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Mãe e filha

  • Publicado em: 5 de fevereiro de 2018 14:36
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Casei aos 34 anos com Maria, uma mulher 2 anos mais nova. Era uma mulher madura e fogosa. Vestia-se sedutoramente, de saia e saltos. Antes mesmo do casamento, frequentávamos motéis e entregava-se. Em algumas ocasiões levei-a nas viagens que fazia pela empresa em que trabalhava. Tinha uma filha adolescente, Monica, que morava conosco e ficava com as tias quando viajávamos.
O sexo era quente entre nós apesar de Maria negar seu rabinho. Seus seios eram grandes e a cintura esbelta o que me agradava. Com o passar dos anos, percebi que Maria se descuidava de sua aparência. Só vestia calças compridas, blusas soltas e sapatos baixos demonstrando desinteresse em manter nosso relacionamento.
Monica cresceu e encorpou. Seus seios, grandes e de mamilos protuberantes, quase furavam o tecido das blusinhas que usava, sem soutien. Desfilava pela casa em shorts minúsculos que apertavam sua bundinha empinada. Pela manhã, me dava um beijo de bom dia roçando os lábios no canto de minha boca. À noite, ao se despedir para dormir, repetia o ritual.
Um dia eu tomava banho e esqueci a porta entreaberta. Ouvi um ruído e me voltei: Monica me olhava nu. Percebendo que eu a vira, afastou-se para seu quarto. Acabei de me vestir e passando por ele ouvi ruídos dela se masturbando.
Nos dias que se seguiram, Monica se tornou mais ousada ainda: andava pela casa em blusas decotadas e transparentes e sem calcinha com o short moldando sua bundinha redonda e apetitosa. Em diversas ocasiões flagrei-a olhando em direção ao meu sexo o que me deixava com o pênis duro, embora eu não a incentivasse.
Estávamos vendo televisão e Maria comentou que ia dormir deixando-me com Monica que sentou-se a meu lado. Minha enteada encostou sua perna na minha e me acariciou. O pênis reagiu e ela segurou-o.
“Como é grande e duro. Minha mãe deve se acabar ao recebê-lo.” comentou.
“Ultimamente sua mãe não tem tido muito interesse em fazer sexo”, repliquei.
“Não acredito; eu jamais me recusaria.” Continuou a acariciar minha ferramenta. Em dado momento levantou-se apoiando-se no mastro e me beijou a boca. Afastei-a e, a pretexto de estar com sono, deixei-a a sós sabendo que iria se masturbar.
Levantei no meio da noite e vi uma luz acesa. Desci e Monica se masturbava, gemendo baixinho, ainda no sofá. Balbuciava meu nome enquanto enfiava dois dedos na vagina. Enquanto eu a apreciava, gozou.
No dia seguinte quando levantei, Maria havia saído às compras e Monica estava na cozinha. Sentei para tomar café e minha enteada me deu bom dia com um beijo na boca. Colou seu corpo ao meu, roçando os seios em meu peito.
“Você é um homem muito gostoso e eu o quero.” “Sou casado com sua mãe.” “Pouco me importa, quero ser sua. Eu o desejo há muito. Não me importo de dividi-lo com mamãe, mas quero-o na minha cama”, respondeu.
Não posso fazer isto com sua mãe apesar de ela não me procurar mais”.
“Deixe que eu a substitua. Eu fico toda molhada só de pensar em você dentro de mim”.
A conversa parou por aí. Monica foi para seu quarto e eu terminei meu café. Estava no computador quando ela entrou no escritório, completamente nua.
“Não suporto mais sua negativa. Minha vagina precisa ser preenchida.”
Meu pênis endureceu imediatamente ao ver seu corpo: a vagina estava depilada e as aréolas dos seios, rosadas, envolvendo os bicos dos peitos. Beijou-me outra vez segurando a vara. Não consegui resistir e correspondi ao seu beijo. Empalmei seus seios brincando com os mamilos. Monica se esfregava em mim sentindo a dureza do mastro entre suas coxas.
“Sei que me quer. Mete em mim. Preciso de sua vara.”
“Vista-se pois sua mãe deve estar chegando e não quero que nos veja.”
“Estarei esperando você em meu quarto à noite”, pediu. Dei uma chupada naqueles seios maravilhosos e ela saiu. Quando a vi novamente estava vestida sensualmente e me jogou um beijo.
Naquela noite Maria recolheu-se mais cedo pretextando enxaqueca. Monica sentou-se a meu lado e acariciava meu mastro despudoradamente. Fui verificar e Maria dormia pesado. Monica me aguardava à porta de seu quarto. Entrei e me beijou puxando-me para a cama.
“Não aguento mais de tesão. Quero que me faça mulher”. Nus, deitamos na cama. Ofereceu os melões que suguei com força inchando os mamilos. Rodeei-os com a língua e mordi-os. Monica gemia baixinho. “Ai, que delícia. Não pare. Minha xoxota está encharcada”.
Apertei suas tetas e fui descendo as mãos pelas ancas, acariciando as coxas. Monica abriu as pernas mostrando a vulva lisinha. Movimentei-me para ficar entre suas pernas e lambi seu clitóris. Um choque percorreu seu corpo e gemeu alto AHHHHHH…..! Como é gostoso!
Pincelei sua vulva com o pênis, torturando-a. “Penetre, por favor. Tire meu cabaço. Me faça gozar”. Coloquei a vara na entrada e, num só golpe, meti naquela xoxota gulosa. A membrana não resistiu e rompeu-se abrindo caminho para o útero. Monica chorava de alegria. Comecei a movimentar e suas pernas me envolveram puxando-me para dentro. Gozou ruidosamente. Seus espasmos diminuíram e saí, deixando-a deitada e agradecida.
“Obrigada pela noite de ontem. Tornar-me mulher foi uma sensação inesquecível. Se me quiser, adoraria repetir”, disse Monica no dia seguinte.
Maria saiu para o cabeleireiro e Monica tomou banho deixando a porta aberta. Seu corpo jovem era apetitoso e acariciei-o enquanto se enxugava. Enquanto sua mãe não retornava, vestiu somente uma calcinha fio dental e desfilou pela casa, provocando-me. Eu estava de pau duro o tempo todo o que chamou a atenção de Maria. Surpreendentemente me chamou para o quarto e despiu-se.
“Quero esta vara dura dentro de mim. Deixe que eu a chupe antes de me comer”. Sugou como há muito não fazia e esporrei em sua boquinha. Engoliu tudo. Ainda duro, enfiei na sua buceta e gozei novamente. Maria chorava de prazer e pedia perdão por não ceder a meus desejos. Procurou uma das roupas de antigamente e se produziu. Suas tetas e coxas se mostravam sob o vestido decotado e curto. Parecia uma vadia e rivalizava com Monica.
À noite, Maria apareceu nua na sala. Depilara a xoxota e me provocou na frente de Monica. Fiquei embaraçado quando sentou em meu colo. Monica corou e chamou-a de vadia. “Sou vadia só porque quero meu homem ?” Monica foi para o quarto e naquela noite não trepamos.
Acordou com os olhos inchados de tanto chorar e preparou o café da manhã com um baby-doll transparente sem nada por baixo. Maria ainda dormia e encostou-se em mim. “Voces treparam ?” “Não, está reservado para você quando ela sair.”
Maria acordou e viu Monica. “Você ontem me chamou de vadia, mas está vestida como uma vagabunda. Vá se compor”, reclamou enquanto se roçava em meu pau. Monica saiu e se vestiu.
Maria usou uma calça comprida justíssima, um top que revelava seus seios e mamilos e saltos altos e saiu. Tão logo ficamos sós, Monica me levou para seu quarto e trepamos.
“Sua puta devassa, trepando com meu homem”, gritou Maria que voltara sem fazer ruídos e estava na porta do quarto. “Ele é meu macho. Tirou minha virgindade porque você não fode com ele”.
As fêmeas começaram a brigar e tive que separá-las. Maria chorava convulsivamente observada por Monica, ainda nua. Despi Maria sem qualquer resistência deitando-a ao lado de sua filha, chupando seu seio enquanto dedilhava o clitóris de Monica. Ambas suspiraram alto. Fiquei em cima de Maria e apontei o mastro para sua vagina, penetrando-a. Maria enlaçou-me com as coxas puxando-me para dentro. Monica olhava a mãe sendo fodida: “Ahhh, acabe comigo. Este pau é maravilhoso, grosso e comprido. Sinto falta dele.” “De agora em diante vai dividi-lo com sua filha. Vou foder as duas.”
Monica virou-se para a mãe chupando o seio desnudo. Maria puxou sua cabeça e beijou a filha. Suas línguas duelaram. Maria acariciou e sugou os seios de Monica que gritava seu prazer. Após o gozo de Maria, virei-a para comer seu cuzinho virgem. Lubrifiquei-o e apontei o mastro. Ela percebeu o que aconteceria e negaceou. Dei-lhe um tapa na bunda e ordenei que ficasse quieta. “Por favor, no cuzinho não. Sou virgem e vai doer”
“Você nega este rabo há anos. Agora vai ter que ceder.” Monica segurou o mastro e posicionou na entrada aprovando o defloramento da mãe. Forcei a entrada e Maria gritou de dor. Chorava e dizia que doía muito. As pregas se romperam e penetrei-a. Habituou-se e não chorava mais. Monica me incentivou a enchê-la de sêmen. Quando saí, Maria limpou o mastro sugando o restante. De seu rabo, arrombado, saia um filete de sangue. Após lavar-se, ordenei que preparasse uma refeição para os três enquanto satisfazia sua filha. Abri as pernas de Monica sugando seu clitóris. Gozou 3 vezes gritando seu prazer.
Maria nos chamou, pois o que preparara estava servido. Monica sentou-se em meu colo provocando ciúmes da mãe que comia de cabeça baixa. Depois da refeição sentei-as no sofá da sala e informei que, daí por diante, ambas seriam minhas amantes e me serviriam. Monica concordou imediatamente e Maria, humilhada, hesitou, mas acabou por aceitar sua nova posição. Informei que deviam se vestir ao meu agrado e de saltos quando saíssem. Em casa permaneceriam nuas, só de saltos, maquiadas, limpas e perfumadas, Executariam as tarefas domésticas alternadamente, submissas e obedientes.
Monica foi para a cama comigo naquela noite e provei o cuzinho que me ofereceu. Embora virgem, suportou a tora sem gritar ou reclamar para surpresa da mãe que a tudo assistiu.
Maria saiu para fazer compras usando um top, mini-saia e saltos, sem lingerie. Os quadris se movimentavam sensualmente provocando olhares e gracejos ao andar. Voltou contando as ‘cantadas’ e que dois homens tinham passado a mão em sua bundinha. Os bicos dos peitos, durinhos, demonstravam sua excitação e levei-a para a cama. De quatro, comi seu cuzinho novamente apesar da dor, choro e protestos. Em 2 semanas habituou-se a engolir minha tora no cuzinho sem reclamar.
Numa ocasião, levei minhas fêmeas a uma boate da moda. Maria usava um top dourado, saia de couro bege com uma fenda até a parte de cima da coxa e sapatos vermelhos salto 12 e Monica, blusa transparente branca, mini-saia preta e sapatos prateados salto 10. Nenhuma das duas estava de calcinha ou soutien e os seios e seus bicos chamavam a atenção. Pedi drinques fortes para as duas e incentivei-as a dançarem juntas. Logo, seus corpos se tocavam na pista. Uma delas enfiou a perna entre as da outra e os púbis se encontraram. Beijaram-se torridamente sob os olhares dos presentes.
Quando o garçon veio trazer novas bebidas, comentou que um homem perguntara se podia nos fazer companhia. Respondi que sim e um negro se aproximou: “Você está com duas belas mulheres”.
Maria e Monica se sentaram e apontei o lugar ao lado de Maria para o novo amigo. Conversamos amenidades e Maria começou a se remexer na cadeira. Rui pediu licença e foi ao toalete. Enquanto estava lá perguntei a Maria o que acontecia. Contou que ele estava com a mão em suas coxas, bolinando-a, e ela estava excitada. Avisei que se fosse fazer sexo com ele, o cuzinho era meu e não deveria cede-lo. Respondeu que não tinha intenção pois eu a satisfazia. Rui voltou e tirou-a para dançar. Quis negar, mas incentivei-a e fiquei a observar enquanto excitava Monica. Dançavam de rosto colado e a perna dele entrava nas dela. Colocou sua mão entre os dois tocando os peitos dela e falava ao seu ouvido. Maria resistia. Monica, com meus dedos em sua vagina, suspirava e gemia baixinho. Voltaram para a mesa e a dupla bolinação continuou. Monica sussurrou que estava com vontade de beber meu leite. Olhando Maria nos olhos, disse a Monica que ficasse sob a mesa e abri a calça. Vendo aquilo, Maria se entusiasmou e perguntou se podia fazer a mesma coisa. Rui a empurrou para baixo e, encoberta pela toalha, Maria mamou a rola que lhe apresentou engolindo o sêmen. Rui pediu para comê-la e respondi afirmativamente.
Saímos da boate direto para o motel onde pedimos uma suíte com 2 quartos. Monica despiu-se no nosso quarto, mas Rui desnudou Maria no caminho. As paredes permitiam que ouvíssemos os ruídos no outro quarto e Maria chupou e se entregou ao seu parceiro gozando escandalosamente. Pedia que não parasse de fodê-la. Monica era mais discreta e comi seu cuzinho e xoxota. Rui quis o cuzinho de Maria que recusou levando um bofetão. Começou a chorar dizendo que o rabo era somente de seu marido. Rui foi embora xingando-a de puta ordinária e rameira. Maria bateu à nossa porta e pediu para dar o rabo. Eu havia comido o cuzinho de Monica e mandei que o chupasse. Submissa, obedeceu fazendo a filha gozar outra vez.
Em casa, dei novas ordens a Maria. Devia frequentar a boate entregando-se aos que a quisessem. Levaria no rabo, deixando que gozassem dentro e nunca mais eu a comeria. Monica dormiria em nossa cama e ela seria nossa doméstica.
Humilhada, implorou, sem êxito, que não a obrigasse a rebaixar-se assim.
Na noite seguinte, nós a levamos à boate. Conversei com o gerente que chamou o segurança ordenando que a preparasse para o show. Levada a um cubículo, foi comida e deu o cuzinho gritando ao receber uma vara gigantesca. Conduziram-na a um palco para dançar nua, Esfregava-se numa ‘pole dance’ abrindo as pernas para exibir a xoxota e o cuzinho. A audiência delirava e Maria se oferecia desavergonhadamente. Um dos presentes pegou-a sugando suas tetas. Maria abriu sua calça empalmando a vara e sugou-a engolindo o leite. Outros homens a queriam, mas o segurança, já refeito, agarrou-a e enfiou sua jeba na bocetinha. Maria cruzou as pernas ao seu redor puxando-o para dentro de si. Gemia e chorava pedindo que a fodesse. Gozada, virou-se e deu o cuzinho. “Quero gozar pelo rabo. Me fode, meu macho.”. O segurança se movimentava nela que pedia “mete em mim, me fode, arrebenta o cuzinho da sua vaca, esporra em mim, vou gozar, AAAAAHHHH, que delícia, não para, AAAAAHHHH, como é gostoso ser enrabada assim, que pau maravilhoso você tem, não quero viver sem ele”.
“Você é uma puta”. “Sou vagabunda, vadia, rameira, ordinária e o que mais você quiser desde que me faça gozar”.
Monica estava excitada vendo a mãe sendo fodida e se exibindo a uma plateia que aplaudia e a incentivava. Ali mesmo tirou a calcinha e a blusa que usava expondo as tetas que chupei. Gozou intensamente, gemendo.
Na volta para casa, Maria estava prostrada no banco de trás e eu era chupado por Monica. Parei num ponto de travestis e ordenei que Maria saísse do carro. Estava semi-nua e ficamos por perto olhando o que aconteceria. Um carro parou e ela se debruçou na janela falando com o homem que dirigia. Em instantes, entrou no carro e saíram. Voltou ½ hora depois com a boca cheirando a sêmen e disse que fizera um boquete. Um travesti se aproximou e levou-a a um canto escuro. Pelos seus gemidos, recebeu mais um pau na buceta.
Chegamos em casa e, mesmo sem se limpar, adormeceu no quarto de empregados.
Preparou as refeições, limpou e arrumou a casa, lavou os banheiros e a roupa e preparou-se para ir trabalhar na boate. Ordenei que fosse nua, somente de sapatos de salto. O segurança abriu a porta e Maria beijou-o na boca agradecendo o que viria. Maria dançou e trepou com diversos clientes sorvendo o leite deles. Tornara-se uma garota de programa. No fim da noite, meteu com o segurança, mas estava insaciável e deixei-a com os travestis. Contou que servira a muitos clientes e ganhara algum dinheiro. Foi de taxi para casa, pagando com um boquete.
Dias depois foi a um tatuador e teve os bicos e aréolas dos seios tatuados em vermelho. Por sugestão do tatuador, colocou uma argola nos lábios vaginais.
Seu trabalho na boate foi visto por um frequentador que a convidou para uma ‘festinha’. Avisou-a que ficaria fora o fim de semana inteiro. No dia combinado, Maria se produziu, parecendo uma puta, chamou um taxi e saiu para o endereço indicado. Contou, na volta, que se se entregou ao taxista e trepou, sem descanso e com vários homens, durante o fim de semana.
Desta data em diante, participou de várias ‘festas’.
Monica é minha amante permanente.
João

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