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Mais uma que chega

  • Publicado em: 14 de maio de 2014 10:52
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Hoje chegava Amélia! Já tínhamos preparado o golpe para ela e, na cozinha, eu, a tia, Daniela e Teresa falávamos sobre isso.
‘Ela vai ficar brava. Vai ameaçar falar’ falou a tia. ‘Não, ela vai querer mais, é curiosa e julga poder ter um trunfo na mão para nos obrigar a satisfazer seus caprichos’ falou Teresa. Daniela estava medrosa, pois bem lembrava de se mijar toda quando Amélia dava em cima dela. Eu disse que ela ou aderia ou teria de se calar, pois se necessário éramos todos a desdizê-la. Só teríamos de a respeitar.
Chamei então Daniela e quis ver como estava indo a preparação do seu cuzinho. Ela virou de costas, dobrou e mostrou um ‘plug’ azul enfiado. Comecei a tirar ele e a menina gemeu um pouco enquanto um grande tesão levantou meu pau. ‘Tem cuidado Edu, esse é dos grandes’ avisou Teresa. ‘Ai meu rabinho, tá ardendo… aii, parece que vai sair mais qualquer coisa’ avisou Daniela. Cuidadosamente fui retirando o bicho e via aquele cu a abrir-se cada vez mais até chegar a uma dimensão apreciável. ‘Ai, pára, pára, pára, que tá doendo… Mete outra vez’. Assim fiz e voltei a tentar. Desta saiu com um som parecido com uma rolha a sair e me admirei do tamanho. Parecia um copo de vinho do Porto invertido. ‘Ai porra, vou cagar…’ e Daniela saiu correndo para o banheiro. Segui-a e lá chegado vi-a a fazer força na sanita. ‘Num sai nada’ falou. Eu ri-me e disse-lhe que era natural que sentisse essa sensação pois tinha de facto saído qualquer coisa. Ela levantou e eu mirei aquele cu, larguinho já, mas bem pregueado e com ar de novo. Meti um dedo, logo meti segundo e ela rebolou excitada. ‘Ai mete, mete a tua piça’ pediu. ‘Tem tempo e hora, talvez mais logo e com assistência’ meti os dedos na sua boca e mandei ‘prova teu cu’. Ela lambeu e deitou a mão ao meu pau. ‘Tira e pode chupar nele, você merece’. Caiu de joelhos e começou um broche delicioso. Como ela aprendeu bem. ‘Chupa, engole essa pica toda, anda,… Isso, como você é doce pequenina, lambe minhas bolas…hmmm! Devagar, num vaivém pausado comecei a foder aquela boca. Ela trabalhava meu pau como uma profissional. ‘Chupa cabritinha, vou vir-me, engole minha porra safadinha… Arrghh!’ Descarreguei tudinho naquela boca que não deixou sair nem uma pinguinha. Enquanto eu limpava com uma toalha húmida, ela me beijou na boca avidamente agradecendo ‘obrigada Edu, fico à espera de logo à noite’.
De fora chegava o barulho de um carro. Deveria ser Amélia chegando. Fui para a cozinha e vi a Amélia agarrada à tia. Mirei-a de cima a baixo e vi que ela se transformara num pedaço de mulher. Maneirinha, nem demasiado magra, nem muito redonda. E lá estava a tal penugem negra que se notava relativamente bem. Só isso me acendeu logo.
‘Olá, já chegaste?’ Disse eu, fazendo menção de a beijar e abraçar. Ela recuou um pouco, olhou e disse ‘Já cá estás? Estás crescido’ chegou-se a mim abraçou-me e deu-me um beijo na cara. Vi que ela sentiu a minha erecção mas que não se desmanchou. ‘Então onde andam os outros?’ Enquanto lhe dávamos a informação Daniela entrou. Ela ao princípio não a reconheceu, mas logo se lembrou da ‘bicáberta’ e assim a cumprimentou ficando as duas em confidência.
Teresa levou as malas para o quarto e algum tempo depois Amélia foi refrescar-se e mudar de roupa.
Disse à Lailai que ela estava linda e ela rosnou ‘mais uma para a colecção, não é Edu? Ainda vais ficar tísico’ e riram todas. Fui até ao banheiro para ver se mirava alguma coisa, mas a porta estava bem fechada. Voltei para a cozinha e dei os parabéns à Teresa pelo trabalho bem feito no rabinho de Daniela. A tia disse que de facto era um trabalho bem feito e Daniela vaidosa levantou a saia e com as mãos afastou as nádegas mostrando aquele olhinho castanho em formato de O ligeiramente aberto. Meu pau quase furava as calças! A tia levantou para ver melhor e aproveitou para dar uma lambidela e enfiar a língua que entrou quase metade. ‘Poxa, que beleza, e como pisca rapidinho’.
Ouvimos passos e Daniela de imediato baixou o vestido e se endireitou.
Amélia fez sua entrada, na sua mão trazia um estranho objecto azul e perguntou: ‘isto estava no chão do banheiro, mas nem sei o que é, nem a que pertence, alguém sabe?’

(Cont A Noite das Iniciadas)

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  • Autor: satat
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