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Gritos no acampamento

  • Publicado em: 20 de setembro de 2017 13:12
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Olá galera, eu de novo para mais um conto. E novamente quem vai contar a história é a Ana, a protagonista. Para quem não sabe, já tem conto dela (Calor no chalé), que aconteceu antes desse que agora será apresentado. O que eu postei anteriormente, rolou com o Renan. Dessa vez o famoso Erick, dos meus outros contos retorna.
Oi Isa, como te prometi, vai a seguir o relato do que rolou no acampame… nto em janeiro de 2014. Fiz um esforço de memória e escrevi tudo que eu lembrei. Beijão.
No mês de dezembro de 2013, cerca de 5 meses depois do que rolou com o Renan no chalé, uma amiga minha veio me convidar para acampar, em janeiro, uns quatro dias (de quinta a domingo) com o primo dela e mais alguns colegas. Voltaríamos no domingo logo após o almoço pois alguns iriam trabalhar na segunda-feira. Eu disse que tentaria convencer a minha mãe, mas que ainda não era certeza. Depois de umas duas ou três discussões finalmente minha mãe deixou e eu me preparei para ir.

Avisei à minha amiga que não tinha barraca, nem material de camping, ela disse para eu ficar tranquila que ela levaria tudo.

Então, no dia 9 de janeiro de 2014, quinta-feira pela manhã, eu, minha amiga e o primo dela saímos da minha casa, de carro em direção à Serra da Graciosa, quem é do Paraná conhece, quem não for, dá uma pesquisada. Lá existem alguns pontos para acampar, mas o primo dela conhecia um local sem dono, de mata fechada e queria ir novamente dormir por lá.

Quando chegamos, tinha mais uns três carros e cerca de 8 ou 10 pessoas nos esperando. Todos muito simpáticos, logo vieram me cumprimentar e se apresentar. Entre essas pessoas, estava um rapaz moreno, pele morena clara, alto (cerca de 1,90), chamado Erick. Eu já tinha visto ele na casa dessa minha amiga, inclusive conversando com o Renan (do chalé). Ele sorriu e veio me cumprimentar, me abraçando e beijando no rosto.

Aliás, eu já tinha ouvido umas história sobre o Erick, sobre ele ser um conquistador e, consequentemente um pegador de meninas, daqueles que não assumem nada sério com ninguém pois sempre tem uma ou outra dando em cima dele. Não pense que ele é lindo, pois não é, no máximo um gatinho, com um sorriso legal e um ótimo humor. Pode ser idiotice minha, se quiser me corrijam, mas acho que uma das coisas que mais facilita o lance dele com as meninas é a “fama” que ele tem/tinha de ótimo na cama. Um detalhe: nunca ninguém ouviu ele dizer que era bom de cama, eu tinha ouvido isso de algumas meninas que ele pegou.

Logo após as apresentações, fomos arrumar as barracas e materiais. Como eu e minha amiga estávamos sofrendo para montar a barraca, o Erick veio e nos ajudou. Depois de tudo arrumado, fomos almoçar e em seguida saímos para explorar o local, pois o primo da minha amiga queria nos mostrar a cachoeira que tinha lá perto.

Caminhando por cerca de 30 minutos numa velocidade boa, sem parar, e atravessando um pequeno riacho, chegamos na tal cachoeira, e realmente era muito bonita. Era grande, barulhenta, mas possuía um pequeno lago que era tranquilo para nadar. Lá ficamos um tempo conversando e curtindo a natureza, mas combinamos de entrar na água apenas no dia seguinte.

A noite, ficamos conversando para fora da barraca, e não demorou muito tempo para que o Erick viesse perto de mim e me fizesse rir de uma maneira que não acontecia a tempos. No outro dia, uma sexta-feira, coloquei meu biquíni e uma canga, dessas de praia e fomos para a cachoeira. Chegando lá, o Erick e outros garotos já estavam dentro do lago. Percebi que todos entravam e saíam, menos o Erick, mas não entendia o motivo.

Até que, alguns minutos depois, vi ele saindo discretamente, quase como se escondendo, e então percebi o motivo: ele estava de sunga branca, e a água acabou deixando ela um tanto transparente. De onde eu estava, consegui ver bastante coisa, inclusive uma característica que já havia sido citada por algumas meninas que ele já ficou: a grossura do seu pênis. Mesmo aparentemente mole, dava para notar como era bem mais grosso que a maioria dos que eu já tinha visto, mesmo que por foto.

O dia foi maravilhoso e passou rápido, pois estávamos nos divertindo muito, cantando, conversando, e rindo das bobagens que os meninos falavam. O problema aconteceu quando estávamos voltando para o acampamento, pois, logo que entramos na mata fechada, um galho enroscou num pedacinho da parte de baixo do meu biquíni e rasgou. na hora eu só ouvi o barulho e ajeitei a canga, mas no dia seguinte, quando fui pegar num varal improvisa que eu montei, vi o tamanho do estrago. Como eu não tinha outro, e nem tinham para emprestar, tive que informar aos outros colegas que dessa vez só veria eles na água.

Ah, um detalhe, na volta, depois do rasgo do biquíni, a minha amiga veio do meu lado e cochichou: ouvi os meninos falando de você, no momento que você ficou de biquíni começaram a te elogiar. Gostei de ouvir aquilo e fiquei me perguntando se o Erick pensava o mesmo que eles, pois em nenhum momento vi ele perto dos garotos.

No dia seguinte, no sábado, quando entrei na barraca para trocar de roupa, colocar short e a parte de cima do biquíni, ouvi o pessoal saindo da área de camping e indo para a cachoeira, menos a minha amiga que me esperava do lado de fora. Como eu percebi que ela estava impaciente, falei para ela ir, que logo eu iria.

Então ela foi e eu me apressei para não ficar muito para trás, porém estava tendo uma dificuldade anormal para amarrar meu biquini nas costas. Quando consegui e saí da barraca, vi que todos tinham ido e eu não ouvia mais nada por perto, a não ser alguns pássaros que cantavam.

Quando fechei o zíper da barraca e me virei, ouvi um outro zíper abrindo e um “oi Ana” sendo dito. Olhei na barraca um pouco distante da minha e era o Erick, que tinha também ficado para trás, então fui em direção à barraca dele, feliz por não precisar ir sozinha para a cachoeira .

Chegando mais perto ele disse que tinha ficado arrumando a barraca que estava bagunçada, pois no outro dia nós iríamos embora. Então eu disse que também estava arrumando algumas coisas e que já estava indo para a cachoeira. Ele então abre o zíper todo da barraca e diz para eu entrar que ele quer me mostrar alguma coisa no celular dele. Eu digo para ele me mostrar ali fora mesmo, mas ele diz que é ruim, pois a luz do sol não deixa enxergar direito e como é um vídeo eu não escutaria direito, blá blá blá.

Desconfiada, entrei na barraca e percebi que ele estava só de sunga, porém dessa vez era preta. Sentei ao lado dele e ele passou o celular e um fone de ouvido. Comecei a ver um vídeo que ele tinha falado na primeira noite quando conversamos. Logo que comecei a ver, ele levantou e rapidamente fechou o zíper da barraca. Aquilo fez meu coração dar uma acelerada. Falei que não precisava fechar, mas ele disse que era melhor para eu enxergar a tela.

Passados alguns minutos, ele sentou praticamente encostado em mim e perguntou, tirando um dos fones do meu ouvido se eu ainda estava com dor no ombro direito, pois eu tinha batido numa árvore quando escorreguei. Fiz que sim com a cabeça, e ele com as mãos, começou a massagear. E como estava bom.

Ele sentiu que eu comecei a relaxar, então, no ouvido que eu estava sem fone, começou a me elogiar e dizer que não parava de pensar em mim. Apenas olhei para trás e dei um sorrisinho, como se não me importasse, mas por dentro estava nervosa, por vários motivos, pois não sabia o que ia rolar entre a gente. Eu andava um tanto excitada a pelo menos umas duas semanas, pois desde o chalé não rolava nada comigo. Nunca fui de transar com frequência, então de tempos em tempos a vontade batia, e toda aquela situação começou a me deixar com vontade.

Ainda me elogiando, ele foi perto do meu ombro e deu um beijinho. Logo em seguida começou a beijar, de leve o meu pescoço e a minha nuca, aquilo me arrepiou e ele percebeu. Quando ele deu um beijo mais, até com um pouquinho da língua, eu me virei e disse, de uma forma automática: “para Erick”.

Ele, fazendo de conta que eu não havia dito nada continuou beijando e eu fechei os olhos pois o pescoço, como devem saber se já leram o conto anterior, é um ponto fraco que eu tenho. De tão envolvida que eu estava, que o celular caiu da minha mão em cima do saco de dormir e eu nem percebi.

Logo que ele parou de beijar meu pescoço, virei minha cabeça para o lado que ele estava e começamos a nos beijar demoradamente, com muita língua e com bastante vontade. Ele então parou de me beijar, deitou e me puxou, de frente para ele. Enquanto nos beijávamos, os dois de lado, um de frente para o outro, senti sua mão puxando meu short para baixo. Quando chegou na metade das minhas coxas a mão dele foi direto para o meu bumbum, dando apertões e pequenos tapas.

Sem pensar, coloquei minha mão dentro da sunga dele e comecei a tocar levemente, subindo e descendo o pênis dele e, de certa forma assustada, pois minha mão não conseguia envolver o membro dele, por ser bem grosso.

Ele então começou a abaixar a minha calcinha lentamente, pois acho que ele pensava que eu iria protestar, mas decidi que queria transar com ele e saber na prática se toda aquela fama era real. Enquanto ele fazia minha calcinha descer pelas minhas coxas, comecei a apalpar o saco dele e, outra característica dele já citada pelas meninas enchia a minha mão: ele tinha bolas grandes, que certamente ele depilava, pois não tinha pêlo algum.

Logo que minha calcinha desceu pouco abaixo do joelho, o Erick encostou o corpo dele no meu, puxou minha perna direita por cima do corpo dele, e penetrou, devagar o pênis dele em mim. A cabeça entrou um tanto tranquila, mas o restante do pênis demorou um pouco mais, pois eu estava excitada mas o nervosismo atrapalhou um pouco.

Com o seu pênis todo dentro de mim, ele começou a tirar e colocar lentamente, e, cada vez que ele colocava, eu sentia um prazer gostoso que fazia com que eu fechasse os olhos rapidamente.

Passados poucos minutos, ele começou a acelerar e, me abraçando, com a mão esquerda no meu bumbum, empurrando meu quadril para o lado dele e com o meu rosto encostado no seu peito, começou a dar algumas bombadinhas. Nesse momento eu já estava completamente entregue.

Quando ele começou a aumentar, fazendo com que o quadril dele batesse no meu e as bolas batessem no meu ânus, minha respiração ficou ofegante e eu sentia algo escorrer na minha coxa esquerda: eu estava tão molhada que chegava a escorrer.

Comecei a dar alguns gemidos e ele percebeu que não demoraria muito para eu gozar, então, habilmente ele me virou e me colocou de 4, tudo muito rápido para que não diminuísse o meu tesão.

Percebi que tudo aquilo de lado foi apenas para eu me acostumar com o pau dele, pois quando fiquei de 4, ele começou a bombar com vontade e meu tesão logo foi para as alturas novamente. Não demorou para que eu começasse a entender um pouco da fama de bom comedor que ele tinha, pois era incrível como ele mantinha a frequência das bombadas que ele dava, todas fortes, rápidas, com uma das mãos segurando o meu cabelo e fazendo com que o barulho do corpo dele no meu ficasse cada vez mais alto.

Meus gemidos começaram a ser contínuos e, depois de um gemidinho mais fraco, senti que explodiria, e aconteceu. Com um grito, que me pegou de surpresa, gozei, tão forte que meu corpo tremeu.

Depois da gozada, ele deitou e eu fui por cima, comecei a cavalgar, ainda recuperando o fôlego do orgasmo, e ele começou a dar alguns gemidos, cada vez que eu sentava com mais força. Porém logo ele assumiu o comando, pois puxando meu corpo para perto do dele, começou a meter de baixo para cima, aliás, posição que algumas meninas o elogiaram. E elas tinham razão.

Seu movimento era preciso, de novo na questão da força, velocidade, mexendo com o meu corpo da maneira certa. Meu corpo colado no dele, apenas meu bumbum, subindo e descendo como uma bola de basquete, e ele como um bom jogador, usando as duas mãos fazia meu quadril se movimentar. Mais uma vez eu gozei, não com a mesma intensidade que o primeiro, mas de uma maneira muito gostosa.

Nos beijamos durante um minuto, pouco mais e ele me virou de lado, na mesma que eu fiz com o Renan. E eu sabia que aquele posição não tinha segredo, era quase certeza o meu orgasmo.

Começando com um embalo moderado, Erick ficava apalpando meu seio esquerdo, acariciando o bico que estava saltado de tesão.

Aumentando a velocidade, dei um gemidinho e comecei a jogar meu bumbum para trás. Ele percebendo, começou a jogar o quadril para frente, dando pancadinhas entre os nossos corpos.

Não demorou para que ele começasse a bombar com força de novo e eu começasse a gemer gostosamente, com o pau dele entrando e saindo, chegando duas vezes a fazer um barulhinho na minha vagina, pois ela tinha que acomodar o pau dele e entrava um pouquinho de ar quando ele tirava.

Quase deitando em cima de mim, ele meteu rapidamente e, dando um gritinho, meu corpo contorceu, para logo em seguida eu gemer e gozar, com o som característico “uuaaaaa uuuaaaaa”. E relaxando, tremendo, suando, depois das bombadas. O som, pensando depois, foi igual ao que emiti quando gozei com o Renan, mas o orgasmo com o Erick foi pouco mais forte.

Logo que eu gozei, ele gemeu, e, aumentando de novo o ritmo, começou a bombar rapidamente, com força, e começou a gemer. Eu sabia que ele estava quase gozando, e eu me sentia poderosa, pois estava fazendo um cara, teoricamente desejado por muitas meninas, sentir prazer e gozar com o meu corpo, a minha vagina inexperiente.

Quando pensei que ele já estava quase gozando, eis que ele começa a bombar com mais força, mais rápido, e mais, e mais. Eu já havia gozado três vezes e pensei que já tinha acabado, porém quando ele começou a bombar violentamente e gemer gostosamente no meu ouvido, meu tesão triplicou e eu senti meu corpo ir nas nuvens. Não demorou muito tempo, pois ele estava exausto de tanto meter, mas bombando violentamente com os nossos corpos fazendo barulho novamente, comecei a gritar de prazer, de tesão, e gozei mais uma vez muito forte, um orgasmo de alivio. Ele gemendo sem parar, agarrou no meu corpo e gemeu alto, deu um pequeno grito e gozou, ejaculando dentro de mim. Virei meu rosto, nos beijamos e ficamos uns 5 ou 10 minutos deitados, recuperando o folego.

Nos vestimos e fomos na cachoeira, ele perto dos garotos, eu perto das garotas, por sorte, não sei, ninguém questionou a nossa demora.

Após chegar em casa, no dia seguinte, um domingo, e me sentindo diferente, cheguei a uma conclusão: depois da transa com o Renan, acabou minha adolescência e senti que virei adulta, depois da transa com o Erick, virei mulher.

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