Bem Vindo, visitante! [ Cadastre-se | Entrarrss

 

 

Enrabada no Estacionamento

  • Publicado em: 27 de fevereiro de 2005 12:57
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Pela janela do táxi naquela terça feira do inicio de fevereiro podia ver um dia bonito e ensolarado, longe da tradicional garoa paulistana pela Av. Ricardo Jafet o dia já se tornava tarde e eu estava indo em direção ao aeroporto, voltando pra casa, dentro do meu seio de mulher o desejo avassalador de ser possuída, um dia onde tudo deu certo, tudo foi um verdadeiro sucesso nada melhor que comemorar com a volta para casa e uma sessão de sexo ardente para relaxar todos os músculos e curtir um prazer suave e selvagem ou a mistura dos dois juntos, pela calçada via as pessoas passando para qualquer lugar, homens bonitos, elegantemente vestidos em direção a qualquer lugar, uma vontade maluca de me despojar com um desconhecido, de dentro de mim uma reação animalesca e uma vontade me expor e gozar sem nenhum pudor, meus pensamentos ainda embalavam no transito de Soa Paulo quando o celular toca me trazendo de volta dos meus anseios, Léo com uma voz doce e gostosa do outro lado me abduzia de volta aos meus pensamentos, perguntou que horas desembarcaria no Rio de Janeiro e mostrando certo suspense me deixando ainda mais molhada nos meus sonhos disse já na despedida que iríamos ter um noite gostosa, o silencio do outro lado da linha me transportava novamente a uma viagem maluca e recheada de sexo selvagem, eu olhava discretamente para o motorista monossilábico e via que não tinha despertado nenhum interesse naquele homem, pois estava por demais séria e vestida para trabalhar e não para caçar, ele por certo casado ostentando uma aliança grossa nos dedos mais grossos ainda, nossa acho que estava no cio, a grossura dos dedos daquele motorista me faziam viajar na delicia de pensar na possibilidade de apertar seus dedos com minha buceta, precisava dar, naquele dia, peguei novamente o celular e procurei na agenda uma pica para me comer gostoso, e de preferência na frente do Léo, aquele dia seria um daqueles que eu gritaria muito olhando nos olhos do meu marido enquanto um macho qualquer mas de rola potente me fodia com força, os bicos dos meus seios pareciam estourar a blusa e o desejo de ser consumida, devorada, me desfazia em suspiros, em congonhas foi tudo muito rápido e logo estava a ver a maior metrópole da América Latina por cima, e quanto mais passavam os minutos mais me aproximava do Rio e dos meus sonhos e encantos, agora já com outra vista, por uma famosa avenida na zona sul do Rio a brisa tocava meu rosto e me banhava de sedução, cheguei em casa antes das cinco da tarde e acabava de adentrar em minha sala quando o telefone toca novamente do outro lado uma voz ainda mais ansiosa que a minha me pedia para estar pronta as oito da noite, não falou mais nada, mas o tom de sua voz fez escorrer meus desejos pelas minhas coxas, abri o zíper da calça e levei a mão por dentro da minha calcinha, toquei os lábios da minha buceta e enfiei dois dedos, soltei um gemido alto e fogoso deixando toda minha feminilidade ser despertada, eu estava toda molhada, da janela podia ver a rua, deixei a calça cair no chão levei minha calcinha até os joelhos e ali na frente da janela ainda segurava o telefone como se estivesse falando com alguém, minha buceta levava o vento fresco e contrastava com meu desejo de sexo, no meu corpo naquele instante passava a vontade de ser estuprada, fodida com violência, comida com todas as forças que um homem pode desempenhar, sentir os grãos do cara entrando na minha xana e até alguns tapas no rosto, as vezes me sinto assim, puta, vadia, cadela e desejo apanhar e tapa e de rola, deixei meu corpo cair no sofá da sala as portas abertas esqueci do mundo numa siririca alucinada pensando na melhor rola a me foder e imaginando Léo, me olhando ternamento como sempre fazia enquanto eu fodia com amigos, me olhando e se masturbando, precisava dar esse prazer ao meu marido novamente, dar a buceta na sua frente e poder gozar segurando suas mãos, beijar sua boca enquanto sinto os espasmos da minha buceta sendo comida, os minutos se consumiram até que soltei um urro que Ipanema inteira deve ter ouvido, o grito de uma mulher gozando sem nenhum pudor, cansada da viagem, do trabalho e com o tesão aliviado, adormeci com as pernas abertas e a calça no tornozelo, a calcinha no joelho e a buceta exposta ao vento, nem me preocupei com nada, se aparecesse alguém ali, que me fodesse com força foi a última coisa que pensei antes de adormecer deliciosamente depois daquele orgasmo solitário, quase duas horas de sono, suficientes para recarregar minhas baterias e me fazer despertar com uma brisa mais fresca já do inicio da noite, olhei para a casa aberta e os pelinhos ralos da minha xana ainda exposta, o desejo novamente me consumia, infelizmente nenhum macho adentrou naquela casa e me possuiu como uma vadia, tentei me levantar e me dei conta que as calças estavam no tornozelo, cai no sofá sentada novamente e sorri do meu próprio destino, tirei minha roupa toda e calmamente caminhei nua pela casa, peguei uma toalha e fui tomar um gostoso banho, para em seguida hidratar todo meu corpo, ficar macia, cheirosa e gostosa, para poder entregar meu corpo a uma sessão de sexo, entregar minha buceta para ser comida e esfolada, neste instante tinha tesão até no cu e vontade de ser sodomizada ao extremo, aquela sensação de devassidão não me deixava meio segundo, pronto agora com uma roupa leve, uma saia de fácil acesso, uma calcinha de seda, finíssima e suave, naquela noite queria que algum homem rasgasse ela com força, queria dar sendo subjugada e uma blusinha também fina para mostrar o contorno dos meus seios desejosos, uma maquiagem leve para mostrar todo o meu tesão de mulher e a ansiedade, meus olhos não saiam do telefone quando ouço barulho de carro, uma buzina e Léo me esperando no portão, ao pisar no quintal pude ver uma lua linda e maravilhosa que certamente iria se esconder de vergonha para o que eu estava planejando, um beijo de lingua ardente em meu marido já no banco do carona, ele apertou meus seios e novamente me beijou, disse que faríamos um programa diferente naquela noite, que estava com muitas saudades e queria despertar em mim aquele fogo de sempre, o primeiro devasso deste ano, ele não fazia idéia de como estava minhas entranhas, até o cambio me despertava tesão, como seria delicioso sentar aconchegantemente naquela bola e deixar ela entrar no fundo da minha buceta, o asfalto do Rio ia fazer o resto por mim, meus olhos brilhavam, já era quase nove da noite e passeávamos como dois pombinhos pelas ruas da zona sul do Rio, já ansiosa perguntei onde estávamos indo mas ele também monossilábico não respondia minhas perguntas, aquilo me excitava ainda mais, o suspense, percebi que estávamos dando voltas pelo Rio, já havíamos passado duas ou três vezes pelo mesmo lugar e então questionei, ele disse que ainda não tinha chegado a hora, eu queimando de tesão e ele se divertindo comigo ele sabia que suspense, surpresas e ansiedade me excitam ainda mais, levantei a saia deixando minhas coxas e virilhas à mostra, estava tão excitada e molhada que a calcinha deixava minha buceta à mostra, os grandes lábios expostos e os meu tesão a flor da pele, ele olhou e disse-me que queria que eu desse com toda minha força naquela noite, que na alta madrugada depois que estivesse totalmente satisfeita e esfolada ele iria se perder entre minhas pernas como sempre sonhou e sempre gostou, aquilo me fazia sentir muito tesão, distraída mostrando minha intimidade e provocando Léo nem vi onde entramos, era um estacionamento grande, passamos pela portaria e fomos em direção ao fundo do local, atrás de uma enorme parede o terreno do local fazia o contorno da letra L e lá no fim viramos a esquerda e novamente ele acelerou o carro até o final, de frente para um muro alto, um lugar de meia luz e quase sem carros parados ali tão distante da avenida principal, um silencio sepulcral tomava conta do local, senti um pouco de medo pois era um lugar ermo, Léo estacionou o carro e desligou tirando as chaves, abriu a porta e olhando pra mim disse: Faça sexo com todas as suas forças, se entregue e goze pra mim, estarei olhando e te admirando como sempre, pois eu te amo, deixe seu corpo com as marcas do prazer para que eu possa desfrutar o gosto do seu prazer depois! Levantou-se e saiu do carro deixando a porta aberta, e eu ali naquele lugar sozinha dentro do carro, neste instante minha buceta faltava pouco para ejacular de tão molhada que tava, virei-me para ver onde ele estava e me surpreendi com um homem sentando no banco do motorista, não deu para olhar direito e ele colou sua boca na minha e levou a mão no meio das minhas pernas sem nenhuma cerimônia me dedava por cima da calcinha vendo o estado de excitação que eu estava, eu chupava sua lingua e ele puxou minha blusa com força, rasgando ela e me deixando com as tetas de fora, sua boca caiu como um animal nos meus seios e seus dedos já penetravam minha buceta, joguei a cabeça pra trás e deixei o macho me possuir e me devorar como meu marido e eu desejávamos, ouvi um toque no vidro e uma pessoa estava do lado de fora do carro, abri o vidro e apenas vi o cara abaixar a calça, uma rola grande e morena saltou de dentro da suas roupas e eu abocanhei como uma vadia deve fazer, agora deixei meu corpo a mercê do homem de dentro e chupava a pica do cara de fora, lambia o saco, engolia a cabeça e fazia a pica deslizar até o fundo da minha garganta, acariciando as bolas e babando sem nenhum pudor, o cara de dentro puxou minhas pernas para a porta do motorista e o cara caiu de lingua na minha buceta, o cara de fora abriu a porta e se abaixou, deixando a rola ao alcance da minha boca e novamente passei a mamar, ele apertava minhas tetas e então pude ver Léo no vidro lateral traseiro me olhando e não podia ver direito mas ele fazia movimentos que estava se masturbando, pronto que delicia, ele estava me vendo, isso era o mais importante, o rapaz que me chupava levantou minhas pernas e vestiu uma camisinha, contrai ainda mais as pernas para deixar a buceta exposta, quando senti a pele daquele caralho entrando na minha buceta, estremeci, o pinto deslizou para dentro de mim feito uma lança, gemi alto ele passou a bater na parte inferior da minha bunda e me chamar de puta, os tapas doíam demais, ele sabia bater estalado, certamente eu já devia estar vermelha, mais ele batia mais eu me abria para receber a rola, firme e forte feito um tronco ele enfiava a vara quase no meu útero, claro poucas estocadas e gozei ardentemente, ele percebeu e aumentou as estocadas me fazendo gemer como uma fêmea deve gemer levando vara, eu suspirava e sentia o cheiro de sexo, neste instante eu lambia as bolas do outro rapaz pois não conseguia chupar, precisava gritar sentindo aquela pica dentro de mim, instantes maravilhosos enquanto ele estocava, minhas mãos macias acariciava a bunda do desconhecido e eu lambia as bolas e o períneo dele, ouvindo seus apelos passei a lamber a cabeça da rola, enquanto o outro cara tirava apressadamente a pica da minha buceta, se livrava da camisinha e gozava na minha barriga, não pude deixar de ver aquela cobra enorme vomitando em minha barriga, um pinto grande e grosso, eu via todos estes detalhes mas não conseguia notar o rosto daqueles homens, a iluminação fraca do local e inebriada de tesão não conseguir distinguir nada, apenas percebi que as mãos que acariciavam minhas coxas agora era de outra pessoa, abriu minhas pernas, enfiou dois dedos na minha buceta e em seguida uma lingua ávida e ágil me fez se contorcer novamente, o cara que eu chupava eu consegui ver o rosto mas não o conhecia, ou pelo menos não me lembrava, pois não estava em condições de conhecer ninguém naquele instante ele batia com o pinto no meu rosto e me dava leves tapas na cara, senti o segundo cacete entrando em minha buceta, agora um cara mais forte, me segurava as pernas pra cima e metia fundo em minha xana, era delicioso, Léo agora me olhava por trás deste cara, vendo por baixo dos nossos corpos minha buceta engolir aquele caralho, ele se mexia dentro de mim me chamando de cadela e logo passou a bater em minha bunda como fizera o anterior, já estava dolorido e eu pedi para parar pois não agüentava, ele apenas respondeu com uma série de tapas ainda mais fortes nas minhas polpas e me chamava insistentemente de cadela e vagabunda e que eu ia agüentar sim, apanhei e não agüentei, cada tapa era um orgasmo, sua pica entrava com força e neste instante eu queria apanhar mais, pedi para bater no rosto e ele não me ouvia continuava a bater na minha bunda e socar a vara com força, gozei alucinadamente e novamente ele tirou a vara de dentro de mim e gozou nos meus seios e barriga, sua porra espirrava em meu corpo, não deu nem tempo de relaxar, o cara que eu chupava me puxou para fora do carro, me levou até a frente do veiculo e me colocou de bruços no capô do carro, afastando minhas pernas rasgou minha calcinha, deixando ela dilacerada e minha bunda exposta, vejo o Léo só de camiseta se masturbando indo para trás de mim, o cara me pediu para colocar uma das pernas em cima do carro e levou a lingua no meu cu, lambendo e abrindo minha bunda, pincelou a vara na entrada e foi empurrando, eu estava doida para dar o cu, a rola dele entrou com facilidade, meu rabinho guloso engoliu a rola dele e ele passou a me chamar de puta e foder meu rabo com força, abracei o carro sem sustentação e meu tesão só aumentava pois não tinha onde me agarrar, sentindo o caralho no cu entrando e saindo e meu marido se masturbando feito um doido, seu olhar lânguido não saia do meu cuzinho sendo arregaçado, o rapaz metia com força e maestria, fazendo meu rabo arder de tesão não conseguia parar de gemer! Geme cadela safada, dá o cu piranha do caralho, toma rabo cadela, segura pica no cu safada! O cara pirou fodendo meu rabo, quanto mais ele metia mais ele queria meter, eu estava alucinada quando senti um tapa no rosto queinando minha pele, afrouxei os músculos do meu cuzinho e gozei feito uma vagabunda, agora ele me possuía fundo e eu não tinha nenhuma resistência, sua pica ia até o fundo do meu reto me possuindo de forma sem igual eu sentia suas bolas batendo na minha buceta e ele falando sacanagens para o Léo: É assim corno, que ela gosta né? No fundo do cu, essa vadia adora levar no rabo, toma cadela, olha corno como se fode o rabo de uma vagabunda, toma puta, toma no cu vadia do caralho! E metia feito uma maquina, perdi minhas forças e agora só ele entrava e saia da minha bunda eu gozava só de sentir o tecido rasgado da calcinha e meu cu ardendo, o cara tirou da minha bunda e veio do outro lado para gozar na minha cara, antes que sua porra esguichasse senti outra trolha no cu, era o primeiro cara que me fodeu a buceta agora metendo no meu rabo com força, segurando minhas ancas fodia feito um touro enquanto o outro gozava em jatos fortes molhando meu rosto e batendo a pica na minha cara, sacudindo a pica foi se afastando e eu pude ver novamente a lua, linda, maravilhosa, enquanto sentia aquele nervo entrando dentro de mim, o cara fodeu e tirou a rola de dentro, tirou a camisinha e gozou nas minhas costas, eu estava acabada, todos os meus músculos relaxados não tinha nenhuma força, senti alguém me puxando e cai no chão sem forças, o cara puxou o resto da minha calcinha e rasgou a parte de trás da minha saia me deixando totalmente nua, de quatro no chão, ele segurou meus cabelos e enfiou a pica no meu cu: Toma cadela, é no cu que putas como você deve levar rola, grita safada, e toma no rabo cadela! Ele fodia com raiva meu cuzinho que não fazia nenhuma força, nenhuma resistência, tomei novamente na bunda, já não sentia prazer pois estava sendo esfolada pelo asfalto, ele meteu com força e falou muita sacanagem, tirou do meu cu e gozou na minha bunda molhando minhas nádegas de porra, se recompôs e saiu, aos poucos percebi o silencio do lugar novamente, deixei meu corpo cair totalmente no chão e com as pernas machucadas, senti o alivio das minhas entranhas, Léo me pegou no colo, me levou para dentro do carro, eu estava toda gozada e esfolada, me colocou no banco do carona, me cobriu com uma manta que tinha no banco de trás e fomos para casa, eu estava cansada mas satisfeita, não me lembro dos caras que me foderam, sabia apenas que não eram rostos conhecidos, mas não era o momento de perguntar nada, Léo me colocou na cama, abriu minhas pernas, eu deixei meu corpo todo descansar, e ele então passou a lamber minha buceta com carinho, passava a lingua pelos lábios vaginais e chupava meu clitóris, o cheiro de porra no meu corpo o fazia ficar alucinado, ele acariciava meus seios e espalhava ainda mais a porra dos caras no meu corpo, então lambeu sem pressa meu cuzinho esfolado, eu sentia um alivio enorme e uma tesão novamente aflorando dentro de mim, subiu o corpo para junto do meu, se encaixando perfeitamente me deu um dos melhores beijos na boca, ardente e cheio de tesão, encaixou a rola na minha buceta e sua penetração foi deliciosa, fizemos amor demoradamente, desafogando todos os nossos desejos e nossos anseios, agora éramos um do outro no aconchego da nossa cama, fizemos amor três vezes seguidas, eu consegui reunir todas as minhas forças e acompanhar o último orgasmo com ele, ao final deste não nos falamos, entregamos nossos corpos e dormimos um sono forte e pesado, o sono dos justos e dos satisfeitos, como de costume, no dia seguinte, ele não estava na cama quando acordei, apenas as cortinas abertas, um mimo no criado mudo e um café da manhã delicioso na mesa, ele não estava ali para me ver tomando aquele café, nua e satisfeita, mas certamente estava pensando em nossos momentos únicos e deliciosos, é por essas e outras que o Léo é o homem da minha vida, capaz de me proporcionar um prazer inigualável e cada aventura em cada instante! Beijos no coração de todos!

Referência do Anúncio ID: CT-000024272

Não há Tags

7109 visualizações, 0 hoje

  

Deixe seu Comentário

É necessário fazer login para poder inserir um anúncio.

Para obter informações sobre este anúncio, preencha o formulário abaixo para enviar uma mensagem para o anunciante.

Novidade!

Usuarios Ativos

Users: 111 Guests, 63 Bots