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Incentivando a filha a dar II

  • Publicado em: 13 de julho de 2015 12:15
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Meu nome é Ana e tenho 45 anos. Na última vez contei como ajudei a filha de meu marido, Júlia, de 18 anos, a dar pela primeira vez. Somos loiras, cabelos longos e às vezes as pessoas na rua acham que eu sou realmente mãe de Júlia.

Depois dessa semana a vida mudou em nossa casa. Júlia ficou mais desinibida e passou a andar pela casa muitas vezes somente com a camisolinha que eu havia lhe dado, que deixava sua bundinha bem à mostra. Notei que seu pai, apesar de rigoroso com a filha, sempre dava uma olhadinha depois que ela passava. Aquilo me deixava toda molhada, mas eu não podia falar nada, pois conhecia o jeito severo de meu marido, não podia ouvir qualquer elogio à sua filha. No entanto eu e Júlia já estávamos muito íntimas. Era o Roberto sair para o trabalho e a Júlia corria pra me agarrar e me beijar, tarada como havia ficado. Por vezes eu ainda tentava resistir, mas não tinha jeito. Ela insistia e eu cedia, levando-a para minha cama. Deixava ela tirar minha roupa e forçava seu rostinho lindo entre minhas pernas. Júlia adorava chupar minha buceta e sempre me perguntava quem chupava melhor, se ela ou o pai dela. Depois invertíamos e eu provava a bucetinha dela até ela gozar. Júlia estava viciada em sexo. Quando Roberto chegava à noite, já encontrava nós duas em nossas camisolas. Nem imaginava que passávamos as tardes regadas a muito sexo.

Renato, o amigo de Júlia que a havia desvirginado, vinha cada vez mais raramente à nossa casa para “estudar” com Júlia. Como meu marido não se ausentava mais em viagem, Renato ficava pouco tempo em nossa casa. Da última vez em que veio, a empregada estava em casa. Disse à Júlia e ao Renato que subissem para o quarto e trancassem a porta, que eu logo subiria. Dei umas tarefas para a empregada no térreo e corri para o segundo andar para me juntar à Júlia e ao Renato. Abri a porta com minha chave e já vi Júlia de quatro mexendo aquela bunda novinha com o pau do Renato enfiado. Renato era bruto, bombava com força enquanto puxava os cabelos loiros longos de Júlia. Logo que tranquei a porta Renato veio me beijar e rasgou meu vestido, enquanto Júlia só observava. Fiquei puta na hora, pois era um vestido novo que o Roberto havia me dado, mas não adiantou. Rasgou meu vestido com força, arrancou minha calcinha e meu sutiã. Renato então me puxou pelo braço e me jogou na cama. Júlia já havia se acostumado ao jeito bruto de Renato e se sentou em meu rosto, mexendo a bucetinha que acabara de provar o pau de Renato. Estávamos enlouquecidos de tesão. Renato brincou com o pau na entrada da minha grutinha e depois meteu com força, me comendo por longos minutos. Não aguentou e gozou com o pau bem enfiado dentro de mim, me enchendo de porra. Já não me preocupava mais com isso, pois havia passado a tomar pílula depois que passamos a dar para o Renato. Tomava as pílulas junto com Júlia. Sabíamos do gosto de Renato tinha por gozar dentro de nós duas. Logo que Renato gozou, Júlia colocou seu rostinho entre minhas pernas e começou a lamber minha buceta. Chupava e se lambuzava com o leitinho de Renato em sua boca.

Com o tempo ficou difícil Renato vir à nossa casa e senti que Júlia estava a ponto de subir pelas paredes. Quando transávamos à tarde somente as duas, ela pedia que enfiasse os dedos bem fundo em sua buceta, o que com o tempo passeia fazer com toda a mão, o que deixava a buceta de Júlia bem aberta depois.

Um dia, depois de transarmos, Júlia me fez um pedido. Queria chupar minha buceta depois de minhas trepadas com o pai dela. Achei a idéia pervertida, mas já não tinha como negar. Tudo que eu e Júlia já tínhamos experimentado não me deixava dizer um “não” agora. Precisava experimentar as ideias dela também.

À noite, já comecei a ficar molhada com a idéia de Júlia e esperei Roberto vir se deitar para chupar aquele pau gostoso, como há muito tempo não fazia. Trepamos muito e esperei Roberto gozar bastante dentro de mim. Na mesma hora me levantei e disse que iria tomar um banho no banheiro do corredor, pois a água do banheiro do quarto não estava esquentando. Roberto acreditou e fui correndo para o quarto de Júlia, sem roupa mesmo. Entrei e tranquei a porta. Júlia, excitada, disse que já me ouvia gemer do quarto e veio correndo me beijar na boca. Queria sentir o gosto do pau na minha boca. Em seguida, me deitei na cama dela e abri bem as pernas, mostrando a buceta melada pela porra do pai dela. Júlia não resistiu e caiu de língua dentro minha buceta. Me chupava com vontade e sugava todo o leitinho que o pai dela havia gozado. Roberto nem podia imaginar que a filha estava provando a porra do próprio pai. Assim que Júlia chupou tudo, invertemos e lambi com carinho a buceta dela, que estava muito encharcada, com o caldinho escorrendo pelas coxas. – “Nossa Júlia, nunca vi você tão excitada assim!”, disse com surpresa. – “Chupa tudo mamãe!”, ela respondia. Obedeci e fiquei com aquele gosto delicioso de buceta na minha boca. –“Agora vou para o quarto beijar seu pai e deixar ele sentir o gostinho da buceta da filha”, disse brincando. Voltei correndo para o quarto e me deitei. Como imaginava, Roberto me beijou e deixei ele provar todo o caldinho da buceta da filha. Com certeza Roberto percebeu o gosto diferente, mas não fez nenhum comentário. Aquilo me deixou molhada, pensando nas próximas noites…

Nos dias seguintes, decidi que deixaria Júlia dar para o Roberto em nossa cama. Estava com ciúmes mas meu tesão era maior. E que perigo haveria em que ele provasse a própria filha, pensei. Contei meu plano a Júlia que ficou pensativa, preocupada, mas acabou aceitando.– “Mas tem que ser escondido” falei. – “Roberto não pode nem desconfiar que está fodendo a própria filha”. Júlia hesitou, mas sentia tanta falta de um pau que acabou aceitando. Expliquei que ela precisaria passar a dormir em nossa cama algumas noites, até que o pai se acostumasse e tivesse confiança em me comer ao lado dela enquanto ela dormia. Depois que se acostumasse, seria fácil.

Júlia obedeceu e fez direitinho. Nas primeiras noites, disse que estava com dor de cabeça e pediu a seu pai para dormir conosco em nossa cama. Depois, passou a dormir todas as noites. Disse que se sentia mais segura dormindo conosco. Eu pedi a Roberto que deixasse e expliquei que aquilo era apenas uma fase. Na cama, Roberto dormia de um lado, do outro lado, Júlia e eu no meio. Nós duas, para provocar, dormiamos de camisolinha bem curta. Senti que Renato também se excitava com a filha dormindo em nossa cama só de camisolinha. Nas primeiras noites, Roberto nem me tocou, com medo de a filha perceber. Eu, puta, brincava então com Júlia, colocando o dedinho na buceta dela enquanto dormíamos. Júlia fazia esforço para não gemer e acabava gozando gostoso na minha mão. Às vezes Roberto se levantava cedo e eu de propósito empurrava o lençol de nós duas, como se fosse sem querer, para que ele pudesse admirar as duas bundinhas à mostra, com as calcinhas bem enterradas, as camisolas escorregando para cima. Enquanto o Roberto se arrumava para sair, notava que ele não tirava os olhos de nós duas, principalmente da filha. Apesar de a desejar, ele não dava o braço a torcer, nunca comentando nada comigo.

Nas outras noites, passei a insistir com Roberto que Júlia tinha um sono de pedra (Mentira!), que o quarto estava muito escuro e que podíamos trepar sem medo. Roberto começou a se atrever um pouco mais e uma noite desceu a bermuda e puxou minha calcinha para o lado, tudo com a Júlia ao lado, que percebia tudo, mas nem se mexia na cama, fingindo dormir. Roberto começou a brincar com o pau na entradinha da minha buceta e eu me mexia para ele encaixar tudo. Roberto me bombava devagar para não acordar Júlia. Eu ficava em silêncio, para meu plano dar certo. Júlia, do meu lado, só curtia aquele movimento. Nessa noite Roberto gozou fartamente na minha buceta e caiu para o outro lado. Eu, muito excitada por transar com o pai de júlia ao lado dela, tirei o leitinho da minha buceta com a mão e passei na buceta dela, que ficou toda melada se rebolando na minha mão e gozando em seguida.

Repetimos essa brincadeira mais algumas noites até Roberto se acostumar. Eu já ia para a cama sem calcinha para não dar trabalho para o Roberto à noite. Um dia, quando senti que era a hora, disse a Júlia que aquela seria a noite. Apaguei a luz e fui dormir como de costume, encostando minha bundinha no pau de Roberto, que embaixo das cobertas já tirava a cueca. Tudo isso com a Júlia dormindo ao nosso lado na cama. Nessa noite, quando senti a pica do Roberto dura, me levantei e disse que precisava ir ao banheiro, apenas um pretexto para me levantar. Quando voltei, fiz um jogo rápido com minha filha e no quarto escuro, ao invés de deitar ao lado de Roberto, deitei no canto da cama e empurrei a Júlia para o meio, com a bunda dela já sem calcinha virada para o pai. Sabia que Roberto não iria perceber, pois temos um corpo parecido, apesar da bundinha e peitinhos da Júlia serem mais durinhos. Dias antes já havia raspado minha bucetinha para que ficasse como a da Júlia e Roberto não sentisse a diferença. Passei a mão rapidamente no meio das pernas de Júlia e senti a buceta dela molhada de tesão, escorrendo muito pelas pernas. O pau de Roberto iria penetrar fácil naquela buceta molhada. Enquanto mexia na buceta de Júlia, senti então o pau do Roberto se aproximar. Com minha mão, sem que ele percebesse, direcionei o pau para dentro da grutinha dela. Júlia deu um suspiro e um pequeno gemidinho. De um lado Roberto com o pau na buceta de Júlia e eu do outro, brincando nos peitinhos daquela menina de 17. Dava para sentir as estocadas de Roberto na buceta de Júlia, que não se aguentava de tesão. Tudo com muito silêncio. Roberto nem desconfiava que estava comendo a própria filha. Se descobrisse, era o fim do nosso casamento. Júlia rebolava no pau do pai, tal como ela me via fazer. Tudo precisava ser exatamente igual. Só me preocupava as pernas de Júlia encharcadas pelo caldinho que jorrava de sua buceta, mas Roberto não percebeu. Júlia estava muito excitada. Antes que Roberto gozasse, Júlia já havia gozado duas vezes, ficando com o corpo mole. Roberto aumentou a intensidade das bombadas e de repente, forçou o pau toda dentro da buceta da Júlia. Jogou muito leitinho na buceta da filhinha, ficando com o pau enfiado nela por vários minutos. Júlia não se mexia. Foi então que eu disse que precisava ir ao banheiro para Júlia se levantar rápido. Me levantei com Júlia e fomos para o quarto dela. Tal como ela havia feito comigo, abri as pernas dela e suguei todo o leitinho de Roberto. Realmente ele havia gozado muito, pois a bucetinha de Júlia era mais apertada. Júlia nem tinha mais forças, pois havia gozado muito.

Voltei para o quarto morta de tesão e de vontade de dar para o Roberto, mas o pau dele já estava mole, melado da buceta de Júlia. Júlia também voltou para a cama em seguida, desta vez sem calcinha (passaria a dormir assim todas as noites ao nosso lado). Na manhã seguinte, como fazia para provocar, puxei o lençol de propósito para descobrir nós duas enquanto Roberto se arrumava. Dessa vez deixamos as bucetinhas aparecendo, as pernas pouco abertas. Roberto ficou parado minutos nos observando, enquanto eu só curtia o tesão dele. Roberto, que já devia estar de pau duro de novo, admirava a buceta de Júlia nem imaginando que havia comido sua filhinha a noite toda.

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3 Comentários para “Incentivando a filha a dar II”

  1. Queria Uma Mãe Assim rss , Gostei

  2. Branca carioca em 17 de julho de 2015 @ 20:14

    Que delicia de conto! Queria eu estar ali também!

  3. nilson correa vascaino em 10 de dezembro de 2015 @ 01:05

    Oh que coisa boa este conto

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  • Autor: Velox10
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