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fui arrombado pelo morador de rua no prédio abandonado

  • Publicado em: 17 de junho de 2018 06:56
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Certo tarde eu tinha ido realizar um trabalho num bairro próximo do centro da cidade, como era perto resolvi ir caminhando, era uma tarde muito quente, abafada, a gente se sentia mal. Quando estava retornando peguei uma rua para encurtar o caminho, pois o tempo fechou e parecia que iria cair uma daquelas pancadas de verão, a rua era meio deserta e com vários prédios fechados ou em demolição. Não consegui chegar ao final da rua e começou uma chuva forte, corri para baixo de uma marquise de um desses prédios e lá havia um cara esquisito que também estava se protegendo da chuva, como ela ficou mais forte, entramos para dentro da construção, sendo que parte dela estava sendo demolida com muito entulho pela volta, ficamos embaixo de um saguão ainda não demolido, mas um pouco escuro lá dentro. O cara era barbudo, vestia uma calça caída, uma camiseta e chinelos, estava muito suado, me olhava muito, especialmente para minha bunda e notei que ele estava ficando de pau duro. Puxei conversa com ele para disfarçar, mas ele apenas respondia em monólogos, a chuva ficou mais forte ainda e não via meio de me mandar dali. Em instantes, o cara tirou o pau para fora da calça e começou a mijar, era um mijo forte, amarelo e com forte odor, abundante e quente, seu pau era bem grosso, cabeçudo, cheio de veias, não muito comprido, ficou um tempão mijando que escorreu pelo chão, fiquei meio admirado com aquilo e sem perceber fiquei fitando seu pau. Ele percebeu e apontou seu cacete e me perguntou se eu tinha achado bonito, novamente sem sentir disse que sim e ele me disse que também tinha gostado da minha bunda e queria me comer, assim, sem pestanear. Fiquei meio sem ação e nem percebi que ele tinha se aproximado e começou a passar a mão na minha bunda, me esquivei e disse que não era veado, mas ele nem ligou e se aproximou novamente e me acariciou me dizendo que poderíamos aproveitar enquanto chovia para dar uma fodinha, estava com um misto de tesão e paralisia e não percebi que ele tinha afrouxado a cinta e quando dei por mim ele tinha arreado minha calça, tentei me afastar, mas ele me segurou pela cintura e me puxou contra seu corpo, com sua calça arreada e pelado, porque ele não vestia cueca, sem perder tempo, ele meteu seu pau no meio das minhas coxas e começou a me foder nas pernas, sentia o quanto seu cacete estava quente, pulsante, muito duro, em poucos minutos, senti minhas pernas meladas, ele tinha largado o pre-gozo em abundancia, misturado com um pouco de pingos de mijo, porque senti o odor. Eu fiquei tão surpreso e com tanto tesão que não reagi e deixei ele conduzir a ação, se aproveitando, ele me inclinou para frente e para baixo, lubrificou meu cuzinho, me segurou pela cintura, deitou nas minhas costas e socou com força, dei um grito de dor e senti a cabeçona arregaçar meu cuzinho, ele enterrou tudo até as bolas, gemeu alto, me chamou de puta e iniciou a foda, me fodeu forte, pegado, socando tudo por uns dez minutos, depois ele gemeu mais alto e senti os jatos de porra dentro do meu cuzinho, foram muitos esguichos. Eu não acreditava que estava sendo fodido por aquele desconhecido, ele continuava socando, mesmo depois de ter gozado muito e seu pau continuava duro, era inacreditável, minhas pernas tremiam e minas costas doíam e aquele mendigo não parava de me comer, a porra que ele tinha despejado e seu saco batendo na minha bunda faziam um barulho tesudo e ele continuava a me socar. Ficamos assim acho que mais uns dez minutos, ele sem parar me comendo forte me segurando pelos ombros, até que novamente deu um suspiro profundo e gozou novamente, com muitos jatos, eu não acreditava naquilo, aquele mendigo gozando duas vezes sem parar e com fartura. Gozou tudo dentro e ficou parado com seu pau enterrado na minha bunda e me perguntou seu tinha gostado, disse que sim e ele ticou seu cacete de dentro ainda duro, muita porra quente desceu pelas minhas pernas me lambuzando muito. Ele pegou seu cacete na mão e disse que poderia gozar mais uma vez ainda, disse que estava muito doido e todo melado que deixaríamos para outra vez (como forma de me livrar dele). Ele consentiu, se vestiu e saiu caminhando pela chuva. Olhei para os lados, não havia nada para me limpar, tive que vestir a calça e ficar todo melado mesmo. A chuva parou e sai rapidamente daquele lugar, enquanto caminhava rápido sentia mais porra escorrer pelas pernas.
Foi uma loucura inesperada. Voltei lá outras vezes mas nunca mais encontrei o mendigo pauzudo.

Referência do Anúncio ID: 7485b200144ee24d

   

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