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Eu, minha mulher e meus filhos (2)

  • Publicado em: 16 de julho de 2015 11:01
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Escritos por: adscps

Leia, antes, o conto 14630 (inicio).

Eu cavalgava o pau do Artur, como disse no final do conto 14630, e o prazer que sentia, e também proporcionava a ele, era maravilhoso e tive que tapar minha boca pra não gritar de tanto gozo mas o meu menino, atraz de mim, apertando os meus peitos, suspirava de tesão e me dizia, bem baixinho, no ouvido que eu tinha a buceta mais gostosa do mundo. Isso triplicou o meu tesão pois se não bastasse a sensação de ter dentro de mim a enorme pica do Artur, saber que meu proprio filho estava se deliciando comendo a minha buceta me dava uma sensação de prazer absoluto. Foi uma tremenda sorte de nós dois não ter aparecido ninguem, mais, no mesanino do cinema, pois se assim fosse nos teria pego na maior transa pois a gente se esqueceu de tudo mais e nos entregamos ao prazer que aquela relação, incestuosa, nos estava proporcionando. Aquela pica é deliciosa pela sua rigidez, tamanho e por sua grossura me dava uma sensação de total preenchimento o que me deixava ainda com mais vontade de continuar me entregando ao meu filho. Quando êle não resistiu mais e começou a gozar adoidado eu parei de cavalgá-lo e, com o pau enfiado até o fim, sentí seus jatos quentes de gozo inundando o meu útero e com apertos, tremendos, de toda a musculatura de minha buceta, eu suguei todo o seu gozo e ficamos parados por uns minutos e eu me levantei, calmamente, com todo cuidado pra não manchar a calça do Artur e ageitei a minha calcinha, fechei o ziper para o meu filho e me sentei pra recuperar as minhas forças. Artur estava com os olhos parados, fixos no infinito, semblante calmo, cara de felicidade e para chamá-lo, de novo, a realidade, eu passei minha mão sôbre a sua coxa e fiquei alizando calmamente e, pasmem, notei que êle estava, ainda, com o pau duro e fazendo aquele volume enorme dentro da roupa. Não resisti e apalpei sua pica, de novo, e êle, prontamente, botou o pau pra fora e eu ví, com enorme tesão, que ainda não estava satisfeita e queria ser penetrada novamente pelo Artur. Êle falou baixinho que queria mais e me enlouqueceu, de novo, o furor uterino e eu mandei êle guardar a pica, segurei na mão dêle e chamei pra sairmos do cinema e logo que entramos no carro e eu sai do estacionamente êle botou a mão, todinha, sôbre a minha buceta enquanto eu dirigia e me tirava quase toda a concentração pra levar o carro. Eu procurei abrir as bernas e senti sua mão afastar a calcinha para um lado e começar a me bolinar com todo carinho me fazendo quase morrer de prazer e sem resistir eu parei, derrepente, o carro e tirei totalmente a calcinha e nos mudando pro banco de traz começamos ai, a tirar toda a roupa e me deitando de costas abri bem as pernas e dobrei-as (como um frango assado) e meu filho me montou e enfiou, logo, a pica na minha buceta e foi até o fundo, com força e prazer. Eu só sentia prazer e dava prazer, nada mais me importava naquele momento e, por muito tempo, fui fodida como nunca havia sido por meu marido. Meu filho me fodeu tanto que me deixou com a buceta toda inchada e êle, como não podia deixar de ser, ficou com o pau todo esfolado mas nós realizamos o nosso desejo naquela noite.
Túlio/Marta e Artur e Sonia:
Falamos abertamente, entre nós, daquelas experiências e isso fez com que sexo, depois disso, não fosse mais taboo na nossa familia e tanto eu Túlio e Sonia, como a Marta e o Artur continuamos a fazer amor sempre que dava vontade mas depois, eu e Marta, ficamos sabendo, contado por êles, que Artur e Sonia também estavam fazendo amor.
Sonia e Artur:
Depois que a mamãe contou, em detalhes, o que aconteceu entre ela e o Artur eu fiquei morrendo de tesão pra esperimentar, também, a pica do meu irmão. Várias vêzes me escondi pra poder ver êles dois transando e sempre ficava toda melada de tesão e embora papai sempre me fodesse bem gostoso eu queria sentir o Artur me enfiando aquele pau lindo e gostoso e por muito tempo eu acalentava essa ideia. Um dia minha mãe chegou perto de mim e me falou bem direto: Eu estou notando que você está com tesão por seu irmão; eu falei a verdade pra ela e mamãe prometeu que iria me proporcionar êsse prazer. Ela, no dia seguinte, me chamou pra conversar e sorrindo disse que estava tudo arrumado para aquela noite e que armou tudo com papai, que ficou sabendo por ela, e iria fingir que sairia comigo e voltariam logo depois. Ela mandeu o Artur pro quarto e disse que logo iria e que nessa noite ela queria ser fudida no escuro e que eles deveriamos ficar totalmente em silencio pois, como desculpa, ela achava que tinha algum vizinho os vigiando. Êle fez como ela pedíu e passados alguns minutos eu voltei com meu pai, minha mãe tirou toda a minha roupa, na presença de papai também, e me mandou ir ao encontro do Artur. Meu tesão era tão grande que meu suco vaginal escorria pela minha coxa e isso despertou o tesão de papai que me sugou a bucetinha me deixando ainda mais tesuda pro meu irmão. Percorri a distancia da sala até o quarto cambaleando, morrendo de desejo e com uma ansiedade louca, no escuro do corredor, achei a porta entre-aberta e entrando tateei até a cama e senti a mão do Artur na minha coxa me fazendo sentir um choque de emoção. Êle me puxou pro seu lado e foi logo me cobrindo com seu corpo e sua boca, sedenta, me sugou um peitinho enquanto sua mão me massageava no outro e isso, alem de me deixar ainda com mais tesão, fez com que eu, anciosa, segurasse na pica dele e de imediato a colocasse na entrada da minha bucetinha. Êle entendeu a minha anciedade e com movimentos fortes foi me enfiando aquele pau poderoso que me fazia morrer de vontade de foder com êle. Fui penetrada até o fundo da minha buceta meladinha, lisa, quente, apertada, pulsante e deliciosa. Eu estava realizando um dos meus desejos mais profundos e aquela noite foi pra não se esquecer jamais; foi tão maravilhosa que nós não queriamos parar e eu queria que o Artur soubesse que estava era comigo e não com a mamãe e cheia de coragem liguei a luz do abajour para que êle pudesse me ver e quando olhei pra êle recebí um doce beijo na boca e ouvi a fraze mais maravilhosa do mundo: Eu te amo maninha. Me senti a mulher mais feliz do mundo e passamos alguns minutos em silencio e deu pra ouvir os gemidos de mamãe, no quarto ao lado, na maior fodelancia com o meu pai. Depois ficamos sabendo que êles não aguentaram o tesão de constatar que seus filhos estavam no quarto ao lado fazendo amor e que êles, seus pais, tinham incentivado tudo aquilo. O relacionamento entre nós, em familia, não mudou nada e tanto papai transava comigo e mamãe, como o Artur com a mamãe e comigo.
A familia na cama:
Um dia eu e o Artur saimos pra uma festinha e voltamos, talvez mais sedo, e como entramos sem fazer muito barulho ouvimos aqueles gemidos de gozo da mamãe, sendo fodida pelo papai, e isso fez a mim e ao mano ficarmos cheio de tesão e começamos, ali mesmo na sala, a nos beijarmos e nos tocarmos, cheio de prazer e tirando totalmente as nossas roupas, de mãos dadas, resolvemos que era a hora de nós participarmos daquela “festa” dos coroas e chegando à porta do quarto, encontrando-a já aberta, fomos entrando e na penumbra do abajour aceso fomos recebidos com um enorme sorriso pelos nossos pais. Nos deitamos ao lado dêles e êles continuaram a fazer o que já estavam fazendo: papai estava enfiando e tirando a pica na buceta da mãe e ficamos, nós também, com vontade de fazer o mesmo e, alí, bem do lado dêles nós começamos a transar loucamente, olhando pra êles e sentindo um prazer dobrado. Em dado momento papai saiu de cima da mãe e pediu para trocar de lugar com o Artur e deitando em cima de mim começou a me comer a buceta na maior loucura provocando desejos na mamãe que escancarou a buceta pro Artur que foi, também, logo enfiando nela a pica ainda toda melada do suco da minha buceta que se deliciava com as estocadas do papai. Nunca meu pai tinha me fodido com tanto vigor como naquela noite e eu senti, mais uma vez, seu pau ir inchando, crescendo, me preenchendo totalmente por dentro e latejando me encher com sua porra quente e deliciosa me fazendo urrar de prazer incontido e com minha bucetinha se contraindo em espasmos de gozo eu senti a pica do papai murchando e saindo de dentro de mim e louca, mesmo, pelo desejo insatisfeito, pedi a mamãe que mandasse o Artur me foder, naquela hora, porque se não eu morreria de desejo. Ela sorriu e disse que me emprestava êle por alguns minutos. Quando êle me enfiou a pica, bem fundo, eu comecei a sentir uma onda de prazer, absoluto, que saia lá de dentro da minha bucetinha e subia pelo meu corpo todo suado, tilintava nos meus peitinhos e abrasava todo o meu ser. Minha mãe me socorreu beijando minha boca, apertando meus biquinhos dos seios e coladinha em mim me viu desfalecer de prazer. Quando voltei a mim eu pude ver a minha mãe, ali do meu lado, deitada atravessada na cama, de barriga para baixo, chupando a pica do papai e gemendo de prazer sendo penetrada, por traz, na buceta pela picona do meu irmão. Vi os dois, por longo tempo, saciarem todos os desejos dela e quando êles não aguentaram mais de tanto foder se deitaram do lado dela e meu e, trocando carinhos, nos pegamos no sono, pelados como estavamos. Foi uma experiencia que nós repetimos sempre que podemos. Ela já passou diversas noites transando com papai e o Artur, se revezando, até que êles não aguentassem mais satisfaze-la e dormiam. Eu morria de inveja dela mas nessa semana, no sabado, ela foi a uma festa com as amigas e me disse que, já que queria tanto, poderia realizar a minha fantazia e ficar com o pai e o irmão a noite toda. Eu acabei com os dois, que me fodiam alternadamente na buceta e era maravilhoso saber que quando um tirava a pica o outro já estava de pau duro pra continuar a me foder. O papai deu três e pediu arrego mas o Artur que foi quem começou deu quatro e na ultima demorou quase uma hora metendo sem gozar. Minha buceta escorria porra pra todo lado de tão cheinha que estava e quando Artur gozou, na quarta vez, êle empurrou a pica com tanta vontade que a cabeça se prensou contra o meu útero e eu na maior contração na minha buceta o prendi pelo pau, todinho dentro de mim e fiquei gozando mansamente até adormecer.

escrito em
Enviado: 30 de maio de 2003 21:00

Referência do Anúncio ID: 57255a5ad17b227d

Uma Comentário para “Eu, minha mulher e meus filhos (2)”

  1. Que Familia mais gostosa e sem Tabus. Adorei o vosso relacionamento, quando a tesso aperta tudo vale. MARAVILHOSO CONTO.

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