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Meu cunhado na festa de Reveillon

  • Publicado em: 17 de junho de 2018 06:52
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

No réveillon de 2016 passamos na casa da irmã da minha esposa, na casa do meu cunhado. Tivemos um dia cheio, muitas compras, preparativos, claro que a bebida rolou solta desse o almoço. Além das duas famílias haviam muitos amigos, tinha uma galera e tanto. Combinamos que a virada iríamos todos para a beira do mar assistir ao espetáculo dos fogos. Preparamos tudo, a janta, carregamos os carros com muita bebida, queríamos aproveitar ao máximo. Foi um longo dia, com muitas saídas para feira, super, lojas. Numa dessas saídas, fomos eu e meu cunhado buscar uns itens que estavam faltando para a ceia, fomos no super, num atacado e nas bancas da cidade, tudo muito demorado, havia muita gente nas ruas e no comércio. Lá pelas tantas, meu cunhado rumou para um bairro desconhecido, um local um tanto deserto, disse que iria ver um cachorro que estava a fim de ganhar e fomos até uma vila longe, alguns casebres, mas poucos habitados. Num desses casebres ele parou e um cara nos recebeu, conversaram e o cara mostrou um cachorro bem bonito, combinaram alguma coisa e ele voltou para o carro dizendo que tinha conseguido o tal cachorro, iria buscar outro dia porque tinha muita gente na casa. Na volta ele parou em outro barraco que estava vazio, era de pescador, mas não havia ninguém, entrou e me chamou, quando entrei ele já estava com seu pau para fora da calça e disse que estava com muito tesão e precisava se aliviar, disse a ele que ali era perigoso, podíamos ser denunciados, mas ele nem ligou, disse que com tantas garotas gostosas na casa estava com muito tesão e queria gozar. Sem me dar muita atenção pegou meu braço e me puxou, me forçou a ajoelhas e mandou eu mamar seu pau, quando cheguei perto, estava com forte cheiro de macho e suor misturados, tentei argumentar, mas ele disse que eu era putinha e que não queria nem saber, me mandou mamar bem gostoso, sem escolha e querendo sair logo daquele lugar, obedeci, arreei sua calça e cueca até em baixo e comecei a lamber a cabeça, estava realmente com mau cheiro, mistura de suor e macho, fiquei com um pouco de nojo, pedi que fizéssemos aquilo mais tarde, mas ele com muito fúria me disse para chupar logo, sua expressão foi tão forte que resolvi obedecer, peguei no mastro e comecei a lamber a cabeça, passei a língua na glade, fazendo o contorno na cabeça, arrancando um suspiro alto do meu macho, enquanto lambia a cabeça, acariciava as bolas, ele começou a se contorcer todo, depois desci pelo mastro, lambi, dei pequenas mordidas e cheguei até o saco, estava muito mal cheiroso ainda, suas virilhas estavam muito suadas, gosto salgado e bem ruim, mas lambi as virilhas, as bolas, fiquei com pentelhos na boca, voltei pelo mastro, cheguei a cabeça, abri bem a boca e coloquei a cabeçona toda na boca, acariciando com a língua toda sua circunferência, ele gemeu alto, me chamou de puta malvada, que gostoso, continua e realmente continuei chupando, não demorou e ele começou a largar o pré-gozo, muito salgado, cremoso, melado e bem azedinho, ele estava com muito tesão, me lambuzei todo rosto com seu mel, ele despejava em abundância, já estava quase gozando, mandou eu parar um pouco, afastou minha cabeça e respirou fundo, disse que queria me comer, despejar todo o leite no meu cuzinho, sua respiração era muito ofegante, estava descontrolado, me mandou virar, abaixar minha bermuda e encostar na mesa, obedeci, ele me forçou para baixo me deitando sobre a mesa e abriu minha bunda, esfregou seu pau melado no cuzinho e posicionou na portinha, me segurou firme na cintura e forçou, doeu a beça, mas como estava bem melado, foi entrando e arrebentando minhas entranhas, senti meu cuzinho esgaçar, dei um gritinho e a cabeçona entrou toda, ele parou, acariciou minha bunda e minhas tetas, segurou-me pela cintura e foi empurrando novamente, enxerguei estrelas, mas não podia gritar e tive que aguentar, ele continuou empurrando e para facilitar, abri minha bunda com as mão e empinei o que pude, ele se aproveitou e enterrou o resto da piça em mim, senti as bolas, o saco baterem na bunda e seus pentelhos duros arranharem meu rego, ele suspirou profundamente e parou com toda a piça enterrada ficou por uns segundos assim para não gozar, com a piça dele toda enterrada, apesar de meu pauzinho estar molinho, eu gozei nas minhas pernas (aquele gozo melado que a gente larga quanto está sendo enrabado). Em seguida ele começou a bombear saindo e entrando, devagar no início e aumentando o ritmo, doía muito, parecia que seu pau estava ainda mais grosso e comprido, ele tirava tudo me dando um alivio momentâneo e depois metia tudo novamente com força até o fundo fazendo eu gozar e melar minhas pernas na frente, ficamos assim por uns vinte minutos, ele me fodia muito e com força, esmagava meus mamilos e acariciava minhas tetas, suas bolas batiam na minha bunda fazendo um barulho tesudo e ele gemia sem parar. Um tempão depois, ele aumentou o ritmo, socou com mais força ainda e enterrou tudo, parou, suspirou alto e despejou toda sua porra dentro de mim, eram jatos tão fortes que podia sentir dentro do cuzinho, acho que deu sete ou oito ejaculadas e foi se acalmando, deitou sobre minhas costas e foi relaxando, momentos depois ele se levantou e tirou sua piça de dentro, uma enxurrada de leite muito quente, denso, cremoso e gosmento escorreram pelas minhas pernas, tranquei meu cuzinho o que pude, mas como estava todo arrombado, foi difícil evitar que escorresse pelas pernas. Olhei para os lados e não havia nada para me limpar, meu macho já estava vestido e saiu para fora mandando eu vir logo, sem saída tive que puxar a cueca, a bermuda e ficar assim todo melado nas coxas por trás e nas pernas pela frente. Entramos no carro e fomos embora, ainda passamos em outros locais do comercio e a cada vez que eu caminhava, mais porra escorria perna abaixo. Quando cheguei em casa fui logo tomar um banho. Depois da janta e das comemorações fomos para a beira da praia, assistimos a queima de fogos e ficamos na areia bebendo, na avenida ao lado estava ocorrendo um show e resolvemos ir para lá. Depois de um tempo meu cunhado deu uma desculpa qualquer e me convidou para irmos num quiosque buscar uns drinks, na verdade ele me levou para um lugar ermo, para atrás de umas cabanas, na areia da praia, perguntei se ele estava com vontade de mijar, mas ele disse que na verdade queria comemorar a entrada do ano novo e me comer antes mesmo da sua preta (minha cunhada). Argumentei que ali era perigoso, mas ele nem ligou e disse para eu abaixar e chupá-lo, insisti que seria perigoso, ele disse que estava com tesão e queria se aliviar, disse que pouco tempo atrás eu tinha aliviado ele e que estava com minha bunda doendo ainda, mas ele insistiu e me mandou chupa-lo logo. Me abaixei, arriei sua bermuda e cueca e me deparei com seu cacete mudo, grosso na minha cara. Chupei muito, com força para terminar logo e fazer ele gozar de uma vez, ele me fodeu a boca com força e gemia de tesão, quando achei que ele iria gozar, ele me pegou pelos ombros, me levantou, me virou de costas, me encostou na cabana e tirou minha bermuda e foi logo lubrificando meu buraquinho, implorei que ele não me comesse porque ainda estava com meu cuzinho dilacerado, mas ele nem ligou e me mandou ficar quieto e abrir a bunda, para terminar logo com aquilo, obedeci, abri minha bunda, empinei e esperei a estocada que veio logo, de uma só vez, a cabeçona arregaçou meu buraquinho, senti ser arrombado e seu cacete entrar rapidamente, doeu muito, porque ainda estava ardido pela foda da tarde, indo parar no fundo, tinha que ficar quieto e aguentei, ele parou no fundo, me melei todo nas pernas com meu próprio gozo, ai ele me segurou pela cintura e começou a me foder rápido, acho que queria gozar logo também, umas pessoas começaram a passar na rua, mas nós estávamos no escuro e ele não se importou e me fodia sem parar, eu estava muito doído, tanto meu rabinho quanto minhas pernas e ele não parava de me foder, tempos depois ele socou fundo, gemeu e despejou seu gozo dentro, novamente senti os esguichos e o líquido quente dentro de mim, gozou muito, depois de relaxado por alguns minutos, tirou sua piça e novamente muito gozo me melou as coxas, indo parar na bermuda e na cueca que estavam nos tornozelos. Não sabia o que fazer, me vesti e voltamos para o grupo. Estava com muita dor na bunda e nas pernas, caminhava com dificuldades e ficamos no show por mais umas duas horas, ainda bem que estava escuro, porque eu estava todo melado nas pernas e ainda saia porra do cuzinho. Como fomos caminhando para casa, eu com dificuldades, minhas pernas secaram meladas. Fomos dormir, no dia seguinte, depois do banho, ainda descia porra do cuzinho, mas eu estava mais aliviado. Foi um réveillon diferente.

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