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estuprei o pit-bull agressor de homossexuais

  • Publicado em: 17 de fevereiro de 2007 13:34
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Aconteceu ontem, sexta pré carnaval. Eu moro numa cidade onde alguns caras metidos a valentões costumam agredir os gays simplesmente por serem homossexuais e mesmo que nada lhes tenham feito de mau. Eu tenho um amigo bem novinho que um dia chegou aqui na minha casa pedindo ajuda porque um cara aqui do bairro tinha do nada lhe dado um murro na cara simplesmente porque detestava gays e naquele dia queria bater em alguém. Perguntei se ele gostaria de registrar queixa na Delegacia, mas ele me pediu apenas prá tomar um banho, pois estava sujo, tinha sido jogado no chão, tinha partido o supercílio e tinha várias escoriações pelo corpo. Dei uma toalha limpa pra ele e emprestei uma roupa para que ele pudesse voltar prá casa. Enquanto ele tomava banho fiquei pensando como tem gente covarde nesse mundo e como são perversos esses caras que batem em gays por pura “falta do que fazer”. Eu sou branco, olhos claros, forte e já andei malhando um pouco e embora não curta brigas, não costumo me intimidar facilmente não. Assim que ele acabou o banho e se recompos eu falei que iria levá-lo em casa de carro, só que no meio do caminho eu passei pelo tal pit-bull que tinha metido porrada no meu amiguinho. Parei o carro e chamei ele bem alto. Daí ele falou: o que você quer comigo? Daí, eu disse: te dizer que vai ter troco! Prá vc deixar de ser covarde. Bate em mim que sou do seu tamanho seu escroto. Essas coisas… No que ele disse: tá tomando as dores dele porque é seu namorado por acaso? E eu disse: não, mas não gosto que façam esse tipo de covardia com ninguém. O cara por acaso te fez algumna coisa, mexeu com vc ou algo assim? Não, disse ele, porrei porque tava afim de bater em alguém e viado tem tudo que morrer… essas coisas. Levei o garoto em casa e fiquei imaginando uma maneira de dar uma lição prá esse idiota. Cara, eu não sou gay assumido, desse tipo que é apontado na rua, chamado de viadinho, essas coisas não, mas eu curto um cuzinho, não vou negar. Mas o que me movia era o fato da covardia que foi feita, da crueldade. Bom, passados dois anos desse dia, finalmente numa véspera de carnaval (sexta) fui para o centro da cidade ver o movimento, o bloco das piranhas e no final da noite, por volta das 4 horas da madrugada, quando retornava prá casa, eis que vejo esse cara sendo meio que carregado pelos ombros por um outro carinha. Como o cara que tava com ele não me conhecia, parei o carro e perguntei se ele precisava de ajuda prá levar o amigo prá casa. Ele aceitou e entraram no carro, só que o pit-boy tava chapadão e o amigo dele disse que ele tinha cheirado lança-perfume, pó, fumado da erva, bebido prá caral… enfim, o cara tava completamente fora de si. Eu não sou usuário de drogas, mas o amigo dele perguntou se podia fumar no meu carro, daí eu disse que não, mas que se ele quisesse ele deixava que eu levaria o amigo dele prá casa e ele voltava prá folia, prá fazer o que quisesse. Dito e feito, o cara aceitou e ao invés de levar o amigo dele prá casa dele, levei prá minha, botei em cima da cama, tirei a roupa dele e mandei ferro no cú daquele viado a noite toda. Gozei na boca dele, chegou até a respingar no olho. Gozei no cú dele umas duas vezes e ainda filmei tudo porque tenho uma cam em frente a minha cama. De manhã ele acordou e falou: caralh…, onde eu estou? Porra, que merda é essa? Que eu tô fazendo aqui na sua cama, cara? Daí, eu falei que tinha trazido ele prá casa porque ele tinha sido jogado na calçada por um amigo dele que tava chapadão e não quis levar ele prá casa. Daí ele falou: Meu Deus, como é que eu vou fazer prá sair daqui agora? Todo mundo na rua vai saber que eu to saindo da casa de um viado. Daí eu falei prá ele baixar a bola dele e liguei o computador, não sem antes dizer que eu tinha feito uma cópia e enviado para o meu e-mail e se ele aprontasse alguma coisa comigo ou com quem quer que fosse e principalmente com aquele meu amigo que ele tinha agredido eu iria distribuir milhares de cópias do filme que eu ia mostrar p´ra ele agora, prá cidade toda. O cara foi ficando branco, palido e partiu prá cima de mim querendo me agredir, no que eu peguei uma peça de decoração pontiaguda que tem no quarto e dei na cabeça dele e comecei a gritar com ele: vem, seu viadinho do caralho, vem dar esse cuzinho de novo prá mim vem… que cuzinho gostoso, fudi muito esse rabo branco seu mesmo, enchi seu cú de porra seu viado filho da put…, sente a minha gosminha na sua boca sente, seu escroto, viado metido a pit-bull. Vem que eu te parto sua cara e ainda distribuo esse filme prá todo mundo, prá eles verem que o que vc sente pelos gays é raiva, vontade de dar o cú e chupar pau que nem eles…vem. Daí, o brutamontes começou a chorar e a pedir pelo amor de Deus prá eu não fazer isso com ele, que ele faria qualquer coisa, até implorar de joelhos ele implorava, que isso iria acabar com a vida dele, que os colegas deles iriam zoar muito ele, que ele perderia a namorada dele e ficaria impossível continuar morando naquela cidade. Daí, eu falei: Pode ficar tranquilo que eu só vou distribuir esse filme se vc a partir dessa data pisar de novo na bola e voltar a agredir pessoas que nunca lhe fizeram nenhum mal, como vc fez com meu amigo X. Se o cara tivesse mexido com vc eu até entenderia… Daí o cara falou que prometia e que precisava ir embora porque já eram mais de quatro da tarde. Daí eu falei, pega uma toalha e vai tomar um banho prá vc chegar em casa com cara de quem dormiu com a namorada. E ele foi. De repente escuto um grito no banheiro e corri prá ver o que era. O cara tava em pé em frente ao espelho olhando o cú dele e dizendo: cara, o que vc fez comigo, meu cú tá todo melado e tá todo arrombado, caralh… não vou conseguir nem sentar hoje. Daí eu falei prá ele, que nada! e comecei a dar gargalhada e ele soluçando e chorando e tomando banho. No que eu disse prá ele: isso é prá vc aprender a lição e vê se lava essa bunda direito que antes de vc sai eu vor dar mais uma metida nela. ah ah ah ah Se fudeu!

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Informações deste Autor

  • Autor: alexbleal
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