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Invasão domiciliar ( Autor: Vera )

  • Publicado em: 11 de janeiro de 2018 07:12
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Oi, meu nome é Vera, depois de ler vários contos resolvi contar uma história que aconteceu comigo, meu marido e minha filha, mas que até hoje não gostamos de falar no assunto, foi uma coisa desagradável no momento, mas quando lembro-me hoje em dia, me faz ficar com a calcinha molhada, se tornou um fantasia para mim, meu marido não sabe disso, mas foi a experiência mais erótica que tive em minha vida. Não sei o que é isso, não sabia que era assim, talvez eu seja uma mulher depravada mesmo, mais até aquele dia nunca tinha sido tão humilhada na frente de meus familiares, nunca tinha me sentindo tão impotente ante uma situação de risco.

Na época do acontecido tinha 42 anos, e modéstia a parte sempre fui uma mulher muito bonita, nunca deixei de me cuidar, meu corpo sempre fora muito bem feito, pernas, bumbum, seios, tudo proporcionalmente distribuído, sou branca dos cabelos longos e negros que vão até a cintura, sempre gostei de usar cabelo grande. Quando jovem, aos 19 anos de idade, fui modelo e participei de vários concursos de beleza, ganhei alguns, principalmente em campeonatos de surf, garota do biquine essas coisas assim, conheci meu marido num desses campeonatos, ele também pegava onda e sempre foi um gato, demonstrava ser um cara muito inteligente, o que me fez gamar nele. Quando começamos a namorar eu estava cursando direito em uma universidade particular aqui do Rio. Meu marido, ele se chamava Valdir, já fazia mestrado em ciências da computação e tinha um excelente emprego em uma empresa desenvolvedora de softwares, ganhava um bom dinheiro, ele tinha 26 anos, resolvemos nos casar. Ele foi pedir minha mão em casamento a meu pai, achei aquilo super-romântico, em pouco tempo estávamos morando juntos em um apartamento dado por meu pai.

Quando completei 24 anos tivemos nossa filha, uma menina linda que a cada ano que passava nos dava mais orgulho, pois era muito inteligente e desde criança brincava de teatro com os amiguinhos, eu sabia que ela tendia para o lado artístico, tudo indicava que ela queria ser atriz, então começamos a incentivar, colocamos ela no balé, depois a matriculamos em umas aulas de interpretação para crianças, ela se saia muito bem, chegou a fazer alguns comerciais de lojas de roupas, de brinquedos e shoppings, a cada dia que passava ficava mais orgulhosa de nossa filha, ela era uma menina linda, se parecia muito comigo quando tinha sua idade.

Certa noite, estávamos em casa eu e minha filha assistindo a novela das seis sentadas no sofá da sala, totalmente despreocupadas, pois moramos em um bairro relativamente seguro, um bairro de classe média onde não há muitas ocorrências de crimes, mas sempre há crimes. O Valdir estava trabalhando no setor financeiro de um banco, ele criou e dava manutenção em um programa encomendado por este determinado banco, Valdir chegava em casa por volta das dez da noite por causa do transito que estava horrível, morávamos numa casa não muito grande, mas que tinha um jardim que circundava toda ela. De súbito, sem que notássemos nada, entraram em casa três sujeitos encapuzados apontando armas para nós perguntando pelo dinheiro, eu e minha filha ficamos imobilizadas de medo, não conseguíamos nem responder direito ao homem que não tínhamos dinheiro, eles disseram que estávamos mentindo. Um deles, um grandão com uma barriga protuberante que falava conosco sussurrando talvez com medo de que os vizinhos escutassem, tinha uma pistola quadrada que depois fiquei sabendo pelo meu marido que era uma Glock, acho que era o líder deles, também tinha um sujeito magro e negro que levava consigo um revolver 38, e por ultimo um sujeito também grandão meio musculoso com o corpo coberto de tatuagens negras, desenhos de diabos e demônios, coisas sinistras mesmo, esse homem das tatuagens não falava nada, era branco e tinha um olhar ruim na face, notava-se apenas uma faca na sua cintura, eu pensei comigo “Eles vão nos matar, não tem como escapar…” então comecei a chorar, a minha filha manteve-se impassível, notava-se que ela também estava com muito medo, mas tentava manter o controle, foi ela que começou a conversar com os homens enquanto eu chorava desesperada, ela disse que não tínhamos dinheiro, mas que eles podiam levar o que quisessem da casa, televisão, notebooks, ela tentou argumentar, vi que os bandidos não vieram preparados para levar eletrodomésticos, o que eles queriam mesmo era dinheiro, pela cara deles eu percebia que já estavam perdendo a paciência, o de barriga protuberante pegou nos meus cabelos colocou seu rosto bem próximo ao meu e falou enfaticamente que eles sabiam que tinha dinheiro em casa e que se nós não quiséssemos que acontecesse nada de ruim fossemos logo desembuchando onde estava esse dinheiro, eu disse de novo aos prantos que não sabia, então ele pegou Camila minha filha e começou a baixar o short dela, minha filha tentava impedir, mas não teve forças, rasgaram o short de algodão que ela estava vestindo e sua calcinha deixando-a nua da cintura pra baixo. Vestida apenas com uma camisetinha ela implorou para que não fizessem nada com ela, mas mesmo diante dessa situação ela não chorou um instante sequer, parece que não tinha noção do perigo, para mim eu tinha certeza que aqueles homens iriam nos matar.

Quando aquele homem gordo despiu minha menina deixando-a nua em pelo, eu não consegui dizer nada apenas fiquei olhando, até hoje me sinto uma covarde por não ter tentado impedir aquele estupro, eu estava olhando para o relógio e estava quase na hora de meu marido voltar, se ele entrasse e se deparasse com aquela cena, eu não sei o que ia acontecer, foi quando o gordo sentou no sofá e disse que sabia que o Valdir guardava uma grande soma em casa que ele tinha desviado do banco, e que eles iam pegar a grana de qualquer forma, eu disse que não acreditava nele, que meu marido era um homem honesto e que não precisava roubar, enquanto isso o homem negro magro e o tatuado deitaram minha filha no tapete e começaram a comê-la na minha frente, vendo ela com as pernas abertas, e aquele negro em cima parecendo mais um cavalo resfolegando, olhando para a cara de Camila que tentava a todo custo não emitir nenhum som, nenhum gemido, mordendo os lábios, comecei a ficar com a calcinha molhada, me senti muito mal por estar excitada com a cena, o homem balofo sentado no sofá olhou para mim e disse que me queria nua, mandou que eu tirasse a roupa, prontamente eu me levantei tirei o meu vestido e fiquei só de calcinha, ele começou a passar os dedos entre meus lábios vaginais e viu que eu estava toda molhada, e disse “A vadia ta gostando, pessoal, pega aqui na boceta dela como tá encharcada.” Veio o homem tatuado e começou a me bolinar, comprovando que eu estava mesmo molhada.

– Tira logo a calcinha dela, vai ser ótimo comer a mulher do Valdir, uma gostosa assim…

Nesse momento o portão da garagem se abriu, era o meu marido chegando do trabalho, o homem negro saiu de cima de minha filha e saiu puxando ela para o banheiro, o barrigudo mandou que eu ficasse de quatro no sofá e enfiou o cano da Glock dentro da minha vagina, nunca tive tanto medo na minha vida, a excitação passou no mesmo instante que senti aquele cano frio dentro de mim, comecei a suar, estava muito tensa, parecia uma estatua, não vi quando o Valdir, meu marido, entrou, mas notei que quando abriu a porta ele fez um silencio sepulcral, o balofo disse” Vá pegar o dinheiro.” meu marido respondeu prontamente “Sim Sr. Carmelo”, o homem tatuado o acompanhou, ele saiu de casa foi no jardim onde tinha escondido a grana, e voltou com um pacote grande de cédulas de cem reais, meu marido disse “Esta tudo ai, agora nos deixe em paz”, trouxeram Camila pra sala de novo, ela vinha com esperma do maldito negro escorrendo pelas pernas e com uma cara de total impotência, os olhos de Valdir só faltaram sair das orbitas vendo nossa filha naquele estado, nua e saindo do banheiro com aquele negro nojento, e gritou com todas as forças de seus pulmões “MISÉRAVEIS” agora Camila começou a chorar vendo que também corria lágrimas do rosto de seu pai, os bandidos ficaram meio apreensivos com a reação do meu marido, e acabaram por dar uma coronhada nele, para desacordá-lo, Valdir ficou desacordado por alguns minutos, foi tempo o suficiente para o amarrarem e jogá-lo no sofá, então o balofo, aquele homem devia ter alguns problemas mentais, ele era muito perverso, ordenou que minha filha tirasse minha calcinha e começasse a chupar minha boceta, ao mesmo tempo, mandou que ela abrisse a calça de seu pai e começasse a masturbá-lo, ela apenas obedecia, enquanto ela me chupava tive um orgasmo não pude segurar, e me sentia cada vez mais suja, depois mandaram que ela chupasse o pai dela, a menina foi sem muitos questionamentos, na realidade não havia muito o que fazer a não ser obedecer, Camila começou um sexo oral em seu pai que ainda estava flácido, depois de alguns segundos ele já estava ereto, mas permanecia com os olhos fechados, então o homem gordo sentou do lado do meu marido, ele tinha um largo sorriso na cara como se estivesse em uma grande festa, o negro magro me pegou pela cintura e começou a esfregar o pênis na minha bunda, fez eu me inclinar até as pernas do balofo, e disse: “faz o teu trabalho”, comecei a chupar enquanto tinha a vagina invadida pelo pênis do preto, que era enorme, chegava a doer quando batia na parede do útero, ele socava cada vez com mais força, então comecei a gemer para aliviar mais a dor, gemia feito uma puta, sentia ondas de prazer por todo o meu corpo, com o pênis do balofo enterrado na minha boca.

O homem tatuado tinha um olhar ruim, ele foi à cozinha pegou um copo com água e jogou na cara de meu marido, que quando acordou viu Camila chupando seu pau, ele viu um verdadeiro bacanal com sua mulher e sua filha, ele tentou dizer algo mais o homem tatuado colocou o dedo nos lábio fazendo sinal para que ficasse em silencio, esse mesmo homem se posicionou por trás de Camila e a penetrou fazendo com que ela gemesse enquanto fazia sexo oral em seu pai, depois de ter lubrificado o pênis na vagina de Camila, ele começou a forçar o anus dela, ela parou de chupar o Valdir e deu um grito quando o pênis entrou, e ficou pedindo para tirar desesperada. O homem das tatuagens chamou-a de vagabunda e disse para aguentar, pois quem mandara ter um rabo tão gostoso.

Valdir assistia a cena calado tentando não olhar para a filha, com a consciência de que não podia fazer nada para impedir aquilo, algum tempo depois ele me confessou que o que tinha sido mais humilhante para ele foi ver nossa filha sendo estuprada, fazendo sexo oral nele, e seu maldito pênis ereto,ele usou essas palavras “maldito pênis ereto”, demonstrando para todos aqueles facínoras que ele estava excitado, mesmo contra a sua vontade. Tentei consolá-lo, dizendo que diante daquela situação com os estímulos que ele estava sofrendo, era natural que ele ficasse excitado. Falei isso sem dizer que tinha ficado excitada também, pois isso poderia piorar a situação.

Nesse meio tempo o negro magricela tinha gozado dentro da minha vagina, o balofo mandou que eu me levantasse e sentasse no colo dele com as pernas abertas, isso tudo sendo feito na frente do meu marido, a minha menina já tinha parado de gritar, mas se via que estava sentido dor, obrigaram-lhe a continuar a chupar o seu pai, eu fiquei sentando no colo do balofo fazendo movimentos de sobe e desce, no meio dessa orgia toda me veio à mente de novo o medo de que depois daquilo tudo eles iriam nos matar, então comecei a chorar e pedir que não fizessem nada conosco, que não íamos denunciar ninguém, o balofo deu uma risada e disse que não íamos mesmo pois que no fim das contas só quem iria preso era meu marido. Todos os três bandidos gozaram e fizeram o que quiseram conosco, o Valdir não aguentou e jorrou todo o seu esperma na boca de nossa filha que engoliu grande parte, depois que estavam todos satisfeitos, o balofo ainda disse que queria me ver mais algumas vezes com a minha filha, e que ficássemos atentas porque mulher de otário não tem dono.

Depois disso, não fomos a policia, não queríamos que ninguém soubesse o que tinha acontecido conosco, resolvemos nos mudar, e começamos uma vida nova em outro estado, hoje em dia minha filha faz terapia todas as semanas, meu marido passou a beber todos os dias, agora ele só chega em casa bêbado, e eu estou tendo um caso com o nosso vizinho, só consigo pensar em sexo, mas ninguém sabe disso, só vocês.

Bandidos Invadem e Estupram Mãe e Filha | Invasão domiciliar

Invasão domiciliar
Autor: Vera
Categoria: Heterossexual
Data: 21/09/2012 16:54:22
Última revisão: 23/09/2012 15:51:06
Nota 8.64
Assuntos: Heterossexual, Estupro, invasão, Molestada, Pai, Filha, Esposa, marido, bandidos, Violação, dinheiro, Mãe e filha, pai e filha, negro

Bandidos Invadem e Estupram Mãe e Filha

http://www.casadoscontos.com.br/texto/2012091078

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Uma Comentário para “Invasão domiciliar ( Autor: Vera )”

  1. LINDO CONTO, MEU WHATS MÁS SÓ PRA MULHER DE TAUBATÉ OU PERTO. E ESPERO NAMORAR OU MORAR COM 1 MULHER QUE GOSTE TB.,JÁ NAMOREI E MOREI JUNTO COM MULHERES QUE GOSTE DE SEXO COM 1 OU 2 HOMENS- MORO EM TAUBATÉ ESTADO DE SÃO PAULO E TENHO 48 ANOS,- Zap 12 98123 7898 – SÓ PARA MULHER, ME MANDANDO E-MAIL PODEMOS TROCAR FOTOS. TEM MUITOS HOMENS GAY ME ADD E DETESTO – Email netto39@yahoo.com OU ernestoaraujo.38@gmail.com.br

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