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Helô: a vez dos machos contarem

  • Publicado em: 3 de junho de 2006 16:23
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Vou transcrever e-mail que recebi alguns dias atrás. Foi enviado por um dos personagens de um relato, “A Helô me deixando com dúvida na cabeça”. Ele leu o relato e me mandou o e-mail para me corrigir. Ele se chama de verdade Beto, e não Nildo como escrevi, que foi pra pra disfarçar. Mas ele se tocou no ato. Foi bombeiro. É um moreno alto, forte e que tem um baita dum cacete, que dava pra ver na calça que vestia sem cueca. A gente era visinho e minha mulher ficou amiga dele e da mulher dele bem depressa. Enfim, não vou repetir a história. Vai aí o e-mail: >>>>>>>>> Li o que você escreveu lá no Contos Eróticos e cheguei à conclusão de que você é bem corno manso mesmo. Não fiz nenhuma daquelas baixarias que você falou, mas agora tou vendo que era aquilo que você queria, né seu corno? Que eu comia a vagabunda da tua mulher você sempre soube. Foi você que autorizou que a Helô fosse aprender dirigir comigo. Nunca vi marido que topasse uma história dessa. A safada ficava me mostrando a bunda e as calcinhas na tua sala, na tua frente, rindo toda, se esticando feito uma gata no cio. Eu passava a mão na rola e ela pregava os olhos. Tu acha que eu não me tocava que você tava percebendo tudo? Aí, além de aceitar uma história furada daquelas ainda me entrega a mulherzinha de minisainha, para sair de carro sabe lá pra onde. Eu ensinei ela mesmo. Um monte de coisa, o menos foi a dirigir, que ela já sabia, só tava com medo depois do acidente. A puta da Helô logo no primeiro dia agarrou meu pau como se fosse um câmbio. Chupou minha rola dentro do carro, lambia, fazia barulho. Como chupa uma pica a ordinária. Gozei nela toda. Quando voltou ela tava toda colada com a minha porra. E no dia seguinte, lá vem a putinha de novo, toda sorridente, com uma roupinha me come, um vestidinho bem curtinho… Tu ficou dando chauzinho da janela e eu botando aquele avião no carro. Tu tinha dúvida que eu comia a vagabunda? Tinha nada. Tu gostava era de imaginar. Então foi naquele segundo dia que levei a Helô num hotel barato e comi o cuzinho dela. Tu não dava conta daquilo mesmo. A Helô precisa levar muita rola e rola grande. Chorou espetada no meu pau naquele dia. Do jeito que o cu dela ficou vai me dizer que não percebeu nada? Essa não. O botãozinho virou um buraco seu corno. Tu não notou? Me deixou comendo a mulher quase todo dia por dois meses e vem dar uma de dúvida? Ela fudeu como nunca na vida naquela época. Ficou tão sem vergonha que ia em cabarés que funcionavam à tarde e vestia roupa de puta. Essa era a Helô, seu corno manso. Os homens todos se esfregavam nela. Dei banho de porra na tua mulher por um bocado de tempo. Aquele cu eu te garanto que fui eu que fiz, arregacei mesmo as pregas todas daquela puta da tua mulher. Deixei o rabo dela laceado, viu seu corno. To sabendo que depois um monte de gente andou frequentando ali. Mas eu é que abri. A buceta eu só abri um pouco mais, porque já tava usada. A Helô já tinha dado muito antes de você chegar. Tu já pegou aquilo tudo aberto, tenho certeza. E ai é que eu digo que não é possível que você tivesse dúvida nenhuma. Tu sabia que ela dava. Sabia que debaixo da casquinha a Helô é a maior vagabunda. Tu gostava já de ser corno manso só não tinha coragem de assumir.>>>>>>>> Se você conhece alguma história da Helô ou um detalhe que eu não saiba, ou é personagem de algum relato, por favor escreva me contando. Quero saber todos os detalhes. Quero fazer um histórico de todas as vezes que ela me botou chifre. Fico gozando só em pensar em saber tudo pela boca de quem participou.

Referência do Anúncio ID: CT-000028823

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