Bem Vindo, visitante! [ Cadastre-se | Entrarrss

 

 

Loucura!!!

  • Publicado em: 16 de abril de 2001 00:00
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Vou narrar aqui um lance que aconteceu comigo e que me deixa muito excitada só de lembrar, pois foi a realização de uma antiga fantasia minha. Eu saí da festa muito puta e com o tesão reprimido, porque meu namorado, depois de me amassar e bolinar a noite inteira, me disse que não tinha dinheiro para me levar pro motel e que não daria pra ir pra casa dele. Ainda tentei convencê-lo a transarmos no banheiro, mas ele ficou com medo de queimar o filme com os donos da casa e resistiu bravamente às minhas súplicas. Depois de deixá-lo em casa me sentia sem sono e resolvi rodar pela madrugada. Eu estava de mini-saia e sentia minha calcinha completamente molhada, eu estava com MUITO tesão. Meu namorado não sabe o que perdeu aquela noite… Fiquei dirigindo sem rumo e pensando em sexo, até que resolvi tirar minha calcinha e ficar sem nada por baixo, ficando ainda mais excitada. Eu andava devagar, dirigindo com uma mão e com a outra me tocando de leve. Decidi dar uma passadinha na rua onde ficam os michês aqui na minha cidade, pois eles são uns gatos e me deixariam mais ligada ainda pra curtir a minha siririca. Eu rodava devagar e todos me encaravam, pois estranhavam uma menina de 19 anos naquele lugar onde só tinha coroa viado e no máximo uma madame mal amada. Parei em uma esquina e veio um cara conversar comigo: – Oi gatinha, tá procurando companhia? – Procurando não tô não, mas quem sabe? O sujeito era lindo, moreno de cabelo curtinho (como se fosse militar) e um corpo escultural delineado pela camiseta preta colada ao tórax musculoso. E o melhor, vestia uma calça agarrada que deixava bem à mostra o volume do seu instrumento. Ele ficou ali me cantando: – Com uma gracinha que nem você eu saio até de graça, você não vai se arrepender. – Vem cá, deixa eu sentir seu pau. Eu tava louca, fiquei alisando aquele cacetão por sobre a roupa e sentindo a umidade na minha bucetinha. – Hum… Parece uma delícia, mas eu não vou poder não. Ele ficou insistindo, querendo me levar pro apê dele, até que encostou um Tempra com um cara dentro, acho que era um antigo cliente. Ele pediu licença e foi conversar com o cara. Voltou dizendo que o cara perguntou se eu não queria vê-lo pagando um boquete pra ele. Eu fiquei com medo, mas o tesão foi maior, porque sempre tive a fantasia de ver dois homens transando. Eu sempre alugava filmes gays e me enlouquecia ver aqueles homens lindos fudendo. Disse que topava e os segui pro estacionamento de um pequeno supermercado próximo dali. Parei meu carro a uma distância segura e pronta pra sair em disparada. Os dois saíram do carro e ficaram em uma posição em que podia vê-los perfeitamente. O cara estava muito bem vestido e aparentava já ter mais de 40, apesar de estar em boa forma. Abri um pouco as pernas e senti o ventinho gelado na minha bucetinha. Comecei a massagear meu clitóris enquanto via o cara abrir o zíper da calça do garotão e arrancar para fora o cacete grosso e comprido mas ainda um pouco mole. Com habilidade ele percorreu a mão por toda a extensão da ferramenta ao mesmo tempo que se aproximava para um beijo na boca. Logo o mastro já estava em riste, mostrando toda a sua potência. Ver os dois se beijando me deixou muito “animada” e eu comecei a massacrar meu grelinho. Olhando bem pros dois eu me masturbava já quase gozando. De vez em quando eu parava um pouquinho e enfiava um ou dois dedos na minha grutinha pra segurar mais tempo, queria gozar junto com eles. Só que quando eu vi o viado se abaixando pra engolir aquela vara eu não agüentei e gozei como um vulcão, gemendo alto e tremendo inteira pra eles me ouvirem. Minhas pernas ficaram bambas com o orgasmo delicioso, mas continuei metendo dois dedinhos na minha rachinha melada, dando um tempo pro meu grelinho que estava sensível. O cara sabia chupar uma pica. Ele segurava pela base e lambia do saco até a cabeça. Na ponta ficava circulando com a língua dura e depois engolia toda a tora, fazendo ela desaparecer na sua garganta! Ele chupava com empolgação, de onde eu estava eu podia escutar o ruído suculento da sua boca sendo fudida. Ele agarrou a bunda com as duas mãos, enfiando o dedo no rêgo do michê e o fazendo meter bem fundo. Era o que ele fazia, segurando a cabeça com as duas mãos e fazendo lentamente o vaivém como se estivesse comendo uma bucetinha. Os dois estavam com muito tesão, eu podia ver em seus rostos. Isso me deixou acesa e pronta pra gozar de novo. Perdida nesse transe, dei uma olhada em volta. Foi quando percebi, atrás de uma árvore, um segurança do supermercado vendo o cara fazendo a gulosa e batendo uma punheta. Ele certamente podia perceber que eu também me masturbava. Quando ele notou que o tinha visto ele saiu de trás da árvore e ficou me exibindo seu pau, que não era muito grande mas que estava duríssimo, apontando pro céu. Ele também era um senhor, com uma cara inocente e ao mesmo tempo safada, pervertida. Saber que tinha mais um participando daquela loucura aumentou ainda mais o meu tesão. Fiquei alternando a visão entre a pica dura do segurança e a chupeta gostosa no michê. Após alguns minutos sendo mamado ele não agüentou e anunciou que ia gozar: – Não pára, chupa gostoso que eu vou gozar. Ahhh, assim, chupa meu cacete. Agora toma! Gemeu, gozando primeiro na boca e depois se afastando um pouco para ejacular no rosto do cara. Depois, apoiado no carro pra não cair, ficou esfregando o pau nos lábios e na bochecha dele, que sorria com satisfação, o gozo correndo pelo seu queixo. Olhei pro vigia e ele sorriu pra mim com cumplicidade. Me mostrou bem o seu pau. Eu levei a mão da buceta à minha boca e provei do meu licor, com uma cara safada que qualquer homem adora. O michê e o viado entraram no carro e se mandaram. Eu fiquei ali, mirando nos olhos o coroa e me masturbando no mesmo ritmo que ele. Eu sentia ondas de prazer percorrendo meu corpo. Meus peitinhos estavam duros e a sensação do tecido pressionando meus mamilos aumentava meu estado de excitação. Eu curtia todas as sensações. O vento frio que balançava meus cabelos e arrepiava minha nuca. O suor nas minhas coxas. Meus dedos tocando os lábios da minha vagina e espalhando meus líquidos por sobre o meu grelo, fazendo a ponta do indicador deslizar em lentos movimentos circulares. Joguei a cabeça pra trás… Contraia minhas nádegas provocando uma sensação gostosa no meu cuzinho. Com a outra mão comecei a apertar meus seios, puxando o biquinho e sentindo sair faíscas da mistura de dor e tesão. Ouvia minha própria respiração aumentando de ritmo. Quando abri os olhos, me assustei! O cara estava com o pau enfiado pela janela, se masturbando a apenas alguns centímetros do meu rosto. – Me chupa, garotinha safada! – disse apontando o pau pra minha boca entreaberta. Aquele cheiro de almíscar, de pinto melado de tesão, entrou por minhas narinas e me fez engolir aquele bastão sem pensar. Suguei, lambi, chupei, gemendo como uma vadia desesperada. Queria sentir o creme me inundando a garganta, só pensava nisso. Ele me acariciava os cabelos. – Ahhh, boquinha gostosa. Chupa, delícia. Você quer ver meu pau duro gozando na sua boquinha, né? Então chupa assim, ahhh, puta que o pariu…. Ele próprio massageava as bolas, fazendo o saco aumentar a energia pra explosão do gozo. Eu metia furiosamente um dedo na rachinha e depois passei a tintilar meu clitóris com força, juntando as pernas e aumentando meu tesão. Abri então as pernas completamente, pra ele ver minha buceta estremecer quando eu gozasse. A energia foi se acumulando, se acumulando, até que a represa arrebentou. Meu corpo tremeu. Os líquidos corriam na minha xoxota. Um raio saiu da batata da perna, percorreu minhas coxas, brincou em meu cuzinho até que subiu por minhas costas e saiu pelos meus peitinhos quase furando a blusa. Eu apertei tanto o cacete duro em minha boca, sugando, com a língua dentro da boca tocando em suas partes mais sensíveis, que o fiz derramar em espasmos eu gozo em minha boca. Eu sorvia cada gota daquele mel, mas ele não parava de brotar, escorrendo pelos cantos da minha boca. O cara desmontou sobre o carro e eu fiquei lá com seu membro em minha boca, chupando e lambendo devagarinho até ele ficar completamente limpo e começar a amolecer. Passei o dedo no queixo e bebi o resto do leite. Quando consegui recuperar meus sentidos dei um beijo no pau dele e liguei o carro. – Peraí, onde você vai? – Eu tenho que ir. Mas valeu, você tem um pau muito gostoso… Olha, pra você lembrar de mim. Dei a ele minha calcinha e comecei a sair. – Espera, como é o seu nome?! – Pode me chamar de Aninha! E fui pra casa feliz, com o tesão aplacado.

Referência do Anúncio ID: CT-000003315

Não há Tags

6703 visualizações, 0 hoje

  

Deixe seu Comentário

É necessário fazer login para poder inserir um anúncio.

Para obter informações sobre este anúncio, preencha o formulário abaixo para enviar uma mensagem para o anunciante.

Informações deste Autor

  • Autor: joselias2
  • Membro desde: 1 de fevereiro de 2003

Contos publicados por joselias2

Últimos itens anúnciados por joselias2 »

Novidade!

Usuarios Ativos

Users: 88 Guests, 22 Bots