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DOIDA POR UMA SACANAGEM

  • Publicado em: 3 de novembro de 2002 05:04
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Quando tinha 18 anos, namorei uma gatinha de 19 muito linda e gostosa. Tinha cabelos pretos, um lindo rosto e um corpinho de enlouquecer… Coxas grossas, seios médios com biquinhos róseos e uma bunda de matar qualquer um de desejo! Apesar dos 19 aninhos, Márcia era bem safadinha, doida por uma sacanagem. Sempre ia namorar à noite na casa de seus pais, eu e ela sentados no sofá. A cada descuido deles, aproveitava para passar a mão no meu pau ou pôr minha mão em cima da sua bocetinha de poucos pêlos. À cada noite que passava, nossas loucuras de desejo iam ficando mais ousadas, a ponto de eu sempre ir para a casa dela de bermuda e sem cueca; e ela me receber sempre de vestido, sem calcinha ou sutiã por baixo. Os pais dela de nada desconfiavam, pois planejávamos como faríamos as sacanagens sem que eles notassem. Depois de algumas semanas de namoro, estávamos bem avançados. Me sentava no sofá da sala, ela deitava no meu colo com uma almofada sobre a barriga e eu passava a mão por baixo, enfiando o indicador e o dedo médio na xaninha quente de Márcia. Ficava masturbando-a por horas, fazendo-a gozar várias vezes. O que nos deixava mais excitados nessa situação era ouvir as vozes da mãe e dos irmãos dela conversando em seus quartos ou na varanda, enquanto a putinha ia à loucura com minhas carícias em seu grelinho. Na hora em que eu ia embora, ela me retribuía o prazer. Ficávamos encostados no portão da casa dela, eu de costas para a rua, e ela tocando uma punhetinha deliciosa em mim, levantando o vestidinho na hora em que eu gozava para receber os jatos quentes de esperma sobre a barriguinha ou sobre os pelinhos da xoxota. Aquela situação começou a nos deixar loucos de tesão. Queríamos trepar de qualquer jeito!!! Ela não podia sair de casa sozinha comigo, por isso não a levava em um motel. Porém, numa sexta-feira, fui como de rotina para a casa dela e, chegando lá, Márcia estava na companhia da mãe e de uma tia. O pai e os irmãos haviam viajado. Nos olhamos e nossos olhos diziam: é hoje! Márcia usava um vestido com estampas de flores, sem nada por baixo. Sem trocadilho, eu estava com o tesão à flor da pele e meu pau latejava só de vê-la rebolando aquela bundinha deliciosa. A mãe e a tia não nos davam trégua, mas, para nossa sorte, foram para o quarto assistir à novela. Aproveitando a saída das duas, chamei Márcia para tomar água na cozinha e, ao chegarmos lá, encostei-a numa mesa. Estava virada de costas para mim e eu, com pressa, levantei seu vestido, arriei meu short e enfiei o pau de uma vez só naquela grutinha maravilhosa. A sensação era indescritível. Metia com força, tapando sua boca para evitar barulhos e admirando aquela bundinha que tremia a cada estocada que eu dava na xaninha. Quando estávamos quase gozando, ouvimos um ruído e nos separamos bem rápido. Logo a mãe dela com a cara na porta da cozinha, mas já estávamos recompostos, com a cínica expressão de quem estava tomando um inocente copo de água. Voltamos para o sofá da sala e a mãe dela voltou para o quarto. O tesão que sentíamos era enorme e a rapidinha da cozinha não tinha nos satisfeito, queríamos mais. Em certo momento, tive a impressão de que a mãe e a tia de Márcia tinham dormido, pois não ouvíamos mais suas vozes. Pedi a Márcia para verificar, ela foi ao quarto da mãe e saiu de lá levantando o vestido, pois as duas estavam dormindo. Entendi o recado e arriei o short, ela veio e sentou no meu colo, fazendo o meu caralho duro entrar fundo na xoxota dela. Márcia, então, me proporcionou a melhor cavalgada, alternando movimentos rápidos e lentos de vaivém e rebolando a bundinha como se fosse uma puta. Seus movimentos gostosos faziam o sofá tremer. Márcia já tinha gozado quando eu disse baixinho para ela que iria gozar. A safadinha pediu para esperar, pois estava perto de gozar de novo. Ficou rebolando lentamente e contraindo o músculo da vagina, mastigando a minha vara com a sua xaninha gostosa. Gozamos simultaneamente, nos beijando para evitar os gemidos. Nos recompomos e fui para a minha casa, ciente de que vivera uma aventura inesquecível. Ainda tivemos inúmeras transas fantásticas, como aquela em que tirei a virgindade anal da Márcia. Mas essa ela mesmo faz questão de contar.” “Sou casado, 31 anos, um casal de filhos, e a história que vou relatar aconteceu quando a irmã mais nova de minha esposa, também casada, foi morar próximo à nossa residência. Ela estava sempre conosco, junto com seus dois filhos e o esposo. Na época, ela tinha 23 anos, era muito gostosa e bonita, com seios pequenos e uma bundinha bem feita e apetitosa. Usava roupas bem apertadas, curtas e muito provocantes. Eu, que não sou bobo, ficava só apreciando aqueles contornos e as pernas bem torneadas. Apesar de termos intimidade, do tipo cunhado e cunhada que se conhecem há muito tempo, não imaginava que me daria bem se investisse uma cantada e nunca a fiz. Apesar de ela deixar transparecer que se excitava com algumas situações, como quando ia cortar meu cabelo e ficava se encostando no meu braço ou, às vezes, quando passávamos próximos um do outro sempre nos roçando. Certa vez, ela tinha brigado com o marido e ele chegou a sair de casa, indo morar em um outro estado. Nessa ocasião, ela ficou ainda mais freqüente em nossa casa e nossos contatos cada vez mais próximos, chegando até mesmo provocar ciúmes em minha esposa. Mas até então não passava disso. Até eu dar uma carona e ela comentar que havia sonhado comigo e que tinha sido muito excitante. Foi a deixa que eu precisava para falar que também tinha sonhos com ela e que, muitas vezes, me masturbava. Aí, parei o carro e nos beijamos muito, com paixão e desejo. Pus a mão dela no meu pau e ela o apertou. Larguei a mão nas suas coxas e na sua bunda, mas ela não quis que passasse disso, pois, além de ser minha cunhada, era religiosa e jamais faria tal sacanagem com sua irmã. Fiquei um tanto frustrado, mas aceitei, com medo de que isso viesse à tona e todos ficassem sabendo, acabando por atrapalhar o meu casamento. Depois, começaram a chegar até o meu conhecimento algumas fofocas sobre ela. Diziam que estava saindo com antigos namorados e até mesmo com conhecidos. E todos pediam para que nós a aconselhássemos, pois não ficava bem uma mulher casada, mãe de família, sair e se expor como uma moça solteira. Foi quando tive novamente a oportunidade de me aproximar e percebi que a danadinha, realmente estava aproveitando a oportunidade de curtir uma de solteirinha. Ao contrário de aconselhá-la, a incentivava mais ainda, e os nossos joguinhos de sedução começaram a ser mais freqüentes e picantes. Toda vez que ficávamos a sós, nos beijávamos e acariciávamos. Até que um dia a levei para um motel e ela relutou, dizendo que não faria nada comigo. Não quis saber mais de nada: agarrei, beijei e ela não se mexeu. Nem para me impedir nem para participar de um ato de pura luxúria. Foi quando comecei a abrir sua blusa, já nervoso e trêmulo, parecendo um adolescente em sua primeira vez, coloquei-a na cama e arranquei sua saia e calcinha. Abrindo aquelas pernas maravilhosas, toquei-lhe com os dedos, percebendo que ela já estava bem molhadinha. Não resisti e comecei a lamber sua xoxotinha, pequena e cheirosa. Ela começou a gemer, pedindo para que colocasse o meu pau na sua boca, iniciando um meia-nove delicioso. Ela gozava e gemia com a minha pica na boca, quando eu disse: ´Espera um pouco, se não vou gozar.´ Ela parou somente para dizer docemente: ´Goza.´ Continuou a mamada e eu esguichei um jato potente em sua boca. Em seguida, foi para o banheiro sem falar uma palavra. Fui atrás e ela virou-se de costas envergonhada. Abracei-a por trás e logo meu pau estava duro de novo, ela inclinou-se e pôs as mãos na parede tentei colocar no seu cuzinho e ela segurou no meu e o direcionou para a boceta. Ah, que bocetinha gostosa, apertada e quente. Ela rebolava e gemia, gozando novamente. Enrolou-se na toalha e voltou para cama, e eu de pau duro a acompanhando. Ela deitou-se de bruços e eu de costas com o pau ainda em riste, ela olhou e segurou, acariciando com muito carinho, dizendo: ´É grande. Não vou agüentá-lo na minha bundinha.´ Levantei e comecei abrir a bundinha e a lambi aquele cuzinho, chegando a enfiar a língua dentro dele. A gostosa empinava a bunda toda. O cuzinho já estava no ponto. Forçando um pouco, fui entrando bem devagar. Ela, mordendo o travesseiro, dava gritos abafados. Quando enfiei tudo, fiquei parado e ela começou a fazer movimentos circulares com a bunda e, em seguida, a puxar um pouquinho, como se quisesse tirar. O bicho voltava enterrado novamente até o talo. Ela rebolava e gemia, repetindo o movimento. De repente, tirou de uma só vez e disse: ´Enfia na minha boceta, cunhadinho. Enfia que estou gozando de novo.´ Enterrei mesmo e gozamos juntos. Depois, saímos do motel e ela, em silêncio, olhava sempre para outro lado. Meio sem jeito, perguntei se não tinha gostado. Respondeu que gostou muito e era exatamente o que queria, mas que isso jamais tornaria acontecer. Não falamos mais nada. Agora, espero uma recaída dela. E sei que não vai demorar.” Se alguma gata de ate 28 anos se interessar me prucere e poderemos quem sabe trepar

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