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Irmão e Cunhada

  • Publicado em: 16 de julho de 2015 10:56
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(Escritos por: Fernanda)

Irmão e Cunhada
Chamo-me Fernanda e tenho 18 anos. Tenho os cabelos castanhos, olhos verdes, um rosto de boneca, bunda redonda e bem durinha, seios médios e firmes, cintura fina e pernas torneadas. Tenho orgulho do meu corpo e posso me considerar, sem nenhuma modéstia, uma mulher muito gostosa. Perdi minha virgindade aos 16 anos e de lá para cá tenho estado excitada quase que 24 hs por dia, (risos)…. Adoro sexo, as preliminares, o clima que antecede à transa, e finalmente a penetração. Não sou nenhuma ninfomaníaca e também não sou nenhuma putinha. Todas as minhas transas foram com os namorados e só depois de um tempo de namoro. Como estou sem namorado, estas coisas só ficam na lembrança e como dizem, estou subindo pelas paredes.
Meu irmão é o Rafael (Rafa), de trinta e dois anos. Rafael é um cara super lindo e cobiçado. Loiro, corpo largo e atlético, sarado, como se diz hoje. Ele está noivo da Aline, uma loira linda, de parar o trânsito, super gente boa, 24 anos e devo salientar que ela me parece muito safada. Ela tem cara de ser um vulcão na cama. Eles formam um casal muito bonito. Já estão de casamento marcado, já compraram o apartamento e estão, aos poucos, mobiliando-o. Ele tem um escritório de advocacia, juntamente com o seu amigo de infância. Estão indo muito bem na profissão, ganhando super bem com as causas em que trabalham.
Devo esclarecer que, antes disso tudo acontecer, nunca nutri pelo meu irmão qualquer fantasia sexual, até que um belo dia…..
Trabalho no escritório do meu irmão, como estagiária, e a noite faço faculdade de direito, primeiro ano. Toda sexta feira, quando saio da aula, vou direto para casa, tomar um bom banho e esperar os telefonemas das minhas amigas, para podermos programar nossa noite. E não foi diferente dessa vez. Estava saindo do escritório, quando ouço meu irmão me chamando e dizendo que iria comigo pegar o ônibus, pois o carro dele estragou e como a nossa casa fica no caminho da faculdade, lá fomos nós. Já no ponto do ônibus, por se tratar de uma sexta feira, fila para entrar. Conseguimos entrar logo no primeiro que passou, mas lá dentro ficamos que nem uma sardinha dentro da lata, todo espremido. Passamos pela roleta, consegui um lugar perto da porta, em pé, e meu irmão logo atrás de mim. Nos acomodamos e o ônibus só enchendo, e enchendo cada vez mais, até que não cabia mais ninguém lá dentro. Meu irmão, querendo me proteger, assim penso eu, se colocou bem atrás de mim e sem querer me encoxou e num movimento brusco do ônibus, senti aquele volume na minha bunda e um arrepio subir pela minha espinha. Como estava sem sexo já fazia algum tempo, acendi o farol na hora como nunca antes. Estava com uma calça de sarja branca, não muito apertada, mas um pouco enterrada, e senti perfeitamente aquele membro ainda mole apontando para baixo. Senti muito tesão, mas ao mesmo tempo muito nervosismo. Até aquele dia nunca tinha me acontecido nada parecido, ainda mais com o meu irmão. Não sei o que me deu na hora, mas deixei rolar, acho que devia ser a falta de namorado. Dei uma empinada na bundinha. Acho que ele não acreditou. Fui sentindo seu pau crescendo quase dentro das minhas nádegas. Minha xaninha já estava latejando de tesão, encharcada. Quando senti que cresceu um pouco mais dei uma gingada para frente e para trás de modo que a cabeça ficasse prensada contra meu cuzinho. Que sensação! Fiquei com as pernas bambas sentindo aquele cacete roçando dentro da minha bunda enquanto eu travava seguidamente meu cuzinho. Mas que volumão! E ainda estava mole! Que delícia ele me prensando contra o banco de passageiros, sentindo aquele pauzão roçando minha bundinha, crescendo por minha causa, fazendo eu me sentir mais gostosa do que já sou. Estava fora de mim de tão encharcada. Queria ele dentro de mim. Ficamos assim por uns minutos, ele me prensando e relando sua tora no meu cuzinho, quando de repente, o ônibus faz outra curva, fazendo com que ele afastasse seu pauzão da minha bunda. Qual foi a minha surpresa quando ele pega na minha cintura e me puxa para junto dele. E novamente estávamos um colado no outro. E ficamos assim, ele praticamente me comia, ali dentro do ônibus e eu super excitada, de olhos fechados, já quase gozando com aquele pau indo e vindo, roçando no meu cuzinho, quando de repente ele se afasta e desce do ônibus, quase que correndo. Tinha chegado no ponto da nossa casa. Ele não disse nada e nem eu também. Segui ele com os olhos e quando sumiu da minha vista é que consegui raciocinar. Senti tesão com o meu irmão e acredito que ele também, pois o seu cacete cresceu e muito na minha bundinha.
Fui para a aula, mas não conseguia raciocinar, tanto que não assisti as duas últimas aulas e resolvi ir para casa. Coincidentemente, meus pais não estavam em casa, pois viajaram para passar o final de semana no nosso sítio. Com esses pensamentos, fui chegando em casa e notei que minha calcinha estava toda super molhada, então decidi ir direto para o meu quarto, bem silenciosamente, pois poderia dar de cara com o Rafa e não saberia o que falar com ele. Fui entrando, bem devagar, sem fazer nenhum ruído, pois queria ir tomar um banho e sair novamente, sem ser vista por ele. Abri a porta, e escutei gemidos. Aí meu coração quase saiu p/ boca. Coloquei a minha cabeça dentro de casa e lá estava meu irmão comendo sua noiva. Não é possível, mil coisas passaram em segundo pela minha cabeça, tirei o sapato e fui me aproximando e quase desmaiei quando vejo ela de pernas abertas e ele no meio indo e vindo notei que ela gemia e falava coisas indecente:
– Me fode seu pintudo, aiiii….. me deixa gozar…… mais…… não goza ainda, seu cassete é uma delicia….
Aquilo me deixou mole, apalpei minha bucetinha e vi que estava toda melada, meu tesão aflorou que tremi toda, senti que mais uma palavra dela e eu ia gozar ali mesmo. Parecia loucura, aquilo me levou a terceira dimensão, minha cunhada gritava que estava gozando e acabei gozando, junto com ela, sem mesmo me tocar, encostei-me na parede para não cair e minha respiração foi a mil. Naquela hora só queria sentir seu cassetão descomunal, até então desconhecido p/ mim. Consegui reunir minhas forças e sair da sala, sem ser notada. Fui para o meu quarto, tomei um banho gelado para esfriar todo o meu corpo e comecei a pensar que, em apenas um dia, meu irmão se transformou em meu objeto de desejo.
A partir desse dia, eu vivia provocando meu irmão, sempre que estávamos sozinhos em casa, eu inventava um banho e sempre deixava a porta aberta e ele sempre ficava me espionando. Teve uma vez em que eu estava com um micro vestido que costumo usar dentro de casa, sentada no sofá, lendo uma revista, quando ele apareceu e se sentou a minha frente. Não pensei duas vezes, levantei uma das minhas pernas, colocando meu pé em cima do sofá. Não demorou e meu irmão deu uma breve olhada nas minhas pernas. Voltou a ver tv, mas logo eu o peguei olhando, de novo, as minhas coxas. De onde ele estava dava para ver tudo, até minha calcinha. Notei que o cacete dele começou a crescer dentro do short e o volume ficava cada vez maior. Eu olhava pra ele e ele olhava pra mim, sem que nossos olhares se encontrassem. Eu acabei me sentando na poltrona, bem de frente para ele e fui, pouco a pouco, abrindo minhas coxas até aparecer a minha calcinha toda molhada. Meu irmão olhava e sua respiração já estava acelerada mostrando que ele já estava, também cheio de tesão. Infelizmente fomos interrompidos pela chegada dos nossos pais na sala. Na mesma hora ele se levantou e foi para o banheiro. Mas isso serviu para mostrar que não tinha volta. Eu tinha certeza que eu acabaria transando com o meu irmão. E a oportunidade surgiu de onde menos se esperava. Meu irmão teria que viajar para outro estado, a fim de acompanhar um caso bastante complicado. Seu amigo e sócio pediu que eu fosse junto, para que pudesse assessorá-lo da melhor maneira possível e ainda tentar aprender alguma coisa. Eu iria perder somente um dia de aula, ou seja, iríamos na sexta feira, bem cedo e retornaríamos na segunda, no final da tarde. Daria para passar o final de semana por lá, aproveitando o sol e o mar. Quem não gostou de passar o final de semana sem o meu irmão, foi a sua noiva Aline. Ela não criou confusão, por se tratar de irmã e me pediu que ficasse de olho nele. Mal ela sabia.
Fomos para lá. Logo na chegada no hotel, ele me deixou bem claro quais seriam suas intenções. Falou que queria alugar dois quartos, com comunicação entre eles. Concordei, pois também achei mais seguro, mas pedi a ele que não me apresentasse como irmã e sim como uma funcionária do escritório. Ele concordou e nos registramos e fomos para o quarto, onde deixamos nossa bagagem e fomos direto ao fórum para trabalhar, pois afinal, foi para isso que nós viemos. Saímos de lá exaustos, já no final da tarde. Chegamos ao hotel e ele pediu referências sobre a vida noturna da cidade. Ficamos sabendo de uma boate e foi para lá que nós fomos, não antes de ligar para a sua noiva e para o escritório e eu para os meus pais. Como a porta entre os nossos quartos ficava sempre aberta, deixei a porta do banheiro também aberta, enquanto eu tomava banho. Quando sai do Box, dei de cara com ele me olhando. Deu um sorriso para mim que retribui, não antes de ficar um pouco sem graça. Ele disse para me arrumar, pois ele queria sair para jantar antes de ir para a boate. Coloquei um vestido preto, de alcinhas e comprido até a metade das coxas. Era um tecido macio e agradável de tocar. Fiquei linda. Coloquei meus brincos de ouro nas orelhas e enchi meus braços de pulseiras de ouro, delicadas e bonitas. Calcei salto alto, passei um perfume delicioso atrás das orelhas, nos pulsos e nas dobras dos joelhos. Não coloquei sutiã, coloquei apenas uma calcinha de renda, bem pequenina. Meu maninho quando me viu, ficou sem fala e logo notei que seu pau estava duro novamente, por baixo da sua calça. Ele estava com uma camisa pólo e calça negra. Havia feito a barba e passado uma colônia bem seca no rosto. Estava um tesão. Jantamos uma comida leve e após o jantar, nos apressamos a tomar um táxi e lá fomos nós dois para a boate.
Quando chegamos na boate, já estava lotada. Pegamos uma bebida, e fomos dançar. Estava me divertindo muito, dançando e bebendo e não perdia uma oportunidade de ficar relando minha bunda no cacete, já duro do meu irmão e louca para saber como iria terminar a noite. Com o tesão a mil, pois eu já dançava de costa para ele, pois não conseguia mais me desvencilhar do seu cacete, quando começa a tocar uma música lenta. Chamei ele pra dançar ele resistiu um pouco (e eu sei bem porque o volume em sua calça era visível) até que eu o agarrei com a força que tenho, senti seu pau roçando meu corpo, minha bucetinha escorria, meus seios estavam prestes a furar meu vestido. Aí ele parou de resistir e começou a alisar meus cabelos, minha costa, voltou aos meus cabelos e rapidamente ele desceu as mãos pela minha costa e agarrou com força as duas partes da minha bunda. Eu não disse nada, e nem precisava, simplesmente ergui meu pescoço para o alto, abri minha boca delirando com aquelas carícias e ele foi me beijando enfiando toda sua língua na minha boca, tirando minha respiração e me amolecendo as pernas, quase gozei com aquele beijo. Eu então, me deixo levar ao sabor desse macho gostoso, danço agarrada nele e volta e meia, ele me beija na boca e lambe minha orelha. Sua boca já está lambendo meu pescoço e seu cacetão, está tão duro que já me machuca. De repente ele sussurra ao meu ouvido:
– Nanda, eu não agüento mais.
– Nem eu, retruquei.
Ele então me pega pelos braços e sai me puxando pelas mãos, saindo da boate.
Subimos rapidamente ao apartamento do hotel. Tranquei-me no meu quarto com ele e fui logo tirando sua roupa, deixando-o somente de cueca. Foi a primeira vez que vi aquele colosso, duro, encostado em sua barriga, com sua cabeça enorme, parecendo um cogumelo, repuxada para baixo. Ajoelhei-me e abaixei a sua cueca. Aquele monstro caiu para uma posição horizontal, com todo o seu peso, como se fosse uma ponte levadiça desabando. Segurei-o com as duas mãos e não pude evitar um comentário:
– Nossa Rafa, que pintão!
– Você gosta? ele perguntou com um sorriso sacana.
– Adoro!
– Adora o quê?
– Esse pintão!
– Então me diz!
Eu comecei a entender o seu jogo. Comecei a punhetá-lo e disse com uma cara de piranha:
– Eu adoro esse pintão!
– Você quer que eu te coma?
– Quero, vem….. me come… e eu não parava com a punheta.
– E quer que eu goze?
– Quero… quero que você goze na minha boca! Quero engolir toda essa porra gostosa!
Aquele jogo estava me deixando alucinada. As minhas transas com meus ex-namorados eram mais silenciosas. Eles é que geralmente falavam, me elogiavam. Eu me sentia bem assim. Mas agora, com essa entrega, falando desse jeito, eu me sentia mais mulher, mais fêmea, mais puta, não sei. Era uma entrega que me tornava mais poderosa. Abocanhei a sua chapeleta e chupei-a. Era como se fosse o meu primeiro boquete. Eu não sabia exatamente o que fazer com tanto volume. Chupei aquela ameixa enorme e senti as suas mãos nos meus cabelos, acariciando a minha cabeça. Tentei colocar todo o seu pinto na boca. Enfiei tudo o que podia. Não chegou a um terço do comprimento. Ele gemia e dizia:
– Isso….. vai….. me chupa assimmmmm…… bem gostoso….. aiiiii……
Eu tentava colocar e tirar rapidamente tudo da boca, sem machucá-lo com os dentes. Lambi a pontinha e senti aquele gostinho delicioso da secreção pré-porra.
– Pinto gostoso. Falei, e voltei a engoli-lo.
– Calma aí, ele disse me segurando, assim você me faz gozar! Afastou-se um pouco e pediu:
– Tira sua roupa.
Tirei e ouvi um Gostosa!. Ele me olhava com tesão. Mordia os seus lábios. Passei as mãos pelo meu corpo, não sei porque, talvez para sentir um pouco daquilo que mexia tanto com ele. Meu maninho veio pra perto e somente me deu umas lambidas nos peitos, as partes que o biquíni não cobria. Segurei os meus peitos, oferecendo-os a ele. Ele me suspendeu pela cintura, como se eu fosse um manequim de loja, e começou a me lamber os peitos. Tive vontade de dizer, vai, me lambe, me chupa, me morde, mas ainda me segurei. Ele me colocou de volta no chão e enfiou sua mão em minha calcinha, seus dedos acariciando a minha xoxotinha. Minhas pernas amoleceram e quase caí no chão.
– Hummmmm, que tesão essa mão aí. Eu adoro que me enfiem a mão na calcinha!
– Você gosta, é? Você tá tão molhadinha.
Segurei no seu pau e comecei a punhetá-lo loucamente.
– Gosto sim. Tô molhadinha porque quero esse pintão aqui dentro. Quero que você me chupe, me coma muito!
Ele enfiou um dedo em mim e com a outra mão arrancou minha calcinha. Eu rebolava, gemia, me esticava e tentava arrancar o seu pinto. Eu estava fora de controle. Mas ele não estava. Encostou-me na parede e começou a me lamber a xoxota.
– Ai…. Nanda…. que bucetinha gostosa, ele disse.
– É toda sua. Vem…. come toda essa bucetinha…. come!
Eu nem me reconhecia mais. Jamais tinha falado daquele jeito. Ele me lambeu e chupou, enfiando os seus dedos e fazendo mágicas. Implorei pra que ele me comesse ali, daquele jeito. Ele me levantou uma perna e segurou-a com o braço direito. Começou a esfregar a cabeçorra do seu pinto entre os meus lábios vaginais. Eu os sentia inchados, molhadésimos e escancarados. Seu pau me apertava o clitóris. Segurei na sua base e puxei-o pra que entrasse em mim. Entrou a cabeça e deixei escapar um grito abafado. Meus lábios e meu clitóris estavam puxados, esticados. Era uma sensação deliciosamente inédita.
– Tô te machucando, ele perguntou me beijando.
– Não, tá me comendo!
Ele retirou um pouco e voltou com força. Aquele caralho entrou como um caminhão quebrando uma barreira de carros. Minhas unhas cravaram-se em suas costas. Era delicioso e doloroso. Como se eu tivesse enfiado um pepino inteiro em mim. Relaxei um pouco e aproveitei melhor a sensação.
– Quer mais, ele perguntou?
Como assim mais??? Não entendi. Ele nem respondeu. Tirou o seu pinto de tudo e enfiou com força, tudo de uma vez. Foi aí que eu descobri que antes ele tinha colocado só a metade. Eu cheguei a ver estrelas. Aquele monstro me invadiu e me apertou o útero, causando uma dor, que misturada ao tesão, arrancou-me um urro dos pulmões. Fiquei arfando alto, tentando me acostumar com aquele volume dentro de mim. Meu irmão ficou imóvel, e abafou os meus suspiros com um beijo. Ele afastou o seu peito de mim, ficamos ligados apenas pelo sexo e sua mão, que ainda segurava minha perna aberta pra cima. Com a outra mão ele cravou os dedos em minha cintura e, com um rápido movimento de pélvis retirou todo o seu pinto de uma vez e voltou a investir com tudo. A sensação que tive quando saiu é que eu iria virar do avesso, mas nem pude apreciá-la, pois imediatamente ele voltou a me invadir. Minha cabeça deu uma guinada e bateu na parede. Não consegui falar nada. Olhei praquele talo grosso que estava enfiado em mim.
– Ai…. que coisa mais grossa…. que coisa mais linda….. que coisa mais gostosa!!! Bufei.
Queria lhe dizer que eu nunca tinha me sentido tão bem, tão mulher, tão poderosa, que era um homem maravilhoso, mas a única coisa que eu conseguia fazer era gemer. Ele repetiu a dose e me deu mais uma bombeada. E outra. Na quarta eu comecei a gritar e tive um orgasmo incontrolável, forte e rápido. Gritei alto, mas a sensação era inesperada. Eu jamais havia tido um orgasmo vaginal. Não estava preparada para aquilo, e perdi a oportunidade de saborear melhor a situação. O prazer era tão grande que doía. Ele tirou o seu cacete de dentro de mim, sentou-se na cama e deu um tempo enquanto eu me recompunha. Olhei para aquele caralho que ele segurava pra cima, enorme, brilhando, pedindo para ser chupado. Ajoelhei entre as suas pernas. Senti o meu gosto no seu pinto, e fiquei mais excitada. Ele começou a dar as instruções:
– Isso, chupa bem. Passa a linguinha aí em baixo, isso. Olha pra mim! Isso, que nem uma putinha. Vai chupa só a cabecinha. Continua olhando pra mim, sua putinha, vai. Agora enfia tudo, vai, isso, enfia mais. Assim, olha pra mim, que tesão.
Eu já estava pronta pra outra. Que maravilha era chupar aquele pinto imenso e dar tanto prazer para um homem. Tentei não tirar os olhos dele enquanto eu o chupava. Arrebitei bem a bunda e comecei a rebolar pra que ele pudesse me ver melhor.
– VOU GOZAR, ele gritou.
Acelerei a chupeta e fiquei sugando, esperando o líquido começar a sair. Ele se atirou pra trás, quase quebrando a cama. Aquilo me distraiu o suficiente pra não dar conta do primeiro jato, que encheu a minha boca e escorreu tudo para fora, me lambuzando os dedos, que seguravam o seu pau. Comecei a engolir, e os jatos continuaram a me encher a boca. Cada vez que eu engolia, a sugada lhe arrancava um grito. Mas a ejaculação não parou. Ele continuou lançando, jato após jato. Era como se não esporreasse fazia um ano. Fiquei apenas preocupada em engolir tudo, e quase nem desfrutei do sabor. Nunca eu tinha engolido tanta porra de uma vez. Apenas quando diminuiu é que eu pude saborear aquele gostinho perfumado, meio doce e azedinho, realmente bem melhor do que jamais havia provado. Meu irmão grunhia e esperneava pela cama. Ordenhei as últimas gotas que pularam de sua chapeleta e ainda pulsante comecei a lamber toda a porra que escorria pelo seu pau e meus dedos.
– Hum que delícia!
Dividi o último resquício de porra com a língua dele e ficamos abraçados, descansando, vi o relógio passar, quase vinte minutos. Nos levantamos e fomos tomar um banho juntos. Ensaboamos um ao outro, e o pinto do Rafa foi aumentando, aumentando, até que ficou completamente túrgido, em riste. Ele esfregava seu pinto no meio da minha bunda toda ensaboada. Eu encostava o meu peito na parede geladinha do banheiro, separava bem as pernas e afastava-as da parede. Ficava com o rabo todo oferecido para ele. Ele mergulhou a cara na minha bunda, ficou me chupando a xoxota por trás e lambendo o meu cuzinho, que ficou piscando de tanta excitação. Eu nunca havia me sentido tão tesuda. Ele me enfiou o pinto na xoxota, por trás. Eu estava bem molhada, mas aquele pinto entrou como um trovão, me arregaçando, e me estiquei mais ainda.
– Pintão mais delicioso, eu disse.
Segurei-me na pia e empinei bem a bunda, enquanto ele bombeava por trás e me massageava os peitos. Me chamava de putinha gostosa, e eu adorava. Voltamos para o quarto engatados assim, de banho tomado, limpinhos e frescos para mais uma trepada fenomenal. Meu irmão deitou-se na cama e pediu pra que eu sentasse na sua cara. Enquanto sua língua explorava toda a região, interna e externa entre as minhas coxas e nádegas, eu tentava colocar o máximo daquele pintão na minha boca. Ficamos num sessenta e nove delicioso, e ele começou a enfiar seus dedinhos no meu cu e na minha xoxota. Nessa hora comecei a gemer e perdi a concentração um pouco no boquete. Comecei a arreganhar os dentes, gritando apertado com o gozo que me invadia. Espremi com as mãos a base do pinto do Rafa, para apertá-lo, arrancá-lo e ficar só pra mim. Aquela coisa inchou mais ainda na frente da minha cara. Esfreguei o meu corpo, a minha buceta, por toda a cara daquele macho. Fechei os olhos e corcoveei e gritei como uma égua. Deixei o gozo me levar. Eu pulava e gritava. Queria um pintão daquele enfiado em cada um dos meus buracos.
Quando eu finalmente relaxei após o orgasmo, meu irmão me virou de frente e me penetrou violentamente num papai e mamãe. Ele me segurava a bunda com as mãos, e a cada investida que dava com a pélvis, abria bem a minha bunda, afastando as nádegas para os lados. Achei uma coisa muito linda aquele homem me comendo furiosamente daquele jeito. E eu queria mais. Tinha medo de virar abóbora antes que pudesse fazer tudo com ele. Virei-me de quatro para que me comesse como uma cadelinha. Era muito excitante receber meu irmão assim, por trás. Seu saco batia nos meus pelinhos. Depois de alguns minutos ele tirou o seu pau e começou a me lamber o cu. Fiquei maluca.
– Enfia o dedo, enfia…..
Ele me matou de tesão, enquanto me chupava e seu dedo entrava e saía do meu cuzinho. Colocou a cabeça do pau na porta da minha bunda e ficou esfregando, até que eu não agüentei e suspendi mais a bunda, ficando toda arrebitada.
– Vai, meu cavalo…. me come aí! Me come a bundinha…. vai….. maninho…. fode sua irmã……
Ele tentou, tentou, mas não entrava. Pra mim a sensação era maravilhosa, aquela tora empurrando contra o meu cuzinho. Corri pra pegar um creme na gaveta e ensaboei todo o seu caralho, enquanto eu lhe dizia:
– Pronto, agora esse pintão vai entrar bem gostoso na minha bundinha.
A cabeça entrou realmente bem gostoso. Falei que era a sua putinha, pra ele me comer como uma égua, pra enfiar tudo. Quando eu empurrei a bunda de vez contra ele, e fiz aquela força pra abrir mais, como se fosse pra fazer cocô, ele veio com tudo. E foi assim que o pau entrou inteiro. Chupar um pinto grande como aquele pode ser um jogo totalmente novo. Sentar a minha xoxota naquela tora é como um mundo de sexo totalmente novo. Mas agora, ser enrabada por aquele touro desenfreado é no mínimo uma imagem intergaláctica. Um verdadeiro universo totalmente novo para o sexo anal. Bem gostoso, pode ser uma definição simples demais. Eu devo ter desmaiado. Eu literalmente via estrelas. Lágrimas haviam riscado o meu rosto. Doia muuuito, mas ainda assim era algo que eu não queria parar. Comecei a lentamente voltar ao mundo dos mortais, e a ouvir as palavras gostosas que ele me dizia.
– Aiiiii….. maninha… que cuzinho mais gostoso….. aiiii…. nem da Aline é tão gostoso…..
Ele descansou aquele monstro no meu cu durante algum tempo, senão gozaria de imediato. Isso também me ajudou a me recuperar do trauma e relaxar mais. Comecei aos poucos a saborear melhor aquela barra que me enrabava. Fui piscando o meu cu, sugando-o para dentro, e rebolando a bunda. Ele começou a retirar devagar, e voltava e escorregar para dentro, indo com as minhas piscadinhas. Foi ficando alucinante.
– Vem…. come a sua putinha…. come a minha bunda…. bem gostoso….. fode a sua irmã com esse caralho grosso…. aiiii…… gostoso……. vem…. goza em mim…. me enche de porra….
Comecei a perder o controle. Sua mão escorregou para a minha xoxota e atacou o meu clitóris.
Nosso orgasmo veio junto. Demos um urro ao mesmo tempo. Meus braços amoleceram, e caí sobre o meu peito, enquanto ele puxava a minha cintura contra a sua e bombeava mais e mais porra dentro de mim. Foi uma coisa muito intensa, gozar juntos numa situação tão erótica. Eu gritava e soluçava, engasguei com minha saliva, ele quase me partiu ao meio de tanto que me empurrava contra a cabeceira da cama. Meus joelhos ficaram no ar, pois eu estava literalmente empalada. Olhei para trás e vi o Rafa com o corpo empinado e a cabeça virada para cima, uivando quase como um lobo. Parecia uma cena de filme pré-histórico, sei lá. Assustei-me ainda com a sensação maravilhosa de estar fazendo xixi. Eu estava ejaculando também. Ao final de mais de um minuto de orgasmo INTENSO, desabamos para o lado. Deitados ali abraçadinhos, eu não queria que ele tirasse o pinto, mas aos poucos, enquanto amolecia, ele foi saindo devagar, como uma enguia pra fora da toca. Recomendei que tomássemos mais uma chuveirada, mas antes ele se deliciou lambendo o meu ejaculado que escorreu pelas minhas coxas. Depois disso, ao deitar-se na cama, em menos de um minuto meu irmão já roncava. Me levantei, fui ao banheiro, tomei um banho e quando voltei para a cama, também cai exausta e adormeci.
Passamos todo o final de semana dentro do quarto transando. Foi uma loucura. Ele tinha muito tesão e sempre seu cacete estava duro. Nunca gozei tanto. Só saíamos para comer. Quando voltamos, a velha rotina estava de volta, com apenas uma mudança, duas ou três vezes por semana, meu irmão vinha me buscar na faculdade e de lá, íamos matar a saudade em um motel. Uma semana antes do seu casamento com Aline, as coisas mudaram, mas isso é outra estória.

escrito em
Enviado: 22 de novembro de 2005 21:56

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