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Melhor Amigo

  • Publicado em: 2 de outubro de 2017 10:00
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Era uma tarde fresca… Estava voltando pra casa com um amigo, minha mãe não podia me buscar nesse dia, então, acabei por voltar pra casa com ele. Me chamo Raíssa, tenho 17 anos… Não muito bumbum, mas peitos firmes e sou baixinha, tenho 1,53m. Ele se chama Fernando, tem a mesma idade que eu, 1,77m de altura, os cabelos grandes… Moreno… Lindo. O corpo definido, músculos em formação… Já tinha um tempo que eu tava de olho nele. Tivemos umas brigas há um tempo atrás, mas voltamos a nos falar normalmente.

– Isso me lembra quando a gente era menor… – comentei, enquanto entrávamos no elevador. – Você costumava vir mais aqui em casa. -sorriu.

– Sinto saudades, também… – meu coração acelerou.

– Você pode vir mais, como antigamente… Se quiser. – falei, sem olhar nos olhos dele. O elevador chegou no meu andar, entramos no meu apartamento.

– Logo eu já vou, não quero te incomodar…

– N-Não, que isso, Nando… Você não atrapalha em nada, sabe disso. -será que iria rolar? Eu e ele, sozinhos… Não, Raíssa, nem pense nisso… Provavelmente não. Ele se sentou no sofá, deixando nossas mochilas no chão, eu, no impulso, acabei me sentando ao lado… Silêncio constrangedor. – Quer uma água, alguma coisa? Nem te ofereci, acabamos de chegar… – o senti segurar no meu pulso, de leve.

-Já vai embora? -estremeci, ele me olhou daquele jeito fofo que só ele sabe…

– Eu só ia na cozinha… Não vou embora.

– Não estou com sede, não precisa não… Você tá?

– N-Não, ia pegar pra você… – mordi o lábio inferior, meio nervosa. Eu não sabia o que ele tava querendo, nem se realmente ia rolar alguma coisa. – S-Sabe, sobre aquilo de 2 anos atrás… Ainda é verdade, você sabe, não é? – tomei coragem e falei.

– Eu sei, eu sei… Me desculpa por tudo. – me abraçou, devagar. – Eu não mereço nem metade do que você é. Não sei por que fiz aquilo com você… Me desculpa, mesmo.

– A gente era novinho… Já tem tempo.

– Eu lembro o quanto você ficou mal… Me desculpa. – me soltou do abraço, nossos rostos ficaram bem perto, meu coração tava quase saindo pela boca. – Ela vai demorar muito?

– Não me deu horário… – depois da minha resposta, ele me beijou, devagar. E nossa… Que delícia… Ele me segurava com uma pegada forte na cintura, e eu fazia um carinho nos cabelos lisos dele… Foi um beijo longo, fiquei excitada só com esse…

– Ei… – sussurrou no meu ouvido, rindo baixinho. – Você quer?

– Quero, Nando… – o beijei de novo, em resposta… Era viciante, e estava me excitando demais… Tava quase gozando só com os beijos quentes dele… – Vai devagar, tá? – pedi, enquanto me sentava ao lado dele no sofá.

– Claro… Relaxa. – ele me beijou de novo e foi me deitando devagar, ficando por cima de mim. Desceu os beijos pro meu pescoço, gemi baixinho, esse homem vai me deixar doida… – Que gracinha… – falou, fazendo um carinho no meu rosto. -Posso? – perguntou, com as mãos perto da minha blusa.

– Pode… -tirou minha blusa e eu fiquei só de sutiã na parte de cima. Gemi quando ele começou a beijar ali perto, devagar. Eu mesma tirei o sutiã, estava toda vermelha, e a cara dele nessa hora foi impagável… Segurei o riso, ele parecia surpreso.

– Fica linda desse jeito… – senti o polegar dele roçar na pontinha, gemi de novo. – Gosta assim? – sussurrou novamente no meu ouvido, mordendo o pé da orelha… Daqui a pouco eu não respondo mais por mim mesma…

-A-Ah, Nando… – segurei forte nos ombros dele. – N-Nando, hmmm… – ele começou a beijar meus peitos, alternando… Assim eu não aguento. O puxei para um beijo demorado, sorri no meio… Estava muito feliz. Ele sabia o quanto eu gostava dele. – Eu gosto muito de você… Muito mesmo. – me beijou na mesma intensidade, como se estivesse retribuindo.

– Eu também… Devia ter notado o que estava perdendo há mais tempo.

– Você estava de olho naquela… – ele me beijou de novo, devagar.

– Não fala nela não… Hoje somos só eu e você. – sorri e dei um selinho, enquanto o ajudava a tirar a camisa. Estava quente ali, apesar do tempo permanecer fresco… Aquela calça do colégio já estava me matando. – Você e aquele cara chegaram a…

– Não, Nando, não chegamos. – não consegui conter o riso, ele se referia ao meu ex. – Ciúmes?

– Um pouco. – o puxei para outro beijo, mostrando o quanto eu me importava com ele.

– Não deu certo por alguns motivos, podemos falar disso outra hora… – enlacei o pescoço dele com meus braços. – Agora, eu quero fazer só com você… – me beijou na bochecha e foi descendo, até chegar na barriga… Desabotoou a minha calça, não conseguindo descê-la, pois eu estava muito suada e a calça era bem apertada. – Deixa que eu tiro… -falei, meio vermelha. Me levantei pra tirar e ele não tirava os olhos de mim, enquanto abaixava as calças, o vi mexendo *lá*. Fiquei só de calcinha, na frente dele… Meu deus, que vergonha. Me sentei no colo dele, onde o mesmo indicou, e passei a mão de leve ali por cima, e nossa… Estava parecendo uma pedra. O beijei enquanto alisava ali, ele gemia baixinho… Resolvi abaixar o short que ele usava, o abaixei junto com a cueca… Meu deus do céu.

Era enorme, o masturbei, de leve, ouvindo gemidos mais altos dele. Ele, em contrapartida, começou a me masturbar, também, mesmo por cima da calcinha, eu já estava toda molhada, quando senti os dedos dele ali quase gritei de prazer…

– Nando, você tem…

– Tá na minha carteira… – me beijou de novo, depois de responder. – Bolso de trás. – Segui as coordenadas dele e peguei a carteira, que estava com a camisinha dentro, a entreguei nas mãos dele. – Fofa… – disse, fazendo um carinho de leve no meu rosto, enquanto me beijava. – Tudo bem mesmo?

– Claro… – sorri, o abraçando. – Naquela época eu senti tanta saudade de você…

– Acho que não vou me perdoar por isso nunca… – disse, com a cabeça encostada no meu ombro. – Dá até pena de fazer isso… Você é toda pequena e fofa… Dá vontade de te colocar num potinho e ficar pra mim. – dizia, enquanto fazia um carinho nos meus cabelos. Logo, se separou do abraço e colocou a camisinha. Eu esperava que ele fosse meter logo, mas tirou minha calcinha e começou a acariciar ali de novo. Gemi. – Calma, é uma surpresa… Fecha os olhos. – só senti a respiração quente dele em cima da minha intimidade, logo depois a língua, me acariciando de devagar… Acho que fui no céu e voltei. Aquilo estava maravilhoso, era suave, e na medida certa na qual eu nâo conseguia gozar de jeito nenhum, quando cheguei o quadril pra frente, ele parou, se sentando no sofá, e me trazendo pra sentar nele, devagar. – Assim vai doer menos… – me beijou no pescoço, algumas vezes. – Faz do jeito que você mais gosta… Ahh, Raíssa… – fechou os olhos quando deixei entrar a cabecinha… Era bom, mas doía um pouco. Fui me deixando pesar e senti uma dor horrível. Parei, sem conseguir descer mais.

– A-Ai, Nando… D-dói…

– Fica um pouco parada, meu bem… Vai passar. -me beijou, o que foi bom pra eu parar de pensar na dor… Após um tempo desci um pouco mais, a dor estava passando… Só tinha prazer. Eu gemia o nome dele, ele o meu… Estava *muito* bom. Senti meu corpo ficar meio molenga, quando vi já estava com as unhas nas costas dele, com a cabeça encostada no ombro, cansada. – Você é incrível, Raíssa… – me beijou na cabeça, sorrindo.

Foi de fato uma tarde muito especial… Até hoje me lembro e bato umas pensando nele… Por mais que ainda façamos de vez em quando, rs…

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  • Autor: Angel15
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