Bem Vindo, visitante! [ Cadastre-se | Entrarrss

 

 

Feminilizada

  • Publicado em: 8 de maio de 2018 08:57
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Desde a adolescência eu me sentia feminina: meu pênis era minúsculo e eu era ridicularizado pelos colegas de escola quando me viam no banheiro.
Ao terminar o ensino médio, fiz faculdade de enfermagem e fui contratado por um laboratório farmacêutico.
Morava a cerca de 10 minutos do trabalho e caminhava entre os dois locais, mas, obrigatoriamente, tinha que passar por um caminho ocupado à noite por travestis. Numa noite em que saí mais tarde, fui cercado por três deles e levado a um terreno deserto onde me curraram. Arrastei-me até o local de trabalho e me levaram ao hospital.
Recuperado, tomei, a decisão de começar um tratamento hormonal, pois podia adquiri-los os medicamentos, como funcionário, por preço menor. Um dos médicos do hospital receitou-os tornando-se meu ginecologista. Em dois meses os hormônios receitados começaram a transformar meu corpo: os mamilos se tornaram sensíveis e protuberantes, perdi peso e os quadris se arredondaram. Uma nova visita ao ginecologista e recomendou que fosse castrado para maior efetividade dos hormônios. Duas semanas depois perdi os testículos. O cirurgião fez uma plástica possibilitando que escondesse o pênis entre as coxas, voltado para trás. Novo período de recuperação que aproveitei para adquirir roupas e sapatos femininos, fazer um corte de cabelo feminino e me matricular numa academia.
Na volta ao trabalho, usava lingerie sob a calça comprida do uniforme e calçava sapatos salto Anabela. Sentia falta de sexo e frequentei algumas vezes uma sauna masculina admirando belos pênis. Numa ocasião, na sauna seca, um homem atraente e charmoso sentou-se a meu lado. Começamos a conversar e acabei, chorando, revelando meu estupro. Confortou-me e me conduziu a um reservado sem luz e pediu para sugar os bicos dos seios. Carente, permiti e, sentindo sua língua rodeando-os, gemi com tesão. Alguns minutos depois eu já não me aguentava e implorei que me comesse apesar de temer a dor. Gentilmente, lubrificou e laceou minha rosquinha e posicionou a glande em meu cuzinho forçando a entrada. A dor era grande, mas tão logo me adaptei, pedi que me enchesse de esperma. Começou o vai-e-vem e percebi que inchava dentro de mim e gozei enquanto me dava chupões no pescoço e nuca. Gozei como uma vadia. Ordenou que o sugasse e limpei sua vara. Habituei-me e tivemos outros encontros idênticos em que eu era sodomizada.
Na academia, eu modelava meu corpo com exercícios e minha cintura afinava. Fazia em grande quantidade exercícios para os glúteos deixando a bundinha cada dia mais apetitosa.
Seis meses se passaram e voltei ao consultório do ginecologista. Deitada na maca, coberta apenas por um lençol, examinou-me por completo pedindo vários exames. Apalpou meus seios plenamente desenvolvidos e antes que levantasse, indagou sobre sua sensibilidade, pois os mamilos estavam duros e protuberantes. Comentei que não podia tocá-los e usava uma proteção quando ficava sem soutien pois o roçar do tecido
me excitava. Perguntou acerca do apetite sexual e respondi que trocava a calcinha e me enxugava com frequência, excitada por nada. Comentei que a vida sexual era satisfatória, pois tinha alguns parceiros. Durante a conversa encostou seu mastro em meu ombro, Estava duro. Descaradamente, perguntei se poderia fazer algo para aliviar aquela tensão e passei a língua nos lábios. “Posso satisfazê-lo ?”.
Sem esperar pela resposta, abri o zíper da calça e empunhei a ferramenta, abocanhando-a. Era comprida e grossa e suguei com intensidade. O médico segurava minha cabeça enfiando a vara até o fundo. Chupei por vários minutos até que tentou tirar para ejacular.
“Goze em minha boquinha deixando que saboreie seu leite”, pedi.
Não relutou e sorvi o esperma. A quantidade era tão grande que uma parte molhou minhas tetas. Recolhi com os dedos, engolindo. Estava alucinada de tesão e ofereci a bundinha. Levantou minhas pernas encostando-as nos seios e expondo meu reto. Encostou a glande e pressionou. Minhas pregas se abriram para receber o falo. Moveu-se em mim e me inundou com seu sêmen, enquanto eu gritava meu prazer.
Vestimo-nos e continuamos a consulta. Ao final fez a proposta para trabalhar para ele como recepcionista e enfermeira. O salário era maior que o que ganhava e havia o bônus de servir sexualmente. Eu deveria usar um uniforme curto e abrir os botões da blusa exibindo o bojo dos seios, sem lingerie e com sapatos de salto. Estaria sempre atraente e maquilada. Aceitei e pedi demissão do meu emprego.
Dali em diante, trepava diuturnamente pelo menos 2 vezes ao dia e sugava seu membro após gozar em mim, limpando-o. Muitas vezes não permitia que me limpasse ou a boca após o sexo e o sêmen corria por minhas coxas secando nelas. Eu cheirava a esperma mesmo ao atender suas clientes.
Infelizmente meu ginecologista faleceu em um acidente e fiquei sem emprego e sexo. Recebi uma indenização que utilizei para comprar um pequeno apartamento próximo a meu antigo emprego. Candidatei-me a meu cargo anterior e fui admitida, porém meus colegas sabiam de minha situação e sofri muito com suas investidas, negando sempre.
Eu estava ‘subindo pelas paredes” devido à carência sexual e saí, sem rumo, para espairecer. Quando dei conta estava no local em que fui currada. Logo os travestis se aproximaram e um deles me reconheceu.
“Sentiu saudades do cacete dos machos ?”
“Por favor, não façam nada comigo”, pedi.
“Vai servir cada um de nós”. Conduzida ao mesmo terreno, fui imobilizada abraçando uma árvore e vários me usaram. Eu chorava sem resistir e recebi uma quantidade imensa no rabo que ardia pelo uso. Em seguida me deitaram no chão, sugando e mordendo minhas tetas enquanto eu recebia os falos para chupar. Eu gemia e gozava em êxtase acabando com a carência. Terminada minha agradável tortura, indagaram onde morava e me levaram para casa. Recebi instruções para voltar na noite seguinte usando somente calcinha e sapatos de salto e maquilada ou seria punida. À tarde, tomei um banho relaxante, depilei-me e passei um creme corporal, hidratando-me. Sabia que seria usada novamente e lubrifiquei o reto internamente para facilitar a penetração. Tarde da noite, saí do prédio sem que me vissem. Chegando ao ponto de encontro, um dos que me violaram aproximou-se junto com um homem negro.
“Este é seu dono. Como todas nós você o servirá obedecendo, cegamente e sem restrições, suas ordens”.
“Sim”, respondi. Imediatamente recebi um bofetão. “Responda com o respeito que lhe deve”. “Sim, meu dono e senhor”, falei com os olhos baixos.
Deu-me as instruções que devia cumprir: devia me expor aos possíveis clientes, serví-los no que exigissem e entregar-lhe o dinheiro que recebesse. Em troca, teria casa e comida. Argumentei que morava ali perto num apartamento meu. Ordenou que o vendesse, pois ia morar com minhas companheiras. Em seguida dispensou o travesti que me apresentara e fui para o terreno ao qual já me habituara. Amarrou-me à mesma árvore e rasgou minhas últimas pregas com uma vara comprida e extremamente grossa. Gritei para seu deleite e gozou em minhas entranhas, inchando-as com uma quantidade nunca vista de porra. Saiu e recolheu o que vazou num frasco que me fez beber. Estava misturada com meu sangue, mas sorvi assim mesmo. Vesti a tanguinha e fui para meu ponto.
Logo apareceu um cliente. Perguntou quanto cobrava pelo programa e respondi. Abriu a porta do carro e entrei. Dirigiu até um motel e entramos. No quarto, despi-me e fiquei de quatro engolindo uma rola respeitável no cuzinho. Apertava meus peitos fazendo-me gemer de tesão e dor. Acabada a trepada, voltei a meu ponto e servi, naquela noite, mais 5 clientes. Ao raiar do dia, meu dono se aproximou e entreguei-lhe o dinheiro que ganhara. Satisfeito, arrebanhou mais 4 companheiras e levou-nos para minha nova morada. Adormeci. Ao acordar, tomei um banho, fiz a limpeza interior e vesti uma calcinha preta fio dental, os sapatos e ordenou que limpasse a casa. Obediente, fiz as camas, varri e lavei os banheiros e cozinha. Ao final estava exausta, mas ainda o satisfiz antes de sair. Mai cheguei ao meu ponto e um carro parou. Era um homem com cerca de 40 anos que perguntou se faria um programa a três com outra mulher. Cobrei caro e concordou. Fomos a um motel e no quarto havia uma mulher linda completamente nua com as pernas abertas e oferecendo-se. Era minha primeira vez com uma mulher. Beijei-a, tocando nossos seios e os chupamos. Meus mamilos nunca ficaram tão duros e baixei até sua vulva esfregando-os em seu clitóris o que provocou um orgasmo intenso. O homem, despindo-se, procurou meu cuzinho que piscava loucamente, mas teve que esperar até que eu colasse meus lábios na xoxota perfumada da mulher. Eu entrei em êxtase chupando uma bocetinha e sendo enrabada. Gritava de prazer. A mulher envolveu-me com as pernas prendendo minha cabeça contra seu sexo. Meti a língua naquele túnel molhado e ela gozou me lambuzando o rosto, Ao mesmo tempo, um rio de porra invadiu meu cuzinho sedento.
Trepamos a noite toda e saí de lá exausta e saciada. Paguei meu dono que me levou para casa. Vendi meu apartamento e exigiu que lhe entregasse o valor apurado.
Hoje, moro num bordel no centro de São Paulo, pois meu dono me quer vendendo meu corpo numa sexshop famosa na região.
Katia

Referência do Anúncio ID: 6905abb8e2e7176c

Não há Tags

81 visualizações, 0 hoje

  

Para obter informações sobre este anúncio, preencha o formulário abaixo para enviar uma mensagem para o anunciante.

Novidade!

Usuarios Ativos

Users: jcasaleiro, 93 Guests, 11 Bots