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Fazendo a alegria do Peão 2

  • Publicado em: 29 de março de 2016 09:29
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Continuação de:
1 Fazendo a alegria do peão
Sou uma mulher casada, madura de 43 anos, morena, de ancas grandes, peitões siliconados, de pernas e coxas grossas. Moro numa fazenda, mas estou sempre indo a capital para me cuidar como fazer massagem, ir a dermatologista, passar num bom Salão de beleza como também comprar produtos de beleza, roupas e sapatos.
Então o capítulo de hoje.
Voltamos calados, mas ele as vezes me olhava, chegamos quase na fazenda. Quando chegamos ele colocou a mão na minha perna.
Disse:
– Estou apaixonado pela senhora e depois de hoje vai ser pior.
Falei:
– Foi uma loucura o que fizemos, e não me fale mais sobre isso.
Entrei em casa e fui direto a minha suíte, tomei banho, troquei de roupa e vim pra sala assistir TV a cabo. Vi as notícias, almoçei sozinha e fui dormir um pouco para me acalmar, pois acordo cedo. Não consegui.
Por volta das 4 horas da tarde, me levantei e fui a suite tomei um rápido banho, escovei os dentes e os cabelos, passei um gloss nos lábios e perfume com aroma de verde.
Vesti a calcinha, uma saia rodada e uma blusa de botões na frente, sem soutean.
Pedi ao capataz para selar meu cavalo, montei e sai. Fui procura-lo, ele estava tocando a boiada para o curral, fiquei olhando-o de longe, e ele me fitando sempre. Ele recolheu todos e eu acompanhando.
Disse:
– Roi, pegue o cavalo e vamos ver a cerca do final da fazenda. Vamos também Marcão.
Ele me olhou e assim o fez. Fomos eu ele e Marcão. Na metade do caminho falo.
– Marcão, volte e providencie os produtos para amanhã passar nos cavalos, não precisa voltar, não demoro.
Ele se foi, continuamos, parei o cavalo no rio entre as árvores no mesmo lugar.
Desci e disse:
– O que está esperando que não vem me acalmar!
– Me fazer mulher no seu corpo suado!
– Acabar com meu fogo!
– Me comer sem reservas!
– O que está esperando!
– Quero e estou pronta, para ser a mulher dos seus sonhos!
Ele pulou e desabotuou minha blusa e os peitões rígidos saltaram, nada disse apenas agarrou- os as duas mãos e esmagou os bicões, doeu, amassava com brutalidade, eu urrava, ele com dos dentes cerrados espermia os bicões querendo desmancha-los, gemi, chupou um e apertava o outro e trocou. A excitação me tomou de vez, ele chupava, mordia, lambia, me sacodia com os dentes nos bicos e eu gemia e urrava… gozei.
Desceu as mãos e levantou a saia de vez, olhou e fechou os olhos.
Disse urrando:
– Nunca tinha te visto de saia, de calcinha quase nua, toda minha.
– Essa boca me chamando, me tentando logo que a vi.
– A calcinha é minha e tudo que tem dentro.
Se abaixou e tirou a calcinha, surgiu minha priquita peladinha, de pingelo saliente e pulsando descompensadamente. Ele afagou-a e colocou a boca nela, tive susto e ele agarrou o pingelinho e chupou, chupou toda, se fartou de chupar e eu com as pernas em arco e ele dentro me comendo com a língua grossa, gemia e tive convulsão e gozei.
Me abaixei e abri a calça e tirei a jamanta, estava sem cueca, grande, comprida e média, estava exitado, com ereção apontando para frente e enguli, só a metade é muito grande, a “bicha” se enverga de tão dura e chupo com gosto de suor, de macho silvestre.
Me puxa e diz:
– Quero gozar dentro de você te fazer mulher.
Me segurei na árvore, coloquei uma perna num pedra alta e me escancarei de costas.
Ele disse:
– Potraca linda de ancas largas, da bunda macia, gostosa.
Eu ouvia e respirava com dificuldade e suando. Ele veio e brincou como se fosse pincelar. Posicionou e enfiou me balançou, tamanho a fúria, meteu e tirou rápido, meteu e ficou gemi de excitação e… ele metendo, metendo e urrando e uivando como animal na selva. Me comia com firmeza, acelerou e… gozei.
Ele apalpava minha bunda e diz palavras sem nexo e me comia dolorido e gostoso, a pica parecia enterrada dentro da xota sem puder sair… e ele com jeito tirava e socava e acelerou … gozou.
Ele me abraçou e ficamos nos beijando ele com as mãos em todo corpo e eu segurando a pica meio adormecida. Me ajudou a me vesti pois era um pouco tarde.
Ficou com minha calcinha, vinha cheirando no caminho e eu rindo ele brincava de engolir. Se exitou desceu do cavalo e me tirou do meu e chupou meus seios e passou a mão na xana. Se abaixou e chupou minha xoxota e me segurei no cavalo e me comeu rápido.
Disse:
– Te comeria toda hora se pudesse, carne macia de primeira, cheirosa, gostosa. Minha mulher.
Sorri e disse:
– Vamos e tarde.
Marcamos para amanhã a tarde ir na cidade, para um Motel. A noite estava na sala vendo TV com a moça que cuida da casa. Ele chegou deu boa noite. Estava lindo tomado banho de bermuda e sem cueca.
Falou:
– Dona, amanhã tem que comprar uns arreios para os cavalos.
Disse:
– Tem que ser amanhã? Vou ver se tenho algo mais urgente.
Me levantei e fui com ele ate a varanda e o beijei e ele apertou meus seios doloridos.
Voltei e disse:
– Engraçado esse povo pensa que é só mandar.
Continua…

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