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Ensinou a vizinha a andar de patins e ganhou um belo prêmio

  • Publicado em: 10 de outubro de 2016 08:20
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por Kaplan)

Há coisas que sendo feitas depois que somos adultos adquirem um sabor extra…
Numa cidade do interior, razoavelmente povoada, com cerca de 50.000 habitantes, morava Marisa, filha de um comerciante local. Quando completou 18 anos, tanto pediu que o pai, finalmente, cedeu e lhe comprou um par de patins. Ela pedia isso desde que tinha uns 12 anos, mas ele, preocupado com os tombos que fatalmente ela iria tomar, inventava mil desculpas e não comprava.
Quando ela fez 18, no entanto, ele cedeu. Comprou e ela começou a frequentar um parque que havia na cidade, onde ela via alguns rapazes e moças e até crianças andando em seus patins.
Não era tão fácil como ela imaginara. E andou tomando alguns tombos, o que chamou a atenção de Eduardo, que morava vizinho a ela.
Ele ajudou-a a levantar, e ela, morrendo de vergonha, confessou a ele que nunca andara de patins, apesar de ser o sonho de sua vida.
– Marisa, não precisa ficar com vergonha… todo mundo quando começa, cai mesmo. Até a gente alcançar o equilíbrio necessário costuma demorar algum tempo… e tombos vão acontecer, você precisa, inclusive, aprender a cair para não se machucar.
– Me ensina, Eduardo? Se eu desistir acho que meu pai acaba comigo… ele nunca quis que eu tivesse patins e agora que me deu… já viu né?
– Claro que ensino… vamos lá, vamos andar um pouco, devagar, e de mãos dadas, para você ganhar confiança.
E assim foram andando, ela preocupada em não cair e ele, já veterano em patinação, a segurando. E nas horas em que ela desequilibrava, ele a puxava para si, e os corpos se encostavam, e ele sentia o perfume dela… começou a gostar da brincadeira.
E isso se repetiu durante vários dias, até que ela conseguiu andar sozinha. Então os dois combinavam os horários para patinarem juntos e, quando acabavam, sentavam-se num banco da praça para tomar um sorvete ou beber uma água de coco.
E um dia, brincando, ele imprimiu um “diploma de patinadora” e deu a ela ao final do passeio, quando estavam conversando, embaixo de uma árvore. Ela olhou para ele, com ternura, e deu-lhe um beijo na boca.
– Uau… vou trazer um diploma todo dia!
Ela riu…
– Não precisa trazer, vai ganhar sempre um beijo pela sua dedicação em me ensinar a patinar, sem você eu nunca teria conseguido realizar meu sonho.
– Puxa… obrigado!
– E… Eduardo… eu gostaria que você fosse lá em casa comigo… não tem ninguém lá. Mamãe foi fazer compras para a loja do meu pai, ele está na loja e não tem como sair… eu quero te agradecer mais, muito mais, pelas lições que você me deu!
Eduardo ficou desorientado. Mas não seria indelicado. Acompanhou-a, entraram na casa, ela tirou os patins, ele também. E quando ele olhou para ela, viu que ela se deitara no sofá e levantara a blusa. Os seios dela estavam ali, lindos…
– Vem, Eduardo…
Alucinado, ele ajoelhou-se perto dela e beijou-lhe os seios, sugou, deu umas pequenas mordidas nos biquinhos. Marisa adorou, tirou a calça e deitou-se em cima dele, beijando-o apaixonadamente. E sentiu algo aumentando de tamanho dentro da calça dele. Saiu de cima, tirou a calça e viu a cueca bem estufada. Passou a mão e comentou:
– Que lindo… ele está durinho, durinho…
Tirou a cueca dele e ficou admirando o belo pau do vizinho e amigo.
Ele tirou a calcinha dela e lambeu-lhe a xotinha, enlouquecendo-a. Ela não conseguia nem parar quieta, seu corpo tremia, seu quadril saía do sofá, se erguia e ele não parava de chupá-la.
– Vem, querido, me penetre!
Que convite mais encantador! Que presente mais delicioso pelas lições de patinação!
Correram para o quarto dela, ela deitou-se de costas e ele já caiu em cima dela, penetrando sua xotinha.
– Ahhhh… Eduardo…. que delícia… enfia tudo… mete com força…
Ele ficava baratinado ouvindo-a falar daquele jeito. E começou o vai e vem, sem parar, estocadas firmes, que faziam o corpo dela sacudir, os seios balançarem… olhos fechados, Marisa delirava e se aproximava o momento em que gozaria. E o momento chegou, ela ouviu foguetes e sinos tocando e relaxou completamente com ele em cima dela.
Só que ele não tinha gozado. Deu uns minutos para ela recuperar e começou a beijar seu corpo, mamar nos peitinhos, lamber a xotinha, passar a mão no cuzinho.
– Ai, Eduardo… aí atrás não… tá? É a única coisa que não faço…
– Tudo bem, mas posso pelo menos fingir?
– Como assim, fingir?
– Já te mostro.
Colocou-a de quatro e enfiou o pau na xotinha, por trás e começou a bombar. E quando sentiu que ia conseguir gozar, lembrou-se que não havia perguntado a ela nada a respeito, então, por via das dúvidas, tirou o pau e gozou na bunda e nas costas da Marisa.
– Quer ser meu namorado, Eduardo?
– Nem precisava perguntar…

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