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Flagrei meu cunhadinho se masturbando parte 2

  • Publicado em: 21 de outubro de 2010 13:27
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Flagrei meu cunhadinho se masturbando, cheirando minha calcinha parte 2

(Uma história de masturbação)

Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.

Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.

Meio tímido, ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bocetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.

Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha rachinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.

Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:

– Me deixa por o pau pelo menos um pouquinho na sua bocetinha?

– Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bocetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?

– Me deixa por na sua bundinha então!

– Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.

– Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? – E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?

– Se controle seu malandrinho, ta bom?

Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.

Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bocetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.

Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.

– Dinho você quer tocar na minha bocetinha? Perguntei.

– Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.

– Preste atenção, vai ser só esta vez, ta bom?

Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bocetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase me machucando.

– Devagar, disse. – Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.

Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bocetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.

Dinho retirou seus dedos da minha boceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: – Quer chupar minha bocetinha, quer?

– Tudo que eu quero neste momento é chupar sua boceta Ângela. – Deixa vai, por favor!

– Ta bom, então vem experimentar a primeira bocetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.

Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.

Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.

– Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?

– Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.

Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua, bem fundo na minha bocetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza, a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha boceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.

Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.

De repente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.

– Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!

Puxei sua cabeça contra minha boceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.

Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha boceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.

Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.

Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.

Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.

– Você gozou enquanto chupava minha boceta, safadinho? Disse sorrindo.

– Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.

– Então agora, vou fazer você gozar novamente, ta bom?

Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.

Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.

Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia, dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau ao Maximo que pude, meu cunhadinho, por instinto forçou a entrada ainda mais na minha boca atingindo minha garganta. Engasguei-me e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra, sem antes me avisar.

Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.

– Desculpe me disse meu cunhadinho: – Não deu tempo de avisar.

Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.

Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.

Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.

Estava louca de vontade, de sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.

A partir desse dia Dinho era outra pessoa. Não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.

Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.

Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bocetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.

Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchiam minha boca de porra.

O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.

Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.

Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.

No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.

Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde, após uma chupada deliciosa, arrombava minha boceta com seu cacete enorme.

Minha bocetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.

Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.

Descobri, da maneira mais cruel, que meu marido até aquele momento nunca tinha tido um caso com minha concunhada a Cristina. Detalhes narrado por meu marido em outros contos.

Se gostar do conto vote, ou deixe seus comentários, se quiser entrar em contato, vou deixar meu e-mail: aventura.ctba@ig.com.br

Referência do Anúncio ID: CT-000049900

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Sem Comentários para “Flagrei meu cunhadinho se masturbando parte 2”

  1. acho que nem seu cunhadinho superaria o teso que me provocaste, mulher. deve ser mesmo uma delicia. parabns pela narrativa.

  2. Parabns, execelente conto…

  3. parabens pelo conto e pela descrio dos fatos.

  4. conto muito bom adorei ate mi encorajou comer minha cunhada.

  5. parabens pelo conto….j gozei duas vezes….

  6. parabns fiquei exitatissima com seu conto
    fiquei toda molhadinha de teso

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