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DOMINADO

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2018 14:36
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Conheci Livia, uma mulher de posses, na empresa em que trabalhava numa festa de fim de ano. Ela era um ‘avião’: bonita, atraente e com um corpo maravilhoso, vestida sedutoramente. Eu era um homem franzino, funcionário subalterno.
Alguns dias depois, meu chefe me chamou a sua sala e deparei com ela. Seu carro estava na revisão e o chefe ordenou que a levasse em casa num carro da empresa.
Abri a porta de trás para que entrasse e recusou dizendo que iria a meu lado. Sentou-se e a saia que usava subiu deixando à mostra um belo par de coxas bronzeadas. Sua atitude despertou meu desejo, mas não me atrevi a fazer qualquer comentário.
Ao chegarmos, convidou-me a entrar. Morava numa casa grande, espaçosa e luxuosa que me mostrou. Chamou a empregada ordenando que preparasse um lanche. Recusei, mas insistiu dizendo que queria companhia. Pediu licença para tomar um banho e trocar de roupa. Demorou uns 20 minutos e retornou usando um top que revelava seus seios grandes de mamilos protuberantes, uma mini-saia de couro, calçando sapatos de salto. Quando a vi fiquei de boca aberta e meu minúsculo pênis reagiu. Indagou se estava apresentável e balbuciei que sim. Sentou-se a meu lado e instou-me a me servir de suco, sanduiches e bolo. Preparei um copo para ela que agradeceu. Quando lhe entreguei o copo, nossas mãos se tocaram por um instante a mais e ruborizou.
“Você é muito gentil”. Foi a minha vez de corar. “Vou recomendar que seja alçado a um cargo de maior importância na empresa”.
Terminamos o lanche e retornei à empresa devolvendo o veículo e havia um recado de meu chefe para que fosse a sua sala imediatamente.
“Você sabe que dona Livia é a dona da empresa e me telefonou elogiando seu serviço. Recomendou sua promoção e quer que fique à disposição dela. Portanto, amanhã irá diretamente à sua casa.”
Eu, que esperava ser demitido, agradeci.
No dia seguinte, a empregada abriu a porta e me apresentei no meu novo local de trabalho.
“Dona Livia, quais são minhas tarefas ?”
“Em primeiro lugar, deve eliminar o ‘dona’ e tratar-me por Livia, simplesmente.
“Sim, senhora”
“Elimine o ‘senhora’ também. De agora em diante sou a Livia. Seu trabalho será obedecer minhas ordens, executando tudo que ordenar. Inicialmente, vá vestir seu uniforme. Em seguida, vá buscar meu carro na revisão”.
Procurei a empregada que me conduziu a seu quarto onde estava meu uniforme: terno azul marinho, camisa branca, sapatos e meias pretas e uma gravata discreta. Vesti as peças e sai para pegar o carro. Retornei e me apresentei a Livia. Minha patroa mandou que a conduzisse ao salão de beleza e aguardasse. Recebi outras tarefas que cumpri à risca recebendo elogios.
As semanas se passaram e Livia se tornava cada dia mais exigente, humilhando-me quando não executasse a contento.
Surpreendeu-me quando me intimou a jantar em sua companhia. Ao chegar fui recebido por ela que usava uma blusa transparente, saia com uma fenda até o alto da coxa e sapatos de salto 12, maquiada e perfumada. Conduziu-me ao sofá, oferecendo um drinque. Jantamos. Disse que era um dia especial e eu teria uma surpresa.
Ordenou que esperasse em seu quarto e saiu. Apareceu nua. Seu corpo era maravilhoso: seios grandes, cintura fina, pernas longas e torneadas, bundinha arredondada e apetitosa. Meu pauzinho endureceu o quanto podia.
“Hoje você vai trepar comigo. Estou carente e preciso de um amante.”
Deitou-se abrindo as pernas. “Chupe minha vagina até o gozo”. Não hesitei e enfiei a língua, titilando seu clitóris. Livia se contorcia verbalizando seu tesão. “Que língua gostosa. Chupe com vontade. Não pare. Vou gozar, AAAAAAHHHHH !!!”. Seu orgasmo foi intenso, mas queria mais. Eu já estava nu e subi em seu corpo. Pus o pênis na entrada de sua vagina, pincelando o clitóris e mamei seus peitos. Os bicos incharam em minha língua. Livia se acabava em orgasmos múltiplos e acabou desfalecendo. “Nunca um macho me fez gozar assim. Case comigo.”
Concordei e em um mês a desposei. Saímos em lua de mel e tudo se modificou. Livia havia feito minha mala. Quando a abri, não tinha minhas roupas íntimas, substituídas por calcinhas. Confrontei Livia e replicou que lhe devia obediência e faria o que mandasse. Baixei os olhos, submisso.
Livia ordenou que tomasse um banho enquanto separava as roupas que usaria. Retornei ao quarto onde encontrei uma calcinha vermelha, uma calça comprida branca e sapatos salto Anabela. Completava o traje uma blusa de tecido fino. “Vista-se para irmos jantar”, comandou. Protestei e levei um tapa na cara. “Obedeça”. Fiz sua vontade e saímos. No restaurante todos me olhavam e Livia punha sua mão em minha bunda. Ao saírmos, o manobrista me olhou de alto a baixo e Livia perguntou se gostava do ‘material’. Ele assentiu e Livia cochichou algo entregando-lhe um papel.
Já no quarto, ouvi uma batida na porta. “Vá atender”, ordenou. Dei de cara como o negro manobrista. “Entre”, convidou minha mulher. O negro sentou-se no sofá e tirou sua ferramenta para fora. “Chupe a piroca dele, vadia”.
“Por favor, não me obrigue. Sou seu marido.” “Ou me obedece ou vai saber quem manda”. Ajoelhei e abri o ziper do jeans dele. Um cacete enorme pulou. “Antes de começar, tire a roupa e mostre a lingerie que usa. Rubor cobriu minha face enquanto tirava a calça comprida exibindo a calcinha. “Gostosa”, disse o negro apalpando minha bundinha. O negro me puxou pela nuca aproximando minha boca do cacete duro. Senti o sabor do pré-gozo. “Abra a boca, putinha”, ordenou pincelando meus lábios. Fiz o que ordenava e enterrou a vara em minha garganta. Comecei a chorar, humilhado e com vergonha. Seu pau inchou e latejou enchendo minha boca com seu leite. “Engula tudo”.
Em seguida Livia ordenou que ficasse de quatro. O negro, atrás de mim, enfiou a língua em meu cuzinho preparando-me para a curra que se seguiu. Urrei de dor quando as pregas se romperam. Gozou lá dentro.
Adormeci sem me lavar por ordem de minha esposa. “A partir de hoje vai se oferecer a ele toda noite até se acostumar a levar no cuzinho”. A experiência durou o tempo da lua de mel.
Voltamos para casa e Livia demitiu a empregada encarregando-me das tarefas domésticas além de ser seu motorista. Dormia nos aposentos dos empregados e ela me administrava hormônios diuturnamente.
Completamos 3 meses de casados e participou que daria uma festa comemorativa para me apresentar a suas amigas. Na semana anterior levou-me ao salão de beleza onde cortaram meu cabelo e me depilaram. Meus seios já despontavam. No dia da festa, usava sapatos de salto, lingerie preta, saia curta e blusa transparente. A campainha tocou e fui abrir. Era o manobrista que fora convidado por minha mulher. Beijou-me e exigiu que ficasse só de lingerie e sapatos. As convidadas chegaram e se admiravam quando as recebia. Livia me humilhava permanentemente ordenando que as servisse. No meio da tarde me entregou ao negro que me usou sexualmente no meio da sala. Chupei sua rola engolindo o gozo e ofereci a ‘rosquinha’ que comeu com violência.
O negro veio morar comigo e me usa para seu prazer com a concordância de Livia. Quando saio, uso roupas femininas e sapatos de salto conforme as ordens de ambos.
Vitoria

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