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Iniciando a um casal de professores-Parte II-final

  • Publicado em: 15 de maio de 2016 11:59
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

– final –
No relato anterior contei como dominei um casal de professores universitário, usando a mulher na frente do corno em uma casa de suingue, aonde eu tinha os levados para conhecerem a pedido deles. Agora, vou contar como consegui comer uma segunda vez a Carla e definitivamente transformei-a em minha cadela, com a concordância do marido corno.
Liguei para a casa deles, alguns dias depois da nossa foda no Clube, era uma quarta-feira no final da tarde. A Carla me atendeu e disse que o marido tinha ficado raivoso com ela, chegando a querer se separar, mas que ela usando artifícios femininos, com algumas trepadas acabou acalmando o chifrudinho. Falei que queria ir à sua casa e adestrá-la na cama deles. Ela me disse que o marido queria falar comigo para pedir que eu não contasse o ocorrido para ninguém e o assunto morrer. Falei para passar o fone a ele, quando veio quis dar uma de bravo comigo, mas de forma dura afirmei que ele era corno e que fosse manso, senão iria falar para Carla deixá-lo e viver como minha escrava, além de contar aos seus amigos que ele era corno. Ao ouvir isso, ficou quietinho e, eu aproveitei e o humilhei mais um pouco e em seguida ordenei que devolvesse o telefone à sua esposinha. Carla atendeu e falei à vadia que estava perto da casa dela na mesma rua e, que iria à casa deles. Ela pediu um minutinho e mandou o corno se afastar para poder conversar livremente comigo e, logo depois pediu a mim que ficasse por ali e esperasse ela ligar para o meu celular aproximadamente às 19 horas.
No horário certo ela ligou e falei que já estava na entrada do prédio. Ela com o controle abriu o portão e eu subi, eles estavam na sala me esperando. Ela usava um short curto, com as pernas de fora e só com uma blusa de malha. Estava muito gostosa.
Cláudio, marido da Carla me recebeu, me cumprimentou de cara fechada e foi direto ao assunto:
– Vocês treparam na casa de suingue como dois animais, sem eu concordar. A Carla fez com você coisas que nunca fez comigo. Eu quero pedir a você que não conte para ninguém e, que esqueçamos tudo que ocorreu. Desculpe se falei bobagens a você a minutos atrás no telefone, é que ando de cabeça quente o dia inteiro, estamos transtornados porque temos uma dívida de R$ 10 mil com um agiota e não sabemos como resolver.
– Cláudio esquecer assim por nada não dá. Talvez se eu usar Carla mais uma vez, eu posso não me lembrar de tudo que eu fiz com a sua esposa, que por sinal gostou e é bem safada.
– Mas assim é errado, é chantagem – Cláudio Falou
– E quem sabe ser bem mais bacana com você e, eu poderia também dar-lhes os R$ 10 mil para resolver o problema, basta que eu use mais vezes a Carla, daí paro e não conto para ninguém, isso porque ela é muito saborosa e quero mostrar a você o seu lugar, se toparem assim para mim está acertado.
Ele quis retrucar, mas Carla o puxou e os dois foram a um canto da sala, conversaram por vários minutos. Ao final ele com cara de trouxa e de cabeça baixa ficou lá e Carla caminhou até mim e falou: – Eu e ele topamos. Vou aceitar sua proposta e, só uma coisinha que pedimos ao Senhor, o Cláudio não quer ficar vendo a gente quantos estivermos juntos.
Beijei a vadia na frente do marido, dei um tapa na bunda dela e com desprezo disse ao marido que faria como eles aceitaram, mas que ele deveria estar presenciando Eu escravizar a esposa, que darei o cheque após, compreendeu bem?
Cláudio: – Vocês são loucos. Só pensam em trepar. Não é justo porque eu, além de ter que concordar em deixar você usar minha esposa, ela fazer anal e ainda tenho que ver.
Respondi:- Você que sabe o que devo fazer, usar Carla e dar o dinheiro ou eu devo ir embora, vamos resolva, que tenho muita coisa prá fazer hoje ainda.
Carla foi até ele, deu um tapa na cara dele e perguntou: – Vai ou não me deixar ser a puta que sempre quis ser?
Ele: – Mas Carlinha não faz isso comigo, sou seu marido, sempre fiz o que você quer.
– Realmente sempre fez, mas é incompetente na cama.
– Vamos, resolva logo.
Ele com cara de choro, respondeu: Eu ficarei vendo.
Dei uma bela risada e levei a dócil Carla ao quarto do casal, passando a mão na sua deliciosa bundinha.
No quarto, encostei-me à bunda deliciosa da minha mais nova aquisição e comecei a morder e beijar a nuca da safada. Ficou doida, ela mesma começou a tirar a blusa e o short, ficando só de calcinha. Abri a braguilha e botei o pau para fora e comecei a roçar direto na bundinha. O marido estava na porta do quarto e ficava olhando sem perder nada do que fazíamos.
Comecei a alisar a buceta dela e a enfiar o dedo e ela ficando cada vez mais louca, ofegante. A virei de frente e a beijá-la de língua bem demorado e a esfregar o meu pau na buceta. Ela tirou minha roupa, peça por peça, bem devagar, como um filme pornô.
Carla me deixou completamente nu, ajoelhou e começou a chupar meu pau. Chegava a gemer de tanto prazer que a vagabunda demonstrava que sentia.
Falei então:- Chupa direito vadia. Chupa bem feito para o corno ver que você agora é minha puta, você é minha propriedade agora e, com o tempo, vai gostar de ser submissa a mim, vou ensiná-la a ser uma excelente cadela. Ela riu, acho que sem entender direito o que eu lhe falava.
Ela ficou de quatro, com a bundinha a mostra para o maridinho, lambeu até meu saco e chupou maravilhosamente durante uns dez minutos, parando de vez em quando para eu não gozasse e demorasse mais ainda no boquete, ela queria deixar o marido com baixa estima e assumir que era realmente um corno e dos mansos.
Carla tirou a calcinha bem devagar de modo que o maridinho visse bem que ela fazia por vontade própria, deitou de costas no colchão da cama do casal e escancarou as pernas na posição de frango assado e me chamava a safada. Olhei para o Cláudio, agora começou a lacrimejar de tanta tristeza, ele nos seguia e nada falava.
Deitei por cima e enfiei o pau todo na buceta de uma vez.
Ela gritava e gozava. – Me fode meu DONO. Esse pauzão tá me arrombando. Me fode para esse meu maridinho corno ver como é que deve ser um verdadeiro macho. Ele não vale nada mesmo, fez bravatas falando que iria te chamar para dar uma dura e acabar com esse nosso caso e agora, está com essa cara de bebê chorão aceitando que eu lhe pertença e que me foda mais vezes. É ou não é um chifrudo? Me fode macho delicioso.
Ela gozou duas vezes e eu me segurei, queria prolongar ainda mais.
Mandei-a ficar de quatro e passei saliva no pau e no cuzinho dela.
De repente o corno falou: – No cu não. Vai machucar minha querida esposa.
– Cala a boca, chifrudo do caralho ou não vou dar o dinheiro se reclamar mais uma vez e vou fuder essa vadia de graça.
– Olha como se deve comer uma puta como a sua esposa, seu corno!
Carla: – Mete meu DONO, para esse corno ver como tratar uma puta vadia como eu sou e que ele nunca desfrutou. Enfiei tudo de uma vez. Ela deu um grito e começou a gemer alto. Ficamos naquele vai e vem durante uns 10 minutos e acabei gozando e urrando bem forte.
Terminamos, ela foi ao banheiro e eu fiquei deitado na cama do casal. Ele se aproximou agora bem mansinho e perguntou se tínhamos acabado. O humilhei ainda mais respondendo que ainda faltavam mais coisas e que calasse de vez a boca.
A Carla voltou e falei que queria mais um boquete completo. Ela não pensou duas vezes, ajoelhou e começou a chupar o meu pau, que já estava duro novamente. Ela estava adorando lamber e chupar meu cacete grande e grosso, completamente duro, fazendo de tudo que podia para deliciar a nós dois. Passava a língua pelo tronco, chupava as bolas do saco, lambia tudo e voltava a tentar engolir o pau todo de novo, ao mesmo tempo em que punhetava para deixar-me ainda mais tesudo. Mas interrompi a chupada para voltar a explorar aquela bucetinha insaciável, que estava explodindo de tanto tesão, que era muito. O gozo escorria pelas pernas de Carla.
Carla: – faço tudo para meu Senhor, é meu macho, eu tenho esse corno, que não serve pra nada. Fiquei pensando que eu estava diante de uma puta muito safada e enlouquecida, ela queria trepar mais e mais.
Não estava quase aquentando mais segurar a ejaculação ao ouvir dizendo essas palavras e imprimi um ritmo mais forte, cada vez mais rápido e vendo Carla com aquela cara de vadia e sentindo que ela estava gozando, me soltei por completo e………. gozei maravilhosamente, o meu pau parecia que até aumentava de tamanho naquele instante em que soltei toda minha porra. Delicioso…
Cláudio quis falar algo, mandei calar-se. Sem quase resistência alguma, praticamente desmaiei na cama, acalmei durante alguns minutos, Carla com a cabeça no meu peito, mas eu não queria parar por aí, ainda queria muito comer a vadia, esperava apenas ter mais energia para continuar o delicioso embate.
Logo ordenei que ela ficasse com as tetas na mesa, com a bundinha bem a mostra, assim não escaparia. Comecei a alargar ali mesmo, na mesa, com os dedos seu delicioso cuzinho, ela resistiu um pouco porque ela era bem apertadinha e nunca tinha dado a bundinha a ninguém, antes de mim claro. Ela não tinha como ela escapar dali, ficou presa entre a mesa e Eu. E isso me deixava com mais vontade de foder. Passei um pouco de lubrificante no seu buraquinho e enfiei meu cacete naquele cuzinho apertado. Carla gritou um pouco pedindo que eu parasse, mas sua tentativa foi frustrada, em resposta fui mais fundo. Puxo seu cabelo com força e a chamo de puta, de cadela, de vadia, e que sempre ir dar o cuzinho pra mim, que a partir daquele instante ia ser a mais nova cadela a me pertencer. Eu comecei a gozar e enchendo de porra o cuzinho de minha linda Carla. Sei que ela ficou com o rabo todo dolorido e, permiti que fosse para a cama descansar e recuperar um pouco das forças para continuarmos. Ela se deitou e mesmo toda esfolada, mamou mais um pouco. Parei, dei-lhe um beijo de língua bem gostoso, levantei-me, peguei meu celular e a fotografei naquela posição, com o meu pau todinho na sua boca. Com a vontade e persistência dela, meu cacete enrijeceu mais uma vez e após chupadas, lambidas, esporrei e, a fiz engolir todo meu leite e assim fez sem derramar nenhuma gota. Segundo ela me confidenciou depois, nunca havia sentido nada parecido com aquilo, minha pica parecia dilacerar seu reto, entrando e rasgando as partes por onde passava, mas que foi muito gostoso depois, quando estava bem mais lubrificada no cuzinho.
Ainda deitado, esperei vários minutos, levantei e coloquei a roupa, mas antes de sair fiz o cheque de R$ 10 mil, joguei ao corno que se abaixou depressa para pegar. Carla nuazinha me levou até a porta com ele vindo atrás, onde nos beijamos e dei mais duas tapas na bunda, lembrando:
– Você é muito tesuda e vou querer mais vezes. Essa bunda agora é minha só, compreendeu vagabunda?
– Sim SENHOR, lhe pertenço, faça quantas vezes quiser.
– Tudo bem para você corno?
– Sim, amo muito minha esposa e o que ela resolver, irei aceitar.
– Muito bem! Assim deve agir um real corno e, outra coisa você não vai traçar o cuzinho dela, somente eu, compreendeu?
– Sim, farei isso.
A esposa com olhar de escárnio dirigiu-se ao marido e disse: – E vai lamber na próxima vez o gozo de meu SENHOR e, minha buceta não sei se o deixarei usar, entendeu?
– Sim, o que mandar e permitir, eu farei.
Despedi deles e disse a Carla: – Dê um beijo com essa boca gozada cheia de porra do teu DONO pro corno saber que você tem um verdadeiro homem que sou eu.
Ela assim fez, obrigou-o a abrir a boca e empurrou bem o que ainda restava na boca. Fui embora, Carla estava toda gozada e feliz. Me despedi e o corno quietinho, cabecinha baixa como deveria ser seu comportamento de agora em diante.
Até hoje, volta e meia vou a casa deles e normalmente, para humilhar ao corno, trepamos na sua frente para ele entender a posição que deveria ocupar entre nós…
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Ao ler este conto e desejar entrar em contato com dúvidas, informar-se sobre o BDSM e/ou receber outros relatos de minha autoria, entre em contato: dom_grisalho@live.com – ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos e, quem sabe sermos amigos.
DOM GRISALHO

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