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Fantasias de uma sobrinha e um amante virtual

  • Publicado em: 11 de agosto de 2017 13:01
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por Helena e Ronaldo)

Já faz tempo que minha sobrinha Helena se corresponde, virtualmente apenas, com um amigo paulista. E outro dia eles brincaram de apostar quem tinha a fantasia melhor sobre o outro. Então ela escreveu e depois ele respondeu. Com autorização de ambos, aqui estão os dois contos.
Helena:

Algum tempo atrás fiquei conhecendo uma pessoa que mora em Campinas, bem longe de onde eu moro. Começamos a trocar emails, ficamos nos conhecendo melhor, descobri nele – por ser mais velho que eu – um conselheiro, um amigo e tanto! Me ajudou muito em algumas decisões importantes que tive de tomar na vida.
E das conversas passamos a trocar fotos, e eu mandava mais do que recebia, vivia reclamando isso dele. Mas como ele é casado, pensei que a dificuldade de ele tirar fotos se relacionava com a presença da esposa. E ele acabou me confessando que sim, conversava comigo escondido dela, ela não podia sequer saber de minha existência virtual…
Então comecei a provocá-lo. Mandava fotos de meus seios, em outro email mandava de minha bunda, até que passei a mandar – sem pudor algum – fotos de corpo inteiro. Nua.
Ele me mandava elogios e mais elogios. Dizia que se masturbava me vendo. E aquilo me deixava muito excitada.
Então resolvi que precisávamos nos encontrar. Eu tinha de ir a São Paulo, a trabalho. Meu chefe me pediu para resolver umas coisas lá. Já pensando na possibilidade de encontrá-lo, consegui que meu chefe me deixasse passar uma noite em São Paulo e voltar no dia seguinte. Ele concordou, então mandei um email para meu amigo, falei com ele que queria encontrá-lo. Que ele desse um jeito de escapulir e deixei o endereço do hotel.
Ninguém é capaz de avaliar a ansiedade que fiquei, sem saber se ele iria ou não.
Depois de resolver o que o meu patrão pedira, voltei ao hotel, deviam ser algo em torno de 16 horas. Perguntei ao rapaz da recepção – lindo, por sinal – se alguém tinha me procurado. Ele disse que não. Desesperada, falei com ele:
– Olha, virá aqui um senhor, chamado Ronaldo. Eu preciso ter uma conversa séria, muito séria com ele, e gostaria que você o deixasse subir ao meu quarto.
– Senhora, a política do hotel não é essa…
– Querido, escuta bem: eu preciso ter uma conversa muito séria com ele. E se você deixar ele subir, te prometo que amanhã a conversa séria será com você!
– Como?
– Você entendeu, não se faça de inocente. Você sabe que tipo de conversa séria é essa que terei e que nós dois teremos amanhã. Fui clara? Não me decepcione!
E subi pro meu quarto, com o coração aos pulos. Tinha mentido pro rapaz, eu não iria ter conversa séria com ele, só com o meu amigo. Mas… os fins justificam os meios, não é?
Então entrei no quarto, tomei um banho bem demorado e gostoso, hidratei meu corpo todo. Não pus roupa. Fiquei nua, pronta para ter tudo ou pra não ter nada.
Às 20 horas, o telefone tocou. O meu celular! Quem poderia ser? Dei um pulo e corri para atender. Era o rapazinho bonito. Falava baixinho.
– Senhora, o senhor Ronaldo chegou. Mas vou ter de esperar um pouco para ele subir, pois o gerente está aqui. Não deve demorar. Aguarde!
Louca de alegria eu fiquei esperando, foram 10 minutos que pareceram 10 séculos. Até que o telefone tocou de novo e ele me avisou que Ronaldo estava subindo.
Deixei a porta só encostada e vi quando ela foi se abrindo, abrindo… abriu! E lá estava ele!
E de olhos arregalados, me vendo nua, deitada, com as pernas abertas, me oferecendo toda pra ele.
Sorrimos, ambos. Nem precisávamos dizer nada. Ele me fez um sinal para esperar, foi ao banheiro e escutei o barulho da torneira da pia. Muito educado, muito gentil. Ele foi lavar as mãos antes de me tocar.
E já voltou sem camisa. Aquele peito bem cabeludo, do jeito que eu gosto. Subiu na cama, olhou bem minha xaninha e sua língua me fez delirar, tremer, arrepiar.
– Quero provar de seu melzinho – ele me disse. E eu pressentia que não demoraria muito para que ele pudesse fazer isso. Estava ficando toda molhada com a língua dele e logo ele levantou a cabeça e me mostrou que algo escorria de sua língua.
Fiquei um pouco envergonhada… confesso que fiquei.
Mas como eu sempre defendi que numa cama, entre duas pessoas que se gostam, pode ter de tudo, logo perdi a vergonha e fui fazer um boquete no pinto dele, que também já deixava escorrer um melzinho… que fiz questão de engolir.
E depois eu resolvi sentar naquela vara dura, e sentei, de frente para ele. Fiquei parada, ele colocou as mãos em meus seios e ficou fazendo carícias, puxando meus biquinhos, me fazendo ficar arrepiada de novo.
Então comecei a cavalgar. Ele olhava embevecido meus seios indo pra cima e pra baixo, meus cabelos esvoaçando… e ele me proporcionou o primeiro gozo daquela noite.
Só depois é que conversamos. Ficamos horas falando de nós, de nossas conversas, nossos corpos enroscados, ele passava as mãos em meu corpo todo, apertava minha bunda, beijava meus seios… e eu não conseguia tirar a mão do pinto dele, que, novamente duro, ansiava me penetrar mais.
Fiquei de quatro e ele ajoelhou atrás de mim, curvou-se sobre meu corpo, beijou da minha nuca ao meu ânus, antes de enfiar o pinto em minha xaninha e me levar ao segundo gozo.
Perguntei: – Rô, você quer aí atrás também?
– Estou louco para você me oferecer…
– A oferta está feita. Sou que nem a C&A – use e abuse!
– Você é a mulher mais gostosa que já conheci – ele falou já colocando a cabeça do pinto no meu ânus…e foi enfiando devagar, e como sempre acontece, até que a cabeça entrasse toda, doeu um pouco, mas depois a dor passou e eu adorei ser socada por ele até que ele gozasse.
Estávamos suados… fomos tomar um banho e ele disse que poderia dormir comigo.
Adorei a ideia e ai cantei um trecho daquela música do Roberto Carlos:
“Amanhã de manhã, vou pedir o café pra nós dois…”
Deitamos, estava um pouco frio, puxei a coberta e dormimos, abraçadinhos…
E de manhã, pedi mesmo o café da manhã no quarto, e depois de tomarmos, eu disse que não poderia demorar muito, meu voo estava marcado para as 10 horas e eu tinha de estar em Congonhas às 9. Não deu para transarmos de novo, só nos demos muitos beijos e chupadas. E tomei o leitinho dele, afinal estava na hora do café da manhã…
Quando descemos, eu parei no mezanino, para ver se o bonitinho estava lá. Não estava, era uma moça. Sabendo que ele tinha terminado o turno dele, desci, acertei a conta e Ronaldo me levou ao aeroporto.
– Você prometeu mesmo ao rapaz que iria transar com ele?
– Foi o único jeito de ele deixar você subir…
– E se você voltar a esse hotel e o encontrar?
– Mas quem disse que voltarei a este? Aqui tem tantos hotéis!!!

Gostaram da fantasia dela? Então, leiam a dele:

Helena é uma menina encantadora há muito tempo nutrimos um pelo outro uma grande amizade e temos um carinho enorme entre nós.
Na verdade, sempre a desejei por ser uma pessoa magnífica, tanto que ao meu ver seria a melhor Mulher que um homem poderia desejar para compartilhar uma vida toda. Nossa amizade sempre foi muito sincera e compartilhamos muitos segredos, pois sempre que podemos compartilhamos nossas intimidades, mas o que eu nunca poderia imaginar que seria possível aconteceu, ela me ligou, percebi pela sua voz que havia algo acontecendo, disse que precisava falar com alguém e essa pessoa tinha que ser eu, segundo ela a única pessoa que poderia entende-la. Marcamos, tentei marcar um lugar para nós encontramos, mas ela disse que estava em sua casa e não estava querendo sair que estava sozinha que poderia ir lá sem problemas, que seria melhor assim.
Concordei e em minutos, cheguei em sua casa, ela estava simplesmente encantadora com um minúsculo shortinho e uma mini blusa transparente, após abrir a porta com o rosto molhado pelas lágrimas me abraçou forte e começou a chorar, pedi calma pois queria saber o que a deixara daquele jeito.
Estávamos frente a frente, olhou profundamente em meus olhos e me beijou a boca, primeiro como amigos, mas depois foi ficando tão intenso que não pude me controlar e correspondia a altura aquele maravilhoso beijo, enquanto em meus pensamentos não acreditava que aquela mulher que há tanto tempo causava-me desejos, estava ali na minha frente com os olhos molhados e sua boca inchada estava colada em meus lábios (acho muito sexy mulheres com olhos molhados, revelam um sensualidade imensa), pois bem é claro que meu membro a esta altura estava explodindo dentro da minha calça e roçava em suas pernas.
Após o longo beijo ela se afastou um pouco e as únicas palavras dela foram: – que loucura – e eu sem saber bem o que dizer, meio desajeitado pedi desculpas, ela sorriu e me disse não quero conversar agora, quero você! Minha nossa, abracei forte seu delicioso corpo, agora como homem apaixonado, peguei ela no colo e conduzi até a sala, a coloquei sobre o sofá, agora eu dominava a situação, subi carinhosamente sobre seu corpo e beijei aquela fêmea sedenta pelos meus lábios e língua.
Mas eu não queria nada selvagem, afinal sempre sonhara com aquele momento, beijei cuidadosamente cada pedacinho dela, que se curvava a cada toque meu, pedindo mais e mais, a pressa do momento deu lugar a carinhos intermináveis, seu corpo suplicava para que tudo se consumasse rapidamente, mas eu queria aproveitar o máximo do momento. Após tirar toda sua roupa, lambi chupei, suguei até chegar na sua grutinha de prazer toda molhada e penetrei-a com minha língua.
Helena gozou instantaneamente e suguei cada gotinha do seu gozo me coloquei em pé ao seu lado e exibi o tamanho e a grossura do efeito que ela causou em mim, estava muito grosso e com as veias salientes a cabeça enorme e toda molhadinha.Dirigi-o de encontro a sua boca, confesso que foi um momento mágico ver meu membro sumindo dentro dela, dei umas estocadas como se a estivesse penetrando, mas não chegou ao fundo de sua garganta, ainda tinha muito para fora.
Helena sugava como se fosse um delicioso sorvete, por vezes só lambia toda a extensão fazendo que meu membro liberasse cada vez mais o líquido que ela não permitia que se perdesse e dava chupões na cabeça como se fosse arrancar, não aguentei mais e a coloquei de quatro no sofá e enterrei tudo de uma só vez, nesta hora já estava enlouquecendo de tesão, enquanto mexia segurava seu quadril e puxava de encontro ao meu mastro, percebia seus orgasmos sucessivos e eu mexia ainda mais rápido e vendo seus seios balançando a cada investida minha, não aguentei e enchi sua bucetinha com todo o prazer e tesão do momento que tanto sonhara, gozei tanto que escorria pelas suas coxas.
Aproveitei todo aquele líquido e sem tirar meu pau que ainda estava duríssimo, espalhei minha porra pela sua bundinha e comecei uma deliciosa massagem em seu ânus e fui colocando a ponta do dedo e cada vez mais fundo, com meu membro ainda dentro dela duríssimo agora tinha um dedo massageando aquela linda bundinha, depois já eram dois dedos.
Helena, rebolando, jogava seu corpo de encontro às minhas carícias, mas o que eu queria fazer e fiz foi tirar o meu pau da sua bucetinha e enfiar no seu cuzinho muito lubrificado pelo meu esperma e coloquei tudo de uma só vez e senti seu corpo encostar no meu, e foi assim até eu também sentir meu membro inchar e novamente explodimos em um gozo que caímos no tapete da sala exaustos mas satisfeitos e começamos a rir e eu perguntei o que mesmo queria me dizer, afinal deveria ser algo muito grave, ela sorriu com sua boca linda deliciosa me dizendo que nem se lembrava mais…

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