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Elisa e Flavinha – Proposta Inecente

  • Publicado em: 24 de junho de 2017 18:52
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Elisa de novo – Me entreguei!

E essa diabinha ainda me faz uma proposta dessas? Encabulado e tentando desviar o assunto e a minha gagueira, disse, como censurando: Então foi por isso que você ficou tão à vontade no churrasco do Pedrão, né? Estava a fim de transar com um homem e eu era quem estava à disposição? Poderia ser com qualquer um? Desabafei decepcionado.
Não, meu índio. Vi em você um cara legal, em quem confiei na hora. Tem um jeitão de gente boa, de confiável. Além de te achar um gatão, no sítio soube que você é novo na cidade, não tem amigos nem parentes aqui que conheçam nossos pais. Senti que com você ia ser bem legal. E foi mesmo. Adorei tudo e quero mais!
Como assim? Gritei. Não posso ficar com você nem com ninguém da idade de vocês! O que aconteceu ontem, já passou e acho bom pararmos por aqui. Quando sua amiga chegar, pode lanchar conosco e depois vocês duas vão embora. Não quero encrenca em minha vida.
Elisa se levantou, sempre sorrindo, porém com o olhar sério fixamente em mim. Sem dar a mínima para o que eu disse, dominadora, sentou-se no meu colo, pegou meu rosto com as duas mãos me hipnotizando com o jato azul de mil tons dos seus olhos, como uma Medusa, me deixou petrificado de novo! Acho que ela sabia que tinha esse poder sobre mim, de me deixar estático, catatônico. Me deu um beijinho, sugando o meu lábio inferior e disse que não conseguiu dormir pensando no que aconteceu.
-Desde que eu e a Flavinha começamos a brincar, estamos pensando que seria melhor se tivesse alguém para brincar conosco. Meninos da nossa idade, nem pensar, pois sairiam falando prá todo mundo e nossos pais logo ficariam sabendo; os caras mais velhos nunca nos interessaram. Você foi um presentão. É gostoso e sabe fazer de tudo. Adorei ficar com você e quero mais. (Vi que fui escolhido a dedo, de acordo com as conveniências dela. Usado!).
Dito isso, enfiou a mão dentro da minha camisa, provocando um arrepio que ela percebeu. A outra mãozinha desceu até meu pau, já endurecendo e pediu: Deixa eu ver ele de novo? Totalmente irresponsável, me levantei da cadeira e ela ficou sentada, puxando minha bermuda até os joelhos. Olhou para cima. Fulminado pelos diamantes, afastei a franjinha loira e vi aquela boquinha envolvendo a cabeça do meu pau e me disse rindo: Já tem o melzinho! Riu de novo e chupou com força. Colocou tudo na boca, sentiu que ele ficou completamente duro. Chupou mais ainda, segurando com as duas mãozinhas, chupando a cabeça em busca de mais “melzinho”, parecia.
Desisti de outra vida! Pagaria qualquer preço pelos pecados com Elisa. “quero que eu me foda!”, pensei. Sentei na poltrona, bermuda arriada, e ela se ajoelhou sem largar meu pau. Bundinha curvando-se para cima, enfiou-se entre minhas pernas num quase frango assado, voltou a lamber a cabeça latejante. Levantou as minhas pernas e brincou com as bolas do meu saco. Massageava, lambia e voltava ao pau. Começou uma punheta lenta, bem lenta, que alternava com mordidinhas na lateral do pau. Aquilo me levava ao céu. Tenho certeza que o céu é lá. Onde fui parar. No céu dos diamantes dos olhos de Elisa. Levantei aquela loirinha, voltando com ela para meu colo e nos beijamos. Como adultos. Ela aprendeu ainda ontem a beijar um homem e hoje já podia ensinar. Que boca macia! Lábios grossos e língua que pareciam tentáculos de um polvo. Envolvia a minha como se mil línguas fossem. Beijei-lhe o pescoço, mordiscando um pouquinho, arrancando dela risinhos aflitos. Levantei Elisa no colo e fui com ela nos braços para o quarto. Quase tropecei na bermuda, ainda na altura dos joelhos, mas cheguei lá.
Imaginei, vendo-se de longe, o quadro e quase broxei: deve ser a visão do ridículo. Eu, com uma menina no colo, bermuda nos joelhos e aquele pau duro, apontando o caminho do quarto!. Mas quem estava pensando em imagem?
Mal a coloquei na cama, Elisa saltou até meu pau e logo o abocanhou. -Nossa! Como está duro e grande! E ainda tem mais caldinho, disse chupando a cabeça! Tirei a camisetinha dela e por baixo encontrei um minúsculo soutien, branco com rendinhas delicadas. Desci a mão até sua bermuda, começando a abrir o botão do fecho, quando a campainha tocou. Dei um pulo e tudo de ruim me veio à cabeça. “é o pai dela!” “alguém me denunciou!” e Elisa falou: Não se preocupe bobinho. É a Flavinha. E caiu na gargalhada. – Do que está rindo, garota? E ela disse: -Olha só como isso aqui ficou mole! Caindo na gargalhada, apontando para meu pau, caído igual um cabo de guarda-chuva. -Claro, disse envergonhado; com um susto desses ainda devo agradecer se ele endurecer de novo, um dia! E a campainha tocou de novo. Me compus rapidamente, Elisa vestiu-se e fui atender a porta, sem saber o que me esperava do outro lado.
Mais surpresa! Flavinha chegou!
Abri e me deparei com uma cabeleira preta, com uma mecha lustrosa quase encobrindo o par de jabuticabas enormes em cima das bochechas rosadas, que me olhavam espantados. – A Elisa tá aí? Perguntou esticando o pescoço para dentro da casa. -Tá, sim, entre. Você deve ser a Flavinha, não é? – Sou, e você é o índio dela, né? Riu-se, mostrando os dentes mais branquinhos que eu já tinha visto numa boca tão vermelha e gorducha. Muito bronzeada (da piscina, acho), moreninha por natureza, Flavinha era um milagre vivo! Um ano mais velha, em seus quase catorze anos, tinha a mesma expressão facial que Elisa. Também exalava firmeza e determinação nos seus atos. Vendo a amiga surgir na porta do quarto, passou por mim correndo e foi abraçar Elisa, ainda de soutien. Ofegante, ela perguntou: Então: Ele já sabe? -Sabe sim, Flavinha, sabe de nós duas e que queremos ser nós três. E, como se fosse para fechar o pacto, deu um selinho na boca da amiga, que retribuiu sorrindo e, virando-se as duas, olhando para mim, Flavinha cochichou: Ele é bonito, né amiga? Disse isso com aquele risinho de capeta na boca e as duas caíram na risada. Me aproximei abaixando, para dar um beijinho no rosto da nova amiguinha, que virando o rosto, me selou o cantinho da boca. Era o fim do mundo. Onde eu estava? Pensei que todos os diabos saíram do inferno e se instalaram no corpo dessas meninas. Diabólico. Delicioso.
E aquela banheira que você falou, Elisa? Existe mesmo? Elisa pegou a amiguinha pela mão e correram em algazarra para o quarto. Fui preparar um suco para as meninas e ouvi a água da jacuzzi ser aberta. Peguei gelo, uma bandeja, cortei duas fatias de bolo com geleia e fui para o quarto de onde ouvia o chapiscar de água e as risadinhas delas.
Quase deixei a bandeja cair quando entrei no quarto, pois elas já estavam nuazinhas na jacuzzi, com água ainda abaixo da metade, jogando água uma na outra, se divertindo como bebês na praia. Os peitinhos de ambas, pelo sol frequente da piscina, tinham uma marquinha branca, ressaltando a cor de rosa dos biquinhos. O mesmo com as marcas das calcinhas. Vendo aqueles corpos das meninas quase infantis se comportando como adultas, o anjinho da minha consciência me cutucava e freava, enquanto meu pau duro e minhas lembranças me empurravam.
Novamente conclui que “quero que me foda” e fui em frente, aparentemente calmo, já com a bermuda no lugar e ofereci a bandeja a elas que aceitaram e me chamaram: “não vai entrar na nossa lagoa, meu índio?” E eu, meio sem graça, disse que queria esperar ela encher mais para ligar os jatos. Elas saíram da banheira e me seguraram pelos braços, ameaçando, entre risos, me arrastar até a água. Achei melhor aceitar a brincadeira, tirar a roupa e entrar naquele Inferno de Dante, torcendo para não perder ali a minha alma. Mas foi a última coisa ajuizada em que pensei.
Daí em diante, decidi “cair de boca!” Entrei na brincadeira de espirrar água nas meninas e elas em mim. Iniciamos uma quase luta, como desculpas para enroscarmos nossos corpos. Liguei os jatos da jacuzzi e a água começou a levantar espuma, lubrificando nossos corpos. Elisa agarrou meu pau, debaixo da espuma, que já endurecia, enquanto Flavinha abraçava a amiga por trás. Me encostei na banheira esticando as pernas. Elisa veio de bruços, como rastejando, e entrou no meio das minhas pernas. Agarrou meu pau durinho debaixo da espuma, agora farta, e Flavinha, ainda vacilante, subiu em cima dela fazendo-nos cosquinhas. Nós três rimos e o ambiente descontraiu. Elisa continuava de bruços, cotovelos fincados no fundo da banheira, a bunda brilhante de água e sais de banho, aflorando da espuma, entre minhas pernas, e Flavinha caída ao lado dela, todos falando juntos, quebrando definitivamente o gelo entre nós.
Elisa pegou a mão da amiga e levou até meu pau, que ela apertou timidamente. “O que foi, amiga? Não tava a fim? Falou tanto que queria sentir um pau duro nas mãos e dar uma chupada, agora aproveite! Flavinha corou as bochechas rosadas e, levando a cabeleira preta e molhada para trás da orelha, disse com determinação: “Se era pra eu perder a vergonha, funcionou”. Agora eu quero tudo!” disse dando uma risadinha linda. Notei, pela observação da Elisa, que cada vez mais elas me tratavam como um brinquedo que existia ali, apenas para lhes dar prazer. Me usavam mesmo!
Agarrou com firmeza no mastro e todos caímos na risada. Pegou com as duas mãos e soprava a espuma que a impedia parcialmente que visse o que nunca vira assim, cara-a-cara, enquanto Elisa ensinava. “Levanta até cima, depois puxa para baixo.” Obedeceu, mas a espuma continuava atrapalhando. Levantei-me da água e sentei na beira da banheira, com os pés dentro dágua e o pau de fora. Elisa pediu “licença”, debochando, e empurrou a amiga para o lado, dando nela uma bundada. Agarrou meu submarino e enfiou tudo o que coube, na boca. Chupava só a cabeça, engolia tudo o que podia, mordiscava de leve, de lado no corpo dele e voltava para a cabeça. Flavinha quase babava de inveja. Elisa olhou para a amiga como perguntando: “cê quer?” Soltou meu pau, brincando com a amiga como se fosse ceder a vez e rapidamente o agarrou de novo brincando como se estivesse “tomando” dela, levando-o à boca, rindo pelo cantinho dos lábios, inundando em azul os olhos da Flavinha que olhava aquilo, como se pedisse: Quando será a minha vez?
Eu olhava aquele cabelo farto, preto, liso, escorrido pelo peso da água, tapando parcialmente os seinhos da Flavinha, o corpo todo certo, a barriguinha lisa, brilhante da água escorrendo nela, os olhos espantados e a boca gordinha, ajoelhada naquela banheira “esperando a sua vez”!
Eu não podia acreditar no que estava vendo! As duas lindinhas disputando o meu pau. Isso não existe! Nenhum Viagra poderia causar mais firme ereção. Meu ego disparava e não haveria mais nenhum problema de consciência que me impediria de aproveitar o máximo aquela experiência que estava tendo. Raro seria outro mortal ter tal chance! O que eu teria feito para merecer isso tudo? Não planejei nada! Nada forçado, nenhum estratagema ou técnica de sedução. Tudo voluntário, oferecido por elas! Eu nada fiz para conquistar, para receber tudo aquilo. Eu quero é que eu me foda!, pensei novamente. E me entreguei de corpo e pau naquele jogo. Querem me usar? Subo sozinho esse cadafalso!
Flavinha não se conteve. Pegou na base do meu pau, enquanto a amiga continuava a chupada. Pequeninas como eram as mãos, cabiam as mãos das duas! Com uma carinha de riso e tesão, Elisa cedeu lugar para Flavinha que, timidamente, ainda sem saber bem o que fazer, tentava chupar a cabeça. Elisa falava: Chupa a cabeça toda. Põe ele na boca, menina! Com jeitinho vai! E Flavinha engoliu a cabeça e começou a chupar. O afogado entrava e saída daquela boquinha e eu me maravilhava, não pela habilidade dela, mas pelo prazer que me dava aquela cena. E Elisa se juntou a ela, tirando o pau da boca da amiga e “mostrando” como se faz, engolindo até a metade, virando os olhos azuis para Flavinha e para mim, fazendo meu coração quase explodir.
Nunca vi olhos como os dela! Já tentei descrevê-los e não chego nem perto! Parecem bolas de fogo refletidas em diamantes azuis. E quando ela estava excitada, ficavam ainda mais escuros e profundos. Era um espetáculo ver aquele par de joias me fitando enquanto aquele moranguinho de boca chupava meu pau. Saíam faíscas azuis deles! Flavinha se revezou, tentando chupar mais fundo. Convidei: Vamos para a cama, que é mais confortável?
Nos enxugamos mais ou menos e fomos. Minha cama era tamanho king size, pois apesar de estar morando sozinho, já me acostumara com cama maior e na minha mudança para aquela cidade, preferi continuar com o velho hábito. Podíamos nos espalhar ali. A primeira a pular na cama foi Elisa, que correndo foi para lá. Tomei a mão da Flavinha e fomos juntos. Cena ridícula! Eu, nu, com meu pau duro indicando a direção de mãos dadas com aquela menininha tão novinha e que parecia ser ela a me conduzir pela mão, para a boca do lobo.
Deitamos os três. No lençol, as marcas dos pezinhos molhados da Elisa. Me abraçou e me beijou na boca, eu sentindo novamente aquela língua que se transformava em mil, como um ninho de cobras, se enroscando na minha. Senti a mão da Flavinha no meu pau e em seguida, o calor daquela boca. Eu sendo chupado em cima nos lábios e em baixo, por duas boquinhas tão lindas e tão determinadas a me dar e sentir prazer! Indescritível! Não parava de beijar Elisa com medo de “quebrar o momento daquele encanto”. Ela parecia cada vez mais envolvida no beijo, chupando minha língua, trançando com as mil dela a minha, enquanto meu prazer aumentava, pela boca da Flavinha lá em baixo.
Me separei da Elisa e puxei Flavinha para mim, abraçando e me deitando sobre ela. Beijei-a na boca. Não sabia ainda beijar direito, mas alguma prática teve, tendo beijado Elisa, como me contou. Mas sei que, aprendendo com a amiga e agora comigo, iria saber beijar e chupar um pau, muito melhor. A técnica parece a mesma.
Nos ajoelhamos na cama, minha barriga encostada na barriguinha dela, meu pau entre suas coxas, os peitinhos espremendo meu peito. Apalpei sua bunda (e que bunda!) bem maior que a da Elisa e toquei na cabeça do meu pau que atravessava entre aquelas nádegas redondas. Ergui meu pau contra sua xoxotinha com a mão e Flavinha abriu e fechou as pernas, prendendo meu pau mais perto da xoxota. Me afastei um pouco para alisar seus peitinhos rosados, evidenciados pela marca da sombra do bikine. Peguei seu rosto entre minhas mãos e me deliciei vendo aqueles dentes branquinhos, ainda serrilhados, a boca carnuda entreaberta e apertei, com uma só mão, de leve, as bochechas da Flavinha, para que ela abrisse um pouco mais a boca permitindo minha língua trabalhar.
Assim que entrei naquela boquinha gorducha, o encontro de nossas línguas produziu um choque que, ao contrário dos choques, me atraiu até o fundo daquela boca deliciosa. E começamos um beijo molhado, sugado, linguado, que não deveria terminar nunca. Flavinha se mexeu, afastando sua barriga da minha e novamente a surpresa da boca no meu pau. Era Elisa. Quase me arrependi de olhar para baixo, pois ouvi aquela risadinha em azul gigante, olhando para cima, olhando para mim, de modo quase debochado.
Deitei-me de costas puxando Flavinha, com o pau entre suas coxas apontando para o teto e com a cabeça passando pelas coxas. Elisa novamente veio começar uma chupada que ela (e eu mais ainda) tanto adorava, naquela cabeça que apenas apontava entre as coxas da amiga. Mas a bunda da Flavinha estava muito perto da cara da Elisa, pois meu pau quase se esfregava na xoxota dela e só a cabeça apontava de fora. Elisa tentava chupar, esfregando sua cara nas nádegas da amiga, tentando alcançar mais meu pau. Enfiando a mão por baixo da xoxota da amiga, agarrou no meu pau e a mão dela esfregava consequentemente na região do clitóris da Flavinha, que “deu bandeira”, dando um pulinho com a bunda para cima e depois apertando para baixo a mão da Elisa que segurava meu pau.
Elisa parou a chupada e puxou a Flavinha pela cintura, para trás, fazendo-a recuar sobre seus joelhos, ficando em 90 graus sobre mim, de quatro. Sua bunda, agora livre, despertou um desejo na Elisa que, como havia me contado, já visitara antes aquela área. Começou dando uns beijinhos nas nádegas dela e, magicamente, as pernas da Flavinha se abriram mais, expondo também sua xoxotinha zero quilômetro.
Elisa deitou-se de costas na cama, entre minhas pernas, debaixo da Flavinha e começou a lamber aquele monte branquinho de ralos pentelhos. Flavinha imediatamente escorregou, descendo de ré em direção aos meus pés e meu pau duro, apontando pro teto ficou à disposição dela. Caiu de boca em cima dele, enquanto Elisa se adaptando, continuou chupando aquela bucetinha. Flavinha parecia que ia enlouquecer. Chupou meu pau com tanta sofreguidão que quase machucava, mas suavizava tudo, roçando sua linguinha em toda a extensão que saia da sua boca. E engolia de novo e rebolava na boca da amiga que a abraçava pela cintura e pela bunda, enquanto eu, apoiado na cabeceira, olhava aquilo tudo! Via Flavinha de bruços, aquela bunda que raramente vi igual, rebolando e se espremendo na boca da Elisa que parecia ter gostado tanto de chupar aquela buceta quanto de chupar meu pau. Era a visão do paraíso.
Eu, deitado de pau duro para cima, sendo chupado e “surubado” por duas garotinhas lindas, com meus dedos trançados atrás da minha cabeça na cabeceira da cama e só pedindo a Deus que me deixasse viver por mais uma meia hora, pois depois disso, poderia me levar. Nada que acontecesse na minha vida poderia superar esses momentos que vivia desde ontem de manhã. Foram as melhores e mais surreais horas da vida de um homem que já existiu na face da terra. Meu medo agora seria gozar na boca da Flavinha e ter que dar um tempo, pois queria que isso durasse a vida inteira.
Prevendo tal desastre, me separei das duas e deixei Elisa continuar a chupar Flavinha Fui lá embaixo chupar a da Elisa. Quanto mais eu chupava essas meninas, mais gostava! Ela estava deitada de costas na cama com Flavinha por cima e eu as fiz girar, colocando Flavinha de costas na cama, pernas abertas e Elisa, ajoelhada na frente da amiga e entre suas pernas, de quatro, continuasse o que estava adorando fazer. E agora eu via em Elisa, o que Flavinha tinha exibido para ela e tanta vontade de chupar xoxota tinha despertado nela. A bunda da Elisa, de quatro, cujo cuzinho eu tinha comido ontem, estava agora em 90 graus para mim e bem aberta. Ela, ajoelhada, os cotovelos fincados na cama, a bunda empinada, enquanto chupava sua amiga que gemia, quase chorando. Afastei ainda mais seus joelhos que se apoiavam no colchão, expondo mais ainda aqueles dois campos de prazer.
Pude ver o melzinho da Elisa ameaçando escorrer da sua xoxota inchadinha. Passei levemente ali minha língua e vi que o cuzinho piscou várias vezes. Lambi de novo e mais piscadas aconteceram. Novamente lambi, desde o começo da bucetinha e fui subindo, chicoteando com a língua aquela xoxota que liberou o caldinho levemente salgado, levemente azeitado, na minha língua que chegava até o cu. Encostei a ponta da língua naquele cuzinho que pareceu uma borboleta de tanto que batia as asas. Pulsava e estufava em direção à minha língua. Voltei à xoxota, lambendo o buraquinho dela e, pela posição, eu também de quatro, atrás dela, o meu nariz encostava naquele cuzinho cheiroso do nosso banho com cheiro e cor de rosas, e eu balançava a cabeça aumentando o “roçadinho” nele, fazendo ali uma massagem, só cutucando, sem penetrar. Ela começou a rebolar na minha cara. Chupava a buceta da amiga e era chupada por mim. Os três entramos no mesmo delírio sexual. Elisa se virou, deitando-se de costas na cama e pediu para eu entrar nela de novo. Flavinha, como os olhos pretos arregalados, a boca aberta, uma mecha dos cabelos grudada em seu rosto afogueado e suado, exibindo uma pontinha da língua vermelhinha, levava a mão na sua xoxota e olhava para nós, querendo saber o que iria acontecer agora, se esfregando de leve, iniciando uma punhetinha. Acariciava com a outra mão, os seios, lambendo e mordendo os lábios carnudos.
Me aproximei entre as pernas abertas da Elisa e, antes de outra coisa, dominado pelo sexo e pela visão daquela buceta lisinha, o clitóris vermelhinho, intumescido, gordinho, brotando para fora daqueles lábios fechadinhos, naquele monte branquinho de carne, onde quase não se percebiam os pelos, exceto por um ou outro, quase transparentes. Não vacilei e cai de boca naquilo tudo! Molhadinha! Macia! Quente! Deslizante! E minha língua enlouqueceu lá dentro! Que sabor e que cheiro, senti. Lambia e chupava sabendo que nunca mais sentiria nada assim! Elisa apertava minhas orelhas com suas coxas enquanto erguia a bunda da cama, corcoveando, se empurrando contra minha boca! Chupei com tudo o que sabia fazer. Enfiava a língua o mais profundo que podia e via que ela ainda se firmava nos calcanhares para levantar e esfregar a xoxota na minha língua, querendo que entrasse ainda mais. Agarrei aquele clitóris rosadinho nos meus lábios que, cada vez mais gordinho pela excitação, pulsava. Eu chupava, lambia, chupava e esfregava nele a minha língua, meus lábios e outra vez senti a mãozinha da outra se apossando do meu pau. Flavinha tentava se esgueirar debaixo de mim para chupar meu pau enquanto continuava com a sua siririca solitária. Ergui-me um pouco para facilitar, e aquela boca engoliu meu pau enquanto minha língua castanholava o clitóris da Elisa que, não aguentando mais reter o gozo, implorou. Entra em mim, meu índio! Põe tudo que não aguento esperar mais!
Saí da boca da Flavinha, o pau duro como envernizado e esfreguei na entradinha daquela xoxota que quase pulava no meu pau. Ameacei entrar e Elisa soltou um suspiro longo. Tirei e encostei no cu dela, voltei à xoxota, empurrei um pouquinho no cu, na xoxota, pincelando na entrada, sem tentar penetrar. Voltei na bucetinha e, bem devagar, fui enfiando, devagarzinho, pois ainda ontem ela era virgem. Tirava um pouquinho e entrava de novo. Entrava e saía e, a cada entrada, ia mais fundo. Elisa fazia uma caretinha de dor, de ardido, mordia os lábios, mas rebolava, enterrava os dedos como garras no lençol ou no travesseiro, gemia, arfava e pedia: Põe mais! Põe tudo! E entrou todo o resto. Ela deu um gemidão misto de suspiro e, fechando os olhos, lambeu os lábios secos pela respiração de boca aberta.
Comecei a entrar e sair, ainda lentamente, acelerando, acelerando, até que Elisa, entrando em um gozo sem fim, pedia: Rápido! Tudo! Com força! E esperneava, enterrando suas unhas nas minhas costas, provocando um ardor delicioso! E não parava com os quadris. Mexia, rebolava, levantava, descia de novo, me dando estocadas na volta. Estava sendo a melhor trepada da minha vida! Até que ela foi se acalmando, relaxando e se imobilizou, prostrada. Gozou!

Brunawriter1@hotmail.com

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5 Comentários para “Elisa e Flavinha – Proposta Inecente”

  1. Ningum gostou? Me conte

  2. Bruna, fiquei to excitada quanto emocionada ao ler as histrias de Elisa! Voc descreve to bem o sexo que faz parecer que a gente est l. O modo como Elisa foi penetrada pela primeira vez, no cuzinho, a idade dela quando isso aconteceu, tudo isso me remeteu a meu prprio passado, me trazendo novamente lembranas maravilhosas. Embora nossas histrias (minha e de Elisa) sejam bem diferentes, vejo semelhanas grandes: o comportamento atrevido, ousado, curioso, assanhado, o desejo e o gosto pelo sexo, sem restries, vergonha ou pudor. Voc est de parabns! Amei demais tudo o que li. Bjinhoss!!

    • Adoro o que voc escreve. Nunca vi tanta coragem. Parabns. Estou demorando para opinar nos contos, porque, ler voc, apenas a primeira vez, no se consegue alcanar. Lendo outros contos seus, “cai a ficha” e se percebe a sua coragem e um despudor sem fingimentos. Vou voltar e reler todos. Beijos. Se quiser, fale direto
      brunawriter@ig.com.br

  3. Julinho da Adelaide em 23 de julho de 2013 @ 00:16

    Muito tempo depois, mas lendo! demais!!! só esperei o q ia acontecer com flavinha, mas isso deve estar em outro conto rsr

  4. Assim como Julinho fiquei curioso e Flavinha? Rs… Ótimo conto!

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