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Helô me corneando com o Juary

  • Publicado em: 6 de abril de 2005 22:19
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

De onde estava podia ver a dança esquentar rapidamente. Ele já estava com as duas mãos nas costas dela, que o abraçava com aquele ar de vagabunda que conheço. Se esfregava no pinto dele, que já estava duro com os amassos. Ele a apertava mais, já estavam dando vexame público.

A mulher dele notou, eu notei, claro, e os demais da mesa também. Começou há alguns anos, tínhamos uns amigos bem próximos e de convivência frequente. Um deles, o Juary, se derretia pela Helô, que vivia provocando o cara.

Fomos a uma festa em que ele e a mulher foram também e sentamos com vários outros casais. Foi lá que Juary convidou a Helô pra dançar. Todos já estavam de cochicho, comentando que minha mulher era “bem vagabundinha” e como eu…

A ordinária chegou a tirar a calcinha e passar a ele, como uma espécie de troféu. Foi na mesa, mas quase todo mundo percebeu o que ela havia feito. Eles ficaram mais tesudos.

O show de amassos na dança continuou, escandaloso. Já passava a mão na bunda dela na frente de todo mundo. A piranha suspirava e se esfregava toda.

Na hora de ir embora, eles nos deram carona e Juary deixou a mulher em casa e disse que nos levaria. Ele desceu do carro e me disse para dirigir. Entrou com a minha mulher no banco de trás.

No caminho aqueles gemidos me desconcentravam. Podia ouvir a língua dele enfiando-se na boca da Helô. Ela falava: “Chupa minha boca gostoso, enfia o dedo na minha bucetinha, enfia…” Juary: “Vou ter fuder inteira, sua vagabunda. Esse corno manso aí é que vai gostar, né corno?” Fiquei quieto e reparei pelo retrovisor que ele levantava o vestido dela, enfiava os dedos em todos os buracos da ordinária, que já estava com os peitos de fora, se esfregando toda. Mais uns beijos molhados, uns suspiros e percebi o que estava acontecendo.

Disse a Helô: “Ai, corninho, esse macho tá arrebentando meu cu, tá me deixando toda aberta. Olha como ele me fode gostoso, seu corno”.

Juary: “Goza, puta. Tua mulher é uma galinha, seu corno manso. Tá vendo como ela gosta de tomar no cu, seu corno? Todo mundo aqui do pedaço enfia o pau nesse cu, seu otário. Tua mulher goza no cacete dos teus amigos todos, essa ordinária.”

Gozou nela toda. Melecou o vestido, o cabelo, suas coxas. Quando chegamos em casa, descemos do carro com ela ainda toda desarrumada e escorrendo porra pelas pernas. Ela andava devagar por causa do estrago que Juary havia feito no seu cuzinho.

Os porteiros se tocaram, porque já suspeitavam desde as “aulas” do Nildo, quando as coisas começaram. Ela me olhava com cara divertida de me ver nervoso e cheio de tesão de ver que a fama de ordinária, que vive botando chifre no marido, estava começando a aparecer.

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