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FANTASIA REALIZADA

  • Publicado em: 24 de agosto de 2002 08:06
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Fui estudar fora de minha cidade, a melhor Universidade do país. Apesar de ainda não gostar de Matemática, tive uma ótima média e excelente colocação no Vestibular. Os meus pais alugaram um apartamento num elegante bairro, uma rua aprazível e todas as janelas do imóvel davam para a rua, que era tranqüila e com muitas árvores. Estava feliz de lá estar. Os proprietários o alugavam apenas para um estudante e o apartamento era todo equipado, com todas as facilidades. Era pequeno e aconchegante. Sala, quarto com uma ótima cama de casal, banheiro, cozinha e área de serviço. Adoro sexo e não consigo ficar sem ele. O namorado estava longe e impossível encontrar-nos todas as vezes que um tinha tesão. Fazíamos sexo por telefone, aliviava, mas depois vinha aquela vontade novamente de estar com alguém, de sentir o calor de um corpo, de um amasso gostoso, sentir o cheiro de sexo. Para atingir o prazer nem é preciso que haja a penetração e isto aprendi depois com as minhas transas. Estava um mês e meio sem ver um moranguinho e não agüentava mais usar as minhas mãos, queria mãos másculas, que me pegassem de jeito, que me agarrassem, que me jogassem na cama e que carinhos fizessem em todo o meu corpo. Tenho muitas fantasias e a que mais estava me perseguindo era a de transar com um negro. Tinha altos orgasmos quando me masturbava pensando em ser fodida por um. Sorte da atriz Lucélia Santos que no filme “Bonitinha, mas Ordinária” teve tantos para satisfazê-la e eu, não tinha nenhum. Levantava cedo para ir à Universidade e pegava dois ônibus. Dependendo do horário, o primeiro parecia uma lata de sardinha. Quando o ônibus chegava no ponto próximo à minha casa, houve vezes em que pensei desistir e esperar por outro da mesma linha. Como dizia a propaganda de um desodorante: “Se usa Rexona, sempre cabe mais um!”. Os homens ao verem uma mulher ficavam como moscas num doce. Notava como me olhavam, desejosos, a língua se movimentando dentro da boca, assobios, perfeitos tarados. E as mãos, gente. Um passava a mão nas minhas pernas, um pedido de desculpas, outra com uma mão mais ousada, passava na bunda, outro pedido de desculpas. Não era raro em quase todo trajeto até a linha do segundo ônibus sentir um pau se esfregando na minha bunda. Durante o trajeto, a respiração de alguém no mês pescoço e nas freadas bruscas, por ser safadinha, empinava mais a bundinha e o atrito era maior e o prazer também. Na segunda linha, conseguia ir sentada, porém o trajeto era menor. Foi neste que conheci um negro forte, alto nos seus 1,90m, com traços bonitos da raça, uma mistura de Viola, jogador do Santos, com Michael Jordan, o famoso jogador de basquete, cheiroso – sempre que entrava trazia um perfume de colônia barata, lembrando alfazema -, que se misturava aos fedores de tantos que não tinham o mesmo asseio. Deveria ser mecânico porque estava sempre com um macacão. Quando entrava, a minha amiguinha inseparável começava a latejar e loucuras imaginava. Quinze dias vendo aquele machão, desejando-o, sonhando em ser fodida por ele, precisava ajudar a minha amiguinha, a bocetinha. Criei coragem para falar. – Você é mecânico? Perguntei. – Não, sou bombeiro! Respondeu e sorriu. Que dentes lindos tinha o meu negão. – Que ótimo! Estou com um problema na torneira da cozinha e não sei como resolver. Estou há pouco tempo na cidade, não conheço ninguém, será que não teria um tempo para dar uma olhadinha? Ataquei. – Qual o bairro? Perguntou olhando-me de cima a baixo. Respondi e lhe fiz outra pergunta. – Qual o teu nome? Colocando todo o meu charme para fora e retribuindo o sorriso. – Josué é o meu nome. Amanhã, posso ir. Virando-se totalmente para mim. – Humm… Amanhã é sexta e estudo o dia inteiro. Poderia ir no sábado? Além da torneira tem outros serviços a fazer. Apartamento antigo sabe como é, sempre aparece um probleminha. A Universidade se aproximava e comecei a anotar o telefone e endereço da minha casa numa folha de caderno. – Sábado pela manhã por volta das 8h, tudo bem? E eu iria dizer não? Estava perfeito. Em dois dias, possivelmente, iria realizar a minha fantasia. – Aqui está o meu telefone de contato. Se não puder ir me avise. E saí. Ele gritou do ônibus: – Qual o teu nome, dona? Nervosa, nem tinha dito o nome, gritei: Safira! E baixinho completei: na cama todos me chamam de Safada… Chegando em casa, a primeira providência foi improvisar na torneira da cozinha algum defeito que fosse. Não havia nada quebrado em casa, todos os encanamentos aparentemente estavam perfeitos. Não sabia mexer em nada e se quebrasse qualquer coisa, teria que pagar o conserto. O mais sensato foi não danificar nada e antes da chegada do bombeiro, fecharia o registro da cozinha. Um outro problema, o que vestir, o que fazer, será que iria rolar a transa? Quanto mais imaginava, mais tesão sentia. Que vontade de ter aquele homem dentro de mim. E se fosse homo? E se fosse um tarado e me matasse? Uau, tive medo. Teria que arriscar ou não teria outra chance. Sexta, como todos os dias, encontrei com Josué no ônibus. Estava com um top que marcava bem os seios e uma saia curta. Joguei certo, ele não parava de olhar para o meu corpo, enquanto conversávamos e comentava que da bica da cozinha não saía uma gota d´água. Que sorriso ele tinha, os dentes branquinhos. Com o macacão largo não podia perceber o que trazia de bom dentro dele. Os olhos pareciam duas jabuticabas. Que desejo de sentir aquela língua na bocetinha e a minha linguinha em sua cabecinha num quente 69, um dos únicos números que gosto da matemática. O 4 é outro. Ficou confirmada a visita na manhã seguinte e foram as horas mais longas de minha vida. Despedi-me com um “até amanhã às 8h”. Ao retornar da Universidade, avisei a portaria que estava aguardando para o dia seguinte, pela manhã, a visita do bombeiro Josué. Caso não atendesse o interfone que permitisse a entrada dele porque estava com um problema muito sério no encanamento da cozinha. O porteiro concordou e anotou no livro de registros, caso não fosse ele a estar na portaria. Se eu desse bola àquele porteiro velho, com certeza mergulharia dentro de mim e de safadeza, rebolava bastante quando passava por ele. Não passava pela cabeça daquele senhor que o meu problema de encanamento era outro e que talvez estaria a realizar o que há muito ele não via: uma gostosa foda. Pelos anos que tinha, provavelmente se esquecera como se transa. Não consegui dormir direito naquela noite pensando no que poderia vir a acontecer. A idéia era não atender o interfone. Ficaria nua no banheiro aguardando a campainha tocar. Quando Josué chegasse ao apartamento, entraria rapidamente no chuveiro, molhando-me por completo, e vestiria o meu robe curto de seda. Imagine uma roupa de seda num corpo nu e molhado. Fica coladinha ao corpo. E se levantar os braços, a bundinha e a bocetinha ficam à mostra. Lindo, não? Às sete da manhã acordei, peguei um livro, “A História do Pensamento Econômico”, e fui ao banheiro tirar as marcas de sono do rosto. Não conseguia ler uma linha. Estava nervosa, apreensiva, as horas não passavam. Olhava-me nua no espelho, gosto de admirar o meu corpo, 1,70m, 60kg, seios 44, nenhuma celulite e a bundinha, ah, a minha bundinha, quanto prazer ela dá! Tinha depilado a bocetinha deixando apenas um fiozinho no meio para dar um certo charme. Levantei a perna direita, firmando-a sobre a pia do banheiro, olhei bem para a amiguinha inseparável e disse-lhe para se aprontar para a festa. O interfone tocou, tropeçando entrei no chuveiro, passei no corpo um sabonete líquido muito cheiroso e fiquei esperando a campainha. Em menos de 10 minutos ela finalmente soou. Esperei que tocasse a segunda vez e gritei: – Já estou indo! Já estou indo! Saí do chuveiro vestindo o robe de seda e fui abrir a porta, toda molhadinha, fazendo cara de espanto. – Josué. São 8h? Acordei tarde. Não ouvi tocar o interfone. Entre, por favor! Deveria ter visto a cara dele quando me viu daquele jeito. Toda molhada da cabeça aos pés e a seda grudada nos meios seios e bunda, marcando a minha cintura, totalmente nua por baixo, os biquinhos dos seios para fora. Coitado, ele gaguejava. – Não, não, não tem pro-problema dona. O, o, o porteiro to-toco-tocou o interfone. Fui mostrando a ele a torneira da cozinha e enquanto verificava o que estava acontecendo, eu, muito melosa, disse que iria fazer um café beeem gostooooso. Sentia que Josué não tirava os olhos de mim. No dia anterior, coloquei um pacote de café na prateleira mais alta da cozinha e para apanhá-lo, teria que usar uma escada. Sentiu a maldade, não? – Ahhh… O pó acabou. Tem outro pacote na prateleira! Com certeza ganharia o Oscar de “Melhor Atriz” com a minha atuação. Peguei a escada e a coloquei um pouquinho afastada da porta do armário onde estava o pacote do café, subi os degraus, afastei os meus pés, abrindo as pernas apenas a largura dos degraus da escada. Josué não tirava os olhos de mim. A torneira lá, esperando para ser vista. Ele não deu a mínima. Tive que fazer um certo esforço para abrir a porta, com isto fui obrigada a empinar a bundinha e com as pernas abertas, a boceta aparece totalmente. – Ai, está difícil para pegar o pacote de café. Ai! E o Josué: – Dona, tu tá querendo. Tá sozinha em casa, dona? Veio em minha direção, subiu um degrau da escada e enfiou o rosto na minha bunda, tirando um gritinho de mim. – Tá querendo, não tá dona? Vou te dar o que tu quer. Apertava os meus quadris e passava a língua da boceta até o cuzinho. Safada que sou, esfregava a boceta no rosto do meu neguinho gostoso e comecei a gemer de tesão. Uhhhh, como ele lambia gostoso! – Deixa tirar tudo pra mim ver teu corpo! Disse ele no seu Português sofrível. E quem estava preocupada em saber se falava bem ou não o Português!? Queria saber como iria usar aquela língua gostosa. Virei-me de frente, desci dois degraus, Josué desamarrou o meu robe, tirando-o e caiu de boca nos meus seios. Estavam duros. Literalmente fiquei deitada na escada e Josué em cima, chupando-os, puxava os biquinhos com os dentes e eu soltava mais gritinhos. Desejava aquele negro. Apertava-me com força e nos beijamos loucamente. Os beijos foram descendo, segurei-me na escada, a língua escorregando pela barriga contraída de tesão e enfiou na minha boceta. Hummm, era tudo o que queria, sentia um pouco de dor ao contrair a barriga, misturada a minha respiração ofegante devido ao desejo, ao tesão, que estava tendo. – Gosto de ver uma mulher masturbando. Quero que masturbe pra mim ver. Desci as escadas e fomos para o quarto. Pedi para Josué tirar o macacão pois estava morta de desejo de ver o pau dele. Só o tiraria depois que me masturbasse. Homem mau. Fiz o que queria. Deitei no meio da cama, com a barriga para cima, as pernas fechadas, olhava para o negão com desejo passando a língua nos lábios, fui abrindo as pernas muito devagar, apertava o meu seio e passei a me masturbar. Josué olhava e esfregava o pau por cima das vestes. Massageava o clitóris com o meu dedinho, abria a boceta com as duas mãos, perguntava se estava gostando de me ver masturbando. – Continua, vadia, enfia os dedos na xoxota branca e nova! Enfiei um, dois dedos dentro da boceta em movimentos frenéticos, me contorcia toda, logo gozei. Não me continha e gritava para que viesse me foder. Josué tirou o macacão e pediu para que não parasse de me masturbar. Levantei a cabeça para vê-lo nu. Que pau maravilhoso tinha e seria todo meu. Josué subiu na cama e passou a lamber as minhas pernas subindo até as coxas. Esticava o meu corpo e gemia, cheia de tesão. Abriu as minhas pernas totalmente, levantei o corpo para ver o que faria e Josué olhando para a amiguinha inseparável e depois para mim. – Vou te foder toda, putinha! E começou a lamber, a chupar a minha gostosa boceta. Inclinava o meu corpo e com as mãos empurrava a cabeça de Josué enterrando-a mais para dentro da amiguinha. A mão dele chegou até os seios e com força apertava um e depois o outro, puxando os biquinhos. Iria gozar naquela boca gostosa. – Lambe a tua cadelinha. Fode a bocetinha da cadelinha com a língua! Eu gritava. Que delícia, que delírio… Quando estava para gozar, levantou-se, puxou-me para si: – Vem cá, cadelinha! Deu-me um beijo de língua com gosto de bocetinha doce. Chegara a minha vez de sentir finalmente um pênis negro nas minhas mãos. Quando peguei, senti um arrepio, passava aquele pau no meu rosto, esfregava-o nas mãos, estava batendo um punhetinha para ele. Enfiei o pau de Josué na boca, pulsava. O moranguinho todo pra fora, dava lambidinhas rápidas, levantava o pau do meu gostoso e passava a língua do saco até a cabecinha, o morango, com mais lambidinhas rápidas e o enfiava na boca, todinho. O negro estava gostando: – Assim, putinha safada. Enfia todo na boca. Gosta quando fodo a tua boca? Enfiava e tirava, enfiava e tirava da boquinha, Josué já começa a falar palavras não compreensíveis, levantou-se e novamente deu-me um beijo de língua, agarrando-me e colocando-me de quatro, como uma cadela no cio e enfiou na boceta. – Tô enfiando o pau na tua xoxota, cadela safada. Estava maravilhada com Josué me fodendo, realizando a minha fantasia. – Gosta de eu tá te fodendo, putinha? Tu é uma branca muito gostosa. E mais fundo ele entrava. Rebolava, as minhas mãos apertavam os travesseiros, sentia o saco dele bater no meu corpo. Não conseguia dizer nada, além de gemer. Estava adorando ser fodida por aquele homem. Tirou o pau, levou-me até a janela, fiquei de costas para ele, segurei no peitoril, o sol adentrava o quarto agasalhando o meu corpo e fazendo-me suar mais, e Josué enfiou novamente na boceta. – Isso, safada, puta, assim… assim… mexe essa bunda, empurra e fode esse pau. Fode esse pau. Está gostando, safada? Segurava os meus cabelos puxando a minha cabeça para trás. – Vadia gostosa! Gosta deste negro te comendo, putinha branca? – Mais, me fode mais, negro gostoso! E enterrava mais e mais. Virou-me de frente, colocou uma das minhas pernas no peitoril da janela e enfiou de novo segurando-me pela cintura. – Quero te foder te olhando. Gosta assim, safada, gostosona? Já gritava de prazer e em poucos minutos Josué também iria gozar. Foi metendo com mais força, mais rápido. – Não goza dentro da boceta, não goza dentro. Tirou o pau e lambuzou a boceta com o seu leite. Ajoelhei-me e ainda absorvi algumas gotinhas abocanhando aquele pau vibrante, gostoso, 18cm, que tinha me dado um dos maiores prazeres da minha vida. Paramos. Disse-lhe que fosse embora que não tinha nada para ser consertado, havia fechado o registro e por isto não tinha água. Alisou o meu rosto sorrindo e espalmando a mão passou pelo pescoço até os seios. Com as duas, apertou os meus seios e no ouvido disse-me: – Tu é muito gostosa menina! Vestiu o macacão e foi embora. Encontrei-me muitas vezes com Josué no ônibus e ele queria que rolasse novamente uma transa, queria levar um primo para preencher os dois buraquinhos. Expliquei-lhe, não sei se entendeu, que realizei uma fantasia e que seria melhor que não nos víssemos mais. Mudei o itinerário para não mais encontrá-lo. A secretária eletrônica ouviu centenas de desaforos e com o tempo acabou esquecendo e nunca mais ligou. Nunca mais vi o meu negão gostoso que me fez verdadeiramente feliz!

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