, até que em dado momento, ele me pegou de jeito e me penetrou numa estocada só. Senti aquela cabeça grande e grossa de sua pica de uma única vez me rasgando e se acomodando dentro do meu cuzinho.
Tentei pular para sair por causa da dor, mas como estava seguro por seus braços envolto em minha cintura, pedi para que parasse porque estava doendo. Ele atendeu meu pedido, parou mas não tirou nem um centímetro da cabeça da pica de dentro de mim. Ficou parado por alguns poucos segundos não chegou nem a 1 minuto, e assim que percebeu que eu já havia me acalmado e acostumado com a cabeça de sua pica dentro de mim, empurrou mais um pouco e mais um pouco, até sentir que seu pau já estava todo guardado dentro de mim. Começou então a degustar com a pica o orifício que estava lhe dando prazer. Brincou bastante mas não gozou, até porque naquela época ainda não gozavamos.
Depois de se divertir gostoso no meu corpo, tirou o pau e fomos dormir. Pela manhã, ao levantar, senti uma forte ardência em meu botãozinho, o que significava que eu havia perdido o cabaço do meu cú, aquela ardência durou até por volta do meio dia e simplesmente passou. À noite meu cuzinho já estava pronto pra ser novamente enrabado pelo meu primo, que passou a me comer constantemente durante a semana, até mesmo durante o dia quando tinha oportunidade, mas sempre sem gozarmos porque ainda não gozavamos.
Eu e meus pais fomos morar no nordeste e passados alguns anos, 2 anos talvez, quando já tínhamos uns 16 ou 17 anos talvez, um dia, ao tomarmos banho eu o agarrei mas ele disse não queria, diante da negativa o larguei e me virei para entrar debaixo do chuveiro, foi quando ele me agarrou por trás e senti seu pau começar a ficar duro. Era tudo que eu mais queria. Estava há 2 anos sem dar pra ele, como eu queria senti-lo novamente dentro de mim. Os 2 anos que moramos no nordeste foi horrível para mim, apesar de eu ter namorado algumas meninas por lá. Namorava, comia as minas mas nunca conseguia esquecer a piroca do meu primo.
Só sei dizer que quando ele me agarrou no banheiro e senti seu pau começar a ficar duro, levei uma das mãos para trás e puder sentir aquela rola que sempre fui apaixonado por ela, novamente dura para me possuir. Me posicionei para recebê-lo e me entreguei totalmente a ele. Fui penetrado muito gostoso, e acho até que ele desde a minha partida, também não tinha comido mais ninguém, porque após tão pouco tempo de foda, apenas após uns poucos vai e vem, ele me abraçou forte pela cintura, deu uma estocada forte, funda e parou, então pude sentir ele soltar alguns jatos de porra quente dentro de mim, ele então deu outra estocada forte e funda e novamente soltou jatos de porra dentro de mim. Foi uma sensação tão maravilhosa que nunca mais esqueci aquele dia e aquele momento.
Só sei que daquele dia em diante mais ainda me senti sendo propriedade dele. E como já não dava pra outro, ai sim que só queria com ele mesmo.
Fora esse nosso relacionamento, tanto eu como ele namorávamos e comíamos as meninas da área, até que passados anos ele começou a namorar uma menina a qual ele se apaixonou e com ela se casou e tiveram um filho. E nós, eu e ele, nunca mais tivemos relacionamento íntimo. Com o tempo também me casei.
Embora não tenha os chamados trejeitos e não fale de forma afeminada, muito pelo contrário, quando o vejo na rua sinceramente me estremeço, bate aquela vontade louca de tê-lo novamente, mas como tanto ele como eu nunca mais tocamos nesse assunto desde que ele se casou, e sequer ele nada demonstra e nada fala ou insinua sobre isso, tenho muito receio de lhe confessar que ainda a ele pertenço, e dele ficar com raiva ou nojo de mim e nunca mais querer falar comigo.
Esse é um trauma com o qual vivo e terei que viver pelo resto da vida. E que sei que muitos por aí também têm.
O que poderia se beneficiar disso, no caso meu primo, não sabe o que está perdendo. Os que estão na mesma situação que a minha sabem do que falo.

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