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Ela agora começou ( Autor: rafamax )

  • Publicado em: 5 de julho de 2017 04:32
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Pra quem não nos conhece, sou casado tenho 30 anos, tenho uma ótima condição financeira e minha esposa tem 25 anos é loira, tem 1,66 m de altura, pesa seus 59 kg. Seu busto tem 96 cm, e sua cinturinha tem 64 cm. A melhor parte tem 107 cm de quadris e suas coxas tem 60cm. Seus cabelos loiros um pouco abaixo dos ombros. Seus pezinhos 34 bem feitinhos. Seu rostinho angelical, parecendo muito com a Claudinha Leite. Estamos casados a 6 anos (mas estamos juntos a 11)e fui o seu primeiro namorado e primeiro em tudo pois comecei a namora-la com 14 anos. No outro dia acordei com a Claudinha já arrumada pra ir pra academia com uma malha que deixava seu corpo mais perfeito. Ela parecia radiante. Fiquei a observando. Após alguns minutos ela percebeu que estava acordado. Pulou na cama e me deu um beijo – Bom dia meu amor! Disse ela – Vou dar uma malhadinha, e qd sair, nos encontramos no café do hotel. E saiu cantarolando com seu ipod no ouvido. Fiquei pensando em quem tinha feito aquilo com ela na lancha. Comecei a pensar nas pessoas da lancha. Pensava ate nas garotas e aquilo me excitava muito. Já estava pra la de excitado. Bati uma punheta gostosa e desci pro café. Chegando la, a Claudinha não estava e tb não tinha ninguém conhecido. Comecei a tomar o café e não demorou pro Carlos aparecer. Ate que ele estava muito agradável naquela manha. Conversamos sobre trabalho e amenidades. Ele disse que ia na praia e me convidou. Disse que iria mais tarde, mas desci ate a entrada do hotel, mas sem antes deixar o recado com o garçom do hotel pra minha esposa me esperar ali. Ficamos conversando ate eu perceber que já tinha passado das 10 e a Claudinha devia estar puta comigo. Me despedi do Carlos e subi para o café. Chegando la não encontrei a Claudinha e perguntei se algum dos garçons a tinha visto. Com a negativa deles, partir pra academia. Chegando lá não tinha ninguém. Fiquei preocupado e refiz o trajeto do café. Nada dela. Desci a recepção e nada dela tb. Lembrei que ela deveria estar no nosso quarto se trocando. Subi o elevador pensando mil e uma coisas. O nosso quarto era dividido em 2, sendo uma antessala grande com mesa pra jantar, sofá e TV, e um quarto com uma cama grande. Qd abri a porta vi que a Claudinha estava la, pois na sala estava seu tênis, ipod com o computador aberto ainda tocando umas musicas, e sua malha. Ao entrar no quarto tive uma visão surpreendente. A Claudinha estava nua, deitada de bruços, toda suada e parecia que tinha acabado de fazer sexo. O cheiro do quarto tb denunciava. A chamei pelo nome e ela virou a cabeça em minha direção sem sair da posição. Seu rosto estava vermelho e ela estava descabelada. Tive certeza do que acontecera ali. Ela me olhou e sorriu. Fiquei imóvel e mudo. – Amor, acabei de botar um chifrinho em vc! Vem cá, deixa eu te contar! Fui em sua direção sem acreditar. Ela levantou seu corpo da cama ficando de joelhos e abriu os braços me chamando para um abraço. Lhe abracei e ela me deu um beijo muito gostoso. Senti um gosto estranho no seu beijo. – Deita aqui meu amor, que vou te contar tudinho. Deitei de costas na cama que estava toda bagunçada, sem saber que sentimento era aquele. Ela deitou de bruços no meu ombro, e começou: “-Amor, qd eu desci pra academia ela estava vazia, fui ao banheiro e qd voltei o Seu Ribamar estava na esteira. Ainda não tinha lhe contado, mas foi ele na lancha. Fiquei super vermelha qd o vi. Ele percebeu. Fui falar com ele. Ele parou a esteira e começamos a conversar. Quanto mais ele falava mais eu ficava em transe. Eu lembrava do outro dia e aquilo me deixava mais vermelha. Ele me mostrou o ipod que ele tinha acabado de comprar e era igual ao meu, e disse que o dele devia ter quebrado, pq não tocava nada. Ele pediu pra eu dar uma olhada. Percebi que o dele não tocava pq não tinha nenhuma musica. Sabe como é esse velhos avessos a tecnologia. Me perguntou se eu sabia como colocar musica nele. Falei que sim e disse que so precisava de um computador. Ele perguntou se eu não tinha um no quarto, já que ele não trouxe o dele. Falei que sim e ele propôs que fossemos la. Falei que vc estava la. Ele sorriu e disse que não tinha problema já que so íamos “meter as musicas no ipod”. Falou aquilo usando um duplo sentido. Ele foi super simpático e comportou-se muito bem ao longo do trajeto até nosso quarto. Chegando lá, convidei-o a entrar e sentar no sofá. Perguntei se ele queria uma água, aceitou sorrindo e mostrando aqueles dentes mal feitos e grandes, destacados por seus lábios grossos. No que fechei a porta, percebi que vc não estava e ele tb percebeu. Fez um comentário dizendo que era ótimo estarmos so nós dois. Fiquei sem graça, mas aquilo me deu uma descarga de tesão. Fui no quarto pegar o computador e trouxe pra sala. Coloquei em cima da mesa e comecei a liga-lo. Percebi que estava em uma posição sensual, em pé com meu corpo esquivado, mostrando toda minha bunda para aquele velho. O Seu Ribamar devia estar se deliciando com a cena. Eu não olhava pra trás. Decidi que iria provoca-lo um pouquinho antes de descer. Colocava uma musica e perguntava se ele gostava daquela musica. Na posição que eu estava, eu rebolava um pouquinho. Já que eu não tinha intenção de transar com ele ali, resolvi dar um espetáculo pra ele depois bater uma punheta pensando em mim. Essa ação se repetiu varias vezes. Foi qd ele se levantou sem eu perceber e senti a mão dele na minha cintura. Fiquei sem graça, mas deixei. Foi quando ele pediu pra eu colocar outra dançante. Coloquei, mas não dancei. Percebendo que não tive reação, ele começou a me encoxar. Senti aquele volume na minha bunda. Fez-se um longo silêncio de constrangimento meu. Ele me levantou pelos ombros e me virou em sua direção. Olhei para o rosto de Seu Ribamar e, num impulso, ele me beijou. Era uma boca quente, carnuda e firme, ao mesmo tempo doce. A sua língua começou a invadir a minha boca. Comecei a sentir uma descarga de tesão muito grande e retribui o beijo suavemente. Lembrei-me de você, mas já não tinha forças para rejeita-lo e entreguei-me aos carinhos do gigante estava a minha frente. Sua língua áspera e grande passeava por todos os cantos de minha boca. Meus braços tinham dificuldade em abraçá-lo, pois ele é muito grande. De repente ele parou e me olhou com desejo da cabeça aos pés, depois fixou seu olhar no meu e disse: – Sempre te desejei, Cláudinha. Quero aproveitar cada momento com vc. Vou te fazer minha putinha. Disse isso e tirou minha malha ate a altura da barriga. Ficou olhando com desejo no olhar os meus seios. Sua enorme mão pegou meu seio apertando, me fazendo gemer de dor e tesão. Ele puxou-me para junto de si e começou a chupar meus mamilos deixando minhas pernas amolecer. Começou a apertar minha bunda, ainda por sobre a malha. Agora a língua passeava pela base de meus seios e entre eles. Amor, você nunca tinha feito isso comigo. A língua de Seu Ribamar encontrou meus mamilos quase doloridos de tão durinhos. Passava sua língua ao redor deles. Aquilo era muito bom. Desvencilhei-me dele rapidamente e fiquei o encarando. Tentei sair, mas de forma rápida e forte ele me abraçou por trás. Ele sabia fazer as coisas. Começou a baixar minha malha deixando na altura do meu joelho e mostrando a minha tanguinha preta. Sentindo aquilo, arrebitei um pouco mais minha bunda. Ele foi deslizando lentamente a tanguinha até ficar junto a malha na minha canela. Minha xoxotinha encharcada denunciava o meu tesão, amor. Rebolei a bunda feito uma cadelinha no seu pênis. Tirei o tênis e o restante da roupa ficando so de meias. Consegui me soltar dele nessa hora e corri para o quarto, na esperança de que ele não me seguisse e acabasse com aquela loucura ali. Atirei-me de bruços sobre a cama e não tardou pro Seu Ribamar chegar. Ele veio vestindo somente a bermuda que mostrava o belo volume de seu pênis. O corpo não era atlético, mas era grande. Ele era peludo e parecia um ogro, mas eu estava louco por aquele homem. Ele so pode ter me enfeitiçado. Eu que sempre fui exigente com vc em relação a cuidar do corpo e higiene, naquela hora eu não me preocupava com nada. Eu era dele. Aquele homem de bermuda ali em meu quarto era um monumento, uma escultura, um sonho pra mim naquela hora. Ele sorria e me olhava, consciente do efeito que fazia em mim e, com toda a segurança de um macho de verdade falou: – vem cá e chupa meu pau.
Sem pensar, saltei da cama e abracei-me às pernas dele e esfreguei meu rosto naquele volume que se formava dentro sua bermuda. Seu cheiro era forte, gostoso e diferente, era cheiro de macho. Era meu macho. Baixei a peça de roupa deixando ele apenas de cueca. Beijei sobre ela e abaixei aquela peça de roupa que me separava de meu desejo e, num salto, seu membro, meio duro apontou pra mim. Apesar de não estar completamente duro, ele era grande, muito grosso e com veias salientes. Os pelos dele eram diferentes dos seus, que sempre estava raspado. Era estranhamente gostoso e diferente estar com um homem grande e peludo pela primeira vez. Não mais me contendo, agarrei-o com as duas mãos. Passei a lamber e chupar aquela maravilha de pau. A cabeça me enchia quase que totalmente a boca, me fazendo engasgar. O sabor salgadinho me excitava e a comparação com o teu foi inevitável. Ele gemia alto, urrava e me chamava de sua putinha, de cadelinha, de safada e coisas do tipo. Eu estava adorando! E quanto mais ele me xingava, com mais vontade eu sugava. Eu deslizava minha língua em suas bolas e em seu saco peludo. Ele era experiente e não gozou, por mais que eu o chupasse. Me pegou pelos braços e me levantou beijando minha boca. Foi descendo a sua língua pelo meu corpo. Começou lambendo meu pescoço sem pressa. Ele falou: – vai pra cama que eu vou te comer agora minha putinha. Obedeci sem pensar duas vezes. Já na cama, ele continuou me acariciando com aquela lingua. Me virou de bruços e com suas mãos, com a boca e a língua Seu Ribamar brincava atrás de minhas orelhas, na minha nuca e em toda a extensão de minhas costas. Eu sentia Tanto prazer, que sentia minha xaninha enxarcada, amor. Sua barba arranhava um pouco minhas costas. Quando aquele velho abriu a minha bunda e passou sua língua no meu cuzinho agarrei o travesseiro e mordi para não gritar. Eu já estava suada e louca de tesão. Ele me virou de frente e subiu me beijando o corpo todo ate chegar na minha boca. Ele sorriu e, com um dedo enfiou na vagina bem devagar e fazendo sentir aquele dedo grosso em toda sua extensão. Retirou o dedo e chupou. Ele pegou minha perna e tirou a meia do meu pé direito e colocou a língua por entre os dedos de meu pé, me deixando louca com essa novidade. Percebi uma sensação subindo por minhas costas. Contraí todos os músculos com suas carícias em meus pés e no restante das minhas pernas. Devagar, foi deslizando sua língua por minhas pernas. A boca do Seu Ribamar foi aproximando da minha grutinha e eu jogava ela em direção a ele. Com minhas mãos agarrei os cabelos daquele velho e puxei para minha xoxota. Seu Ribamar enfiou aquela língua vagina a dentro. Com um de seus dedos, sem parar de penetrar com a língua, ele pressionava meu clitóris, fazendo eu ter um gozo inédito pra mim. O maior que já tive. Acho que desmaiei não sei por quanto tempo, pq só lembro do Seu Ribamar de joelhos sobre a cama, com seu pau já metade dentro. A sensação do contato com aquele cacetão foi das mais maravilhosas que já vivi. Olhei para aquele homem grande que enfiava seu pau em mim e senti que eu estava sendo rasgada pelo homem mais macho que eu já tivera até então. Eu queria ser toda dele, o que ele me pedisse naquela hora eu faria e com muito prazer. Seu Ribamar deslizou todo seu pau para dentro de mim e me senti totalmente preenchida, com minha vagina pressionada de dentro para fora. Eu podia sentir a pulsação das veias do pau do dele. Ele começou a falar – Sente meu pau na tua buceta sua piranha. A partir de agora so vai querer ele e não o pauzinho do teu corninho. Ele começou com seus movimentos lentos. Aos poucos começou a me beijar, enquanto me acariciava os seios, o pescoço e o rosto. Começava a aumentar o volume dos meus gemidos, pois já não me importava com nada naquela hora. Ele foi aumentando o ritmo do entra e sai. Ele quase saía todo de dentro de mim, voltando a penetrar profundamente em mim. O mais interessante, amor, é que ele diminuía ou aumentava o ritmo de suas estocadas quando eu estava quase para gozar. Ele me olhava e sorria, me perguntando se eu estava gostando. Não conseguia sequer responder naquela hora, so gemia, e alto. Seu corpão estava suado e brilhava. Ele me beijou e disse: – Vem piranha, goza como nunca gozou antes. Ele aumentou o ritmo de suas estocadas, e eu tentando relaxar com aquela monstruosidade dentro de mim. Pude sentir seu pênis inchando ainda mais dentro de mim e pressionando incrivelmente as paredes de minha vagina. As estocadas agora eram violentas, movendo a cama do lugar, me fazendo começar a gritar sem se importar com os vizinhos do quarto ao lado. Eu me agarrei em suas costas. Nossos corpos se chocavam sonoramente e eu estava prestes a gozar. Eu queria que gozássemos juntos, mas não deu. Gozei gritando palavras que nem sei. Ele parou por conta da força que fiz abraçando seu corpo ao gozar. Ficamos um tempo abraçados assim. Joguei ele pro lado e cai ao lado dele e fiquei curtindo o momento. Ficamos em silencio. Fiquei pensando em tudo que sentira naquele momento. Foi qd senti o Seu Ribamar começar a beijar minha bunda. Fiquei quietinha. Ele começou a enfiar um dedo no meu anelzinho. Não conseguia fazer nada naquela hora, pois estava exausta. Senti as grandes mãos de Seu Ribamar abrindo mais a minha bunda e sua língua quente e úmida lambendo o cuzinho. Passeava bem devagar a língua em meu cuzinho e ao redor dele e enfiava um dedo. Eu rebolava na boca de Seu Ribamar, sentia suas mãos me arreganhando a bunda e seus dedos amaciando meu cuzinho virgem. Ele parou com as carícias em meu cú e dedilhou meu clitóris, enquanto se posicionava para me enfiar o cuzinho. Quando senti a cabeça de seu pau tocar na entrada de meu cuzinho, quis protestar e pedi que não fizesse isso, pois era virgem, mas tive medo de contrariar o Seu Ribamar naquela hora. Ele foi forçando a entrada e eu comecei a me preocupar, mas faria qualquer coisa naquela hora pra ele. Amor, a dor era tão intensa quanto o tesão e a curiosidade que me invadiam naquela hora. Eu queria sentir o prazer de ser preenchida no cuzinho, de ter um macho entrando e saindo dele e me fazendo gozar desta forma, mas aquilo me assustava e doía muito. Pensava em você, e que nunca tinha dado meu cuzinho a vc, por mais que tenha me pedido, mas naquele momento não tinha volta. Ele reclamou que não conseguia e disse que ia enfiar na minha xaninha primeiro, na intenção de lubrificar seu pau e facilitar. Prontamente aceita a sugestão, aquela tora entrou na xaninha encharcada sem muita dificuldade, fazendo-me gemer de prazer e leve dorzinha. Seu Ribamar mexia dentro da minha grutinha e eu me sentia a mulher mais gostosa do planeta. Ao mesmo tempo, ele me acariciava o clitóris e me lambia as costas safadamente. As estocadas em minha bucetinha ficaram mais rápidas e intensas. Seu Ribamar ja estava pronto para gozar. Surpreendentemente, ele tirou seu pau de minha xana e invadiu meu cuzinho de uma vez provocando uma dor nunca antes sentida por mim. A dor era muito forte, eu queria que ele parasse e com minhas mãos tentava faze ele sair de mim, sem sucesso. Como ele é muito forte, eu tentava relaxar a fim de não sentir tanta dor, mas era inútil. Ele não bombava, apenas ficava imóvel. Eu já me derretia em choro até que senti seu pau inchando dentro do meu cuzinho dilacerado e seu esperma jorrando em meu interior. Ele urrava e gritava. Eu ficava quieta, sentindo seu pau amolecer dentro do meu cuzinho dilacerado e arrombado pelo pênis do Seu Ribamar. Quando saiu, senti um vazio dentro do meu anus. Ele ficou deitado ao lado sorrindo e falando – Putinha safada! Agora vc é minha! Esse cuzinho so é meu daqui pra frente. Aquelas palavras me deixavam feliz e com tesão. Olhei pra aquele monstro que tinha acabado de sair do meu cuzinho, e percebi o quanto era grande e grosso. Eu sentia orgulho de mim, por ter conseguido aceitar ele dentro de mim. Doía mas era bom. Era uma sensação de realização. Ele levantou e disse que ainda ia querer mais, mas falei a ele que vc ia chegar a qualquer momento. Ele concordou e saiu, sem antes me dar um beijo. Falou que era pra eu dar o meu jeito, pq daqui pra frente ele ia querer sempre mais. Sorri pra ele, mas fiquei preocupada por dentro. Fiquei deitada aqui lhe esperando pra contar tudo isso.” Nisso, nem esperei ela terminar de falar e fui pra cima dela. Meti nela daquele jeito. Foi estranho sentir meu pau entrar naquela bucetinha que era so minha, melada com esperma de outro macho. So deu tempo de dar duas bombadas, pra nós dois gozarmos juntos. Ela me abraçava forte, quase que me imobilizando, e fazia declarações de amor pra mim. Senti que daquela hora pra frente nada seria como antes. Pelo menos era o que eu esperava.

Ficha do conto
Foto Perfil rafamaxrafamax

Nome do conto:
Ela agora começou

Codigo do conto:
49839

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/07/2014

Referência do Anúncio ID: 697595ae6b0e8348

Uma Comentário para “Ela agora começou ( Autor: rafamax )”

  1. BENZADESUS RIBAMAR !!!

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