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Meu Irmão, Meu Marido de Todas as Noites

  • Publicado em: 17 de junho de 2018 06:55
  • Expira: Nunca!

Detalhes do Conto Erotico:

Depois daquela primeira noite em que virei mulherzinha do meu irmão, muitas outras aconteceram novamente e me tornei esposa do meu irmão. Quase sempre acontecia da mesma forma, meu irmão me dava um sinal com os olhos me mandando ir me deitar e me preparar, normalmente eu ficava somente de cuecas e fingia dormir, em seguida ele vinha atrás e se acomodava abraçadinho nas minhas costas, de conchinha, até que os outros irmãos dormissem, às vezes eu dormia mesmo, ele me acordava com beijinhos e mordidinhas no pescoço. Quando os outros irmãos estavam no quarto ele me mandava não fazer barulho e algumas vezes me comia nas pernas para se satisfazer e não causar problemas, pois normalmente eu chorava de dor na piça do meu irmão macho, ficava completamente melado com a quantidade de leite que ele despejava nas minhas coxas e bunda. Outras vezes ele esperava até altas da madrugada quando todos estavam roncando e me fodia de modo completo, arrombando meu cuzinho e me fazendo chorar baixinho abafado no travesseiro que já estava bem rasgado pelas minhas mordidas. Sempre acabava se aliviando despejando todo o leite dentro de mim, mas, algumas vezes de propósito eu acho, ele tirava o pau antes de gozar tudo e me largava os últimos jatos nas pernas. Certa noite ele saiu para a farra e voltou de madrugada, claro que eu já tinha dormido um bom sono, mas me acordei quando ele se deitou ao meu lado, estava com forte cheiro de cerveja, me abraçou, me beijou babado no pescoço e orelhas, os outros se mexeram nas camas, então ele ficou quieto um pouco, mas abraçado nas minhas costas e fazendo um arreto no meu pau e nas minhas coxas. Depois de um tempo ele sussurrou no meu ouvido que naquela noite ele iria se aliviar nas minhas pernas porque o pessoal se mexia a todo instante. Arretava meu pau que estava duro de tesão, mas muito menor do que dos outros meninos da mesma idade e ele se divertia com isso, chamando de clitóris de putinha (eu nem sabia o que era isso), mas já estava acostumado com a gozação de todos os meninos do bairro. Depois de se arretar no meu corpo e me arretar bastante, se deitou de costas e me mandou masturbar seu cacete, virei de lado para ele e agarrei aquele pau, estava duro feito pedra e muito quente, como sempre, as veias latejavam muito, comecei a acariciar e poucos instantes depois, no escuro do quarto, senti minha mão melada. Ele me puxou para perto do seu rosto me disse para não limpar a mão nos lençóis, sem alternativa, lambi a mão, sentindo aquele gosto amargo, salgado e gosmento, depois ele me abraçou, tentou me beijar na boca, recusei, mas ele me disse para nunca mais recusar, porque ele era meu macho queria me beijar, que eu tinha que me comportar como uma mulherzinha e me perguntou se eu tinha entendido, respondi baixinho que sim, então ele me abraçou forte, pegou no meu rosto e me beijou, passando sua língua pela minha e por toda minha boca, mordeu de leve meus lábios e disse que assim que os casais se beijavam, foi minha primeira experiência com beijo na boca de um homem, não sabia se tinha gostado, mas não achei ruim. Depois disso ele disse que eu estava quase uma mulherzinha perfeita, que faltava uma coisa e me sussurrou que eu iria experimentar seu pau na minha boca, meu coração disparou e fiquei assustado e sem ação, voltei a realidade quando ele me mandou abaixar e chupar seu pau, me explicando que deveria fazer como num sorvete e forçou minha cabeça na direção de suas pernas. Cheguei perto do seu cacete e já senti o forte cheiro de macho, peguei seu pau com a mão, coloquei só a pontinha da cabeça na boca, senti o quanto era quente, ele me mandou abrir bem a boca e colocar tudo dentro e chupar, obedeci e consegui colocar metade da cabeçona na boca, ele me mandou abrir mais e engolir tudo, obedeci e coloquei toda a enorme cabeça na boca, aí pode ver como era grosso e fiquei pensando que aquilo tudo tinha entrado no meu cuzinho. Ele forçou minha cabeça e acabei engolindo mais um pouco, mas me afogue e larguei sua piça, depois comecei de novo e seu tesão era enorme, tanto que logo começou a despejar seu melado na minha boca, dessa vez senti muito mais salgado, mais denso, mas amargo, tentei tirar a boca, mas ele não deixou e continuei mamando, seu tesão era enorme e me despejou muito daquele liquido quente na boca, me mandou engolir tudo, obedeci e assim fiquei um tempão mamando no seu caralho e tomando seu pré-gozo melado. Conseguia colocar no máximo a metade do pau na boca, me engasguei várias vezes, mas consegui mamar um bom tempo. Depois ele me virou de bruços e se deitou em cima das minhas costas, colocou seu pau nas minhas coxas e se deitou em cima. Começou a me comer nas pernas. Ainda muito excitado foi me lambuzando todas as coxas, me beijava nas orelhas, chupava meu pescoço e apertava minhas tetas, me abraçando forte, me chamava de putinha, minha mulherzinha, que iria me foder nas pernas aquela noite para não acordar o pessoal e assim ficamos uns trinta minutos, ele me fodia sem parar, já estava com dor nas costas, mas estava gostoso, ele era bem quentinho, me sentia apertadinha em baixo do meu irmão. Um tempo depois ele se levantou, mas continuou acavalado nas minhas coxas, senti frio sem ele em cima, ele ficou punheteando, ouvia o barulhinho da pressão da mão dele no pau melado, um tempinho depois ele suspirou e um jato de leite atingiu meu cabelo, outro e outro, outros esguichos fortes pararam nas minhas costas, era tanto leite que escorreu pela barriga e meu cabelo ficou molhado e melado, outros ele lançou na minha bunda e mais alguns no meio das pernas, cada jato de leite no corpo dará uma sensação ótima, porque era quente, ele soltou mais uns jatos pequenos na minha bunda e pernas, limpou seu cacete nas minhas coxas e saiu de cima, deitou-se ao meu lado, me deu um beijinho, disse que eu era uma putinha incrível e que ele estava satisfeito por aquela noite. Me mandou vestir o pijama e dormir e não fazer barulho. Virou para o lado e dormiu na mesma hora, devida estar cansado, fiquei um pouquinho de bruços e sentia o leite escorrer pela minha nuca, pela minha barriga, escorria pela bunda e nas coxas, estava todo banhado pelo leite do meu macho. Embora ainda nunca tinha gozado, me sentia feliz em ser putinha, gostava de dar minha bundinha, gostava de sentir o leite dos meninos no corpo, gostava também quando alguns meninos mijavam no meu cuzinho e ter a sensação do mijo quente escorrendo pelas pernas era prazeroso, nunca tinha comido ninguém e não tinha vontade, até porque meu pauzinho era muito pequeno. Depois vesti o pijama, mesmo todo melado e adormeci satisfeito e feliz por ter sido putinha novamente. No dia seguinte eu acordei com dor nas costas. Outras noites vieram e ele me comia no cuzinho, devagar para eu não gemer e não fazer barulho, depois de algumas vezes, meu cuzinho ficou mais largo e já recebia melhor o seu pau, mesmo assim eu chorava de dor quando ele metia com mais força, principalmente quando ele estava com mais tesão e quando ficava mais tempo sem meter, aquele irmão tinha um tesão incrível, bastava ficar um ou duas noites sem meter que na próxima me matava de tanto que me fodia. Muitas vezes me comeu deitado em cima de mim, bem na horizontal, com sua cara grudada na minha e sussurrando para eu não gemer alto e metia devagar, mas como sempre estava bem lubrificado pelo melzinho, sua piça escorregava para dentro do cuzinho mais tranquilo, só que como ele metia mais devagar, também custava mais para gozar e assim me comia por mais de meia hora sem parar, ficava com dor nas costas, na bunda e ele metia até gozar tudo dentro. Numa das noites depois de me comer, ele me deu a notícia que no dia seguinte iríamos tomar banho juntos e ele iria me dar outra surpresa, quase não dormi de curiosidade. No dia seguinte acordamos mais tarde e todos já tinham saído para o trabalho ou para a escola e minha mãe tinha ido na casa da minha tia, estávamos somente nós em casa. Ele me acordou e me levou para o banheiro. Mandou eu tirar a roupa, tirou a sua e ficamos pelados, foi a primeira vez que vi todo o corpo dele completamente pelado e constatei como ele era grande, musculoso, forte e seu pau era bem grande mesmo que estava ainda meio murcho (meu irmão jogava futebol no time juvenil da cidade). Me levou para o box e me mandou ajoelhar enquanto punheteava seu caralho que começou a ficar duro e grande, esfregou seu pau no meu cabelo e na minha cara, senti o cheiro forte de macho, mandou eu chupá-lo bem devagar, obedeci e pude ver aquele caralho crescer muito na minha boca, ficar muito quente e latejante. Depois de um tempo ele mandou eu parar e me disse que iria casar o pau dele comigo, isto é, iria me marcar como sua legítima putinha com o batismo sagrado de macho, eu não entendia nada, estava calado e só esperava, ele me mandou levantar e mostrar meu pau, riu quando viu meu pequenino instrumento e disse que eu seria sempre uma mulherzinha, que seria um jovem putinha e um adulto veado, que meu pau nunca seria grande e dificilmente uma mulher iria querer transar comigo, que o jeito era eu ser realmente sempre a mulher dos machos. Me disse que depois daquele batismo, ele queria me ver vestida de mulherzinha, de calcinha para satisfazê-lo e quando estivéssemos sozinhos em casa, eu teria que me vestir totalmente de mulherzinha para ele (calcinha, sutiã, vestido e sandálias). Então ele me mandou acocar novamente e anunciou que iria me dar o banho do batismo e começou a mijar no meu corpo, eu levei um susto, acho que pelo liquido quente, pelo jato forte, tentei desviar, mas ele me mandou ficar quieto e deixar ele me batizar bem e continuou jogando aquele forte jato de mijo quente, com forte odor e muito amarelo em todo meu corpo, meu rosto, meu cabelo, me mandou abrir a boca e jogou um pouco dentro, me afoguei e não consegui evitar de engolir um pouco, mas cuspi fora o que deu. Acho que ele ficou mijando em mim por cinco minutos, parecia um cavalo, até que parou o jato continuo, mas ficou dando jatos intercalados por uns instantes. Suspirou e disse esse é o liquido do batismo do escravo sexual. A partir de agora tu serás minha putinha e será a putinha para toda a vida para todos os machos que quiserem te comer. Eu estava totalmente molhado, ele me mandou virar de costas e me pegou pela cintura, apontou seu pau na porta do meu cuzinho e enterrou, dei um grito e tentei ir para a frente, mas ele era muito forte e me segurava muito bem e continuou enterrando, senti a cabeça esgaçar meu buraquinho e entrar para dentro, escorreu uma lágrima, meu irmão macho suspirou de satisfação e enterrou mais ainda, senti seu pau pulsar e um liquido quente dentro de mim (ele tinha mijado mais um pouquinho dentro) e começou a me comer como sempre, me segurando forte, metia e tirava ritmado, enquanto suspirava de tesão, ficamos assim colados, minha bundinha doía muito, implorava para ele parar, mas nada, ele metia sem piedade, socava forte, cada vez mais forte, a batida das bolas na minha bunda e o mijo prensado no cuzinho faziam um barulho erótico e isso deixava meu macho ainda mais exitado. Me comeu assim por vários minutos, até que deu um suspiro maior, socou fundo e despejou toda a porra quente dentro de mim, muitos jatos, ainda ficou grudado por um tempo, dando pequenos espasmos, dizendo que era muito gostoso, que eu era uma putinha demais que agora eu era oficialmente sua mulher, deu mais umas estocadas e foi tirando seu caralho de dentro, senti um alivio e a grande quantidade de leite cremoso perna abaixo, fiquei escorado na parade do box para me recompor, enquanto ele ligou o chuveiro quente e começou a tomar banho, me puxou para baixo do chuveiro, me deu um beijo e me mandou ensaboá-lo, lavar bem seu caralho, cuidar bem dele, lavei todo seu corpo, ele me mandou virar e me lavou também, nos escaldamos e saímos do chuveiro enrolados na toalha até o quarto. Ele não foi direto para o nosso quarto, quando voltou tinha na mão uma calcinha da minha irmã e me mandou vestir e ficar com ela até o dia seguinte, obedeci meu marido e fiquei assim o dia todo, uma sensação diferente, mas gostosa. E assim me tornei a mulherzinha do meu irmão, que me comeu todas as noites e muitos dias até que ele foi servir ao exército. Foram anos sendo sua esposa. Mesmo quando ele estava no quartel.

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