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Helô me corneando com o Abel

  • Publicado em: 13 de junho de 2002 07:09
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Eu havia feito a bobagem de mostrar para um amigo chamado Abel umas fotos da minha mulher nua, que ela mandava pra revistas naquela época só pra curtir. Andava com ciúme e acabei contando pra ele algumas histórias que eu tinha certeza, mas não tinha confirmação de Heloisa, é claro. Tudo era um jogo pra nós. Mas fiz sem pensar.

Abel era meio grosso. E usou as informações que eu dei, apertando a Helô numa festa. “Você vai mamar meu cacete aqui mesmo, sua puta. Senão te entrego pra todo mundo nesta festa, vagabunda.” Helô ficou puta, mas antes que falasse algo e ele continuou: “Se não fizer um chupetão vagabunda, vou contar do médico lá da tua rua, do Rogério que vai te fuder em casa…”

Ela virou pra mim quando acompanhou ele para fora. Olhou com cara de bronca porque já imaginava quem havia contado pro Abel. Agora ela estava lá na obrigação de dar uma mamada na rôla dele.

Chegando no estacionamento, nem se preocupou muito se havia gente. E havia, meio distantes, mas havia. Tirou o pau pra fora e meteu a mão debaixo do vestidinho da Helô. “Esta xana aqui que tá todo mundo frequentando, ordinária”, disse enfiando dois dedos na bucetinha dela que começava a gostar da história e de estar chamando atenção, mesmo que discretamente.

Ele abaixou a vagabunda, que ficou com a bunda empinadinha, mostrando a calcinha enfiada no rabo, deliciosa, e com o pintão do Abel na boca. Ele fodia na boca da minha mulher, que só gemia, cada vez mais alto. Alguns homens ficaram olhando e eu também. A pica entrava e saia da boca, ela lambia a cabeça, batia punheta com os lábios naquele piroca dura. Esfregava os lábios no pau todo, lambia as bolas. Esfregava o pinto no rosto e voltava a engolí-lo inteiro.

“Chupa sua puta. Vou aparecer lá na tua casa pra te comer direito sua ordinária. Vai me dar sempre agora. Gosta de cornear o marido? Então vai cornear com um pinto de verdade, vagabunda. Mama, ordinária…” Gozou um mar de porra, que encheu o rosto da Helô, a boca, o cabelo, o vestido.

Quando voltou estava toda desarrumada, com porra escorrendo. Ela se ajeitou e ficamos mais um tempo. O Abel ficou olhando ela com cara de tarado o tempo todo. Chegava perto e passava a mão na bunda dela ou dava um jeito de encoxá-la. Estava virando vexame, porque todo mundo já estava se tocando. Saímos e ele continuou com a cara de tarado pra ela. A helô me pareceu estar gostando da idéia do grosso espetar o cacetão nela lá em casa.

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