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Ele pensou que a amiga ia atrapalhar…

  • Publicado em: 17 de janeiro de 2017 12:06
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por Kaplan)

Quando as férias da faculdade tiveram início, Laerte e Ângela não cabiam em si de contentes. Isso porque teriam as manhãs livres para se encontrarem e fazerem muito sexo. Vocês, leitores e leitoras curiosos(as) poderiam perguntar: “mas por que tinha de ser nas férias?”
A resposta é simples.
Na casa dele seria impraticável, pois tinha muitos irmãos e irmãs, com horários de escolas diferentes, o que significava que o dia inteiro a casa teria gente e ele não poderia receber a namorada.
O X da questão era a casa dela, filha única. Morava com a mãe, divorciada. Ela tinha um emprego público, de seis horas de atividades diárias, e fazia isso na parte da manhã. Ou seja, à tarde e à noite ela estava em casa e não iria admitir a ida dele para fazer sexo. Para estudar tudo bem, ficavam na sala, ou na cozinha e ela aparecia lá de vez em quando com a desculpa de levar alguma coisa para eles beberem ou comerem. Censurava as minissaias da filha, que poderiam despertar desejos no namorado, mas Ângela a tranquilizava.
Portanto, nas férias da faculdade, as manhãs estavam liberadas, ela sozinha em casa poderia receber o namorado e iriam fazer a maior farra. Este o motivo da alegria dos dois.
No primeiro dia foi uma beleza. Ele passou quatro horas dentro do quarto dela, transaram por duas vezes, com direito a muitas chupadas, muitas carícias, muitos risos, tomaram banho juntos. Foi ótimo.
Porém, no segundo dia, aconteceu algo que Laerte, a principio, achou abominável. Mal tinha chegado e tirara a calça da namorada e enchia de beijos o bumbum dela, a campainha soou. Ele achou estranho que Ângela não se mostrou irritada. Ele sim, ficou bravo. Quem poderia ser? E se fosse algum parente que resolvesse ficar a manhã toda lá? Era muito azar!
Ele ficou no quarto e ela foi atender a porta. Era uma colega deles, Norma. Ela foi levada ao quarto, onde Laerte, já devidamente vestido, aguardava. E ele ficou surpreso quando viu Ângela tirar a roupa quase toda, ficou só de camisa aberta, e pular na cama, fazendo gesto para que ele fosse pra lá também.
Sem entender nada, ele quase caiu duro quando viu que Norma chegou perto de sua namorada e lascou um beijo na boca, daqueles beijos demorados, chupados, de língua. Boquiaberto e também excitadíssimo com o que via, ele tentava entender.
Vendo a aflição dele, Ângela confessou que as duas gostavam muito uma da outra e volta e meia se amavam. E que Norma quis participar com eles as alegrias do sexo.
Mais calmo, Laerte tirou a roupa e subiu na cama. E teve o prazer de ver as duas chuparem seu pau. Que coisa mais linda! Que tesão! Norma chupava tão bem quanto Ângela.
Quando elas terminaram o belo boquete, Ângela falou:
– Querido, já fiz sua propaganda com ela e ela está ansiosa para te experimentar… come ela primeiro!
Isso era pedido que se recusasse? De forma alguma. Ainda mais que a Norma já tinha se posicionado de quatro e aquela bundinha dela, empinadinha, era um convite e tanto. Chegou perto dela, ajoelhado na cama, deu-lhe uns beijos na bunda, lambeu seu cuzinho e sua xotinha, viu que ela estremecia toda. Aí, então, ele puxou-a pela bunda até encaixar seu pau na xotinha e começou a bombar. Norma gemia, Ângela estava excitadíssima vendo aquilo, não parava de passar as mãos nele e na amiga, beijava um e outra e só segredou ao ouvido do namorado: “segura que eu também quero gozar muito hoje!” Ele balançou a cabeça, concordando. Tinha mesmo que dar muito prazer à namorada que lhe proporcionara aquele tesão todo.
Então, depois de satisfazer a colega, ele se deitou porque sabia que Ângela adorava cavalgá-lo. E foi o que ela fez, já com a xotinha toda molhada, o pau dele escorregou facilmente dentro dela. E a transa foi sensacional, porque Norma ficou ajoelhada ao lado deles, fazendo carícias na xotinha dela, beijando o Laerte, participando ativamente da transa.
Ângela realmente gozou como nunca tinha gozado. Aquela experiência fora sensacional. E Norma, ainda com vontade, tornou a ficar de quatro para o Laerte meter de novo. Só que dessa vez ela ficou com a cabeça perto da amiga escornada ali na cama e começou a chupar a xotinha dela. O que deixou Laerte alucinado e ele acabou gozando furiosamente.
Norma se levantou, agradeceu o convite para ter ido lá e se despediu.
– Fica mais!
– Não… hoje não. Hoje vocês precisam conversar a respeito do que rolou aqui, não precisam? Depois de conversarem, se quiserem que eu continue participando dos encontros com vocês, podem me chamar. Virei com prazer. E Laerte, a propaganda que ela fez de você não foi enganosa não viu? Adorei!

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