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Ensinando a cunhadinha.

  • Publicado em: 3 de junho de 2002 08:05
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Durante 5 anos namorei uma garota que aqui chamarei de Márcia. Na época do fato que vou narrar, já havia se passado 3 anos de relacionamento, que era, mesmo com tanto tempo passado, um tanto infantil. Não fazíamos sexo constantemente e na maior parte das vezes ela preferia me satisfazer com um boquete ou uma punheta após um belo sarro. Quando a comia ela dificilmente chegava a um orgasmo e pedia que eu a chupasse para que se realizasse após a foda.

Márcia, cabelos e peles claras, alta, seios pequenos e com aqueles bicos róseos e discretos, magra, mas com uma anca avantajada me deixava louco de desejo, pricipalmente com sua relutância em não transar. Adorava quando trepávamos, pois ela mostrava uma expressão de dor no rosto e isso me dava mais prazer. Nas poucas chances que tinha de penetrá-la, fazia com que durasse uma eternidade e algumas vezes ela me pedia até para parar, pois estava doendo. Outras ela ficava maluca e se entregava, mas isso era raro. Conversávamos muito e ela chagava a chorar em alguns momentos, dizendo que era frígida. Talvez fosse.

Nessa época ela tinha 19 anos e eu 22. Ela tinha uma irmã, a Gisele, mais nova que ela três anos. Eram muito amigas e a Gisele, apesar de ser um pouco mais baixa que a irmã, tinha o mesmo tipo de corpo. Sabia que era virgem, pois minha ex me contava sobre seus relacionamentos.

Gisele estava namorando sério a algum tempo (uns 3 mêses). Márcia me contava que a irmã era muito tímida e tinha medo de dar vexame com o namorado.

Sempre que saíamos ela tocava nesse assunto. Eu adorava, pois era uma boa hora para falarmos de sexo e talvez eu conseguir chegar aonde queria: na cama. Ela notava minha frustração e comecei a perceber algo diferente nela quando ela falava sobre a irmã.

Um belo dia ela veio com uma conversa diferente, disse que a irmã tinha medo de tocar no namorado e não saber a reação que teria ao ver um pinto na sua frente. Disse que Gisele sempre dava um jeitinho de tapear o namorado na hora H e deixava o cara chupando o dedo. Tudo por que era inexperiente e tinha medo de dar vexame. Então ela me pediu um favor e que se eu não aceitasse, que era para esquecer aquele assunto, me implorou para guardar segredo caso minha resposta fosse “não”. Então veio o pedido: para que eu deixasse a Gisele, minha cunhadinha, ver meu pau, a pedido dela, para saber como era, para com o namorado agir da forma mais natural possível. Na hora, fiz que não havia entendido e disse que achava um absurdo, uma sacanagem com o namorado de Gisele, etc., mas já sacando onde poderia chegar. Fique muito excitado com aquilo e depois de uma discussão propositalmente armada por mim, concordei, mas com uma condição: que ela dissesse a irmã que já que eu teria que ficar pelado, ela também ficaria sem a parte de cima, alegando que dessa forma nossa cumplicidade fosse maior e assim eu teria certeza que Gisele manteria tudo aquilo em segredo. Minha namorada concordou e ela logicamente estaria junto durante a “aula”.

No dia combinado, um sábado, passei na casa delas e as peguei e levei para a república de dois amigos meus que tinham ido para a casa dos pais no fim-de-semana. No caminho, pelo retrovisor, notei o nervosismo de Gisele e a cara de preocupação de Márcia, com a situação que ela própria havia armado. Talvez, fosse uma forma de me satisfazer. Jeito estranho para alguém tão recatada. Oferecer o cordeiro ao lobo.

Chegamos à república, abri o portão e entrei com o carro. Entramos na casa, vasculhei os cômodos para confirmar a ausência de todos e disse que não tivéssemos pressa.

Nos sentamos nos surrados sofás da casa e começamos a conversar (não tínhamos trocado uma palavra da casa delas até a répública). Me virei para Gisele e disse: “Gi, sua irmã me contou sobre seus apuros com o Marco (seu namorado) e disse que você pediu isso que vamos fazer. A primeira coisa que te peço é que tenha calma e seja carinhosa e aceite o que pretendo te ensinar. Será assim que o Marco agirá com você, pode ter certeza. Se solte, tudo bem?” Ela respondeu balançando a cabeça com os olhos aflitos. Pedi para a Márcia chegar perto de mim e por meu pau prá fora e tocar a velha e conhecida punheta. Ela veio e o fez. Meu pau estava duro e latejante. Gisele não desgrudava os olhos dele, era a primeira vez que via um cacete. “Gi, como combinamos, tire a blusa e me deixe vê-la, você também terá que se mostrar para o Marco. É uma boa hora para você se acostumar a se exibir.” Ela, um pouco relutante, retirou a blusa e de forma acanhada cobria os pequenos e lindos seios com os braços cruzados.

Retirei a blusa de Márcia que continuava me punhetando e as duas ficaram com os seios de fora. Chamei Gisele para se sentar ao meu lado no sofá e disse que ela também podia pegar no meu pau. Ela veio assustada e com um olhar questionador buscou os olhos da irmã “pedindo” consentimento. Tudo certo. Ela pegou meu pau duro com delicadeza. Eu pus minha mão em torno a mão dela e fiz com que ela segurasse mais firme e comecei a movimentá-la. “Pronto Gi, você já sabe bater uma boa punheta. O Marco vai adorar. Isso…” Enquanto ela se divertia com o brinquedo, comecei a tocar seus seios. Notei que ela ameaçou recuar. “Gi, relaxe. Tudo que estamos fazendo aqui, você vai viver com o Marco. Imagine que vcê está com ele.” Então ela deixou que eu a tocasse. Sentia seu coração palpitando, nervoso. Márcia permanecia ao meu lado, quieta, como que vigiando meus atos, até que pedi que Gisele me chupasse. Márcia disse que não, que não era aquilo que pretendia quando resolveu fazer um favor a irmã. Então eu questionei. Disse que se era para ensiná-la, para deixá-la sem medos, que ela fizesse o que eu sugeria. Perguntei a Gisele o que ela achava e ela disse que já que estava ali, que gostaria de aprender mais. Márcia, relutante, concordou. Gisele começou a me chupar. Que delícia. Peguei Márcia e comecei a acariciar sua buceta. Vi que Gisele esticava os olhos par ver a cena. Enfiei a mão por dentro de seu short e também comecei a tocá-la. Ela estava encharcada. Pedi então que Márcia tirasse o resto da roupa que iria mostrar para sua irmã como era trepar. Ela disse que não que já tínhamos ido longe demais e que não transaria na frente da irmã. Então propus que sua irmã deveria no entanto saber o que era um orgasmo e pedi se podia chupá-la. Gisele ficou com os olhos brilhando, pois já estava com muito tesão e Márcia mais uma vez contrariada, concordou. Que delícia, enquanto chupava Gisele, Márcia engolia meu cacete. Chupei Gisele até que ela tivesse seu primeiro orgasmo com um homem. Ela se contorcia e gemia alto até parar num suspiro. Sabia que não poderia comê-la. Se fizesse essa proposta estaria tudo perdido, pois Márcia já estava muito arrependida do ponto onde chegamos. Virei para Márcia e novamente sugeri que trepássemos, para que sua irmã visse como era uma foda e que depois gozaria para que sua irmã não fosse surpreendida pela porra do namorado. A coloquei de 4, com aquela anca maravilhosa bem arrebitada e comecei a fodê-la. Ela começou a fazer cara de quem estava com dor e assustou sua irmã, que perguntou se doía. Eu disse que não e perguntei se ela queria que eu a fodesse também. Ela disse que não, pois era virgem e queria se guardar para o Marco. Então eu falei que só colocaria a cabeça, para ela saber que realmente não era nada terrível e ela não perderia o cabaço. Ela concordou e Márcia (pasmem)também. Márcia concordou para que eu parasse de fodê-la, pois ela estava com muita dor. Ela não disse isso mas eu saquei na hora que ela não estava a fim.

Comecei passando a cabeça melada do meu pau em sua portinha e empurrei até a cabeça sumir dentro dela. Fiquei fazendo movimentos curtos ali e a minha cunhadinha foi ficando ensopada mais uma vez. Aos poucos fui abrindo passagem e quando não me aguentava mais, enterrei tudo. A menina deu um gemido fino e respirou fundo. Ela fez uma carinha de dor, mas logo me apertou em seus braços e comecei novamente a comê-la, agora enterrando fundo. Márcia disse para que parássemos, mas não a escutamos, nossos gemidos ficavam mais altos a cada estocada minha, até que Gisele gozou novamente. Não me aguentei por muito tempo, tirei meu pau de dentro dela, fiquei de pé e a puxei pelos cabelos. “Chupa, vagabunda!”. Gozei em sua boca. Ela se engasgou assustada e continuei gozando em sua cara, a segurando pela cabeça. Fomos embora. A cara de assustada de Gisele, agora aparecia diferente pelo retrovisor do carro. Era a de uma pessoa realizada. Márcia ficou puta comigo, mas depois de um tempo, conversamos e mostrei a ela que precisava daquilo que ela não me dava por completo. Ela concordou e permitiu que a irmã transasse comigo para me satisfazer em seu lugar, já que a frigidez imperava com a Márcia. Na terceira vez que transei com Gisele fiz o cabaço do seu cuzinho. Foi ótimo.

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