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Incestuosa arrependida, mas saciada

  • Publicado em: 18 de janeiro de 2018 11:18
  • Expira: Nunca!
Incestuosa arrependida, mas saciada
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Detalhes do Conto Erotico:

Daniel vê o carro da mãe se aproximando. Ela lhe acena com um sorriso e os pelos da nuca dele se eriçam só de imaginar que vai vê-la nua novamente. Ele sorri pra si mesmo, Helga pensa que é pra ela, imaginando a paixão que ele teve meses atrás por uma colega de classe e esta agora por aquela exuberante mulher que é sua mãe. Ele entre e no carro e seguem pra casa.

No quarto da filha de Helga, que está ausente, Daniel abraça e beija a mãe como um namorado apaixonado. As mãos de Helga acariciam os cabelos da nuca do filho enquanto as mãos dele se espalmam nas nádegas dela, apertando o baixo ventre dela em sua virilha.

Dessa vez, é um impaciente Daniel quem interrompe o beijo.
– Mãezinha, vamos fazer as fotos?
– Huum, querido… vamos deixar pra amanhã? Hoje gostaria ficar deitada, abraçadinha com você, enquanto teu pai não chega.
– Ah, mãe… vamos fazer agora. Em meia hora acabamos e depois podemos ficar deitadinhos umas duas horas. O pai só chega lá pelas oito…
– Está bem. Não estou com cara de cansada, estou?
– Não. Nem um pouco. Está até bem coradinha!

Enquanto Daniel prepara o tripé e a iluminação, a mãe vai tirando a roupa e fica olhando ele acabar a montagem. Daniel perde a respiração por um segundo ao ver sua mãe lhe fitando e segurando os seios. Ela está apenas de calcinha azul piscina que exalta o rosado de seu corpo. Engolindo um seco e sem mais tentar esconder a rigidez de sua tora por baixo da bermuda, ele balbucia.
– Mãezinha… deixa… me deixa tirar tua calcinha… deixa, por favor!

Helga não resiste a suplica do filho e ao mesmo tempo seu ego se infla devido ao semblante de desejo no rosto dele.
– Está bem… mas nada gracinhas!

Helga se vira e pondo os polegares por dentro da calcinha de cada quadril, a faz descer até um pouco de onde começa o rego. Daniel se aproxima com a respiração ofegante e a põe mais pra baixo. Depois, pondo um joelho no chão, ele a retira, caída em volta dos tornozelos da mãe.

É sempre um excitamento pra Helga essa rotina. Os pelinhos de seu corpo se eriçam e ela sente um fulgor tomar conta de seu corpo.
Para Daniel é tudo uma doce tortura. Mas basta estar ali com sua mãe, despida a sua frente, que vale qualquer sacrifício.

O rosto de Daniel está a poucos centímetros da rosada bunda e surpreso, ele vê as marcas levemente arroxeadas de chupões. Ele trinca os dentes de raiva e aspira profundamente o ar, sentido o aroma de sabonete.
Ele se levante e tenta não demonstrar o seu ódio.
“Como ela pode ser tão devassa assim?! E por que ela não é assim comigo? Com quem foi dessa vez? O general? Puta que pariu!!”

Enquanto Daniel se perdia em seus devaneios, Helga pediu que ele tirasse as cordas de seda que faziam parte da cortina.
– Agora, querido, vamos fingir que estou imobilizada com essas cordas. Deixa eu deitar. Assim, assim. Que tal, você fica excitado também?

A própria Helga está fazendo muito esforço para controlar-se. Vem a sua mente a imagem dos dois torturadores de Bruno que, em troca de pararem de espanca-lo, eles a amarraram e fizeram penetração duplamente anal nela. A principio, o medo a fez chorar muito, mas depois ela entrou no clima e deixou os dois exaustos, enquanto ela teve um dos mais intensos orgasmos até aquele dia.

A corda é levemente amarrada nos dois tornozelos e depois passada em volta dos pulsos atrás das costas. Outra extremidade vem de um dos tornozelos e passa em volta do rosto que Helga prontamente a segura com a boca. Em seguida ela se deita de bruços e fotos são tiradas.

A excitação de ambos é latente. Mas Daniel tem um controle sobre-humano pois algo vem surgindo em sua mente. Helga pede que lhe desfaça os nós e vai posar de outra maneira.
– Tem alguma idéia, filhinho?
– Sim. Que tal você sentar nesta cadeira, mas ao contrário, com sua bundinha pra fora?
– Huum, que safadinho você! É assim? Está bom desse jeito?

Os tornozelos são atados nos pés dianteiros da cadeira, aparentemente frouxos. Helga entende de como o filho deseja fotografá-la e coloca os pulsos em cada lado do espaldar da cadeira.

Daniel ata levemente um dos pulsos e depois amarra o outro com firmeza. A mãe não percebe isto. Ela só nota que está inteiramente imobilizada quando Daniel dá uma firme puxada na corda fazendo que todos os pontos de contato se apertassem.
– Hãhã, você está levando isso muito a sério! Muito bom, vai parecer bem real!

Seus olhos se arregalam de surpresa quando vê o filho retirar a bermuda e ficar completamente nu exibindo a imensa torona de adolescente.
– Hei, Daniel! Você não pode tirar a bermuda! E pra que se exibir desse jeito pra tirar fotografias? Veste a bermuda, já! Agora!
– Não, mãe, não! Me perdoa mãezinha, mas vou te desobedecer!
– O quê? O que você está pretendendo? Oh não, isso não! Não faça isso, meu filho, não faça! Nós tínhamos um acordo! Não, não e não!
– Não adianta, mãezinha! Voce diz que ama o Bruno e que é mulher só dele! No entanto trepou com o general hoje! E sabe lá quantos outros desde que Bruno foi preso! E eu só sirvo pra te acobertar! Hoje as coisas vão mudar! Voce vai ser mãe e mulher minha ao mesmo tempo!
– Mas… mas, escuta… filhinho! Eu tinha que fazer isso! Eu fui obrigada! Eles me forçaram… eu não tinha escolha! Voce tem que compreender e me manter somente como sua mãezinha… que deixa você fazer… coisinhas com ela, só isso! Por favor, filhinho, me desamarre!

Lágrimas começam a escorrer dos olhos de Daniel. Ele se penaliza pelo que sua mãe foi forçada. Começa a se culpar pelo que está fazendo e tenta recuar. Mas a visão de sua bela mãe assim tão exposta e desprotegida é tão deliciosamente torturante que seu corpo não obedece aos seus bons instintos e o respeito a própria mãe.
Devido a essa luta interna que as lágrimas fluem e ele se vê aproximando do bem torneados quadris. Helga sente um calafrio quando as gotas lacrimais lhe atingem as polpudas nádegas.

Ela continua suplicando ao sentir a bolotuda glande ser esfregada na sua lábia vaginal. Chora também quando o filho a penetra devagar, mas firme e pára por uns segundos pra depois enfiar mais um pouco.

Ela escuta Daniel gemer de satisfação ao mesmo tempo que soluça junto com choro.
– Perdoa, mãezinha, me perdoa… mas, eu não posso evitar!

Helga tenta afastar sua mente de seu corpo. Pensa no dia que viu Bruno todo espancado. Mas em vão, logo vem a imagem dos torturadores lhe dando um dos mais intensos orgasmos. Desvia o pensamento para a besta do marido, mas então lhe vem a sensação do adultério não só com Bruno mas também com o general.

“Meu deus, meu deus! Me ajuda! Eu não vou conseguir ficar impassível. Todos meus músculos vaginas estão se contraindo e relaxando com a penetração dele! Caramba! E que rola que esse meu menino tem!! É tão grossa e grande como a de Bruno! E é meu filho! Meu deus, que faço, que faço? Ai ai ai “

Helga sente que Daniel começa a acelerar o vai e vem, lhe dando esbarrões com a virilha em sua bunda. Ela tem um último lampejo pra impedir que ele continue com a posse de seu corpo.
– Daniel, Daniel! Pare, por favor, pare! Você pode me engravidar! Já pensou no que pode acontecer? O que fazíamos não era pecado, mas se eu engravidar de você, aí sim, é pecado! Tira fora e goze em cima de mim, como você fazia antes!
– Não, mãezinha, não! Não quero mais assim! Me dê outra alternativa… e logo, pois eu… estou quase… quase gozando!
– Não filhinho,por favor1 Não goze dentro!
– Mãe, eu vi naquelas fotografias que você fez sexo anal com Bruno e hoje, penso que com o general também! Eu quero você assim, mãe! Muito, muito, muito!

Helga não teve tempo de responder, só de abrir a boca soltando um gemido ao sentir que a ponta da glande encostou em seu anus e a lava quente do gozo do filho explodiu como uma bola cheia de tinta numa parede. O rosado cusinho dela ficou todo esbranquiçado pelo esperma do filho.

– Aaaamm, filhinho! Que loucura! Mas pare! Por favor paaaaare! Me… me obedeça… por favor, me obedeça! Que coisa louca! Louca, louca!
– Não dá, minha mãe, não dá! Voce tem que me deixareu te enrabar também!
– Mas, meu filho, isso não é normal… não é normal! A maioria das mulheres não fazem isso de sexo anal! Eu só… só..faço isso por amor! Por amor ao Bruno, por que ele gosta!
– Voce também, dona Helga! Voce também! Eu vi nas fotos e semblante de gozo em seu rosto!
– Meu filhinho, não me julgue por essa fraqueza! Eu sou assim, não tenho culpa! O Bruno me fez assim! Me descobriu pra essa coisa de compulsão anal!
– Então, minha mãe, eu também quero e você não pode resistir! Huum… que maravilha! Dona Helga, por que não me deixou fazer antes? Aaah, viu? Só a cabecinha da rola de seu filhinho! Agora sim, não tem perigo de gravidez!
– Não filho, não! Não faça… isso, Daniel! É pecado, é pecado! É contra a moral! Não é natural o que você está fazendo em mim! Isso é incesto! Incesto é pecado!

Enquanto fala essas coisas, a mente de Helga delira com os pensamentos inteiramente opostos ao que ela está dizendo.

“Vai, meu neném, vai! Mete, mete mais em tua mãezinha! Mete mais essa rola gostosa! Gostosíssima! Atola essa maravilha no cusinho da tua mâe! Não escuta o que estou dizendo… continua metendo… mais e mais… bem fundo, até o final! Eu não tenho culpa de ter essa compulsão anal e de você ser meu filhinho com essa torona machuda! Mete, querido, mete… Faz sua mãezinha feliz e saciada! Ninguém precisa saber que eu gosto de ser enrabada por você, meu machinho tesudo!”

Helga se cala e fica arfando com a boca aberta quando seu filho enfim encosta a virilha em suas nádegas brilhando de suor febril. Ela sente uma premente necessidade de massagear sua xaninha. A ansiedade é terrível por esta imobilização.
Daniel vê o semblante crispado de sua mãe e pensa que ela está sentindo dor. Amedrontado, devagar, vai deslizando a rola de dentro do cusinho dela.
Mas então, sente o anelzinho anal de sua mãe lhe apertando o cacete melado e nota que ela agora tem um sorriso nos lábios entreabertos e ainda os olhos fechados.

Ele sabe, devido as fotos que viu antes, que este é o semblante de prazer que sua mãe está sentindo. Helga relaxa o esfíncter e sente o filho empurrar pra dentro como se obedecendo uma ordem telepática.
– Está… está bem assim, mamãe? Eu… eu nunca… nunca fui tão feliz! Eu te amo, dona Helga, te amo! Você… você é… tudo pra mim… Me diz que não tá zangada. Deixa… deixa eu… eu gozar em você… deixa…deixa…
– É pecado, Daniel, é pecado! Voce não… aaaahmm… não devia fazer… isso…iiiiissooo comiiigo… Ooooh…voce é…um menino… ãããããmm…mau!
– Não fala assim, mãezinha… eu não consigo te obedecer… porque… porque você é… uma deusa sexual e… minha mãe… eu vou… vou, aaaaaaaahh!
– Daniel! Daniel! Me toca na bocetinha! Me toca, seu safadinho! Assim! Assiiiimmm, moleque malvado! Ooooohh… malvado… safado da mamãe!

Durante, pelo menos um minutos, os gritos, soluços, gemidos e urros dos dois ecoaram no quarto da filha de Helga, enquanto Daniel com o torso dobrado em cima das costas da mãe lhe apertava os seios com uma mão e com a outra em concha cobria toda a xaninha dela com o dedo médio dançando dentro.
Helga, quase desfalecida, ainda sente seu filho dentro si e latejando. A mãe sabe que ele ainda a deseja e se ela deixasse, eles continuariam por mais algumas horas.
– Me solta, Daniel.

Um pouco frustrado, ele se retira devagar de dentro da mãe, enquanto gotas de esperma caem de sua rola e escorrem do cusinho dela. Helga se estica como uma gata, fazendo alongamento devido a incomoda posição em que ficou.
Daniel não cansa de admirar a bela figura da mãe a quem acabou de sodomizar. Helga se vira e o encarando, furiosamente lhe desfere duas tapas no rosto.
– Nunca mais faça isso comigo! Como castigo, você vai escrever agora trezentas vezes “ nunca mais vou desobedecer minha mãe”. Entendido? Agora saia que ainda tenho que preparar o jantar da cavalgadura do teu pai!

Antonio sente o cheiro da comida antes mesmo de abrir a porta. Chega até a cozinha e vê sua infiel esposa com avental, mas bem vestida, preparando a salada.
– Ó mulher! Tu não sabes que não gosto de salada! Mato é pra bicho! Que burra que és! Me levas uma bebida na sala, já!

Os dois estão comendo e o marido enfim percebe que Daniel não está a mesa.
– Onde está o puto do teu filho?
– Nosso filho…Está de castigo. Me desobedeceu. Só vai jantar quando terminar a tarefa que lhe dei.
– Hum hum! Parece que estás a compreender que esse gajo só tem jeito na base da chibata! E tu? Tens sabido do teu amantezinho de merda!?
– Não tenho amante nenhum…
– Vais negar, vaca descarada?! Encontramos algumas coisas tuas no apartamento dele!
– Pode ser de qualquer mulher…

Nisso, Daniel entra na sala com um monte de papel de caderno na mão. Ele pede a benção ao pai, que responde com um resmungo e volta a comer ignorando a Helga e ao filho.
– Olha aqui, mãe! Acabei. Voce mandou escrever trezentas vezes. Eu fiz quinhentas!

Helga franze as sobrancelhas não acreditando. Ao conferir, ela lê “ te amo, mãezinha!”. Uma lágrima escorre de emoção ao mesmo tempo em que seus mamilos ficam durinhos. Ela não tem coragem de encarar o filho, mas esboça um leve sorriso.
Isso era tudo que Daniel queria. Ele se senta e se serve com apetite voraz de um adolescente.

Com a cabeça abaixada, Helga o observa como femea

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelga.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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