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Eu Gosto de Navio de Guerra e ela do Oficial

  • Publicado em: 27 de setembro de 2005 13:15
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Esse historia que começo a narrar é real, só mudarei os nomes por questão de discrição, pois somos casados e temos casal de filhos adolescentes.

Somos de Curitiba  Paraná, resolvemos fazer uma viagem ao Rio de Janeiro, seria nossa segunda lua de mel, reservamos um quarto no Hotel Casa Del Mar na barra da tijuca, no nosso primeiro dia fomos à praia, eu e minha esposa Carla, 1.70, 62 kg, loira, 38 anos, um corpo maravilhoso, uma bunda fantástica e os seios médios, uma mulher muito bonita, dessas que passam pela rua e os homens torcem o pescoço, Carla colocou um biquíni bem cavadinho deixando a mostra sua bunda gostosa, na parte de cima só escondia os bicos dos seios, ela estava deliciosa, chegamos à praia o sol maravilhoso, escolhemos um local e colocamos nossas toalhas, passamos protetor solar e um bronzeador, ficamos nisso por um bom tempo, depois sentamos em um desses quiosques e tomamos um chope bem gelado, à tarde voltamos para o hotel aonde almoçamos e subimos para descansar, à noite estávamos ainda meio cansados resolvemos comer alguma coisa e subir logo para o quarto, fizemos amor de uma forma bem selvagem até dormimos esgotados. Logo pela manhã eu chamei a Carla, para fazer uma visita a Base Naval em Niterói, tenho verdadeira paixão por navios de guerra, notei um brilho estranho no seu olhar, colocou uma saia curta uma blusa bem apertadinha sem soutien, que deixou um verdadeiro tesão, achei a Carla um pouco exibicionista, mas estávamos em outro estado e em outra cidade, não me importei, resolvemos ir, chegamos na Base Naval Almirante Castro e Silva na ilha do Mocanguê Grande em Niterói, tinha muitos visitantes, eu fui ver as fotos dos navios de guerra, Carla estava ao meu lado, quando apareceu um oficial, conversando com um grupo de adolescentes, deveria ser o cicerone, ele era um homem alto, de no Maximo 39 anos, com mais ou manos 1.86 altura, uns 82 kg, forte, sarado, cabelos negros mas grisalhos dos lados, olhos verdes, pele bronzeada que contrastava com o uniforme branco da marinha as insígnias de capitão, eu notei que ele de cara chamou a atenção de Carla, fiz de conta que nada que percebi, Carla falou que queria ouvir as explicações que o capitão estava passando aos jovens, falei que tudo bem que iria continuar vendo as fotos dos navios, Carla saiu e ficou próximo aos jovens, ela fazia o possível para chamar a atenção daquele oficial, lembrei-me de algo que li numa dessas revistas femininas, a reportagem falava do fascínio e tesão que os homens de farda exercia sobre uma boa parte das mulheres ao ponto de fazerem loucuras de tesão, eu mudei de lugar e fiquei de longe, mas em uma boa posição para observar seus passos, o capitão ia explicando os procedimentos aos jovens, vi que ele olhou para Carla, percebi a troca de olhares, o capitão junto com a turma iam se movimentando por todo o espaço, uma vez por outra Carla me olhava, acredito, que era para ver se eu estava observando-a, com meus óculos escuros nada deixa transparecer, então ela achando que eu nada via, passou a flertar com o capitão, que nesse momento já olhava diretamente para ela, estava rolando uma sedução entre eles. Ele finalizou a sua exposição e retirou-se mais para o lado, se isolado, acho que esperando a aproximação de Carla e ela se aproximou de uma forma sensual, ele sorri e a cumprimenta, eu ficava no misto de tesão e ciúmes, mas era muito excitante tudo aquilo, sabia que minha esposa estava louca de desejo por aquele oficial, a mãe dos meus filhos, estava ali visivelmente atraída por outro homem, ela responde o comprimento dele e começaram a conversar, Carla olhou para o lado aonde eu estava e, percebendo que eu ainda continuava observando as fotos dos navios, ficou mas segura e se afastou com o capitão, eu andei mais que depressa mantendo uma certa distancia para não ser notado, seguia os dois, eles entraram num pavimento um pouco afastado da recepção da base, entrei e ouvir a voz da Carla, fazendo perguntas, pelo o tom da sua voz era perceptível o seu tesão por aquele oficial da marinha, ela continuava a fazer perguntas, mas ele percebendo o seu desejo convidou para ir a um outro compartimento, ela logo aceitou eu seguia e a tudo ouvia, o capitão começou a elogiar a beleza de Carla que era só sorriso, dando sinais que estava adorando os avanços, quando ele, acho eu, seguro de que ninguém os via, agarrou Carla e a beijou, disse que assim que a viu na recepção tinha reparado o tanto quanto ela era linda e gostosa, ela sorrio, chegando bem próximo capitão abriu a sua camisa e começou a alistar os peitos cabeludos, desceu a mão pela barriga olhou nos olhos dele e disse com uma voz bem safada, que morria de tesão por homens fardados, falou que em Curitiba não existia homens com uniforme da marinha e que ela só ficava na fantasia, ele colocou os seios de Carla pra fora sem muita dificuldade e começou a sugar de forma cadenciada, ela gemia e alisava o peitoral do oficial, foi descendo a mão, abriu a calça do capitão, e liberou um cacete grande e grosso ficou alisando de uma forma bem carinhosa, depois olhou nos olhos dele se ajoelhou e começou a chupa-lo com muita vontade, era um cena incrível, o quepe na cabeça a camisa branca aberta, o peito com os cabelos grisalhos a mostra, Carla ajoelhada na sua frente e chupando de uma forma louca e selvagem o pau daquele homem fardado, ele começou dá sinal de que iria gozar, começou a gemer, a chama-la de puta, gostosa, safada segurou a cabeça dela como se evitasse a sua fuga e gozou na sua boca, ela bebeu tudo com muito prazer, depois ela levantou, beijou a boca do capitão, um beijo apaixonado e demorado, ele tirou a calcinha de Carla com um só movimento, colocou ela numa mesa abriu as pernas e começou a chupa-la, alternava em lambidas com força e outras bem suaves, o que tirava gemidos e palavras desconexas de Carla, ela começou a gemer alto e a gozar pedindo para ele fazer dela uma puta, era doida por homens de farda queria ser fudida por ele, com força, enquanto ele continuava a chupa-la e apertava os bicos dos seus seios, ela gozou como nunca tinha visto antes, urrou de prazer de onde eu estava dava pra ver que ela ejaculou no rosto do capitão, ela desfaleceu pela intensidade do orgasmo, ele se recompôs e esperou pacientemente pelo desperta de Carla, ela foi se restabelecendo, procurou a calcinha mas o capital disse que ele iria ficar com ela, pois ele iria guardar de recordação, ela quase que choramingando, bem dengosa pede pra ele come-la, mas ele disse que estava sem camisinha pois não estava preparado para o que tinha acontecido, acho que desse dia em diante ele sempre deve ter uma camisinha na carteira, mas exigiu que ela voltasse amanhã no mesmo horário, que ele estaria lá, esperando por ela e, que dessa vez ele iria come-la feito uma puta, ela ainda lambeu o peitoral cabeludo do capital e disse que adorava o cheiro e a farda dele, relatou que era uma fantasia antiga e que achava que nunca iria poder realiza-la, ele com o dedo todo enfiado na buceta de Carla, lhe proporcionou um outro orgasmo, tão forte quanto o primeiro, se recompuseram e começaram a fazer o caminho de volta, eu mais que de pressa voltei e quando eles chegaram eu olhava outras fotos, Carla se aproximou de mim e disse, amor tem muita coisa interessante. Teremos que voltar amanhã com mais calma pra ver tudo, eu fazendo de conta que nada sabia concordei, partimos para o hotel, chegando lá tomamos um banho e Carla partiu pra cima de mim como uma louca, transamos com muito tesão, tudo ocorreu normalmente durante o resto do dia, no outro dia pela manhã, Carla acordou disposta, foi a uma lojinha próxima ao hotel comprou uma mini-saia que quase deixava sua bunda a mostra, percebi que estava sem calcinha, ela estava um tesão, colocou alguma coisa na sua bolsa e entrou no banheiro, abrir a bolsa e vi que era um pacote de camisinhas a safada não queria correr riscos do capitão esquecer, pegamos o carro que locamos e fomos rumo a base naval, chegando lá fiz o mesmo roteiro e Carla ansiosa, quando aparece o capitão, o uniforme todo alinhado, camisa, calça e quepe e as insígnias, com outro grupo de jovens fazendo a mesma coisa do dia anterior, tudo aconteceu como antes, acho que com mais velocidade por eles estar loucos para se agarrarem, Carla me vendo distraído com os navios, uma velha paixão minha, seguiu o capitão e, eu em uma boa distancia atrás, foram para o mesmo local, só deu tempo de chegarem na mesma sala e Carla partiu pra cima do capitão tirou seu pau de dentro da calça e colocou na boca, chupou de forma selvagem, ate ele gozar e escorrer seu leite quente pelo os cantos da boca, ele a colocou na mesa com a bunda pra cima, segurou sua cintura, colocou uma camisinha e deu uma só estocada, foi o bastante para Carla gozar feito uma louca, chorava de prazer, dizia que ela era puta dele, que ele fazia o que quisesse com ela, e que ela adorava ser comida por ele, logo ele tirou a camisa ficando só de calça, ela pegou a camisa dele e começou a beija, cheirar e lamber estava desesperada, dizia que queria ser puta do capitão, que amava o uniforme dele, ela pediu quase que implorando, ele colocar o quepe e meter com força, ele a chama de safada, de puta e quanto mais ele a xingava mais ela gozava, ela lambia os pelos grisalhos do peito do oficial como uma louca, logo depois se ajoelhou e tornou a chupa-lo recebendo mais uma carga de esperma quente na boca, ouvimos vozes, eu sair correndo de onde estava e eles se recomporão, logo Carla estava de volta com um sorriso feliz, me fazendo prometer que na próxima férias viríamos visitar a base naval, foi quando eu descobrir que a minha esposa adorava dá para homens fardados, eu queria ver os navios e ela os oficiais.

Marcos

Referência do Anúncio ID: CT-000026947

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  • Autor: marcos
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