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Marinheiros do amor

  • Publicado em: 9 de março de 2001 00:00
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Era um dia da semana do mês de Dezembro quando eu e minha mulher, Ana resolvemos ir à praia. Moramos em um condomínio que conta com uma balsa para fazer a travessia da lagoa, que fica entre nossa casa e o mar. A travessia leva em torno de 15 minutos. É um passeio muito agradável. Por ser um dia de semana e, também, um horário de pouco movimento, na balsa só estavam o marinheiro, um ajudante e nós. Em outras vezes em que utilizamos o serviços deles, já havia notado os olhares do marinheiro, João – um mulato de 1,80m, tronco forte e sempre vestido com um short largo e camiseta regata – na direção de minha mulher, que é loira, tem 32 anos, 1,55m, corpo durinho e proporcional pela malhação diária. Logo que entramos na balsa, ele nos cumprimentou sorrindo, informando que iria sair de férias e estava ensinando os macetes do serviço ao ajudante, que iria substituí-lo. Conversamos animadamente sobre seus planos para as férias. Enquanto isso, minha mulher pegou o bronzeador e passou a espalhá-lo sobre os ombros e braços, com movimentos suaves para não manchar a pele. À medida que aplicava o bronzeador próximos dos seios, percebi que João, o marinheiro, parecia inquieto. Como estávamos sentados bem perto dele, vi que ao mesmo tempo que olhava na direção das margens da lagoa ele lançava olhares para Ana. O volume por baixo do calção dele aumentava. Ana, ainda sentada, abriu um pouco a canga que cobria suas pernas e passou o bronzeador entre elas. Afastou-as bem para passar o líquido nas partes internas. Esse movimento deixava à mostra a calcinha do biquíni, aumento ainda mais a excitação de João. Dava até para notar que, além de ter ficado maior, o volume embaixo do calção pulsava. Minha esposa também percebeu isso, principalmente porque Dodô, o ajudante, mudou de posição e ficou descaradamente na frente dela. Ana sorriu sacanamente para mim e passou a espalhar o bronzeador bem próximo da virilha, escorregando os dedos para dentro do biquíni, o que fez com que aparecessem alguns fios de cabelos de seus pentelhos dourados. Isso obrigou-a a afastar um pouco a parte de baixo de baixo do biquíni, para colocá-los para dentro. Dodô já não escondia mais sua excitação sob a bermuda de lycra que vestia. O ajudante era negro mais alto e forte que o marinheiro. Minha esposa se divertia com aquela situação. Ora deslizava as mãos calmamente sobre as pernas, ora pela parte interna do biquíni, sorrindo provocantemente para eles. Em dado momento, quando abriu um pouco mais as pernas, notei que a parte do biquíni amarelo que cobria sua xoxotinha estava molhada. Não tive dúvida de que ela também estava excitada. Ana levantou-se e pediu que eu passasse o bronzeador em suas costas. Untei minhas mãos com o óleo, ela jogou os cabelos compridos para a frente, deixando a nuca descoberta. Aproveitei para morder, e chupar seu pescoço, enquanto encostava meu caralho teso em sua bundinha dura e redonda. “Ai, amor, assim vamos ficar todos mais excitados do que já estamos”, disse. “Eu sei o que você quer”, respondi-lhe e continuei meu trabalho. Fui esparramando o bronzeador sobre suas pernas, tornozelos e à medida que subia ia levantando lentamente sua canga. Quando cheguei à altura das coxas, pedi a ela que se curvasse, apoiando-se na cadeira a sua frente. Levantei, então toda a canga, deixando à mostra sua bundinha, coberta apenas pelo tira do fio dental. Deslizei minha mão suavemente sobre seu bumbunzinho, enfiando os meus dedos em seu rego, deixando todos loucos de tesão. Dodô já estava com a mão dentro da bermuda, alisando o cacete, e João, de pé e com a tenda armada, roçava a cabeça da pica por cima do calção. Meu short também se tornou pequeno para conter meu caralho assanhado. Tirei o pau para fora e esfreguei na bundinha de Ana. Afastei seu biquíni e pincelei a chapeleta da vara em seu cuzinho. Ana sorria e me chamava de louco. Mas, sem resistir às minhas carícias, tirou a canga de vez e se estendeu no piso da balsa, deitando-se sobre ele. Nossos acompanhantes estavam estupetados. Disse-lhes então, que ia mostrar a eles a melhor maneira de se passar bronzeador em uma mulher. Deitei-me sobre Ana e fiz com que meu corpo deslizasse sobre o dela. Meu pinto, fora da sunga, passeava no meio de suas coxas. O espetáculo estava tão excitante que João decidiu desligar o motor da balsa, no meio da lagoa e longe das vistas de todos. Os dois ficaram próximos de nós e tiraram suas roupas, iniciando uma deliciosa masturbação. Quando Ana levantou a cabeça e viu o que estava acontecendo ao seu redor, Ana disse: “Que tesão que eles são, estou toda molhadinha!” ambos eram superdotados. Dodô tinha um cacete longo, cheio de veias, em que sua pele negra era ressaltada pela cabeça de diâmetro maior do que o resto do pau. João por sua vez, tinha uma verdadeira tora, comprida e grossa. Ana não se conteve. Ajoelhou-se, puxou os dois pelos respectivos mastros e, segurando-os com cada uma das mãos, continuou a punheta para eles. Em pé, deslizei as mãos, até os seios dela por baixo do biquíni. Libertei os peitinhos com os mamilos pontiagudos e rosados, mas durinhos do que nunca, que passaram a ser acariciados pelos nossos companheiros de viagem. Ana puxou os dois mais perto dela, para ter os cacetes colados ao seu rosto. Ela tentou colocar o cacete de Dodô na boca, mas desistiu por causa do tamanho e passou, então, a língua em toda a extensão da tora, dando mordidas e chupões na cabeçorra. João esfregava o caralho no rosto dela e não demorou para ser premiado com uma bela chupeta. Ana alternava as chupadas. Ora era João que recebia os carinhos de sua boca, ora era Dodô. Em seguida ela pediu para que os dois se deitassem na balsa, um de cada lado dela. Aproveitei para desatar o nó da calcinha do biquíni,. Ana estava completamente nua, exibindo aquele monumento de corpo, e ficou de quatro para punhetar Dodô e chupar o João. Ajeitei-me por baixo dela e, afastando suas pernas, passeia a lamber a sua bucetinha encharcada. O grelinho estava duríssimo, o gosto e o cheiro de fêmea no cio me enlouqueceram. Levantei-me, posicionei por trás e atolei meu caralho em sua xana. Dei algumas estocadas, tirei o pau e, virando-a para mim, beijei sua boca, abracei-a bem forte e disse : “hoje vamos realizar a fantasia que você sempre teve: ser fodida por dois cacetes enormes.” Ana posicionou-se sobre Dodô e foi descendo os quadris para engolir o portentoso mastro com a vagina. Apesar de estar com a buceta bem lubrificada, Ana tinha dificuldades de agasalhar toda a tora. Tentei ajudá-la por trás, afastando os grandes lábio. Ao ser invadida pela chapeleta, Ana comentou: “Ai, que cabeção! Parece que está me rasgando.” Tão logo o recebeu tudinho, ela iniciou uma lenta cavalgada, em que subia e descia o corpo, vagarosamente no início, mais aceleradamente depois. Minha esposa queria mais. Puxou João para perto de si e passou a lamber avidamente o cacete. Coloquei-me por trás dela novamente, abri as nádegas com as mãos e lambi seu cuzinho piscante. Acompanhando o movimento de sobe-e-desce, enfiei um dedo no seu anelzinho, depois mais um, para dilatar suas preguinhas. Enquanto isso, João se preparava para ocupar meu lugar, ao lambuzar seu gigante com o bronzeador. Ana percebeu a intenção dele e tentou defender-se: “Não, amor, eu não vou agüentar os dois me fodendo, os dois são muito bem dotados, estou sentindo a pica do negrão bater em meu útero.” Eu sabia que mesmo reclamando, Ana desejava ser enrabada. Acariciei suas costas e sussurrei-lhe que João sabia o que ia fazer e eu não deixaria que ele a machucasse. João inclinou-se sobre ela, segurou o cacete e encostou a cabeçorra na entrada do cuzinho dela. Ao sentir a pressão, Ana interrompeu os movimentos sobre Dodô e curvou-se um pouco para facilitar a penetração. Ainda segurando o mastro com a mão, João forçava a entrada para tentar introduzir pelo menos a chapeleta. Quando conseguiu, Ana saiu fora. Seu medo era grande. Acariciei-a novamente e enfiei minha mão por baixo dela para tocar seu grelinho. Sabia que a massagem no baladinho era seu ponto fraco. Ana não só relaxou como ficou ainda mais excitada ainda. Lubrifiquei o cuzinho dela com o bronzeador e João voltou a posição novamente para tentar novamente. As preguinhas do cuzinho foram cedendo vagarosamente à medida que o pênis descomunal avançava dentro dela. Eu não continha minha excitação vendo minha loirinha cavalgando um negrão e tendo outro cacete alojado no cú. “Está doendo, mas está gostoso”, “Ai enfia um pouco mais, ai que loucura!” A cada movimento para a frente, a picona entrava mais. Ana sacudia a cabeça e gritava: “Ai, amor, que loucura esse cacete está me rasgando toda, mas está uma delícia.” O marinheiro fazia movimentos ritmados de vaivém, tirava a vara tudinha para pressioná-la de novamente, desaparecendo dentro do cuzinho, a esta altura já arrombado. Já acostumada com os dois monstros alojados em suas entranhas, Ana pediu para que eu ficasse na sua frente, para que pudesse chupar meu caralho. Ajeitei-me com as pernas abertas sobre o ajudante. Ana praticamente não precisou fazer movimentos com a boca. As estocadas de João por trás comandavam o ritmo da trepada. Ana sugava furiosamente minha pica, quando senti a língua de Dodô em meus bagos. Minha esposa passou a gozar seguidamente, em múltiplos orgasmos, emitindo fortes gemidos. Dodô afastou minhas nádegas com as mãos e passou a lamber meu cú. Sua língua quente e áspera excitou-me ainda mais. Ele forçou a língua dentro do meu rabo e me conduziu a um gozo estremecedor, que foi seguido pelo de outros parceiros. Foi a melhor trepada de nossa vida. José R.. Rio de Janeiro, RJ.

Referência do Anúncio ID: CT-000001891

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