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Fui puta por um dia (parte 2)

  • Publicado em: 24 de novembro de 2014 07:28
  • Expira: Nunca!
Fui puta por um dia (parte 2)
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Detalhes do Conto Erotico:

Há algum tempo, escrevi uma experiência que tive e que mudou muito a minha vidinha até então monótona e sem graça. Usei, no conto n° 19.881, o pseudônimo de Sara, casada com Toni, com 1,75m de altura e 55 kg. Hoje, após alguns anos, continuo em forma (só engordei um pouco…), mas continuo gostosona e enxuta. Ainda estou casada com Toni, meu coroa rico e maravilhoso, que me dá uma vida de rainha, pois suas empresas cresceram muito com as exportações para China, além de outros cinco países.
Depois daquele inesquecível “dia de puta” na casa de minhas colegas de faculdade, Jane, Rose e Mary (já relatado neste site), passei a ter fantasias delirantes. E para minha total felicidade, todas foram colocadas em prática, após algum tempo. É claro que não pude frequentar a casa de minhas colegas de faculdade todos os dias, mas consegui arrumar algumas boas desculpas para meu maridinho e consegui ir “estudar” na casa das amigas e, lá, passar quatro noites maravilhosas, em bacanais dignos do Imperador Calígula. Neste conto, vou narrar um desses bacanais, que ocorreu dois meses após meu primeiro dia de puta. Fui obrigada a aguardar tanto tempo (2 meses), porque meu marido poderia desconfiar e, além disso, aguardei sua ida à China para fechar um contrato milionário de exportação de jeans. Planejei detalhadamente a grande suruba com minhas 3 colegas. Rose faria 23 anos no dia 30 de abril e, sendo feriado no dia seguinte (1º de maio), marcamos uma “festinha” de aniversário, convidando clientes especiais e que não fossem “pães duros”. Sugeri que fossem convidados, no mínimo, doze homens (três para cada) e, de preferência, superdotados (pelo menos três negros ou mulatos para mim). As meninas riram de minha sugestão, mas prometeram fazer tudo para me agradar.
O dia “D” chegou. De manhã, deixei meu marido no aeroporto rumo à China e, em seguida, fui para o salão de beleza tratar do visual (cabelo, unhas dos pés e mãos, depilação total, massagens etc.), fiz um “dia de noiva”. Passei num shopping e comprei um lingerie negra, com discretos enfeites e babados vermelhos, e um vestidinho decotado preto, super sexy. Eu me vesti pra matar…
Cheguei às 18h00 no apartamento de minhas colegas de faculdade e, agora, colegas de sacanagem. Todas elogiaram meu novo “visu”. Mary deu um tapinha na minha bunda, elogiando-a. – Ei amiga, sua bunda está maior… colocou silicone? Respondi que não e expliquei que havia engordado um pouco. – Ela está mais gostosa – gritou Jane lá da cozinha, preparando algo leve para servir para os convidados. Todos deveriam chegar após as 20h00. Ficamos assistindo TV e comentando o “ménage à trois” feito no meu primeiro dia de puta. Confessei que havia adorado e que me senti mulher pela primeira vez na vida; que havia adorado todos os minutos daquela transa a três… foi um divisor de águas; fiquei mais sensual, mais feminina, com mais tesão; passei a trepar com o Toni com mais prazer e de todas as formas; até o cu acabei dando pro meu maridinho (que, aliás, adorou!); tornei-me “expert” em sexo oral… As meninas ficaram impressionadas com aquela sincera confissão e se sentiram orgulhosas por terem sido tão úteis para mim. – Hoje eu quero ver se você está boa mesmo, quero ver você revelar esta putinha que está desabrochando dentro de você num tremendo “gang-bang” – falou Mary sorrindo. Olhei assustada para Mary e perguntei: – Ei, amiga, o que é isso… “gang-bang”? Todas riram e ninguém respondeu, apenas deixaram para me explicar na prática, logo que os machos convidados chegassem. E chegaram.
Os dois primeiros a chegar foram Paulo e Júlio, dois mulatos altos e bonitos. Fiquei super contente, pois vi que elas haviam cumprido o que prometeram. Pulei no pescoço do Júlio, o mais alto, e lhe dei um beijão na boca. Júlio já passou a mão na minha bunda e me ergueu num abração de urso que me deixou no céu. Júlio foi me levando para a suíte mais próxima para me dar um trato. – Júlio – gritou Rose lá de dentro – é cedo pra comer a Sara, vamos esperar o resto dos convidados. Eu e Júlio nem ouvimos direito, pois o tesão era muito e muito grande. Senti o cacetão do Júlio no meio de minhas pernas e queria, porque queria, pegar e chupar aquele mastro duríssimo onde eu podia até sentar, enquanto Júlio caminhava em direção da cama. Ele me jogou na cama e foi tirando a roupa, com pressa. Tirou a camisa, o cinto e assim que começou abaixar a calça, apressei-me a ajudar. Puxei a cueca daquele mulato lindo e vi um pinto que me deixou impressionada. Segurei com duas mãos aquele mastro grosso e descomunal. Minhas duas mãos não bastavam para abraçar tanto pau. Tentei colocar na boca. Na primeira tentativa, falhei. A cabeça era grande demais. Que cabeção! Foi a maior glande que já vira na minha vida. Abri bem a boca e, em outra tentativa, a cabeçorra entrou na minha boca quase me sufocando. Tossi um pouco e logo depois consegui abocanhar aquele pinto e até consegui enfiar uns 5% na boca. Compensei com a língua. Júlio não deixou por menos e também lambeu minha xaninha num inesquecível 69. Que língua. Enorme e sensual. Ligeira e tranquila. Ia até o fundo de minha boceta e voltava para meus grandes lábios, chicoteando bastante meu clitóris rígido de tesão. Chupei aquele pau moreno como se fosse uma criança haitiana comendo alguma coisa, após dias de jejum. Catei o sacão do Júlio e o enfiei na boca. Nem sei como consegui enfiar uma bola na boca. Quase me engasguei, mas consegui enfiar as duas. Chupei aquelas bolas como se fossem dois bombos sonho de valsa. Adorei. Júlio delirava de prazer, principalmente quando largava o saco e enfiava o pau na boca, batendo a língua na glande e chupando aquele caldinho salgado que saia de seu pau, enfiando a língua no buraquinho. Percebi que Júlio ia gozar e não quis estragar a festa. Convenci Júlio a se juntar aos demais.
Quando entrei na sala só de lingerie, os machos já estavam todos bebericando e comendo uns petiscos, somente de cueca. Puxa vida, nunca vi tantos machos maravilhosos juntos… e todos a meu dispor – pensei. Entrei na sala com minha linda e sexy lingerie e, sorrindo, cumprimentei um a um com um belo beijo na boca, experimentando língua por língua. Todos altos e lindos. Carlos era um negro lindo. Percebi que fora outra “encomenda” minha. Fiquei felicíssima com aqueles três criolões feitos sob medida. Estavam ali, um ao lado do outro e eu sabia que eram meus. Jane cochichou ao meu ouvido: – Vamos lá amiga, faça um “gang-bang” nos seus 3 machos… nós vamos fazer nos outros. Fiquei na mesma, pois nem sabia o que era isso… Olhei para o lado e fiquei tomei conhecimento do que era o tal “gang-bang”: Mary estava no meio de uma roda formada por vários machos pelados, chupando um por um. Com as mãos segurava dois pintos e com a boca agasalhava outro.
Ah, então GANG-BANG é isso? – pensei. Ajoelhei-me na frente daqueles monumentos de ébano e com as mãos segurei dois paus enormes e enfiei o menor na boca o mais que pude. Nossa… que gostoso! É uma delícia segurar dois pintos tamanho família, sentido o latejar dos tarugões e enfiar outro inteirinho na boca, soltando aquela baba de tesão sem parar. Coloquei um dos pintões na boca, para variar. Era o pau de Júlio, que eu já conhecia. Adorei chupar mais um pouco aquele belo exemplar super-pênis, enquanto segurava outros dois, batendo punhetinhas caprichadas e cadenciadas. Percebi que Júlio queria mais, pois estava se abaixando e alisando minha bunda. Dei um jeitinho para ele enfiar o dedo na minha xana que estava molhada (e como!). Júlio percebeu que eu queria pau na buça e não perdeu tempo, sentou-se no chão e me colocou, com carinho em seu colo, enfiando todo seu pau na minha xana. Senti certo desconforto no início, mas fui sentando devagar naquele tarugão do Júlio até encostar seu saco na minha bunda. Que delicia sentir na boceta um verdadeiro cacete tamanho “GG”-especial. No começo, estava difícil o vai e vem, mas, depois, eu subia e descia naquela vara gigante e ainda chupava o cacete do Paulo e punhetava o lindo pau negro de Carlos. Eu até fechava os olhos para sentir todo aquele prazer enorme. Era tudo o que queria na vida: um punhado de pintos dentro de minhas entranhas. Com sorriso nos lábios, fui abrindo os olhos… e quando os abri, fiquei pasmo: ao meu redor estavam vários pintos, de todos os tamanhos e todos os tipos. Por gozação, as meninas resolveram aumentar o número de machos para eu fazer um verdadeiro “gang-bang”, pois três era pouco. Fiquei um pouco espantada, mas resolvi entrar no clima. Com as mãos catei dois paus e coloquei (pelo menos tentei) dois paus na boca. Os interessados me ajudaram, tentando enfiar os dois pintos na minha boca, sem me machucar, claro. Abri a boca ao máximo que pude e pelo menos um pedaço de cada pau entrou com certa dificuldade. Estava meio complicado, mas muito bom. Assim pude experimentar uma grande quantidade de pintos… e cada um maior do que o outro…mas todos d e l i c i o s o s… Os marmanjos foram me explorando com as mãos e bocas. Senti duas bocas chupando meus seios… muitas mãos me apalpando… e pintos para todos os lados… Júlio se ajeitou debaixo de mim, sem tirar o pau da xana, e colocou minha bunda à disposição dos demais. Percebi que estava na hora de tomar no cu. Estremeci de medo e tesão, pois os paus que estavam por ali não eram molezas não. Era cacete pra ninguém botar defeito. Mas que está na chuva…
Eu tinha que liberar tudo mesmo, até o cuzinho, afinal era um autêntico “gang-bang” e eu era uma das putinhas daquele puteiro e os clientes estavam pagando uma nota para participar daquela festinha. Dei um jeito do Júlio se sentar numa poltrona e ajeitei melhor minha bunda para o deleite de Carlos, aquele negro gostoso, que tinha o pau menor. Carlos ficou contemplando aquele bundão lindo; passou a língua com carinho… colocou um dedo, depois, dois e três dedos… e com lubrificante (KY) começou a enfiar o pau negro no meu rabinho. Ah, senti uma dorzinha deliciosa, com aquele caralho invadindo meu cuzinho meio virgem ainda. Carlos adorou enfiar o pau no meu cu, enquanto Júlio comia minha bocetinha. Demorou um pouco para entrar todo cacete no meu rabo, mas Carlos conseguiu, com categoria, enfiar até o talo. Doeu claro. Dei uns gritinhos histéricos, mas valeu a pena. Eram dois paus embaixo e o resto em cima. Um pau se mexendo dentro do meu cu, outro na minha xana e mais um ou dois na minha boca, num cadenciado delicioso. Enquanto isso, eu punhetava mais dois paus, sob os aplausos das meninas. Tirei os paus da boca e gritei: – Meninas venham me ajudar, tem pinto pra todas. Elas deram uma bela risada e se aproximaram, ajudando-me a devorar aqueles belos espécimes humanos. Cada uma se ajeitou com três machos, que preencheram suas bocas, cus e bocetas. Agora, sim, estava tudo certinho. Todas as meninas com seus buracos preenchidos por toras maravilhosas.
Olhei de lado e meu tesão aumentou, pois todos os pintos estavam dentro de algum buraco e todas as putinhas levando paus por todos os lados, gemendo, gritando palavrões e chamando santos e deuses. Não aguentei tanto tesão e comecei a gozar sem parar, num múltiplo orgasmo nunca sentido antes, que saia pela minha xana e molhava o pau de Júlio de forma exagerada. Assim que ele sentiu minha boceta super molhada, começou a gozar também. Seu pinto ficou maior ainda, latejando e jorrando porra sem parar. Carlos sentiu o pau de Júlio mais inchado e latejando e, com o tesão a mil, também gozou, ficando enorme no meu cu e esguichando um monte de porra quente. Que delícia… que coisa boa… muito boa… Enquanto os dois inundavam de porra meu cu e boceta, Paulo continuava enfiando seu pau na minha boca. E eu não perdia tempo e caprichava naquele boquete, pois meu tesão estava à flor da pele… quase engolia o pau do Paulo… tamanha era minha excitação. Com as duas mãos batia uma vigorosa punheta; com a língua na glande, caprichava no boquete, sem me esquecer do saco daquele macho. Na rigidez do pintão, eu sentia apoio para subir e descer nas duas varas, enquanto os dois gozavam embaixo de mim.
De repente, Paulo começou a gozar também e senti aquela enxurrada de esperma entrando na minha boca; quase me engasguei. Achei melhor engolir tudo e segurei o bruto com as duas mãos, tentando amansar aquela cobra que crescia, latejava e cuspia jatos de porra na minha goela. Eram três paus enormes dentro de mim. Todos os machos me sacudiam, por baixo e por cima, enquanto seus paus enchiam meus buracos de muita e muita porra. Queria ficar assim para o resto de minha vida. Não queria que aqueles pintos amolecessem. Queria que ficassem duros mais e mais tempo; apertei um pau no cuzinho, ou outro na bocetinha e caprichei no outro que estava na boca, mas foi tudo inútil… os pintos começaram a dar sinal de cansaço e, pouco a pouco, foram amolecendo e amolecendo… Com os três pintos em repouso, vi que o primeiro “round” acabara, mas todos saíram vencedores, inclusive eu. Todas as meninas me deram parabéns, falando que eu havia passado no teste do “gang-bang” com nota dez, mas outras surpresas as danadinhas reservaram para mim… Mas isso fica para outro conto, caso este tenha boa votação.

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Uma Comentário para “Fui puta por um dia (parte 2)”

  1. Parabéns, fazia muito tempo que eu estava aguardando a continuação do seu conto, ficou ótimo, por favor, não demore para postar as continuações, nota 10.

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