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Fui Brincar de Detetive e Descobri que sou Corno

  • Publicado em: 6 de dezembro de 2017 11:18
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Fui Brincar de Detetive e Descobri que sou Corno (Autor: Erick )

Não sou do tipo ciumento. Mas o fato de minha esposa ser tão exibida me deixa sempre com uma pulga atrás da orelha. Com sua bundinha branquinha arrebitada e seios firmes, sempre vistosos nos decotes que ela adora usar, é difícil não chamar atenção. Desconfiei vários vezes ao longos dos anos de que ela pudesse estar me traindo. Mas nunca questionei, até mesmo porque também nunca fui um marido fiel.

Um dia, entretanto, a curiosidade acabou falando mais alto e acabei passando a investigar um possível caso de traição. Aconteceu quando ela deixou seu celular destravado na cama e foi ao banheiro. Relutei um pouco mas acabei pegando-o e, como tinha pouco tempo, pois ela voltaria a qualquer momento, fui direto vasculhar o whatsapp. Já de cara vi uma conversa com um homem que nunca vi e de quem nunca ouvi falar: “Robson”.

Ela nunca mencionou esse nome e achei estranho ela ter um histórico tão longo de conversas com ele. O que me intrigou foi que o conteúdo das conversas não era, a princípio, comprometedor. Falavam de tudo, como amigos. Mas, após um olhar mais atento, comecei a perceber que, entre conversas amenas, havia algumas frases codificadas, como: “11MC”, “11SC” e “11M”. Eram códigos, com certeza. Sempre respondidos com um “joinha”.

Como ela estava saindo do banheiro, tive que guardar o celular, pra que não desconfiasse de nada. Fiquei com aqueles códigos na cabeça por dias. O que significavam? Quem era esse tal de Robson? Aquilo me deixava encabulado e já estava ficando louco de curiosidade. Depois de muito quebrar a cabeça, descobri que tinha algo a ver com “11h”. Desconfiei porque o número “11” sempre vinha na frente, sugerindo ser um horário de encontro. E 11h era justamente o horário que minha esposa ia pra casa, durante seu horário de almoço da firma.

O jeito, então, foi dar uma de detetive e tentar descobrir se minhas suspeitas estavam certas. Para isso, passei a deixar meu notebook com a webcam ligada, em cima de um móvel de frente pra nossa cama. Imaginei que se ela estivesse me traindo, seria esse o jeito de desmascará-la. A webcam ficava gravando durante o dia todo. Á noite eu chegava, conferia o que tinha acontecido e depois apagava.

Fiz isso vários dias, até que, finalmente, peguei-a nas imagens.

Não deu pra ver muita coisa porque não ligaram a luz. Só deu pra ver que era um homem bem mais velho, pelos cabelos brancos. E parece que tinha um pau bem grande, porque nunca a via gritar tanto! Ele falava mil baixarias, como “toma, sua puta” e “seu marido não te come direito, eu como!” Ele transava como um animal, num vai e vem desenfreado, bombando forte e rápido.

Aquele vídeo me deixou, ao mesmo tempo, transtornado, com raiva e com bastante tesão, algo inexplicável. Percebi que, na verdade, eu estava mesmo era torcendo pra que isso estivesse acontecendo. Sempre fantasiei minha esposa com outros homens, mas nunca tive coragem de propor algo do tipo. Então, ela acabou realizando a minha fantasia.

Fiquei em um dilema durante meses, sem saber se contava ou não que sabia desse caso extraconjugal. Mesmo tendo deixado de usar a webcam pra investigá-la, eu sabia que ela continuava saindo com ela. Às vezes na nossa casa (11MC = 11h na Minha Casa), na casa dele (11SC = 11h na Sua Casa) e de vez em quando no motel (11M = 11h no Motel). Pelo menos consegui decifrar os códigos, o que me consumiu horas e horas quebrando a cabeça. Também percebia quando ela estava com a boceta um pouco sensível demais, um tanto ardida, mesmo sem transarmos há vários dias.

Teve um dia, inclusive, que acredito ter transado com ela pouco tempo depois que o Robson saiu de minha casa. Nesse dia, cheguei mais cedo em casa e ela ainda estava no horário de almoço. Ela me recebeu com visível ar de surpresa, estando com os cabelos meio úmidos e suada. Ela disse: “hoje fiz academia no horário de almoço e só dei uma passada aqui pra tomar uma ducha”…

Claro que não colou a desculpa, até mesmo porque ela poderia ter tomado banho na academia. Enfim, não questionei. Pelo contrário, fiquei com um super tesão imaginando que ela tinha acabado de dar pro Robson. Não pude deixar de aproveitar o momento e joguei-a na cama e fui tirando-lhe a roupa. Ela se surpreendeu e disse: “que fogo, hein, que deu em você”… Eu não sabia o que dizer, então fui logo deitando em cima dela e já tentando encaixar meu pau, duríssimo nessas alturas.

Foi quando aconteceu algo incrível, que nunca imaginei, uma situação que é capaz de matar de tesão um marido com desejos cornos como eu… Ela estava com a boceta toda melada da porra do Robson! Ela mesmo talvez nem tenha percebido, mas estava encharcada. Meu pau literalmente nadou lá dentro. Até mesmo porque meu pau é um pouco fino e, pelo que percebi, o Robson era bem dotado. Eu metia e ficava pensando no que estava acontecendo: estava enfiando o pau na boceta da minha mulher que ainda tinha porra de outro homem!

Não demorei a gozar. Ela precisou, mais do que nunca, de um banho, que tomamos juntos. Fomos embora no meu carro, resolvi deixá-la na porta da firma. Chegando lá, quem eu vejo, sentado, fumando, conversando com um colega? O Robson. Descobri então que se tratava de um colega de trabalho, com quem possivelmente trabalha junto há vários anos.

Abraço.

Erick.

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