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ENTREGUE AO DESEJO DA CARNE

  • Publicado em: 15 de janeiro de 2004 18:21
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Sou separada, tenho 32 anos, ainda sou u´a mulher muito atraente, tenho um filho de 14 anos, o Alfredinho, a minha maior razão de viver. Quando meu marido me deixou com o nosso unico filho eu fiquei meio desnorteada na vida mas por meu filho eu fui a luta. Arranjei um otimo emprego e no apartamento que meu ex me deixou eu e o meu filho tocamos a vida pra frente. Ele tinha 10 anos quando o pai se foi e sentiu bastante a ausencia dêle e eu tive que me desdobrar em carinhos pra êle superar aquela faze. Quando Alfredinho era mais pequeno e eu ainda lhe dava banho sempre reparei no seu pintinho que era, para a sua idade, muito desenvolvido e as vezes brincava com êle dizendo que seu pipiu ia fazer muitas mulheres felizes quando êle estivesse um rapazinho. Mas logo ele começou a tomar banho sozinho e eu nunca mais o vi nu. Mas como ia dizendo eu me desdobrei em carinhos pra que êle superasse a ausencia do pai e uma das coisas que fiz (não sei como não pensei nas consequências) foi chamar meu filho pra dormir comigo, na minha cama argumentando pra que êle aceitasse que não me sentia bem sozinha naquela cama onde sempre desfrutei da companhia do pai dêle. Acho que êle ficou com pena de mim e aceitou me fazer companhia todas as noites. O tempo foi passando e tudo estava se resolvendo com a gente se recuperando do trauma da separação e já estavamos felizes novamente e curtiamos a nossa vida juntos da melhor maneira possível. Mas em uma madrugada eu acordei com meu filho de corpo colado no meu e até ai nada de mais. Mas em segundos eu comecei a notar algo duro e pontudo me tocando por traz, bem na minha bundinha. Imaginei que poderia ser o cotovelo do braço do Alfredinho mas virando um pouco a cabeça e na penumbra eu vi que êle estava com os braços bem acima da cabeça e fiquei deveras intrigada. O que seria aquilo que fazia aquela pressão danada bem na minha bunda. Pelo volume eu jamais poderia imaginar que seria o penis do meu filho pois por mais que houvesse se desenvolvido um menino de pouco mais de 11 anos não poderia ter um membro tão volumoso assim. Fiquei na minha e deixei êle ficar assim mesmo, todo coladinho em mim. Não levei a mal a situação e imaginei, mesma, que êle estivesse dormindo e tudo não passasse de uma mera situação ocasional. Mas estava enganada e como. Não demorou muito e eu senti uma mãozinha tremula, quentinha, me tocar a coxa e indecisa ir, aos pouquinhos, subindo, me apalpando, meus pelinhos ficando oriçados, até que, por traz se espalmou sobre minha calcinha e foi entrando entre minhas coxas, juntas no inicio, e tentando me tocar a bucetinha sob a calcinha justa. No inicio eu fiquei atonita, sem reação ou sentimento algum, mas aos poucos foi me subindo um fogo, minha bucetinha foi ficando ensopada de tesão e eu, lentamente permitindo, fui abrindo as coxas e sentindo aquela mãozinha me apalpando o sexo, tentando afastar a calcinha pro lado. Não me mexi mais e por mais que êle tentasse não conseguiu o que queria e eu fingi o tempo todo que estava dormindo até que Alfredinho se levantou e foi ao banheiro e deu pra ver quando êle acendeu a luz do banheiro o seu cacete todo duro, quase rasgando a calça do pijama, estufado totalmente, deixando eu sentir toda a sua pujança. Sei que êle se masturbou pois deu pra ouvir o seu urro de gozo e dai ha pouco êle voltou a se deitar e nós dois acabamos dormindo. O dia seguinte foi normal e nenhum de nós demonstrou nenhum constrangimento na nossa relação. Mas quando a noite chegou eu me peguei anciosa esperando a hora de deitar, desejando que tudo aquilo voltasse a se repetir e acabei, na hora de me deitar, colocando uma calcinha das maiores que eu tinha, toda folgada, esperando facilitar para meu filho na hora de me tocar. Êle ficou vendo TV até bem tarde, talvez esperando eu pegar no sono mas eu estava super acordada, com o coração acelerado, sentindo um fogo no corpo, com a buceta melando de desejo, toda anciosa. Quando êle entrou no quarto eu estava deitada de costas, a cabeça virada pro canto, as pernas bem abertas, minha roupa de dormir bem pra cima deixando aparecer quase que totalmente as minhas coxas. Eu vi com o canto dos olhos êle me olhando fixamente por alguns segundos, notei que estava com uma calça curta de pijama, sem camisa, seu pau estava totalmente duro e quase gritei de desejo quando Alfredinho arriou o pijama e deixou saltar aquela pica enorme. Na hora minha bucetinha chegou a se contrair de desejo e pude olhar êle se masturbando e olhando pra minhas coxas. Quando seu corpo já estava se arqueando pra gozar eu me mexi na cama e êle guardou a pica num relance e se deitou ao meu lado. Continuei da mesma maneira que êle me encontrou quando entrou no quarto e êle ficou todo quietinho por uns minutos esperando que eu fizesse algum movimento. Como não fiz imaginou que eu realmente estivesse dormindo e, novamente, senti sua mãozinha percorrendo minhas coxas, agora pela frente, em direção a minha buceta em fogo, exalando calor, e quando tentou, mais uma vez afastar minha calcinha pro lado não teve a menor dificuldade. Senti sua mão em cima do meu sexo entumescido, seu dedo procurando a fenda, deslizando macio, de cima pra baixo, entrando nela lentamente e me fazendo ter um orgasmo. Quando êle tocou meu grelinho meu corpo tremeu todo e num susto meu filho recolheu sua mãozinha e naquela noite não tentou mais nada. Eu fiquei em fogo, imaginando aquele pinto me penetrando e gozando dentro da minha buceta. O dia já estava raiando quando consegui pegar no sono. Acordei tarde e encontrei um bilhete do Alfredinho que me avisava que iria jogar bola com os colegas e voltaria mais tarde. Minha calcinha ainda estava ensopada com o meu mel e minha bucetinha estava toda inchada pelo desejo; era como se eu estivesse no cio. Não estava me aguentando mais de tanta vontade de fazer amor com meu proprio filho. Na minha cabeça não vinha nada que me disesse que isso era incesto, que era errado, eu só queria e pronto. Passei aquele dia completamente desmiolada da vida, nada que ia fazer eu conseguia terminar, só pensava na noite que viria e nos prazeres que iria sentir. De tarde fui tomar um banho pra relaxar e não conseguia me tocar pois meu corpo formigava de tanta tesão. Esperei meu filho chegar, êle tomou seu banho, eu preparei o jantar pra nós dois e depois fomos ver alguns programas na TV. Adorei quando êle se deitou no meu colo, sua cabeça no meu ventre, sua respiração quente nas minhas coxas e com minha mão eu comecei a alizar o peito dêle, num carinho lento e reparando, de canto de olho, na pica dêle que foi crescendo dentro da pequena calça do pijama. Êle esticou a perna e eu pude ver a cabeça da pica aparecendo a pontinha e não dava pra acreditar. Era muito grossa e pra aparecer a ponta quase no joelho de meu filho era uma prova de que devia ter mais de 20 cm de comprimento. Eu não sabia o que fazer naquele momento. Ver a TV eu nem conseguia, meu olho não desgrudava daquela visão e meu filho, de olhos fechados parece que imaginava a sensação de desejo que estava me proporcionando. Minha vontade era tocar sua pica, botar pra fora, e pedir pra êle meter ela todinha na minha buceta. Me aguentei firme e mais tarde Alfredinho se levantou pra ir na cosinha beber agua e não disfarçou a sua tremenda ereção. Eu quase morri de desejo vendo aquilo tudo na minha frente e agora tive a certeza de que a pica era ainda maior do que eu imaginava. Era uma aberração da natureza e poderia me machucar toda quando êle me penetrasse um dia. Aproveitei a ausencia dêle e fui me deitar rapidinho mas nessa noite eu botei um bruzão fino e longo, sem sutiã e nem calcinha e fingi, de lado na cama, que estava dormindo profundamente. Meu filho chegou, apagou a luz e ficamos na completa escuridão já que eu tinha fechado as cortinas da janela. Se deitou ao meu lado e foi logo colando em mim. Senti que êle estava sem a calça do pijama porque seu cacete me tocou. Logo sua mão estava me tocando e alcançou por traz minha grutinha molhada. Eu roncava baixinho, fingindo dormir. Senti quando êle tirou a mão da minha buceta e colocou a cabeçona da pica entre os labios da minha racha que se abriu toda e êle forçou um pouquinho e eu senti algo deslizando suavemente em direção a entrada da minha gruta. Estava me abrindo toda e aos poucos minha buceta foi cedendo, se ajustando e a cabeça entrou e parou a penetração e eu senti aquela pica começar a vibrar, a crescer em grossura e de repente a esguixar aquele monte de semem dentro de mim. Meu filho havia gozado mas continuava com o pau meio mole ainda dentro de mim como se a vontade de me possuir não houvesse passado ainda. Aos poucos o pau foi tomando nova forma, crescendo, engrossando, e me fazendo sentir ainda mais desejo. Não queria me virar pois poderia assustá-lo e botaria tudo a perder. Melhor que êle pensasse que estava fazendo tudo aquilo sem eu saber. Esperei pacientemente pela iniciativa dele e fui premiada quando êle me penetrou com força, com o pau entrando justo, apertadissimo até que êle se encostou na minha bunda, por traz. Eu estava nas nuvens. Minha buceta se comprimia em volta do pau do meu filho, apertava com prazer, gozava sem parar, mastigando aquele pau gostozo. Pela posição, de costas e de lado não dava pro Alfredinho empurrar o pau todinho, talvez estivesse posto a metade e eu queria sentir tudo. Não sabia como fazer sem deixá-lo embaraçado. O geito foi deixar êle gozar, de novo, com o pau dentro, e sem mexer. Ele não estocava a pica na minha buceta imaginando que ia me acordar e eu não virava de costas e o puchava pra cima de mim pra não assustá-lo. Ele me encheu com seu semem novamente e me deu calafrios de prazer e fiquei como que vazia quando êle sacou o pau de dentro de mim. Minha bucetinha estava em fogo, fogo de vontade meter mais, querendo mais pica e o jeito era ficar quietinha e aguardar as coisas acontecerem. Depois de quase uma hora acordada eu me virei de costas e abrindo as pernas senti aquela enorme quantidade de liquido quente saindo da minha coninha inchada. Fiquei esperando o sono chegar e qual não foi a minha surpresa quando o Alfredinho se levantou e foi para os pés da cama e ficou em pé no escuro por algum tempo até que senti suas mãos nas minhas coxas afastando-as ainda mais uma da outra e em seguida eu senti êle de joelhos entre minhas pernas e colocando a cabeça da pica, novamente, na minha grutinha. Agora eu não me aguentei e levantei minhas coxas e enlacei sua cintura e toda aberta recebi aquela pica. Êle foi dando estocadas, enfiando e tirando, se aprofundando cada vez mais, minha buceta nunca foi tão alargada, forçada ao maximo, eu sentindo aquela tora entrando, gozando,apertando,vibrando de prazer.Êle metia com toda força querendo enfiar tudo,eu rebolava em baixo dêle facilitando as coisas. Por mais que metesse ainda não tinha entrado tudo e era isso que minha grutinha tanto desejava naquela hora. Como Alfredinho metia gostoso, com força, rapido, me deixando louca de prazer e volupia, sentia que aos poucos o pau ia entrando mais e já estavamos fodendo a tanto tempo naquela noite,já que agora êle demorava a gozar, que mal reparei quando senti a pica empurrando meu útero pra cima, o saco de meu filho batendo no meu cuzinho me levando a ter orgasmos sem fim. Êle não conseguiu gozar de novo e cansado ficou deitado em cima de mim, pau todo enterrado na minha buceta que a cada minuto tinha um novo orgasmo. Passei o resto da noite com o Alfredinho deitado em cima de mim e seu cacete atolado na minha buceta.

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