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Meu marido não é corno. Eu que sou infiel I

  • Publicado em: 4 de dezembro de 2017 12:25
  • Expira: Nunca!
Meu marido não é corno. Eu que sou infiel  I
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Detalhes do Conto Erotico:

Não sei por onde começar. Minha vida e minha cabeça mudaram nestes últimos dois meses.
Ainda me considero como parte de um meio moralista e observador das leis e dos bons costumes. Fui assim criada e tinha certa estabilidade emocional.

Não sei o que aconteceria a esta minha estabilidade se não tivesse acontecido certos fatos que mudaram meus valores de comportamento sexual pra sempre, embora continuasse a agir como a mesma Janice de antes e de quando eu casei com Gil Hornes, alto funcionário em Brasília.

Eu sou uma esposa adúltera e meu marido sabe disso. Ele me perdoou porque ele próprio se convenceu de que fui obrigada a submeter-me às perversões sexuais de um amigo dele.

Isto em parte é verdade.
É uma longa história e por isso só vou relatar o último evento que envolveu meu marido, eu e meu amante.

Como já disse, o amigo de meu marido, Rafer, me chantageava ao descobrir que eu tinha compulsão por jogo de cartas. Uma estranha sensação se apoderou de mim quando fui submetida sexualmente por Rafer ao mesmo tempo em que eu me tornava uma excelente jogadora de poker e vinte e um.

O interessante disso tudo é que eu só sentia o mesmo prazer de quando ganhava no jogo, se fosse penetrada analmente e obrigatoriamente tivesse chupado antes o penis de meu sodomizador.

O problema estava na qualidade de meu sodomizador. Uma coisa era dar meu cusinho pro meu marido, a quem eu amo. Outra coisa totalmente diferente era os tremendos orgasmos que eu tinha quando era Rafer quem me enrabava.

Este último evento começou quando eu e Gil estávamos na beira da piscina do mais requintado clube da alta sociedade brasiliense.

Eu lia uma revista feminina e Gil, um livro. Ele tinha pedido drinques para nós e quando o garçon nos trouxe, eu notei que ele apontava para um pedaço de papel dobrado embaixo do meu copo.
“ Não agüento ver voce competindo com o sol, mesmo ao lado desse panaca! Venha se encontrar comigo, agora!
O garçon lhe indicará pra onde voce deve se dirigir. R.”

Ele era um canalha de marca maior. Ele me fazia arriscar minha reputação sem considerar as conseqüências disso.
O pobre de meu marido era totalmente desrespeitado tanto por ele quanto por mim.

Eu me amargurava por fazer aquilo com Gil, mas ao mesmo tempo eu sabia que Rafer tinha provas de minha conduta infiel e que, querendo ou não, eu ansiava por demandas dele.
Eu fazia cara de emburrada logo que ia ao seu encontro, para em seguida estar rindo com lágrimas nos olhos do intenso orgasmo que a língua dele estava me dando ao serpentear pela minha xoxota.

Algumas vezes, eu própria permanecia por mais tempo com minha rabugice, até ele me dar umas tapas no rosto, me chamando de rampeira infiel e outros nomes, me deixando com tanta umidade na xaninha que chegava a escorrer por entre minhas coxas.
– Querido, vou falar com a Marisa a respeito do campeonato de poker.

Gil respondeu qualquer coisa, mas eu já estava colocando um enorme óculos escuros no rosto e me encobrindo com um chapelão.

Gil me pedia que eu vestisse um roupão, sempre que tivesse que perambular pelas dependências do clube. Assim, vestida desse jeito, fui guiada até uma porta da ala seletiva do clube. Logo que bati mansamente ela se abriu. Dei dois passos para dentro sem olhar pro Rafer.

Ele se aproximou por trás e me abraçou, aspirando longamente o cheiro de minha nuca. Meus mamilos logo endureceram, mas eu permaneci estática. Meu imenso chapéu o atrapalhava e ele então o retirou de minha cabeça.

O objeto de meu desejo, sua imensa rola, encostava-se a minha bem carnuda nádega. Mesmo assim contive o suspiro que vinha de meus pulmões.
– Fica nua Janice, fica! Quero te admirar do jeito que só eu e o paspalho pode! Me dá a alegria de ver este teu corpo perfeito!

Rafer não podia ver por trás das lentes escuras meus olhos se fecharem e o imperceptível suspiro que dei. Eu queria mais. Eu queria provocá-lo. Aquele era um dia que eu queria levar tapa na cara!
– Vamos Jan, vamos! Tira tudo, tira, por favor. Olha como estou! Não faz isso comigo. Tira a roupinha, tira! Por favor!

Eu permanecia impassível. Coloquei ambos os braços para trás e uma brecha do roupão abriu-se a minha frente. O quarentão não se conteve e agachou-se a minha frente, procurando com a boca a minha xaninha por cima do tecido do biquíni.

Quando ele tentou afastar o tecido para o lado, tentando acessar meus grandes lábios rosados, eu pus a mão em seus cabelos e o empurrei para trás. Ele caiu sentado e ficou assim apoiando-se nos cotovelos. Ele sabia onde eu queria chegar.

Em segundos eu esfregava minha xaninha no rosto dele, sendo que eu mesma puxara o tecido do biquíni para o lado.
As mãos de Rafer amassavam as carnes da minha bunda, ainda encoberta pelo roupão. Minhas duas mãos estavam por trás da cabeça dele, puxando de encontro a minha bocetinha.

Rafer sabia onde me tocar e controlar a aproximação de meu êxtase. Ela fazia isso muito agilmente com sua língua tanto com sua maravilhosa piroca! Mas eu estava no comando e o sufocava com minha vagina esfregada em sua boca enquanto lhe apertava os lados do rosto com minhas coxas.
Assim, meu gozo veio incontrolável. Minha cabeça se mexia tão fortemente que o óculos foi lançado longe.

O amigo de meu marido sabia que quando eu gozava assim, eu ficaria por uns longos minutos em estado letárgico. A saída era interromper meu orgasmo para me manter acesa e obediente aos seus desmandos.

E foi isso que aconteceu. A mão direita dele ardeu em minha face à primeira tapa que tomei.
Eu abri meus olhos indignada em ser espancada, quando senti a segunda ardência no rosto. Eu tentei alcançar-lhe os olhos com minhas unhas, mas fui agarrada pelos pulsos por uma só mão dele.

E levei a terceira tapa. Meus olhos lacrimejavam enquanto eu sentia a rola dele se encaixando no rego de minha xaninha.
-Levanta, vagabunda, levanta!

Eu estava me elevando, tendo só um joelho apoiado no chão, quando Rafer, com a mão livre, pôs em meu ombro, me empurrando para trás até sua rolona pular a minha frente encostando-se em meus seios. Então, ele não precisava mais prender minhas mãos.

Eu estava aprisionada pela visão de sua coluna musculosa a poucos centímetros de meu rosto. Minhas narinas sentiram o odor da machesa de Rafer fazendo minha boca salivar, antecipando o sabor que eu iria ter ao engoli-la num só ímpeto até meu queixo encostar-se ao saco dele!

Ele não gozou em minha boca, pois assim eu iria gozar também. Em vez disso, ele me puxou pelos cabelos fortemente até eu deixar escapar sua rola de minha boca.
– Senta, safada gostosa, senta! Senta do jeito que voce gosta de tomar no cusinho!

Eu segurei pela base a vergona dele e passei a esfregá-la lentamente e alternadamente em minha xaninha e no meu cusinho.

E acontecia aquilo, naquele homem, que me deixava enlouquecida. A rola dele começava a esporrar abundatemente e sem parar, me deixando melada e com a agradável sensação de quentura a ferver em minha xota e no meu cusinho!

Eu já estava acostumada com a rombuda cabeçona me dilatando o anel do cusinho, por isso a sensação de entupimento era logo esquecida com o frisson do vai e vem daquela coluna muscular em meu cusinho.

As últimas pulsações da rola do amigo de meu marido no meu cusinho foram suficientes para que eu gozasse freneticamente, rebolando como uma desvairada em cima da rola dele.
Rafer conseguiu me tirar do tranze, me levando pro banheiro e dando uma ducha de água bem aquecida.

Dez minutos depois, já estava semi deitada na espreguiçadeira quando Gil apareceu todo preocupado. Ele me fez algumas perguntas por onde eu tinha andado, já que eu não fui ter com a Marisa. Dei uma desculpa de que tinha mudado de idéia e fui mergulhar na piscina das crianças.

Isso pareceu que deixou meu pobre corninho contente com meu justificado desaparecimento. E eu tentando acalmar meu tesão, embora a ardência em meu cusinho não deixasse.
Por fim, chegou o dia em que ele descobriu minha infidelidade. Tinham se passado dois dias e então recebi o telefonema de Rafer, me ordenando que fosse encontrá-lo no estacionamento de certo shopping.

Nos últimos dias, Gil estava trabalhando em casa, assim tive que achar uma desculpa para sair sozinha.
– As meninas estão me convidando para tomar chá e organizarmos o tal torneio de carteado.

Meu marido disse que tudo bem e fez mais alguns comentários. Eu quase não os ouvi e saí apressadamente, pois nessas horas eu me sentia tremendamente culpada, mas ao mesmo tempo excitadíssima pra encontrar com Rafer.

Nós estávamos na cobertura de Rafer. Eu, ajoelhada e nua entre as coxas do dono da esplendida rola que me enchia a boca, balbuciava coisas sem nexo enquanto saliva escorria pelos meus lábios.

Rafer me olhava embevecido tendo aquele sorriso satânico no rosto e sibilava por entre os dentes cada vez que sua rola ia até o fundo de minha garganta e deixava ficar lá por alguns segundos.

Eu adorava fazer aquilo com ele. Parecia que eu queria que minha performance de felação fosse superior ao gozo que ele me dava com sua língua me invadindo o cusinho.
Rafer me beijava tanto, me dava tanto chupão, que eu vivia marcada de manchas rochas por toda a região em volta de meu cusinho e da minha xaninha.

Ainda bem que Gil não era muito de me chupar, senão…
Então o interfone tocou e Rafer atendeu na extensão da suíte.
Eu só fui tomar conhecimento que era meu marido quando Rafer falou o nome dele. Eu tinha os olhos arregalados encarando Rafer, mas com a metade da rola dele dentro de minha boca.

Pelo que Rafer respondia ou retrucava, percebi que Gil tinha descoberto que eu o traia. Teve um momento que eu notei que os ânimos se exaltaram e antes que deixasse de chupar a rola, Rafer pôs a mão no alto de minha cabeça insinuando que continuasse com o boquete.

Aquilo me deixou deprimida e eu já não sentia nenhuma tesão em estar com a rola de outro homem em minha boca.
Mas, a medida que a discussão progredia, eu notava que Rafer não se intimidava e logo tinha tomado controle da situaçãopalhaço, porra nenhuma! Manera teu vocabulário, ô paspalho! Ela tá comigo aqui sim e estamos… discutindo este torneio que eu vou patrocinar. Não, não, ela não vai falar contigo… não pode agora!

Mas, ele nem acabava a frase e voltava a humilhar meu marido. A rola dele pulsava dentro de minha boca, cada vez que ele rebatia um insulto que Gil lhe fazia.

Então ele retirou a mão de cima de minha cabeça, pois eu começava a caprichar no boquete por minha própria conta. O diálogo era uma coisa a mais em meu excitamento.

Eu chupava a rola de meu macho com vontade, escutando ele falando com meu maridinho.
– Porra, se tu sabes que não estamos discutindo torneio porra nenhuma, então sai fora, Mané! A Jan não vai descer nem a caralho! Deixa que eu sei cuidar dela, babacão! O quê? Vá se fuder! Fala direitinho, juizinho de merda, fala direitinho!

Depois de alguns segundos de silencio em que Rafer me encarava com aquela cara de tesão e eu respondia tirando a rola pra fora da boca e dando um largo sorriso de cumplicidade enquanto lambia sua gosma que escorria de cima da glande.
– Tá, tá… tá bem! Ela vai descer, mas só quando ela quiser! Mesmo assim depois que o segurança me disser que tu estás limpo! É isso mesmo, ô corno, se vira pra ele te revistar! E aguarda aí quietinho!

Antes de me penetrar o rabinho, Rafer fez aquela varredura em minha xana. Quando estava perto de gozar, ele me virou abruptamente de bruços.

E, para eu não gozar logo, minha bunda foi espancada cadenciadamente, acompanhando meus “ais” e “uis”.
– Rafer, pára! Eu não agüento mais! Deixa eu gozar! Mete logo… me enraba! Me enraba seu canalha escroto! Me enraba! Me chama de puta infiel! Corneadora de Giiiil….. aaaaaaaaahh!

E a avermelhada cabeçorra foi abrindo caminho em meu supersensível cusinho.

Quase uma hora depois vou encontrar Gil sentado no saguão com cara de poucos amigos. Eu me sinto culpada, mas não arrependida.
Mesmo assim exagero no meu semblante de vítima e corro a abraçá-lo já com lágrimas nos olhos.

Meu querido maridinho retribui meu abraço e me consola em meu choro. Os funcionários em volta discretamente fingem que não estamos ali.

Durante o percurso até meu carro, eu conto desde quando eu comecei a traí-lo, mas dando ênfase que eu era chantageada e que jamais gozei com Rafer.

Gil me dizia palavras de carinho e me consolava dizendo que não precisava me perdoar, já que eu era vítima.
Eu tinha me comprometido com Rafer em participar de sexo a três com um executivo estrangeiro nos próximos dias.
Será que Gil entenderia isso também?

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelga.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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