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Menage na praia deserta

  • Publicado em: 3 de julho de 2017 04:33
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

(escrito por kaplan)

Antes de Arnaldo, aquele fotógrafo nosso amigo, ter sumido do mapa, nós três vivíamos saindo por aí, sem destino, encontrando locais interessantes para fotografar e para trepar.
Não sei a razão, mas sempre acabávamos em alguma praia que quase ninguém sabia da existência dela e, assim, ficávamos nus e transávamos bastante. Às vezes só ela e ele, ou só ela e eu, mas em outras ocasiões, sempre fazíamos ménages, ela adorava ter dois paus à disposição!
Numa das vezes, paramos em algum local entre o Espírito Santo e a Bahia, descobrimos ali uma beleza de praia, sem ninguém à vista.
Na mesma hora tiramos as roupas e caímos na água, nadamos e brincamos até cansar. Então voltamos para a areia, Meg colocou uma canga, amarrada embaixo dos seios, eu e Arnaldo colocamos bermudas e ficamos andando, para ver se realmente o local era deserto. Era, e aí, na mesma hora veio o desejo, começamos a bolinar Meg que gostou, mas fingiu que estava fugindo da gente, correndo pela praia e nos obrigando a correr atrás dela, tentando pegá-la. Ela demonstrou que estava em melhor forma física que nós dois. Não conseguimos pegá-la e depois de alguns minutos de corrida, ela parou, rindo, nos gozando e aí nós a pegamos de jeito.
O que ela gostou demais!
O Arnaldo abaixou a bermuda, mostrando o pau pra ela. Sabia do efeito que a visão de um pau provocava em Meg e não deu outra, ela sentou-se na areia e começou a chupá-lo, do que eu me aproveitei para deitar e começar a chupar a xotinha dela.
E aí a coisa começou bem…
Depois eu me levantei, abaixei minha bermuda também e fiquei ao lado dela que entendeu. Então revezou o boquete entre Arnaldo e eu, masturbando aquele que ficava sem sua boca na vez.
Arnaldo se deitou na areia e ela sentou no pau dele, mas se pensou que ia cavalgar, enganou-se porque eu resolvi aproveitar que ela estava com a bunda virada pra mim para encaixar meu pau no cuzinho dela e ficar bombando. Ela não gemia, ela gritava de prazer e tesão e por isso, entusiasmados com a reação dela, acabamos gozando também.
– Gente, eu não sei o que seria de mim sem vocês dois… prometam que vão me amar pra sempre e me proporcionar gozos tão bons como esse!
Rimos do comentário dela e voltamos a nadar.
Bateu a fome e a sede, então fomos até o carro e pegamos o que tínhamos levado. Nada demais: cervejas e sanduíches, que ela mesma havia feito na noite anterior. Tudo bem embalado dentro de um isopor que garantiu o gelo das cervejas e o frescor dos sanduíches.
Aquela correria e a DP realmente abriram nosso apetite. Cada um de nós comeu três sanduíches e duas latinhas de cervejas que cada um tomou, animaram o ambiente.
Arnaldo reclamou que não tinha comido o cuzinho dela ainda e ela, rindo, falou que não seria ele o prejudicado. Ela deitou de forma que ele pudesse enfiar o pau no cuzinho e eu deitei perto da cabeça dela, o que permitiu que ela me chupasse enquanto era sodomizada.
Mais um belo gozo dos três.
Essas farras continuaram ainda por muito tempo, quase todo feriado e fim de semana a gente saía procurando locais ermos e lá transávamos a valer. Dois fatores atrapalharam, com o tempo, o que fazíamos. Primeiro que de repente as agências de turismo descobriram nossos recantos e desapareceram as praias desertas. Segundo porque o Arnaldo, um belo dia, sumiu também. Só de vez em quando ele aparecia, sem falar onde tinha ido, nos procurava, comia a Meg e depois tornava a sumir.

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