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FAZENDO DIN-DIN E O PLANO

  • Publicado em: 10 de maio de 2007 15:18
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Oi! Vou continuar aqui contando o que intitulo de: OS CASOS DE MANGELA. Eu há mais de um ano vinha trepando com o meu cachorro Luper, fodendo com minha amiga Jeanine, tentei dar para meu primo Beto e ele tinha contado para o pai dele meu tio Célio (que não suporto), meu outro tio foi chupado no sofá e depois no meu quarto me fez engolir porra pela primeira vez na vida. Fiquei preocupada por causa do que o Beto contou e estava querendo umas roupinhas novas, fui procurar Jeanine e ela me disse que arranjaria uma solução quanto ao problema-beto, em relação ao dinheiro, falou brincando, mas cheia de ciúmes: Já que você gosta de chupar um cacete, receba pelo seus servicinhos. Fiquei meia puta com ela, sai dali e entrei na padaria do seu Manoel, um coroa português grandão, perguntei se tinha alguma coisa que eu pudesse fazer, algum trabalho, ele me disse que eu era muito jovem e muito bonita, expliquei que precisava de grana que faria até certas coisas pra ganhar algum, enrolando os bigodes ele me disse para seguí-lo. Fomos até os fundos da padaria, até o ultimo forno que só funcionavam durante a noite, ficamos por trás deste, quem chegasse lá na entrada e olhasse não veria nada, Seu Manoel foi logo colocando aquelas mãos cheias de farinha nos meus peitinhos e tentando passar na minha bunda, eu disse: Se o senhor fizer mais alguma coisa eu dou um baita de um berro e conto depois pro meu tio Célio. O Pai do Beto só serve pra isso, quando bebe fica valentão e dá porrada mesmo. Todos têm medo dele e eu nojo. O portuga se acalmou e eu lhe disse: Se eu der uma mamadinha quanto o senhor me dá? Ele me disse à quantia e fiz meus cálculos de cabeça, mandei ele colocar o pau pro lado de fora, ele arriou as calças e a cueca, olhei o pinto, tamanho médio também, nada que fosse novidade e eu cai de boca em uma pica internacional. O português não agüentou com minhas mamadas, eu estava me tornando uma maestra no toque de flauta, ele urrava que nem um bicho suava por todos os poros, pelo calor e pela minha chupada. Botei pra quebrar mesmo, lambi a cabeça, o pau todo, o saco, cheguei a meter a cabeça por entre as pernas dele e lamber o cu do portuga, que adorou, não dei descanso no pau e dentro em pouco ele me disse que ia gozar na minha boca, eu respondi: Na boca não, se quiser deixo você gozar nos meus peitinhos, Levantei a camisetinha que usava e o português ficou maluco, eu de joelhos comecei a tocar uma punheta no pau do Seu Manoel direcionando a pica para meus peitinhos, de vez em quando dava um beijinho e uma lambida na cabeça e enquanto eu olhava, aquele cacete começou a pulsar na minha mão e vi o primeiro jato de porra da minha vida sair de dentro de um pau e cair diretamente nos meus peitos. Ele gozou muitas vezes, enquanto a pica dele ia amolecendo na minha mão, eu ficava passando ela, espalhando a porra nos meus peitos. Seu Manoel guardou, me deu um guardanapo para me limpar e mais grana do que tinha prometido. Sai dali e comprei algumas roupinhas. Desde esse dia, eu sempre andava com alguma grana, nem eu sabia que o bairro onde morava, tinha tantos comerciantes que pagavam por uma boa mamada e uma esporrada nos peitos. Dias depois da chupada no portuga, Jeanine me disse que tinha um plano e resolvemos colocar em prática naquele dia mesmo. Chegando em casa, meu tio Célio andava me olhando de trivela há alguns dias, chamei Beto no meu quarto, encostei a porta e fiquei alisando o pau dele por cima da calça e fui dizendo: Primo, aquilo que nós começamos, podíamos acabar, eu sei que você contou pro tio Célio, mas se não falar mais nada eu posso dar um jeitinho pra você comer duas de uma vez só. Você quer? Não vai contar mais nada? Ele concordou e me perguntou como seria, onde seria e com quem seria. Eu expliquei: Aqui em casa não dá, tem que ser na casa de uma amiga, a Jeanine, já falei com ela que você tem um pau gostoso e ela topou também. Se você concordar nós podemos ir lá pra casa dela. Os pais dela saíram e vão demorar. Mas você tem que prometer não contar nada pra ninguém, senão a gente nunca mais trepa com você. Eu enquanto falava tirei o pau dele pra fora e punhetava delicadamente. Beto estava cheio de tesão e expectativas, já que era virgem e poderia de uma tacada só comer duas gatinhas maravilhosas. Ele me disse: Tudo bem. Vamos agora então. Eu respondi: Vamos sim, mas antes você tem que nos prometer outra coisa.

Não quero nem saber o que é. Ele retrucou, e eu disse: Só vamos se você concordar e deixar a gente fazer o que quiser. E ele: Podem fazer tudo, desde que eu coma as duas e também possa fazer o que quiser, por mim tudo bem. Prometo. Saímos dali e nos encaminhamos para a casa de Jeanine. Chegando lá, Jeanine já nos esperava, entramos no quarto e eu fui a primeira a ficar nua, depois minha amiga e por ultimo meu primo Beto, ficamos dançando, nos roçando, beijando e Jeanine pegou uma garrafa de vinho do pai dela, abrimos e enquanto eu e ela fingíamos que bebíamos, íamos enchendo o copo do Beto, enquanto isso a sacanagem já rolava solta, mas sem penetração, Beto já havia gozado duas vezes em cima da gente e tinha dificuldades para a terceira ereção, também por causa do vinho e estava bem alegrinho. Resolvemos colocar nosso plano em prática, falamos que íamos amarrar ele para aumentar nosso tesão e que eu ia ser a primeira a me sentar no pau dele, enquanto chupava a pica dele eu ia dizendo mais: Vou enfiar esse pau toda na minha xotinha, vou rebolar nessa pica, depois vou deixar você enfiar no meu cuzinho. Você vai colocar a Jeanine de quatro e vai enrabar ela, enquanto eu chupo a bucetinha dela e seu saco, Você vai tirar do cu dela e enfiar na minha boca e depois vai meter de novo no cu dela. E assim por diante. Eu dizia que ele que ia fazer tudo, como se o controle fosse dele. Beto, bobão, aceitou tudo e nós o amarramos com cordinhas que Jeanine tinha tirado dos shorts velhos dela. Colocamos ele sentado, com as mãos segurando cada perna lá bem perto dos pés, amarramos a mão direita na perna direita e a esquerda na outra. Beto reclamava que a posição era meio desconfortável, para que ele não pudesse fechar as pernas, Jeanine tinha pegado uma tranca-de-direção na garagem e colocamos bem amarrada entre os pés do meu primo. Assim que terminamos, Deitei entre suas pernas e abocanhei seu pau enquanto Jeanine de pé dava a xota pra ele chupar. Beto delirava com minha boca e com a boca na buceta de Jeanine. E assim demos inicio na minha vingança.

Continuem me mandando e-mails que eu responderei a todos. Leiam depois em OS CASOS DE MANGELA  ME VINGANDO DO LINGUARUDO. Isso vai me dar mais vontade para contar o restante da minha vida de sacanagens e putarias. BJS.

Referência do Anúncio ID: CT-000036262

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