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E assim foi…

  • Publicado em: 17 de junho de 2018 06:51
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá, vivi esta situação meio que por insistência de minha parte, como bom taurino que sou, insistência é algo que rege a minha vida, não me dou por vencido até que me convença que não, que a ultima palavra venha a ser dita, declamada ou até mesmo soprada em meus ouvidos, mas vamos lá como tudo começou, tenho um pouco mais de 50 anos, trabalho em uma empresa governamental, cheio de meninas lindas, novas, cheirosas, mas meninas…
Eis que um belo dia sou apresentado a uma linda mulher, por volta de seus 38, 40 anos, cabelos longos, corpo de menina, cinturada, um rosto de indiazinha, uma nova supervisora de departamento, Indiazinha é o seu nome, assim que meus olhos encontraram os seus, os meus faiscaram, foi reciproco, a partir dai criou-se uma amizade muito legal que consolidou com o tempo, casada, três filhos, não trai, se, nunca soube, tempo vai tempo vem, descobri que adora uma sacanagem, pornográfico e safado como sou, logo nas primeiras semanas pude observa-la bem de perto, tudo do jeito que gosto, pele clara, boca desenhada, grande sem exagero, peitinhos gostosos como tive a oportunidade de vê-los varias vezes quando em determinada posição, a blusa cria uma abertura entre um botão e outro, uma barriguinha reta, uma bundinha redondinha, do tipo quando anda meche os dois lados, nada de bunda malhada, dura e musculosa, bundinha de mulher, redondinha e macia, umas pernas firmes, coxas torneadas, uma bucetinha desenhada pela calça apertada, discretamente apertada, mostrando seus lábios inchados e deliciosos, bucetinha que eu olhava descaradamente.
Essa é a mulher que eu desejei por vários anos, em que tentei de todo jeito leva-la para minha cama, dizendo, mostrando, tentando insistentemente e nada conseguindo, ela me atiçava, eu fazia o mesmo, enfim, nada de meter com essa beldade, tudo acabava no:

– Não posso, sou casada, não traio, não posso fazer isso com meu marido.

Minha esperança de meter com aquela mulher que povoa o meu mais profundo desejo carnal e lascivo já tinha se esgotado, quase apagado, um dia qualquer meu telefone toca, era um sábado.

– Oi, como vai você?

– Tudo bem, e com você, aconteceu algo?

– Sim, meu marido esta trabalhando, vai trabalhar até as 18:00, meus filhos estão na casa da avó, vou para o supermercado, me encontre lá.

Fiquei pasmo, quase sem ação, as pernas tremeram, nós moramos quase que a mesma distancia do tal supermercado, ela de um lado eu de outro, a esperança reacendeu com força total, a minha cabeça começou a trabalhar imediatamente, respondi com a voz meio que embargada.

– Estou indo.

Como moro sozinho, desci até o carro com o coração aceleradíssimo, dei partida e sai como um desvairado pensando que, hoje eu como essa menina, e em como fazer para que viesse para minha casa, sem se expor, afinal ela é casada, cheguei ao estacionamento do tal supermercado, liguei, me disse estar no estacionamento quatro, acelerei forte até lá, vi ao lado de seu carro, de saia colorida até os pés, dessas de tecido fino transparente, uma camiseta meio larga e curta realçando seus belos peitos, meio que mostrando sua barriguinha, cabelos soltos, negros como a noite, parei ao seu lado, desci, já com cara de safado no cio lhe perguntei:

– Indiazinha minha linda, sempre te convidei para nos encontrarmos, você nunca quis, o que mudou?

– Me abraça Indiozinho!

Não desperdicei um segundo desse momento tomando-a em meus braços, senti seu coração acelerado, pude sentir seu cheiro exalando, perfume com cheiro de fêmea, de cio, senti sua respiração em meu pescoço, que foi o suficiente para meu pau ficar duro, apertei-a mais, me encaixando no meio das pernas, acariciei seus cabelos, desci até suas costas e bundinha sentindo a volta de sua calcinha, nos beijamos, um beijo doce, molhado, cheio de tesão, conversamos por um tempo, me explicou o porque, acertamos de deixar meu carro no estacionamento, e rumamos para minha casa em seu carro. Já toda soltinha, subimos a escada nos beijando, segurando meu pau, passando a mão em sua bunda, apertando seus peitos já todo eriçado, rindo das dedadas na buceta.

Tranquei a porta e o mundo silenciou, encostei-a na parede e beijei com força, uma mão em cada peito, suas mão puxavam meus cabelos, arranhava meu pescoço esfregando a buceta contra meu pau, sem parar de beijar, agarrei sua cintura e fui arrastando-a para o quarto, tirou a camiseta e o sutiã me dando os peitos ao som de:

– Chupa Indiozinho, chupa meus peitos tesão, mama gostoso, aiiiiiii que delicia, mama gostoso mama!

– Minha buceta tá melada!

– Aaaaaaaa gostoso!

Tirei minha camisa e beijei-lhe a boca roçando meu peito nos seus, um beijo selvagem melado, tirei minha calça, ajoelhei tirando sua saia. Fiquei de frente com a buceta dos meus sonhos, a calcinha toda molhada, abracei aquele premio, eu mordia, beijava, derrubei-a na cama, ficando de pé abrindo suas pernas, eu delirava dizendo:

– Indiazinha minha gostosa bucetuda, eu te adoro meu tesão!

– Quero sua buceta, quero seu gozo, tesão, gostosa!

Tirei sua calcinha toda molhada, melada, bem devagar curtindo cada segundo, ajoelhei no chão, coloquei suas pernas no meu ombro e trouxe sua buceta na minha boca, buceta rosada, cheirando sexo, melada, chupei, mamei, engoli cada gota de seu liquido, apertava as coxas no meu rosto se contorcendo, hora gemendo, hora dizendo palavras desconexas.

– Tesão, chupaaaaa, mama, uuuuuuu, delicia, porque…, puta qu… vou gozaaaaaaaaaar!

E gozou na minha boca, muito, um gozo salgadinho-docinho, bebi, bebi seu gozo.
Tirei o restante de minha roupa e fui para seu lado, fui beijando sua barriga lisinha, branquinha, macia, chupei seus peitos, seu pescoço, ate chegar à boca, que beijei com carinho, minha mão direita em sua buceta melada, coloquei dois dedos brincando de vai e vem, ela brincando com meu pau no mesmo ritmo. Empurrou-me, fazendo-me deitar de pau para cima, beijou minha boca e foi descendo com língua em meu pescoço, peito barriga até chegar à minha virilha, sempre me punhetando de leve, beijou toda a volta de meu pau, devagarinho chegou com a língua na cabeça, experimentou meu liquido e o sugou todo, foi engolindo minha rola bem devagar, fazendo movimento de vai e vem, torcendo meu pau com a mão, hora mordendo com força a base, hora mordendo devagar a cabeça, com o pau duro e quase roxo, eu disse:

– Fique de quatro que quero meter na sua buceta minha flor, vou te foder gostoso!

Fui levantando e colocando-a de quatro.
Pirei quando vi aquela bunda redondinha e gostosa virada para mim, me ajeitei abrindo sua bunda bruscamente passando o pau na buceta toda melada:

– Indiazinha bucetuda, você vai sentir meu pau te fodendo gostosa!

– Fode minha buceta Indiozinho, fode ela fode!

Arreganhei a bunda com as duas mãos, coloquei a cabeça do pau sentindo a buceta quente e melada, fui enterrando devagar até entrar tudo, segurei na cintura e comecei a estocar forte ouvindo:

– Come minha buceta Indiozinho! Enterra gostoso aiiii que delicia meu deus por que demorei tanto para te dar, mete gostoso mete.

Meti, meti com vontade, meti com tesão de anos acumulado, ela rebolava no meu pau e gemia, gritava, eu socava com tanta força que fazia barulho minha virilha batendo em sua bunda.

– Indiazinha safada, você gosta da pica do seu macho né, vou enfiar o dedo no deu cu, safada!

– Enfia Indiozinho, enfia o dedo no meu cu, puxa meu cabelo seu puto, puxa, me fode puto, me fode!!

Perdemos a noção do tempo nessa sacanagem, senti seu corpo começar a tremer, eis que ela põe o rosto na cama e arrebita a bunda, com as mãos ela se abre toda, se arreganha, goza como uma gata no cio, e grita, grita:

– Aaaaaaaaaaaaaa delicia, to gozando no seu pau, aaaaaaaa!

E gozou de babar, de pingar no lençol, não podia perder isso, tirei meu pau, e partimos para um 69, me lambuzei naquela buceta gozada, melada, salgada e doce, minhas bolas estavam quase explodindo, não deu muito tempo nessa brincadeira, ao sentir que eu estava perto de gozar, joguei-a para o lado, subi de joelhos com o pau no seu lindo rosto, passei a cabeça toda melada na sua boca e disse:

– Agora Indiazinha, você vai beber meu gozo!

Coloquei o pau para ela chupar e gozei, gozei gostoso dizendo:

– Bebe gostosa, bebe minha porra, engole tudo minha putinha, meu tesão!

E ela bebeu, engoliu tudinho sem escapar uma gota.
Deitei ao seu lado, nos abraçamos, nos beijamos, nos acariciamos, ficamos ali numa preguiça gostosa, abraçadinhos sentindo o cheiro delicioso que emanava de nossos corpos, e veio o tesão novamente, fui para um delicioso papai e mamãe, tranquilo, devagar, com muito carinho por essa bela mulher, por essa grande amante, beijei sua boca com o pau dentro da sua buceta num vai e vem tranquilo e gratificante, então ela me diz:

– Quero ficar em cima de seu pau!

Ela vem, senta com vontade, fica rebolando e apertando meu pau, dou uma levantada até ficar com seus peitos em minha boca, chupo seus biquinhos, esfrego o rosto em seus peitos, dou mordidinhas em seu pescoço, ela geme:

– Aaaaaa, chupa Indiozinho, mama, aaaaa, to engolindo seu pau gostoso, minha buceta te quer, te ama, uuuuuuu, que delicia!

Começa então a pular, seguro-a pela cintura sincronizando os movimentos, sentindo sua buceta melada, macia, quente, ela me domina, me sinto impotente quando ela segura minhas mãos olha nos meus olhos e diz:

– Vou gozar denoooovo, gostoso, meu tesão to gozando para voce, uuuuuuuuuuu, aaaaaaaa!

Me abraça, me beija, me aperta e se solta em cima de mim cansada e feliz, diz que me adora e não sabe por que demorou tanto para meter comigo, me enche de beijo, estica o braço, pega o celular, olha a hora e diz:

– Vamos tomar um banho que esta quase na hora de ir.

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