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INDECISA SENDO INICIADA COMO ESCRAVA

  • Publicado em: 29 de agosto de 2017 08:28
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Aqui está mais um relato de uma das subs que tive. Todas as histórias que publico são reais, escrito pelas próprias meninas. Sou Dominador a mais ou menos 10 anos e moro no litoral de Santa Catarina. Se você deseja ter uma experiência como esta pode me enviar um e-mail – domrenatosc@hotmail.com – te responderei com certeza.
O que vou contar para vocês foi uma inexperiência inesquecível. Sabe aqueles momentos que fica na sua cabeça por dias ou por meses. Pois bem como ainda está muito fresco em minha cabeça quero contar para vocês com detalhes o que aconteceu comigo.
Moro em Curitiba e tenho apenas 23 anos. Apesar de muito nova tenho mais maturidade que muita mulher por aí. Sou um pouco gordinha, mas nada que minhas curvas não apareçam como minha bunda grande por sinal e meus seios, na verdade em mim tudo é grande. Apesar de ser alta e grande tenho o rosto angelical, aqueles de uma menininha inocente porém por dentro uma mulher com desejos insaciáveis.
Entre estes desejos estava o de ser dominada, não um sexo apimentado, mas uma forte e determinada mão me conduzindo em tudo o que tenho que fazer em 4 paredes. Sempre senti este desejo, de levar tapa na cara, cuspida, tapa na bunda, etc, mas nunca alguém soube bater como eu desejo, tem que ser forte tem que arder, fazer minha bunda ficar vermelha. Vontade de ser penetrada com força, com violência.
Pensava que tudo isso era loucura de minha cabeça até que um dia descobri o BDSM.
Fiquei encantada, tão encantada que não via a hora de chegar da faculdade e ler tudo sobre o assunto. Até que um dia desses já era de madrugada, eu já tinha lido vários contos e textos, me deparei com o relato de uma submissa de Dom Renato. Estava encantada era com o relato dela, percebi que tinha mais alguns relatos, li outro, outro e outro. Agora já não estava encantada com os relatos, mas com este homem o qual chamavam de Senhor. Não apenas o relatavam com Senhor, mas como dono de seus corpos, mente e alma. Como uma criança que descobre algo novo, parecia que este era o Dom que muitos falavam (ao ler os textos gostava de fazer comparação entre os Dons verdadeiros e os falsos Dons), um Dom enérgico, firme, decidido, daqueles que sabem o que querem, mas ao mesmo tempo gentil, educado, discreto. Era assim que os relatos o descreviam, pelo menos era a forma que eu estava o vendo. Percebia que sempre tinha o e-mail colocado ali propositalmente para instigar aquelas que como eu tem vontade mas não tem coragem, ou não tinha oportunidade podia-se dizer assim. Agora o que faltava? A oportunidade bateu em minha porta.
Sem pensar muito enviei um e-mail falando de minha inexperiência mas uma vontade louca de encontrar alguém que me iniciasse, não sabia nem se era assim que eu deveria falar, mas vamos lá, cliquei em enviar. No outro dia levantei cedo e infantilmente olhei o e-mail para ver se havia uma resposta, nada. Pensei comigo mesmo – “ele não vai me responder” – a tarde já no serviço mais uma olhada e nada. Assim foram dois looongos dias, até que sem mais esperança abri minha caixa de e-mails e lá estava a resposta dele. Sem muitas palavras pediu para que eu me descrevesse incluindo a cidade que eu morava. Respondi conforme a descrição acima e disse que morava em Curitiba. Recebi uma resposta, agora mais rápida, menos de 6 horas. Além de a resposta ser rápida veio carregada com um certo carinho e foi a primeira vez que ele me chamou de menina. Me senti realmente assim, como uma menina. Ele disse que sempre vinha a Curitiba e que em breve estaria aqui, e se eu desejasse mesmo era para adicioná-lo no skype que conversaríamos melhor. Adicionei imediatamente e começamos a conversar.
Ele era mais do que imaginava, me apresentou este mundo maravilhoso muito melhor do que todos os textos que eu li. Além disso, eu não estava mais me informando pela internet ou me relacionando com uma máquina de computador, agora era alguém de carne e osso e com uma mente brilhante (uma fraqueza minha, amo pessoas inteligentes, são simplesmente atraentes por natureza). Depois de 3 semanas de conversa ele disse que viria em minha cidade na sexta a negócios e voltaria sábado, mas antes de voltar queria me ver. Confesso que um medo gigantesco surgiu, mas eu não falei para ele, única coisa que saiu foi um “Sim Senhor, como desejar”. Depois de confirmar pensei o quanto estava sendo imatura, mil coisas passou pela minha cabeça. Pensei em desistir, dizer que não podia, inventar uma desculpa, mas quem disse que eu conseguia. Meu corpo clamava por ele.
E então marcamos de nos ver as 14 horas do sábado, eu estava muito nervosa, estava com medo, nunca tinha visto ele, e se ele não tivesse boas intenções. Mas já tinha dado minha palavra, então chegou sábado e eu estava dormindo até que acordei com uma ligação dele, sua voz era macia, calma.
-Bom dia menina, estava dormindo?
Foi bom ouvir a sua voz, instigante, eu disse q sim
– tudo certo para hoje? Devo chegar por volta das duas
Eu concordei novamente, mas dava para sentir a insegurança em minha voz, não estava segura do que estava para fazer. Comecei me arrumar, e já sabia que ia me atrasar, já era uma hora e eu mal tinha saído do banho, então me apressei e depois de varias ligações não atendidas, sabia q ele iria ficar bravo, afinal de contas não atendia porque não queria me atrasar mais, e não atendia porque sabia que ele podia não estar tão gentil como sempre foi. Estava com medo.
Quando entrei no carro não sabia muito bem como agir, ou o que dizer, mas ele foi calmo, e simpático, ele escolheu o lugar para onde iríamos, e durante todo o percurso eu não conseguia manter pensamentos racionais do tipo “o que vai acontecer” mas a única coisa que não me saia da cabeça era – MEU DEUS ESQUECI DE FAZER A SOMBRACELHA – não sei porque mas eu queria estar impecável para ele. Não pude vê-lo muito bem, mas me agradava sua voz, sua postura e percebi que ele era alto, coisa que me agradou e muito, já que eu sou grande, ele não era magro, mas não era gordão, coisa que tinha medo kkkkk. Não quero falar muito, mas para mim ele era perfeito.
Chegamos ao motel, e quando eu entrei no quarto o primeiro pensamento que tive foi relacionar o vermelho dos móveis com orgias em rituais pagãos do século XVII. Só que de alguma forma ele me acalmou durante o trajeto, eu não estava mais com medo, curiosa, mas não com medo, começamos a conversar e ele me disse que eu teria palavras de segurança. Já tinha lido sobre isso, sabia que era importante. Ele me deu duas palavras que eu poderia usar durante a sessão e me explicou o significado de cada uma delas.
Então ele tirou a minha roupa, me vendou e algemou com as mãos para cima num X almofadado. Estava extasiada, eu não sabia o que ele iria fazer, cada toque era um arrepio, cada beijo, um calafrio, ele colocou a mão na minha bunda e me bateu de leve, e foi aumentando sua força gradativamente, e eu n ligava para a dor, era bom! Aquela sensação da endorfina respondendo as palmadas para tentar amenizar a dor era bom! Bom demais, era tão bom que a cada tapa eu me excitava mais, ele segurava em meus seios, enquanto batia, apertava os bicos dos seios. Era uma sensação nunca antes sentida, ali amarrada, vendada para um desconhecido que eu simplesmente confiava, como tudo isso era loucura. A cada tapa ele me xingava, me chamando de puta, vadia, cadela no cio, piranha. Mandava eu repetir o que eu era, pensei naquele momento, eu posso ser tudo isso e muito mais para você.
Quando ele me soltou, brincou comigo, me adestrou como sua cadela, algo que só respondia a ele. O meu corpo não obedecia minha mente. Ele mandava eu andar de 4, pegar objetos, e eu obedecia sem reclamar. Até que ele sentou e mandou-me vir de 4 na frente dele. Aquela posição foi a mais linda de todas eu ajoelhada com a cabeça baixa, ele em silencio e eu esperando apenas uma ordem, desejava que congelasse aquele momento porque foi único. Mandou eu tirar seus sapatos e suas meias e beijar seus pés. Eu beijei lambi, colocava os dedos dentro de minha boca, em um momento ousei levantar os olhos quando segurei seus pés levando ate minha boca e vi seu rosto, sabia que ele estava gostando e isso me excitou muito. Percebi que servir e dar prazer me excita mais do que quando recebo. Naquele momento me passou pela cabeça que nasci para servir.
Já tinha esquecido que tinha feito ele esperar por quase meia hora. Foi quando ele mandou eu levantar e deitar em seu colo. Ele me dava palmadas fortes e a cada palmada mandou eu contar e pedir perdão pelo atraso, e a cada palmada eu me arrepiava, foram 20 palmadas em cada lado da minha bunda, quando pensei que tinha acabado ele pega a cinta e me da mais 5 cintadas de cada lado, foram tão intensas que lágrimas desceram no meu rosto. Mas quando me deu colo e pegou junto ao seu peito, dizendo pronto, já passou dono esta aqui, me senti anestesiada e protegida.
Ele me deitou na cama me amarrou com as pernas aberta e os punhos para cima e começou a beijar minha bocetinha, me arrepiava, e quando começou a estimular me clitóris eu comecei a tremer, gritava de tanto prazer, cheguei a um ponto de um prazer tãoo intenso que já não agüentava mais os tremores do meu corpo, e quando gritei a palavra de segurança foi como ele me prometeu, ele parou e esperou e depois continuou e quando eu já estava em êxtase ele parou o que estava fazendo abriu uma camisinha, e meteu em mim, meteu do jeito que sempre desejei. Foi forte e intenso que não me lembro quantos orgasmos seguidos eu tive.
Ele me desamarrou, ficou em pé em cima da cama e eu vim de 4 chupava suas bolas enquanto ele batia punheta, esta foi uma visão maravilhosa que tive também, até que ele da um urro e coloca o pau na minha boca dizendo toma vagabunda, toma todo o líquido do teu macho. Nunca tinha visto alguém gozar tanto, era tanto que engasguei e deixei molhar sua mão ele me deu a mão lambi todo o liquido que tinha escorrido assim como limpei com minha língua todo o seu pau.
Ele ficou me olhando então pedi permissão para deitar, eu só queria virar para um lado me aconchegar e dormir… foi como se eu tivesse perdido a virgindade de novo… foi a melhor experiência que tive
Graças ao meu Dono.

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