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Eu, mamae e o sr Geraldo

  • Publicado em: 29 de maio de 2006 11:01
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Depois deu ter tirado o cuzinho de mamae, ficamos muito tempo sem transar pois meu pai não saia, ele estava evitando, sempre que tinha alguma coisa para resolver na cidade ele me mandava, isso me deixava puto da vida, percebia que minha mãe estava louca de vontade de transar comigo, não conseguia disfarçar, e sempre a noite ia no meu quarto e mamava no meu pau, e gozava só de ficar lambendo a perereca dela e enfiando o dedo, escorria em sua pernas, e quando eu gozava ela se ajeitava e ia, um dia desse ela foi quase amanhecendo e quando saímos do quarto meu pai já estava na cozinha, e perguntou o que ela fazia no meu quarto, ela ficou sem falar, eu entrei e disse que ela estava organizando minhas roupas na caixa, ele saiu calado com a cara ruim e foi subindo no pasto, ela me deu um beijo e me agradeceu por ter defendido ela, dei um abraço e falei no ouvido dela, que estava morrendo de saudades da perereca dela no meu pau, ela apertou o meu pau e disse quero te dar tudo, ate meu cuzinho estou com muita vontade tambem.

Meu pai logo chegou com o cavalo, arriou e disse que iria para cidade, logo já vi minha mãe mudar sua feição, ficando mais alegre, percebi que meu pai estranhou toda aquela disposição dela para ajudar a ele sair logo, passou alguns minutos ele saiu e ela me falou que ia para o córrego lavar roupa, demorei um pouco e sai para ir para o rio que estava com uma água bem limpa, estava fazendo muito calor naquele dia, e de longe percebi que ela estava apenas de saia e já tinha tirado a blusa ficando apenas de sutien e saia, fiquei por um tempo ate bom espiando ela a lavar roupa, admirando como ela era linda e gostosa, ela pegava minha cuecas e cheirava antes de jogar na água para lavar, uma delas eu tinha gozado ela pegou e passou a boca, aquilo me matava, ficava louco vendo aquilo e não resisti e cheguei perto, ela me vendo deixou toda a roupa e veio em minha direção, abaixou perto de mim a já abocanhou meu pau, mamava feito uma louca com força e rapidez, mamava o meu saco peludo, minhas bolas chega doía com tanta força que fazia, puxei ela pelo braço fazendo ela se levantar e abaixei seu sutien, mamei gostoso naquele peitos que eu adorava e fui tirando sua saia ela já estava sem calcinha, virei ela de quatro e comecei a chupar ela por traz subia minha língua por todo o seu requinho ela urrava de tesão, dava gritos altos, quando ia preparando para colocar o meu pau naquela vagina, já estava com ela na mira , minha mãe já estava toda de pernas abertas, olho para o barranco na beira do rio e vejo meu pai ali em cima do cavalo nos observando, meu pau começou a muchar, e ela me ordena a colocar rápido pois ela não agüentava mais a vontade, e sem pensar enfiei aquele pau, ela por si só rebolava e fazia todo o movimento, meu pai ficou quieto vendo aquilo, e de repente minha mãe da um grito……ai…ai….ai vou gozar,,,,,, ui…ui…ui…. e foi parando, reduzindo a velocidade e foi se levantando e quando olha e vê meu pai ela não sabia o que fazer, meu pai saiu calado em cima do cavalo e sumiu no pasto, ela ficou chorando muito tempo ali sentada comigo e dizia que agora tinha acabado tudo, que não sabia o que iria fazer se meu pai mandasse ela ir embora de casa, pedi calma mas juro que fiquei com medo também, pois ele ia me bater de mais por aquilo, decidimos juntar as roupas e ir embora para dentro de casa, ela não parava de chorar, chegando em casa vi que tinha dois cavalos amarrados na porta debaixo de uma arvore, entrei primeiro e vi que tinha visita e minha mãe já entrou pela porta dos fundos, era o seu Geraldo um fazendeiro com seus 57 anos, descendente de alemão, branco, alto, forte, peludo e grisalho morava em uma fazenda próxima da nossa, não muito próxima uns 12 km de distância, morava sozinho, pois os filhos dele tinha ido todos para cidade, se sentia muito só, disse baixinho para meu pai, minha égua é que sofre, os dois riram e eu apenas escutava aquilo sem entender sentado em um banco do outro lado, meu pai nem me olhava direito e falou em voz mais alta que era para minha mãe prepara o café para eles, minha mãe fez e levou na sala, quando chegou com o café seus olhos estavam inchados de tanto chorar, meu pai disse o que foi com vc??? Ela sem jeito disse que tinha sido marimbondo que tinha picado fiquei aliviado mas meu pai continuou, como foi isso, onde foi, foram muitos??? Ela disse que sim mas já estava passando a dor, meu pai pergunta onde este marimbondo picou, ela apontou por todo o corpo, ficando ainda mais sem graça, o sr. já cresceu o olho vendo ela apontar em direção ao seu corpo, parecia estar seco por uma mulher, e meu pai convidou ele para almoçar no outro dia com a gente, iria fazer uma galinhada na beira do rio…… ele topou…. depois ……

No outro dia o sr Geraldo chegou bem cedo, todo disposto para ajudar, limpou todas as galinhas, trouxe ate um litro de pinga, e quando era 10 horas fomos para o rio, ele ajudou minha mãe a montar o fogo, lavou o arroz, e meu pai só tomava banho e bebia, engraçado que fomos para o mesmo lugar que eu e minha mãe estava transando, mas depois ele foi tomar banho também, ia tomar banho de calça, mas meu pai disse que poderia ficar de cueca, que isso não tinha nada haver, ele tirou toda sua roupa, usava uma cueca meio folgada, ele era um sr peludo e já grisalho, e parecia ter uma rola imensa pois ficava marcando sua cueca, percebi que ele ficava mais próximo de minha mãe na cozinha ajudando ela, e seu pau não parecia estar quietinho dentro da cueca, quando ele observava ela d+ seu volume aumentava e ele disfarçava, meu pai foi se aproximando já estava embriagado e quando olho ele tira sua cueca e começa a fazer xixi na frente de minha mãe mas o sr Geraldo, e pergunta para o Geraldo é grande né? O seu Geraldo ficou todo sem jeito mas não respondeu, e meu pai disse aposto que o meu é maior que o seu, e não guardou sua, e ficou desafiando ele, andando com aquilo para cima e para baixo, falando que ele era fraco, já era velho e quando vejo sr Geraldo tomou um copo de pinga e tirou toda sua cueca colocando aquela geba toda para fora, minha mãe quando virou levou o maior susto vendo o tamanho da pica dele, grossa, cheia de veias,toda peluda, deixou o a vasilha cair com a galinha e ele foi ajudar ela a pegar, quando levantou sua pica já estava dura, era muito maior do que a do meu pai, meu pai sem graça, disse para minha mãe das duas qual era a que ela achava mais bonita, ela não respondeu, ele me chamou e pediu para tirar a minha, que da turma era a menor, tirei e ela estava mole, ele perguntou de novo qual das três é a mais gostosa, ela falou a sua meu amor, e o sr. Geraldo disse que não valeria aquela pergunta pois ela só tinha experimentado a dele, minha mãe não sabia onde enfiava a cara, e tentou sair do meio da roda, mas o sr Geraldo segurou ela pelo braço, era um cara forte e levou sua mão passando por seu peito peludo, minha mãe tentava tirar a mão mas ele não deixava ate chegar próximo do seu pau que já estava duro, pediu ela para pegar , ela não aceitou então ele fez ela segurar nele, ela tentava sair mais não dava, meu pai não fazia nada, ele fazia ela masturbar ele e com a outra mão na maior cara de pau desabotoa seu vestido tentando colocar seus seios para fora, dizia que ela deveria ficar semi nua também, pois todos nos estávamos, ela disse que não estava preparada, preparada como? Estava sem roupa de banho, ele disse que não tinha problema pois considerava ela como uma filha, e ela poderia ficar a vontade ali, e foi desabotoando o vestido todo dela, ela agora masturbava ele sozinha, quando tirou seu vestido ficou olhando e dizendo que ela era linda, que nunca tinha visto um corpo tão lindo daqueles mas que considerava muito minha família muito…. mesmo, minha mãe movimentava com velocidade seu pau com as duas mãos agora e ele começou a apertar seus seios, minha mãe não importava vendo aquilo meu pai já estava ficando com o pau duro e eu também, , ele passa a mão pelo corpo dela caminha em direção a sua perereca, massageando ela toda e depois tira seu sutien fazendo aqueles seios enormes pularem para fora, e coloca a mão neles e aperta, ela já gemia, ele fazia dela o que quisesse, disse que era delicioso o cheiro dela, tinha tempo de mais que não sentia aquele cheiro e falou que queria que ela fizesse ele gozar,implorou a ela, dizendo minha filha faz este velho gozar, tem tempo que uma mulher não pega neste pau, e passou uns minutos ele gozou na barriga de minha mãe, ele gemia….. urrava….muita porra escorreu passando pelo seu umbigo ate chegar no tecido da calcinha, minha mãe o soltou e quando olhou meu pai e eu estava de pau duro ela viu e saiu e foi para o riu se limpar para terminar o almoço, voltou toda molhada podendo ver aquela tocha preta por cima da calcinha amarela clara. Todos almoçamos e meu pai terminou primeiro e foi tirar uma soneca debaixo de uma arvore, pois já estava pra lá de bagdar, o sr Geraldo ficou conversando comigo enquanto minha mãe arrumava as vasilhas para lavar, ele pelado ali do meu lado, e não parava de olhar minha mãe, e quando ela foi pegar as vasilhas para levar para o rio ele levantou e foi ajudar, chegando perto disse a ela que queria sobremesa colocando a mão na perereca dela, ela saiu e foi para o rio com as vasilhas, ele acompanhou e chagando no rio quando ela colocou as vasilhas no chão ele a pegou e tirou seu sutien, já estava de pau duro e puxou ela para uma matinha que tinha na beirada do poço foi atrás e quando vejo ela estava mamando ela toda, enfiava a língua com tanta sede na perereca dela que ela urrava, estava doida, via ela virando o olho, cheguei perto deles ela nem me via, ele deu o pau para ela mamar e ela colocou tudo na boca, mal cabia aquele mastro, mas ela forçava a entrar, tentando colocar tudo, quando estava todo melado com sua baba ele a levantou no seus braços fazendo ela transar as pernas dela acima da sua cintura, ficando com os seios na cara dele, ela esfregava eles com força, beijando ele na boca, e ele a segurava pela bundona dela, fazendo ela abrir tudo, ela foi descendo bem devagar e quando vejo já estava encostando no seu pau, vi ele se ajeitar e colocar o pau, foi com muita dificuldade que entrou, minha mãe berrava, gritava de dor, muito mais quando eu tirei o seu rabinho e ele a segurava, como era forte o velho transava com ela no colo e em pé, ate que ele gozou e foi deitando os dois no chão, quando tirou seu pau estava todo sujo de sangue, a perereca dela minava sangue com porra, os dois ficaram deitados no chão ela acariciando o peito dele, agarradinhos, depois de um tempo e eu vendo aquilo de pau duro, os dois no chão jogados, sujos, ele se levanta e fala que quer de novo mostrando o pau duro para ela, ela fala que não da conta mais, pois esta toda dolorida, ela fala quero gozar de novo e me chama, faz nos dois agora, ela agarra nossos paus e começa a se masturbar logo gozei no seu pescoço, escorrendo pelos seus seios ele continuou e disse que queria gozar na garganta dela, ela não queria pois estava todo sujo de sangue, mas ele levou sua cabeça ate próximo do seu pau, fazendo ela abrir a boca e enterrando a geba dele tudo dentro da boca dela, ele mesmo fazia os movimentos segurando ela pelos cabelos, foi assim ate que gozou na boca dela, vi apenas um pouquinho derramando pois ele disse a ela para engolir tudo…. ficaram prostados ali no chão, minha mãe deitada por cima dele abraçados, pelados, depois de um tempo se levantaram e foram tomar banhos juntos…. feliz… minha mãe estava alegre e disse que ele tinha acabado com ela….. meu pai nem acordou, só depois de muito tempo que já estavam todos de roupas e sentados converçando…

Referência do Anúncio ID: CT-000029880

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