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Eu, a Rafa e o papai

  • Publicado em: 9 de fevereiro de 2006 01:13
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Meu nome é Gabi (nasci Gabriel), mas gosto mais de Gabi. Tenho 18 anos e há 2, resolvi assumir minha homossexualidade. Sempre tive uma bundinha linda, que tomou formas ainda mais femininas à custa de hormônios e silicone. O mesmo processo me deu seios grandes e apetitosos. Modéstia à parte, me tornei uma bonequinha. Morena de nariz empinadinho (uma plasticazinha ajudou, claro), gatinha para andar de mão dada, como se tivesse nascido menina. Minhas amigas babam  e os meninos também. Muitos chegam a dizer que eu sou a menina mais linda da faculdade de Direito onde estudo. Minha mãe e irmã acabaram aceitando, só quem não aceitou, de início, foi papai. No começo, pensei que ele era preconceituoso, mas depois vi que ele estava era confuso com a nova filha. Como a maior parte dos filhos gays, eu morria de tesão por ele. Morenaço de coxas grossas. Vivia prestando atenção naquele pau apertado sob as bermudas. Como eu sonhava mamar naquela vara! Mas era difícil. Ele era muito sério.

No início da minha transformação em Gabriela, eu evitava ficar vestida de mulher em casa, por respeito a papai, mas com o tempo isso foi se tornando comum. E era tão comum eu quanto minha irmã Rafa, de 16, andarmos de camisola lá por casa. Com o tempo, até o papai brincava comigo: Nossa, que filhinha linda. E eu babava com esses elogios. Um dia estávamos só eu e ele, em casa. Fui tomar banho e voltei só de shortinho e top. Me sentei ao lado dele para ver televisão. Com a cabeça no colo dele, vi que ele se ajeitou para disfarçar uma ereção. Coitado, ficou desconcertado. Então perguntei: Papai, me dê sua opinião de homem: eu passo por uma mulher gostosa? Que pergunta é essa, Gabi, sei lá. Eu disse. então: Mas papai, eu queria muito a sua opinião… Ele se rendeu: Você é a mulher mais bonita e gostosa dessa casa. Fiquei extasiada: Que bom ouvir isso, papai… Deixa eu mostrar um negócio pra você? Mostra, Gabi. Fui até o quarto da minha irmã e voltei usando um biquininho minúsculo dela. Mostrei a ele minha tatuagem na bundinha. Ficava bem ao lado da marquinha do biquíni. Ele falou: Nossa que bundinha mais gostosinha! Resolvi me exibir: Tenho uma aqui na virilha também. Ele viu e disse: Nossa, que lindinha… Como você consegue esconder tão bem seu piruzinho? Respondi: Por que o meu é pequeninho… Aproveitei a deixa: E o seu? O safado fez o que eu queria, botou o dele para fora e disse: Gosta? Fui ao delírio, me abaixei e mamei aquela pica deliciosa. Ele pedia: Vai, filhinha, dá prazer pro papai, vai… Fiz ele gozar… Pedi que ele espalhasse o gozo na minha cara. Ele me sujou toda e, então, lindo!, ele me beijou na boca. Logo em seguida, ele ficou meio estranho, parecia estar se sentido culpado, saiu foi tomar banho. Minha mãe e irmã chegaram. Eu me ajeitei. O resto do dia parecia que não tinha acontecido nada. Pois não é que o safado veio de noite me procurar. Mas antes de tudo disse: O papai também tem uma fantasia: veste uma calcinha usada da tua irmã Rafaela. Isso me decepcionou um pouco, pois eu queria ser a favorita do papai. Mas disse: Tudo bem: vou pegar uma no cesto do banheiro. Mas não: Eu quero a que ela tá usando agora. Uma pretinha minúscula que eu notei sob o pijama. Eu disse: Vou ver o que dá pra fazer. Eu não podia desagradar meu delicioso papai. Se para me comer gostoso ele tinha que sentir o cheiro da calcinha da Rafa, tudo bem. Fui até o quarto dela com um biquíni novo que eu nunca tinha usado e pedi para ela vestir. Disse que era presente. Ela reclamou um pouco de provar àquela hora, mas, diante da minha insistência, tirou sua calcinha e fez o que pedi. Distraí a Rafa e escondi sua calcinha. Ela ficou meio desorientada por sua calcinha ter sumido, mas vestiu outra e eu saí. Quando entreguei o troféu pro meu pai, ele cheirou a calcinha da Rafa com um tesão enorme. Então ele pediu para eu colocar. Coloquei e ele ficou lambendo minha virilha e meu cuzinho. Foi então que cuspiu no pau e começou a meter em mim. O safado me chamava de Rafinha e me comia como sempre quis ser comida. Aquele pau enorme era meu sonho. Daquele dia em diante, me tornei assaltante das calcinhas da Rafa. Esfregava a calcinha na cara do papai para ele me comer. Fizemos mais: ele comprava calcinhas para a Rafa e mandava eu dar como se fosse eu que tivesse comprado. Ele vivia pedindo: Faz a tua irmã usar aquela branquinha… ou aquela vermelhinha etc. A Rafa nem desconfiava, tava era contente de ganhar tanta calcinha nova.

Até que um dia a Rafa me pegou no flagra conferindo o cheiro de sua calcinha ao lado da cama. Ela disse: Eu, heim? Que coisa estranha, Gabi. Ficar me cheirando Tive que mentir. Falei que como sempre quis ser mulher, sonhava muito com aquele cheiro. Ela, meio com pena, inesperadamente, disse: Quer sentir na fonte? Nunca tivera desejos por ela, mas acabei topando, chupei a buceta da minha maninha até ela gozar. Assim ela começou a me usar para matar o tesão. Safadinha! Como ficamos tão íntimas, um dia falei para ela que achava que o papai tinha um pau enorme. Ela disse, Tem sim, eu já vi sem querer. Aí, revelei: Pois eu já mamei nele. Sua puta! Já não chega comigo? Respondi: Mas ele me come gostoso e eu é que o convenci. Ele é muito macho pra ser só da mamãe. Ela disse que adoraria me ver transando com ele, mas escondida do papai. Falei que daria um jeito. No sábado, mamãe saiu e a Rafa fez de conta que também saiu. Pedi para ela deixar uma calcinha bem melada pra eu mexer com o pai. Dito e feito. Botei uma minissaia da Rafa, sua calcinha, sem nada cobrindo os seios e fui para o quarto do papai. A Rafa me seguiu em segredo. Chegando lá falei: Papai, vem sentir o cheiro da Rafinha em mim. Ele me lambeu toda. Pela primeira vez, ele botou meu piruzinho na boca, mamava, e me chamava de Rafinha. Depois me comeu por mais de uma hora. Fui falar com a Rafa: E aí, gostou? Ela disse: Tô morrendo de tesão, me chupa? Disse: Tá, me espera na cama. Em silêncio avisei para o papai ir até o quarto da Rafa em 5 minutos, que ele teria uma surpresa. Voltei para a Rafinha e pedi que ela deixasse eu vedar seus olhos. Ela parecia estar desconfiada de algo. Mas seu tesão era maior. Vendei a deliciosa maninha e, como de costume, fui lamber sua boceta. Ela gemia e se contorcia. Nisso, pé-ante-pé, sinto papai perto da cama. Abri bem as pernas da Rafa e fiz sinal para ele me substituir na chupação. Devagarzinho, ele começou a chupar a filhinha desejada… A Rafa alucinava, eu não costumava lamber o cuzinho dela, mas o papai empurrava a língua com gosto naquele buraquinho virgem. Ela tava tão diferente, com um tesão tão louco que só podia saber da armação. Mas não tinha certeza. Então eu disse: Vou te comer, maninha. Ela disse: Come, mana, come. Fiz sinal, e meu pai meteu a vara nela. Ela falou com a voz meio falsa: Nossa, Gabi, como seu pau cresceu… Safadinha! Enquanto papai bombava a Rafa, eu lambia o saco e o cuzinho do papai. Depois de ele gozar, saiu do quarto e eu tirei a venda dos olhos da Rafa.

No fundo, acho que só fez de conta que não sabe que é papai que a come, pois daquele dia em diante, ela vive pedindo, já de olhos vedados, para eu meter tudo. Agora só falta a mamãe.

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