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Elisa e Flavinha – Como tudo começou – 3

  • Publicado em: 24 de junho de 2017 16:40
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Elisa e Flavinha – Como tudo começou

Estávamos nadando no clube. Esse clube que fica aqui pertinho, no próximo quarteirão. A Flavinha mora quase em frente e por isso, vamos e voltamos sempre juntas, sem precisar de um adulto conosco. Na piscina, resolvemos apostar uma corrida e ver quem chegava primeiro na escadinha, do outro lado. Ela chegou pouco na minha frente e se segurou no corrimão da escadinha cansada e, quando eu cheguei, também bufando, tive que me apoiar nela e me pendurei no seu pescoço. Como não dava pé, me agarrei mais ainda, segurando na cintura dela, ficando agarradinha no seu corpo, meio engasgada com a água e o cansaço. Ficamos ali um tempinho, juntas, procurando descansar.
Naqueles minutinhos que estava agarradinha nela, achei muito gostoso perguntei: tá tão gostoso ficar abraçadinha com você… tá achando ruim? e ela disse: Não! Tá gostoso, também! E nos olhamos de um jeito diferente, que na hora não sabia o que era. O corpo dela estava quentinho pelo sol e pela corrida que demos, macio e lisinho da água fria da piscina. Entrelaçamos nossas coxas debaixo dágua, o que me fez gostar mais ainda. Vi que Flavinha também gostava. Nos abraçamos mais apertadinhas ainda, agora de frente, e nossas virilhas se encontraram; nós duas forçamos, uma contra a outra, a minha xoxotinha na dela, sentindo uma coisa gostosa que nunca tinha sentido antes. Dei um beijo no rosto dela, que fez o mesmo comigo, apertando mais as coxas que misturavam com as minhas, nos olhando fixamente.
Saímos da água sem entender bem o que acontecia, mas achando tudo muito gostoso. Pegamos nossas toalhas, enxugamos e, na beira da piscina mesmo, colocamos nossos vestidinhos sobre os bikines e, calçando os chinelinhos fomos para a casa dela, como sempre fazíamos depois do clube, pois era bem perto do que a minha.
É uma casa grande, bacana, de dois andares. O quarto da Flavinha fica lá em cima e tem um banheiro só dela. Subimos e ela abriu a água do boxe e me chamou, berrando: Elisa, traz essa toalha que está pendurada ao lado da minha cama! Levei a toalha e ela estava já sem o bikine, peladinha, entrando no chuveiro. Pendurei a toalha e, reparando nela, disse: Você já tem pentelhos! Exclamei. Por que eu ainda não tenho? -Deve ser porque sou mais velha, bobinha, disse rindo. -Mas os meus começaram a aparecer só esse ano. E os seus? Nem um fiapinho ainda? -Nada, só uns fiozinhos mixurucas que mais parecem os pelos do meu braço. -Entre aqui. Vamos tomar banho juntas, convidou.
Tirei meu bikine e entrei no boxe. A água estava ótima e Flavinha começou a se ensaboar. Reclamei que só tinha um sabonete. Fiquei esperando, debaixo dágua enquanto ela se ensaboava no seco. Começamos uma brincadeira de luta de mentirinha pelo sabão. Senti nossos corpos deslizarem por causa da espuma, enquanto nos esfregávamos na “luta”. E tava tão gostoso! -Eu vou te ensaboar e você me ensaboa depois, propôs ela. E começou a passar o sabonete pela minha barriga, subindo até meu pescoço e descia de novo, tropeçando nos meus peitos, que reparei serem menores que os dela. Puxa, Flavinha! Até seus peitos são maiores que os meus! Reclamei. E fomos “medir” nossos peitos, encostando os meus nos dela, para ver qual era maior. Nossas barrigas e coxas também se colavam. A gente estava ensaboada, molhada e o deslizar dos nossos peitos, uma na outra, trouxe uma sensação diferente, gostosa. Comecei a esfregar mais os bicos dos meus peitos nos dela e a sensação gostosa foi aumentando, aumentando, que já não riamos mais. Passando meus peitos nos dela, de lá para cá, como num rebolado, fazia com que nossas cinturas também rebolasse, fazendo que nossos corpos, grudadinhos, se esfregassem um no outro. Estava gostoso! Nos olhamos nos olhos, bem no fundo, sérias de repente. Não entendendo mais aquelas sensações, mas gostando muito, deslizei as mãos pelas costas da Flavinha, até a bunda dela, que achei grandona, também, muito maior que a minha e a apertei, puxando para mim, juntando nossos corpos ensaboados.
Estava uma delícia! Ela também me apertou, abraçando, passando a mão nos meus peitos, dizendo que as pontinhas estavam durinhas e enrugadas. Vi que os dela também estavam e dei um beijinho em cada um deles. Flavinha apertou minha cabeça nos seus peitos e eu comecei a mamar neles. Estava tudo muito gostoso! Mamei e chupei os peitões e ela deu um gemidinho que me fez pensar que tivesse machucado e pedi desculpas. Ela disse: – Não, não para! Tá gostoso! Chupa mais! E eu senti um calorão subindo para minha cara e descendo entre minhas pernas. Virei ela de costas e a abracei por trás, deslizando minhas mãos pela barriga dela, por todo o corpo dela, principalmente pelos peitões. Desci até entre suas pernas e senti que ela ficou na ponta dos pés e empurrou sua bunda contra minha barriga, me espremendo contra a parede do boxe, dizendo que estava gostoso, que eu apertasse mais entre as pernas. Ela se virou para mim e, encostadinhas, ficamos nos olhando nos olhos um tempão e, sei lá se sem querer, mas querendo, nossas bocas se juntaram num beijo estranho, pois nunca tínhamos beijado ninguém, mas foi delicioso! Ela me chupava os lábios e eu os dela. Viramos os rostos, pois os narizes atrapalhavam e nossas bocas se abriram um pouco e senti, junto com um arrepio delicioso, a pontinha da língua dela encostando na minha. Misturei aquela língua na minha, o que fez ficar tão gostoso que senti até uma tontura. Minha barriga gelou. Dava choquinhos. Nos abraçamos mais apertado, nossas mãos deslizando no corpo da outra e nossas bocas se beijando daquele jeito sem saber como, mas muito bom.
Resolvemos sair do banho, enxugando na única toalha que eu trouxe e voltamos para o quarto. Deitamos na cama dela e começamos a rir, nervosas, do que sentimos. Ela pegou na minha mão e levou até o peito dela. Agora eu reparava que são lindos! Maiores mesmo que os meus, com a pontinha cor de rosa, muito estufadinhos e macios. Quentinhos!
Virei de lado, na cama, apoiando minha coxa em cima das coxas dela e apalpei os peitos dela. Achei uma delícia pegar neles! Apertei um pouco e ela me puxou para mais perto e eu comecei a beijar e chupar aqueles peitos, agora já sabendo que ela gostava e queria. Flavinha tremia um pouco, ficava passando a língua nos próprios lábios, mordendo neles, girando a cabeça de um lado para o outro nos travesseiros, como tendo um pesadelo, com os olhos fechados. Vi que ela estava gostando e isso me deu mais vontade de continuar. Mas nenhuma de nós sabia nada do que estávamos fazendo! Tudo acontecia só mesmo pelo caminho que a vontade de fazer nos levava. Tirei a boca dos peitos, desci pela sua barriga e beijei seu umbigo, passando a língua lá dentro, mesmo sem saber se isso seria gostoso para ela, mas a vontade que eu tinha era de fazer ela sentir tudo que ela quisesse.
Ela continuava de olhos fechados, mas empurrou minha cabeça mais para baixo, para suas coxas. Encostei meu rosto onde as pernas se juntavam, naquele montinho de pelos ralinhos que apareciam bem mais que os meus e beijei aquele montinho de carne e pelos. Adorei o cheirinho de sabonete que vinha dos pelinhos! Macio, quentinho, delicioso! Meio em dúvida, dei um beijinho no comecinho da xoxota dela. Parecia ter levado um choque, pois deu um quase pulinho na cama mostrando que queria mais e abriu mais as pernas. Beijei muito aquele montinho passando a língua em todos os pelinhos. Não sabia que o prazer maior para ela ainda estava um pouquinho mais abaixo e, acho que sem querer, minha língua passou pela rachadinha da xoxota dela. Levantou a bunda da cama, num pulinho, se esfregando na minha cara e pediu. “Lambe aí! Lambe aí!”. Dei uma lambidinha naquele reguinho e vi que estava molhadinho. E não era da água do banho, era um azeitinho que quase não tinha gosto. Quase igual ao seu. Só salgadinho. Lambi mais em baixo e ela abriu toda a perna e gemia dizendo: “Aí, aí mesmo!” E comecei a lamber onde ela falou, passando a língua lá dentro, desde baixo até em cima e ela, segurando nos meus cabelos, apertava minha cara na xoxota, pedindo para eu não parar. Aquilo me sufocou um pouco, mas continuei.
Flavinha, com os pés apoiados no colchão, levantava sua bunda “enterrando” minha cara na xoxota dela, falando coisas que eu não entendia, estava surda, porque ela espremia minhas orelhas com as coxas e “enfiava” minha cara naquela rachadinha lambuzada do melzinho dela e da minha saliva! Eu estava adorando aquilo, sem sentir nenhum nojo do caldinho dela nem do meu cuspe. Ela pulava na cama, respirava fundo, gemia, me segurando firme até que começou a amolecer. Foi soltando os meus cabelos, abrindo suas pernas devagar, até que relaxou.
Parecia que tinha dormido. Não sabia o que tinha acontecido com ela. Numa hora estava toda animada e agora quase dormindo? Cheguei meu rosto, ainda lambuzado, perto do dela e, quando abriu os olhos, sorriu prá mim. Me abraçou apertado e me beijou a boca, daquele jeito, de língua com língua, mas desta vez mais macio, mas devagar, mais quente, mais gostoso. Correspondi ao beijo e, nos separando, ela disse: Cara, nunca senti nada tão gostoso como o que senti agora. E foi me descrevendo tudo o que tinha sentido, passando a mão no meu corpo, me apertando em um abraço gostoso e a vontade de sentir aquilo em mim, foi aumentando, aumentando. Senti um calorão crescendo no meio das minhas pernas e meus peitinhos endureceram tanto que quase doíam e pedi:
Faz comigo também! Ela me olhou nos olhos, me deu mais um beijo com a boca quente, bem molhada, mas sem babar em mim, chupando minha língua e meu lábio e, passando uma das mãos num peito meu, desceu a boca até o outro e começou a chupar e lamber. Estremeci todinha e o calor “lá em baixo” aumentava. Chupou o outro peito e sua mão desceu até entre minhas pernas e um dedo dela procurou minha xoxotinha. Abri mais as pernas. Estava gostando! Sentindo o toque do dedo nela, tomei um choque! Adorei! Esfregou um pouco, enquanto chupava meus peitos. Desceu beijando até minha barriga, me dando arrepios deliciosos e encostou a boca na minha xoxota. Passou a língua bem de levinho e mesmo assim, dei um pulinho como ela dava quando eu estava lá.
Abri muito minhas pernas, fincando os pés no colchão e ela entrou no meio delas e começou a me lamber e a me chupar. Ela já sabia o que fazer comigo, pois tinha acabado de passar por tudo isso. Acho que senti o mesmo que ela, pois fazia a mesma coisa que ela tinha feito. Agarrei seus cabelos, empurrei também a cara dela na minha bucetinha, apertei minhas coxas nas orelhas dela, dei gritinhos. E tudo o que ela sentiu acho que senti também. A coisa foi aumentando, com a boca da Flavinha me chupando, aumentado de um jeito tão gostoso que eu não queria que acabasse, querendo mais e mais, até que aquela sensação foi diminuindo de mansinho e relaxei. Demos um último beijo e sentimos o gosto uma da outra em nossas línguas. Nos abraçamos e relaxamos. Chegamos a apagar. Dormimos.
Quando percebemos, acordamos ainda peladas e acho que ao mesmo tempo, assustadas. Quanto tempo se passou? E os pais da Flavinha? Vestimos rápido nossas roupas e, quase na mesma hora, a mãe dela bateu na porta do quarto, chamando. Flavinha abriu e a mãe disse que o almoço estava na mesa. Perguntou o que estávamos fazendo e ela disse: “deitamos um pouco, depois do banho e acho que dormimos” É, disse a mãe dela, piscina dá mesmo sono. Mas desçam rápido, senão esfria.
Puxa, achei que ela ia desconfiar, mas nem percebeu nada. Também, eu sempre ia à casa dela e ela à minha; nossos pais eram amigos e saíamos às vezes, os quatro juntos, para jantar fora ou ir ao clube. Mas quase todo fim de semana, eu e ela íamos sozinhas, pois o clube fica quase em frente a casa dela e pertinho da minha. E lá, quase todo mundo conhecia a gente. Nossos pais deixam que eu vá sozinha à casa da Flavinha e ela vem, também sozinha, à minha. É minha melhor amiga. A gente se conhece há muitos anos. Crescemos juntas. Não cabem segredos entre nós.
Depois desse dia, não tivemos mais chance de fazer mais nada, pois é só nos fins de semana que podemos ficar juntas mais tempo, por causa da escola, mas mesmo assim, conversamos bastante sobre o que aconteceu entre nós duas e contei também tuuuuuuudo o que aconteceu entre mim e você. E ela está morrendo de inveja de mim, pois prá ela também, foi a primeira vez que fez tudo aquilo que fizemos e eu, logo eu, a mais novinha, logo depois, faço com um homem! Ela está morrendo de inveja, ciúmes e de vontade. Por isso, quero que ela venha aqui, que conheça você para a gente, juntos os três, fazermos tudo o que quisermos. Topa?
Continua com proposta indecente…
brunawriter1@hotmail.com

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2 Comentários para “Elisa e Flavinha – Como tudo começou – 3”

  1. Ninguém comentou?… 565 visualizações?

  2. Já li essa série de contos umas três ou quatro vezes, e não me canso de ler! Muito bem escrito e excitante! Parabéns!

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