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Incentivando a filha a dar

  • Publicado em: 21 de junho de 2015 12:55
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Meu nome é Ana e tenho 45 anos. Sou loira, cabelos longos, tenho um corpo bonito, e uma mente bem aberta, adoro sexo! Há cerca de cinco anos me casei com o Roberto, que já vivia com sua filha, Júlia, hoje com 18 anos, que considero como minha filha. A história que vou contar é sobre como dei um empurrãozinho para a Júlia trepar pela primeira vez.

Júlia é uma menina linda, loira também, média estatura, muito gostosa, com bumbum definido e seios bem marcados, porém do tipo tímida e estudiosa. Na rua as pessoas não tiram o olho de Júlia e às vezes me perguntam se ela é minha filha, pois somos muito parecidas. Júlia sempre passava a maior parte do tempo em casa estudando. Não gostava de festas e nunca havia tido namorados. Achava um desperdício uma menina como a Júlia não ter namorados, não se divertir. Com sua beleza, teria facilmente o homem que quisesse. Júlia já havia me confessado que era virgem e às vezes perguntava como era… Eu contava como eram quentes as transas com o pai dela, sobre como ele adorava sexo e fazíamos todos os dias. Era comum eu dar detalhes e explicava como chupava o pau do pai dela, de como eu mexia minha buceta no pau dele e ela apenas ria. Era comum eu dar para o Roberto com a porta apenas encostada para que a Júlia pudesse nos espiar. Roberto nem desconfiava que a Júlia já havia visto nossas transas.

Às vezes quando Júlia trazia seus colegas de sala para estudar, meninas e meninos, seus amigos me chamavam de norinha, mas ela nem dava bola, não entendia as indiretas. Um dia um de seus amigos, o Renato, me chamou a atenção. Era um rapaz alto, moreno, que aparentava muito mais idade do que seus 18 anos. Era malhado e parecia carregar um volume enorme entre as pernas. Nos últimos dias Renato vinha frequentemente à nossa casa para fazer os trabalhos escolares, junto com outras duas amigas de Júlia. Eles ficavam na sala discutindo e muito focados na matéria que estudavam. Mas dava pra perceber os olhares do Renato para os peitinhos de Júlia, que sempre vestia tops soltinhos. Quando eu levava sucos, dava pra reparar as ereções de Renato estufando a calça.

Um dia Júlia comentou comigo que Renato estava tendo dificuldades em matemática, matéria que ela achava muito fácil. Foi então que vi a oportunidade perfeita de fazer minha filhinha dar pela primeira vez. Só precisava criar a situação ideal e sabia que Renato não iria deixar passar. Disse então à Júlia que ela tinha a obrigação de ensinar a matéria para o Renato, já que ela tinha tanta facilidade. Ela resistiu um pouco, mas acabou concordou comigo.

Aproveitei uma semana em que meu marido Roberto estaria fora em viagem e incentivei a Júlia a dar aulas particulares para o Renato no início da noite, depois das aulas, pois nesse horário era mais calmo. Meu plano era convencer o Renato a dormir em casa e comer a Júlia, sem contar nada para ela, óbvio.

Logo na primeira noite, depois da aula, quando Júlia chegou com o Renato em casa, ficou surpresa, pois a mesa de estudos não estava mais na sala. Eu havia mandado colocar a mesa de estudos no segundo andar no quarto de Júlia e dei a desculpa de que lá era mais silencioso e que eles ficariam mais à vontade. Vi os olhos de Renato brilharem. Eu estava fazendo de tudo para a Júlia perder o cabacinho para o Renato.

Apesar de estranhar a idéia, Júlia chamou Renato para o quarto e subiram. Logo fui servir um suco para os dois. Ficaram estudando por cerca de 2 horas quando os dois desceram e vi que nada tinha acontecido ainda. Renato disse que precisaria ir embora, pois morava longe. Foi a deixa que eu precisava pra colocar meu plano em ação. Disse a Renato que ele devia dormir em nossa casa, pois já era tarde e, se ficasse, poderiam estudar um pouco mais. A princípio Renato não quis, mas insisti bastante e ele acabou concordando. Júlia parecia estranhar a minha insistência, mas não se opôs.

Estudaram um pouco mais e entrei no quarto de Júlia para arrumar a cama de Renato no chão. Logo expliquei à Júlia que iria arrumar o colchão dele no quarto dela para que eles pudessem ver televisão até mais tarde depois do estudo, se quisessem. Sugeri que Júlia tomasse banho no meu quarto, enquanto Renato poderia tomar banho no quarto do corredor.

Tinha que deixar a Júlia bem sexy para a noite, sem que ela desconfiasse. Júlia entrou no meu quarto para o banho e arrumou seu pijama normal, muito sério por sinal. Logo intervi e disse que ela precisava vestir uma roupa mais bonita, já que o Renato iria dormir no quarto com ela. Ela riu. Abri meu guarda roupa e tirei uma camisolinha branca curta que usava com meu marido, que só cobria metade de minha bundinha e também uma calcinha branca, um pouco transparente. Júlia tomou banho e vestiu a roupa que eu havia lhe dado. Dava pra ver os pelinhos da Júlia aparecendo na calcinha transparente e os peitinhos dela espetando a camisola. Júlia realmente era muito inocente, pois não desconfiou de nada. Eu mesma já estava com tesão só de imaginar o membro grosso do Renato penetrando na xaninha dela.

Descemos os três para a sala, eu com uma camisola mais discreta, porém que deixava minhas pernas bastante à mostra. Renato, que havia tomado um banho e vestia uma roupa emprestada do meu marido e Júlia, com suas pernas e parte de sua bundinha à mostra. Renato não conseguia tirar os olhos de nós duas, que estávamos sentadas a seu lado. De propósito, sentei no tapete da sala e cruzei as pernas de frente pra ele, deixando minhas pernas abertas e minha calcinha bem a mostra. Queria deixa-lo com bastante tesão. Renato não sabia se olhava para minha calcinha ou para os peitinhos de Júlia espetando a camisola. Fiz esse jogo de sedução uma hora e disse que era hora de ir dormir. Sugeri que os dois fizessem a mesma coisa.

Júlia subiu na frente e quando Renato ia subir, sorri piscando pra ele e pedindo que cuidasse bem da minha filhinha essa noite. Renato também sorriu e entendeu que eu estava dando carta branca. Subi também com os dois, dei um beijo em Júlia e fechei a porta ao sair. Queria deixar o casal bem à vontade.

Fui para minha cama mas não conseguia dormir de tanto tesão, só imaginando Renato tirando a roupa de Júlia e comendo aquela ninfa gostosa. Por volta da meia noite, comecei a ouvir uma conversa e corri para o segundo andar, para tentar ouvir alguma coisa. Deu pra ouvir que o Renato estava assediando Júlia, mas que ela não deixava. Júlia gritava baixinho “Pára, para, não quero, não quero….” e insistia “Não, para. Não…”. A princípio pensei em entrar, mas me segurei. Precisava dar mais tempo para Renato conseguir alguma coisa. Empurei um pouquinho a porta e vi Renato, muito mais forte, segurando os braços dela com facilidade enquanto ela se debatia. Ele a mandava ficar quieta e dizia que seria melhor para ela. De repente, Renato rasgou com força a calcinha de Júlia e a virou de bruços, caindo de boca na bunda dela. Pouco a pouco deu pra ver que Júlia parava de se debater e cedia à pressão de Renato, já que não adiantaria resistir. Empurrei um pouco a porta para espiar e pude ver Renato levantando a camisola da Júlia, deixando os peitinhos lindos dela à mostra. Renato colocava o membro duro na altura da boca da Júlia. Ela chupava com pouco jeito e não conseguia colocar tudo na boca. O pau do Renato era realmente enorme, muito maior do que o do meu marido. Fiquei pensando em como a Júlia iria aguentar aquilo tudo logo na primeira vez.

Continuei a espiar e vi Renato cair de boca na bucetinha de Júlia, que começou a gemer, quase chorando. Dava pra ver que o Renato era bastante experiente, pois estava deixando Júlia louca. Ela se remexia na cama e forçava a buceta na boca do Renato. Ficaram nesse por alguns minutos e Renato finalmente abriu as pernas da Júlia, enfiando aquele pau enorme na buceta dela. Começou devagar, mas depois que rompeu o cabacinho, vi que começou a bombar com força. Não pude acreditar em como a Júlia estava aguentando todo aquele caralho na buceta. Ela gemia e gritava muito. Estava enlouquecida. Fiquei orgulhosa de ver minha filhinha se tornando uma mulher. Renato bombou sua buceta por quase uma hora e eu só na porta, brincando com minha xaninha, que escorria na minha mão de tanto tesão. Meu marido não podia nem imaginar que sua filhinha iria dar pela primeira vez em nossa própria casa. De repente, vi Renato puxar a Júlia para chupar o pau dele de novo. Renato enfiava o pau na boca de Júlia e então começou a gozar. Renato encheu a boquinha de Júlia de porra e mandou que ela engolisse tudo. Júlia já estava fora de si e obedecia sem pensar, engolindo e chupando o pau do Renato. Voltei para minha cama, mas depois voltei a ouvir gemidos que continuaram por toda a madrugada. Renato passou a noite toda comendo a bucetinha de Júlia.

No dia seguinte, acordei mais cedo e fiquei esperando os dois no café da manhã. Logo os dois desceram, meio tímidos. Renato sem camisa, bem à vontade, descia com um sorriso discreto no rosto. Júlia desceu muito descabelada, com cabelo grudado pelo suor e algumas olheiras, como se tivesse ficado acordada toda a noite. Distraída, desceu sem a calcinha. Quando se sentou, reparei que sua xaninha levemente à mostra estava aberta, resultado da noite de muito sexo. Com certeza havia acabado de dar também antes de descer. Estava exausta. Eu não conseguia esconder um risinho, já sabendo como tinha sido quente a noite dos dois.

Antes de sair, Júlia me perguntou se o Renato poderia dormir na próxima noite em casa de novo, pois ainda não tinham acabado de estudar. Júlia realmente tinha se tornado uma putinha. E assim Renato dormiu em minha casa todos os dias durante aquela semana, até que meu marido voltasse. Júlia deu a bucetinha todas as noites.

Na última noite em que Júlia apareceu com Renato em casa, não acreditei. Eles traziam com eles o irmão de Renato, Rodrigo, que tinha apenas 15 anos para estudar junto com eles. Renato explicou que queria que Júlia também ensinasse matemática para o irmão e me perguntou se não teria problema se ele dormisse em nossa casa aquela noite. Confesso que fiquei zonza na hora, sem palavras, imaginando como seria a noite de Júlia dando para os dois naquela noite. Acabei aceitando, pois Júlia não iria ter outra oportunidade dessas, já que o pai voltaria no dia seguinte. Naquela noite repeti o ritual, eu e Júlia de camisolas à noite, para deixar os dois rapazes loucos. Depois arrumei o colchão do Rodrigo ao lado do colchão do Renato no quarto de Júlia e apenas encostei a porta, olhando pela fresta. Nem me dei ao trabalho de descer. Na mesma hora os dois irmãos caíram em cima de Júlia, tirando a roupa de minha filha e chupando ela toda. Se revezavam com as picas na bucetinha e na boquinha de Júlia, que já estava bem mais experiente. Esperei gozarem no corpo de Júlia e então desci para o meu quarto.

No meio da noite, quando já estava quase dormindo, ouvi alguém entrando no meu quarto. Quando vi, Renato, já sem roupa, estava na minha cama passando a mão na minha bunda. Não pude acreditar no atrevimento de Renato. Não satisfeito em comer a Júlia, também veio comer a mãe dela. Tentei resistir mas senti na pele o que Júlia tinha passado na primeira noite. Ele segurou minhas mãos contra a cama e se sentou sobre mim. Eu, de bruços, não conseguia me mexer. Eu ameacei que contar tudo para o meu marido se ele não parasse. Renato não se importou e rasgou minha calcinha, assim como tinha feito com Júlia. Era inútil resistir. Embora a situação fosse tensa, minha bucetinha estava ensopada de tesão. Senti então Renato mexer o pau na minha bunda e enfiar o pau com facilidade na minha buceta. “Sua putinha. Era isso que você queria, não era ?” Renato estava com o pau muito duro. Bombava com força na minha buceta seu pau enorme e eu sentia seu pau entrar bem fundo. Parei de resistir e empinei minha buceta para ele comer mais fundo. Eu já estava gozando com aquele pau gostoso. De repente, vi que Renato aumentava a velocidade e também já estava quase gozando. Pedia para ele gozar fora, mas ele não me ouviu. Só senti ele gozar muito na minha buceta. Terminou e Renato dormiu comigo aquela noite na minha cama.

No dia seguinte, acordei cedo para fazer o café e Renato já estava de pé, ainda sem roupa, no meu quarto. Quando fui vestir a roupa, Renato recusou e disse que eu tinha que descer sem roupa para a cozinha naquele dia. Tentei argumentar mas Renato me forçou. Senti que era uma escrava na minha própria casa. Obedeci e desci sem roupa com Renato para fazer o café. Poucos minutos depois, para minha surpresa, desceram também Júlia e Rodrigo, os dois sem roupa. Júlia parecia não se assustar ao me ver sem roupa, pois já sabia que Renato havia ido para o meu quarto à noite. Tentei agir com naturalidade para não assustar Júlia.

Renato se aproximou de Júlia, deu um beijo na boca dela e colocou a mão sobre sua buceta. Na sequência, pediu para Rodrigo fazer o mesmo comigo. Nunca imaginei que um menino de apenas 15 anos um dia fosse se aproveitar de mim. Rodrigo não hesitou e me deu um beijo na boca, e começou a bolinar minha buceta. Ele já estava de pau duro. Percebi que estávamos na verdade começando uma suruba naquela cozinha. Enquanto Renato enfiava os dedos na buceta de Júlia, Rodrigo copiava e fazia o mesmo comigo. Quando me dei conta, estava de quatro na cozinha, enquanto Rodrigo bombaba minha buceta. Renato fazia o mesmo com Júlia.

Fomos para a sala e Renato mandou Júlia deitar no sofá, com as pernas abertas e me mandou chupar a buceta de Júlia. Relutei mas não tinha opção. Assim, enquanto Renato colocava o pau na boca de Júlia e Rodrigo me comia, coloquei o rosto entre as pernas de Júlia e comecei a chupar a bucetinha dela. Nunca imaginei que seria tão bom chupar uma buceta novinha como aquela. Aproveitei a situação e chupei muito a buceta de Júlia. A buceta dela era realmente muito gostosa. Enfiava e tirava minha língua dentro da buceta dela, enquanto ela se remexia. Naquela manhã os dois gozaram muito em nossas bucetas e nós também. Depois tomamos café os quatro, nus em volta da mesa, como se nada tivesse acontecido.

À tarde os dois foram embora, enquanto eu e Júlia fomos tomar nossos banhos juntas. No banho, enquanto conversávamos e ríamos da situação, trocávamos alguns beijinhos enquanto eu mexia na buceta dela e fazia o mesmo comigo. Nossa intimidade estava mais forte e tudo seria diferente dali pra frente. Conversei com Júlia e disse que Roberto nunca poderia saber nada sobre aquela semana. Júlia riu e concordou, dizendo que a semana tinha sido maravilhosa.

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4 Comentários para “Incentivando a filha a dar”

  1. Delicia d conto… muito excitante….

    Garotas q quiserem realizar fantasias e so chamar no
    Whatsapp….. 013981371588

  2. Delícia sua história. Muito excitante.

  3. O conto estava sensacional ate começar esse lance de dominação.

  4. MUITO BOM E VELOX MAS SE TIVER CONTINUAÇÃO NÃO DEIXE DE PUBLICAR PARA NÓS…ESPERO QUE SIM TÃO BOM QUANTO ESTE

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