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Familia Feliz

  • Publicado em: 16 de julho de 2015 11:06
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Escritos por: Nando Salvador

Meu nome é Linda e essa é a história da minha vida e de como viramos uma família fora do normal.
Éramos uma família estável até a morte de meu pai, quando eu tinha 18. A partir daí, eu, minha mãe e meu irmão mais novo perdemos muito do nosso padrão de vida, pois meu pai não tinha emprego comprovado e não deixou nenhuma pensão. As coisas apertaram e minha mãe era a única quem trabalhava e com um salário bem modesto. Ela tinha trinta e três anos e era muito bonita, com um corpo admirável, pois me teve com 18 anos quando acabou casando com meu pai e depois o Rafael, que hoje está com 18.
Com isso eu tive que tomar conta do Rafa para minha mãe trabalhar e acabamos nos mudando do nosso bairro para o subúrbio, onde as casas eram mais baratas.
Assim eu passava um bom tempo em casa durante o dia e estudava a noite. Rafa como todo menino estudava pela manhã e a tarde saía para brincar enquanto eu estudava e fazia as tarefas domésticas. Como apesar das tarefas, eu tinha tempo livre, ficava um bom tempo na internet e, por curiosidade, entrava nos sites de pornografia. Acabei me viciando em ver vídeos de todos os tipos, como: mulher com mulher, com homem, vários homens, com animais e tudo mais. Ficava imaginando como aquelas mulheres conseguiam fazer aquilo, mas, ao mesmo tempo ficava fascinada e excitada ao ponto de me masturbar seguidamente, já que nunca tinha tido namorado dadas as circunstâncias. Como ainda era virgem, fiquei com medo de introduzir algo na minha vagina e acabei durante a masturbação enfiando o cabo da escova no meu cu. O prazer se tornou maior e comecei a tentar outras coisas como: cenoura, pepino e até um cabo de vassoura. Claro que era o meu segredo, pois quando eu terminava, apagava todo o histórico do computador.
Certo dia eu estava tomando banho no chuveiro do banheiro do fundo quando ouvi um barulho. Enrolei-me na toalha e abri a porta, encontrando meu irmão sentado. Perguntei se queria alguma coisa e depois da sua negativa, voltei ao meu banho. Depois deste dia isso passou a ser freqüente e toda vez que eu ia tomar banho ele estava lá, mas era só eu me enrolar e abrir a porta que ele estava lá sentado. Um dia, enquanto estava no banho uma telha quebrou e um rapaz negro ficou pendurado tentando se agarrar nas madeiras. Saí do banho enrolada e vi meu irmão sentado do lado de fora e mais dois rapazes tentando ajudar o outro que ainda estava pendurado. Gritei com todos e eles correram, só ficando o meu irmão. Eu estava possessa e gritei com ele que começou a chorar. Entrei em casa, troquei de roupa e vim conversar com ele, agora que eu já havia me acalmado um pouco. Falei que aquilo não estava certo e perguntei o porquê de ele estar trazendo os amigos para me verem nua quando eu era a irmã dele. Rafa chorando me disse que os meninos o obrigaram a fazer isso dizendo que se ele não deixasse, eles iriam dar-lhe uma surra. Como eu estava com raiva, ainda disse que ele era um covarde e que eu ia contar tudo para minha mãe. Rafael entrou no quarto e chorou bastante. Antes de eu sair para escola, fui ao quarto dele e disse que isso não deveria acontecer mais e que se ele prometesse, eu não falaria com nossa mãe. Dito isso deixei para lá e fui para o colégio. Nos dias seguintes vi que o Rafa, não estava querendo sair de casa e falei para ele ir jogar bola com os amigos e que esquecesse o acontecido. Uma hora depois o Rafa apareceu com o rosto inchado e a boca sangrando. Perguntei o que tinha acontecido e ele falou que tinha caído, mas vi que as pancadas não eram de queda e sim de alguém espancado. Pressionei até que ele contou a verdade, falando que como ele não deixou os garotos vir me olhar, acabou apanhando. Revoltei-me e saí à procura dos moleques.
Encontrei-os jogando bola em uma rua de trás e quando cheguei, eles pararam de jogar. Havia uns dez garotos entre quinze a 18 anos, todos graúdos e na maioria negros. Dirigi-me a eles e falei. – Vocês bateram em meu irmão, seus covardes. Eu devia chamar a policia e se isso acontecer de novo, eu vou chamar, estão me ouvindo? Já ia me virando para ir embora, quando ouvi um deles falar. Se você não cooperar com a gente, seu irmão não vai mais sair de casa ou toda vez que ele sair vai tomar uma surra. Quem manda ter uma irmã tão gostosa. Xinguei eles e fui para casa. Fiz curativo no Rafa e ele me pediu para não contar para mamãe. Assim eu deixei para lá e não falei nada, mas a partir deste dia o Rafa não botava o pé na rua. Chamei-o para sair comigo, mas nada. Até minha mãe começou a perguntar o que estava acontecendo com ele, que só vivia triste. No seu aniversário vieram somente dois amigos da escola e, como eu estava sem dinheiro, falei que daria o presente depois e ele então me falou: – Mana eu posso te pedir um presente que não tem nada com dinheiro? – Claro eu respondi. Rafa então meio que gaguejando me falou: – O que eu queria mais era voltar a jogar bola com os meninos daqui, mas não posso. Você deixaria trazer pelo menos uns três meninos para te olhar, que por certo eles voltariam a me deixar jogar. Fiquei indignada com o pedido e disse que isso eu não faria nunca. Rafa saiu quieto e foi para o seu quarto. Aquilo ficou na minha cabeça e eu não sabia como ajudá-lo. Mas uns dias se passaram e ele do mesmo jeito dentro de casa. Um dia quando saí do banho e estava no quarto, nua, fiquei me observando. Vi a minha pele muito branca por tomar pouco sol, meus seios médios e arredondados, minhas pernas grossas e minha bunda arrebitada. Eu realmente fazia jus ao nome Linda. Pensei que com a vida que levava não tinha namorados e só quem já tinha me visto nua eram aqueles moleques. Pensei então neles me olhando e fui sentindo um fogo dentro de mim e me fantasiei como as mulheres da internet. Imediatamente me vesti e saí do quarto tentando mudar meus pensamentos. Como não tinha aula nesta noite, fiquei em casa assistindo televisão com minha mãe enquanto o Rafa jogava no Playstation. Pude ver que eu havia puxado a beleza da minha mãe que tinhas as pernas e a bunda, tão firmes e grossas como a minha. Quando fui para o meu quarto, passei pelo do Rafa e ele estava deitado olhando para o alto. Entrei para falar com ele e sem querer falei. – Tá bom Rafa! Pode trazer seus amigos tarados para me olharem, mas uma vez só, e nada de subirem nos telhados que, além de perigoso, ainda pode dar prejuízo, quebrando as telhas. Rafa deu um pulo da cama e me abraçou forte, agradecendo. Saí do meu quarto e fui dormir. Fiquei pensando em tudo e perdi o sono. No outro dia à tarde quando o Rafa chegou da escola, já foi mudando de roupa e ia saindo quando eu o chamei e falei. Você vai trazer os meninos e falar que é só desta vez. Quando chegarem, venham até a janela do meu quarto que eu vou deixar um pouco aberta. Vocês olham dali que não tem perigo e vou fazer de conta que não sei de nada. Vou tomar banho e ficar aqui esperando. Rafa saiu igual a um foguete e eu, fui tomar banho. Estava toda tremendo e um calor estranho percorria meu corpo. Vi que os meus pêlos estavam grandes e aparei-os com a tesoura e pegando o barbeador fiz o decote e a lateral deixando só um pequeno monte de pelos acima da vagina. Quando terminei não me entendi porque eu estava fazendo aquilo. Pura vaidade, eu pensei! Fui para o quarto enrolada na toalha e olhei para janela, não encontrando ninguém. Abri a cortina e olhei para varanda e nada. Fiquei decepcionada e aquilo me deu raiva. Depois de tudo que eu tinha feito e eles não vieram. Já ia me vesti quando ouvi um ruído no portão. Comecei a tremer novamente e fui até a sala, para olhar. Rafa estava entrando com quatro amigos e eu corri para o banheiro. Tranquei-me e fiquei sentada tremendo. Quando levantei senti algo escorrendo em minha perna e pensei que eu tinha menstruado. Passei a mão e vi apenas um liquido incolor e, então, percebi o quanto estava excitada. Fui para o quarto e na entrada pude ver as cabeças na janela. Eu havia antes aberto a cortina toda para ver se vinha alguém e tinha me esquecido de fechar pelo menos uma parte, mas agora era tarde. Ainda enrolada fui ao armário e peguei umas roupas, imaginando como eu iria fazer, até que vi o hidratante e apanhei-o. Fechei o armário e joguei as roupas em cima da cama. Desenrolei a toalha deixando-a cair e fiquei completamente nua de costas para janela. Peguei então o hidratante e comecei a passar em meu corpo. Parecia que eu estava tomando choques elétricos quando deslizava o creme em minha pele. Sabia que eles estavam vendo a minha bunda toda e aos poucos fui virando de frente e passando o creme nos meus seios. Agora eles já me viam completa e quanto mais eu me alisava, mais um fogo subia dentro de mim. Tornei a me virar e comecei a passar o creme nas pernas apenas abaixando o corpo. A visão com certeza era total da minha boceta e meu cuzinho. Depois levantei o corpo e me virando, sentei na cama. Tentei pegar a calcinha para vestir, mas algo dentro de mim queria continuar a se mostrar. Então deitei na cama e levantei as pernas, abrindo-as. Minha boceta estava exposta aqueles tarados e eu a sentia escorrer o meu tesão. Não aguentando passei o creme na boceta e passei a esfregar a mão por toda ela. Imediatamente comecei a gozar, tentando abafar meus gemidos. Era um gozo atrás do outro e eu não parava de esfregar. No último gozo mais forte eu relaxei na cama e fiquei um tempo com os olhos fechados. Quando abri e olhei na janela, vi as cabeças ainda lá, me olhando. Levantei-me, vesti a calcinha e depois um vestido leve sobre o corpo. Penteei-me e sai do quarto. Vi então a movimentação do pessoal saindo pelo portão. Duas horas depois o Rafa voltou todo alegre. Quando me viu ficou alguns minutos, calado e depois veio até mim. – Obrigado, mana! Eles me deixaram jogar e era tudo que eu queria. Aquilo me reconfortou como se tudo que eu havia sentido fosse em prol de uma causa maior. Ainda assim eu fiquei curiosa e perguntei ao Rafa. -Você também olhou? E ele respondeu que não, que havia ficado somente olhando os meninos. Voltei a perguntar. E eles comentaram alguma coisa? Rafa ficou calado e então eu falei. –Pode falar, não fique com medo, pois o pior já passou. Rafa então olhou nos meus olhos e disse. Eles falaram que você é a mulher mais gostosa do mundo e falaram que sua boceta era uma delicia. Todos se masturbaram enquanto você trocava de roupa. Fiquei olhando para o Rafa que falava aquilo com orgulho e acabei perguntando: – Você viu, eles se masturbando? Como eram os paus deles? Quando acabei de perguntar, não acreditei que eu tinha falado aquilo. Rafa me olhou e falou: – O do Rogério era o maior. Preto, grosso e com a cabeça vermelha. Ele gozou duas vezes e acabou melando a parede toda. Os outros eram menores, mas bem maiores do que eu já tinha visto. Com isso eu encerrei a conversa e quando ia saindo o Rafa me falou: – Mana eles querem ver de novo. Ficaram doidinhos me falando como é que faríamos para te ver. Eu me virei séria para o Rafa e falei: – Eu te disse que era somente essa vez, não foi? Rafa respondeu: – Eu sei, mas é que eles estavam tão insistentes que eu acabei concordando em trazê-los amanhã. – Amanhã? eu falei. – Isso agora vai virar festa é? Não senhor, pode ir se esquecendo que eu não vou ficar me mostrando direto para esses moleques não. Rafa então falou: – Ô mana faz mais uma vez vai, eu prometo que é só essa vez e pronto. Olhei para ele séria e disse: – Vou pensar! Depois te digo.

escrito em
Enviado: 21 de abril de 2011 17:17

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