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Exploração

  • Publicado em: 7 de maio de 2014 12:53
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Chegados ao quarto, despimo-nos e corremos para a cama mas desta feita minhas primas estavam mais interessadas em saber o que havia em casa de Teresa e como era lá. Empurrei Léla para baixo dizendo ‘lambe e trata bem do pequeno, pois eu vou falar e você pode mamar enquanto ouve’ ela riu e meteu mãos (e boca) à obra, enquanto Carla me lambia os mamilos e ia variando chupando o cuzinho da irmã. Descrevi com muito pormenor os adereços, despertando nelas e em mim um tesão fantástico pois a imaginação de cada um trabalhava veloz, mas as chupadas de Léla interromperam a conversa ‘mama Lélinha, mete esse pauzão na tua boca, mete ele no meio das mamas também, siiim, isso, mexe essas mamocas’, ‘vem-te no meu peitinho’ dizia’ah! caralho roludo, cospe, deita teu leitinho, hmmmm’ com a língua fazia miminhos no buraquinho do meu pau levando-me à loucura. ‘Lambe putinha, lambe, se esfrega, vai, porra, estou-me a vir, aahh! e logo a porra em jactos lhe bateu no queixo escorrendo pelo pescoço melando as mamas e o meu abdómen. Carla entretanto já subia por mim acima com a boca cheia do sumo que Léla havia descarregado e assim eu bebia também o sumo,daquela pachacha toda húmida. Virei-a de costas e meti minha cabeça no seu cu arrancando-lhe um grito reclamando ‘Edu, ainda dói, tem pena’, Léla levantou-se e mandou ‘se lhe dói enterra esse nabo no meu cuzinho’ e dito isto deixasse cair em cima da minha piça ainda mole aleijando minhas bolas. ‘Porra, vai devagar. Carlinha chupe e ponha meu pau novo, pois o cu da tua irmã vai faturar feio.’ Mal senti a dureza voltar, enfiei no cu de Léla que gritou e esperneou chamando-me tarado. Mas foi encostando a bunda e pedindo mais. Carla se meteu por baixo de nós que estávamos de joelhos e lambia meu cuzinho e minhas bolas. Ao fim de algum tempo agarrado às mamocas de Léla, vim-me novamente e Carlinha limpou meu pau com sua boca e recebeu a porra que saía do cu da irmã.
Léla massajava o cu dorido e limpava a chana húmida com um pano.
Cansados, adormecemos enroscados uns nos outros, todos melados deixando no ar o cheiro doce de sexo.
Na manhã seguinte, como era Domingo, depois do pequeno almoço fomos todos tratar da tia, dar-lhe banho numa tremenda algazarra, divertidos e malandrecos. A tia, ao princípio ainda refilou, mas logo se juntou como pode, e na confusão de mamas, pitos, bocas e línguas só se sabia que o pau e as bolas eram meus de resto tudo que vinha à rede era peixe. Era quase um bacanal safado e só Daniela se mantinha um pouco reticente. Tinha de continuar sua educação disse para mim mesmo.
Depois do banho, eu e minhas duas primas rumámos à casa de Teresa para começar nossa exploração que nos ia abrir novos horizontes.
Entrados elas começaram a pegar em tudo, imaginando o que poderiam fazer. Desde meter velas na buraqueira, serem açoitadas, amarradas, penduradas ou açoitar, bater, enfiar no cu de homens, torcer apertar, eu sei lá. Muito havia a aprender. Na mala dos vibradores Léla deu com um enorme, com para aí cinquenta cm de comprimento e dez de largura, tentando elas enfiá-lo sem hipótese alguma. Num armário, descobri centenas de fotografias e alguns livros. Muita daquela gente era totalmente desconhecida, mas tivemos algumas surpresas. Meu tio, Jaime e Teresa apareciam em bastantes, mas também o médico, um dos advogados da vila, o padeiro, o dono do armazém onde eu fora às compras, um taxista. Vimos que a bureta da Teresa encaixava uma mão até ao pulso, que meu tio metia um taco de bilhar no cu, o Jaime era enrabado pelo meu tio e chupava o médico, gostava de ser chicoteado, etc.
As meninas decidiram tirar dois vibradores médios que experimentaram nas suas cricas, dois pares de algemas acolchoadas, umas bolas tailandesas e uns cremes anais.
Demos uma volta pela masmorra, e eu decidi dar-lhes umas pancadas com uma palmatória. Enquanto Carlinha gritou à primeira e não quis mais, Léla, pelo contrário aguentou bem até ficar com o bumbum vermelho e quente. Quando lhe pus a mão na rata vi que estava molhada e queria foder. Fiz-lhe a vontade. Deitei-a na cama da Teresa e enquanto a penetrava meti-lhe um consolo no cuzinho. Gritou surpresa, contorceu-se como,uma cobra e veio-se violentamente de maneira que parecia que estava a foder um poço cheio de mel. Vim-me também copiosamente enquanto Carlinha, de consolo enfiado no cu aguardava sua vez. Tive de esforçar-me batendo uma, pois Léla parecia desfalecida e eu tinha de entesar. Repeti a dose com a minha futura e gostei ainda mais, pois a sua xota parecia massajar meu pau enquanto ele estava lá dentro. Sensação boa demais. Parecia até que o seu coninho me batia o que eu passei a chamar de punheta de cona. Como ela fazia isso, ainda hoje é um mistério para mim.
Saímos dali consolados e apetrechados para novas experiências.
O que é que mais iria acontecer?!

Continua Aprendizado

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Informações deste Autor

  • Autor: satat
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