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Meu marido não é corno. Eu que sou infiel II

  • Publicado em: 4 de dezembro de 2017 12:18
  • Expira: Nunca!
Meu marido não é corno. Eu que sou infiel  II
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Detalhes do Conto Erotico:

Alguém já tentou saber o quê passa na cabeça de uma mulher. Nada se descobriu. Eu mesma não sei. Mas, com certeza, em questão sexual eu sei responder. Existe algo que faz com que a mulher tenha uma incontrolável atração por alguém, que não interessa o físico, a riqueza ou amor que outro alguém possa oferecer para conquistá-la.
Eu sirvo como exemplo. Sou de família rica, bem casada com um belo homem. Meu rosto se assemelha a Nicolla Kiddmann com o corpo de atriz pornô que tenha a bunda e os seios avantajados. Só não consigo me bronzear como elas. Sou tão alva como uma vela. É o meu ponto fraco.
Um dia, fazendo um cruzeiro marítimo pelo Caribe com meu marido Gil, aconteceu comigo o que toda mulher sonha; ficar com a xaninha toda melada só de ver o homem da sua vida.
Trair meu marido não era coisa nova pra mim. Nem pra ele. Gil descobriu minha infidelidade com um ex-amigo dele e me perdoou por ficar provado que este amigo me chantageava para satisfazer seus desejos bestiais em meu corpo.
Quanto a questão da chantagem é um ponto discutível, pois mesmo depois do perdão de meu marido, eu voltava a procurar o canalha pra ser sodomizada, pois ele despertou em mim os encantos de um penis deslizando pra dentro e pra fora de meu cusinho.
Assim, eu já estava a quase uma semana sem sentir as carícias em meu cusinho e a velha compulsão por jogo de azar começava a ficar incontrolável. Esta foi a razão de eu trair Gil a primeira vez.
Certa vez eu estava devendo uma pequena quantia num cassino em Punta del´Este, quando Rafer veio em meu socorro, na condição que eu deixasse ele me enrabar.
Aconteceu algo em minha mente que fez eu substituir o compulsar da jogatina, desde que eu fizesse sexo anal.
Até aí tudo bem. Eu tinha Gil que se mostrou entusiasmado em comer meu cusinho. Não deu certo. Tinha que ser com a pegada de Rafer. Bom, isto é outra história.
Agora, eu estava ali, na companhia das esposas dos outros juízes e parlamentares, angustiada por saber que cedo ou tarde eu iria me entregar ao jogo. A não ser que Rafer aparecesse de repente pra me sodomizar. Sonho impossível.
Mas, milagres acontecem quando os sonhos são impossíveis. Joubert já estava me olhando quando o vi pela primeira vez. Eu me apaixonei naquele segundo e esquecendo minha timidez, sustentei seu olhar. Ele, por sua vez, sentindo o mesmo que eu, desviou o olhar. Duas razões havia pra isso. Primeiro, sua mulher estava ao lado. Segundo, ele era negro.
Eles eram o único casal de negros na primeira classe daquele navio. Joubert era funcionário consular em Caienne, Guiana Francesa.
As pessoas notaram a minha mudança de comportamento e comentavam que eu estava até mais coradinha. Elas não sabiam que o sangue corria veloz em minhas veias de tanto excitamento. Um leve sorriso parece que nasceu em meus lábios enquanto eu as escutava falarem.
– Hum hum, parece que agora você entrou no clima, querida! Que bom, agora posso me divertir também!
– Oh sim, eu estou bem, Gil. Muito bem por sinal. Vá, vá se divertir.
Continuamente eu flagrava Joubert me fitando e menos de três horas depois eu já estava mamando em sua varona cor de café.
Nos dois dias seguintes, sem falarmos o idioma um do outro perfeitamente, Joubert descobriu como eu gostava de ser sodomizada ao mesmo tempo em que eu me babava por sua rolona. Qualquer oportunidade que havia, nós nos esgueirávamos em alguns dos muitos compartimentos do navio e eu lhe fazia o maior boquete. Quando dava tempo, ele me comia, lubrificando sua enorme rola em minha xaninha e depois satisfazendo meu desejo de dar meu cusinho.
Então chegou o dia que meu marido descobriu minha segunda infidelidade.
Aportamos em Barbados e grupos foram formados para visitar a ilha. Joubert e a esposa não estavam no nosso ônibus. Depois de horas, os ônibus nos trouxeram de volta ao navio. Notei que logo atrás, Joubert e esposa desciam do outro ônibus.
– Gil, querido, vá pra bordo que eu quero dar uma volta aqui por perto e comprar algumas lembranças pro nosso pessoal.
– Está bem, querida! Mas, tome cuidado. Eu vou tirar uma soneca, pois aquele almoço foi maravilhoso!
– É, eu sei. Você quase não deixou vinho para ninguém!
– Não exagera! Bom, divirta-se!
Eu tinha certeza que Joubert estava observando meus movimentos. Não imagino que desculpa ele deu para esposa. Ele sabia que eu não poderia ter ido muito longe e dez minutos depois ele me achou em frente a um hotelzinho fuleiro.
A três passos de distancia, eu, despuradoramente, levantei meu leve vestido de verão, deixando que só ele visse minha alva nudez. Joubert acelerou os últimos passos e me abraçou e beijou com força de macho enlouquecido pelo cheiro da fêmea.
Ele teve que dar uma gorjeta fabulosa ao mulato da recepção, pois nunca um negro apareceu ali com uma branca. Só de sacanagem, Joubert levantou meu vestido até a altura da dos meus quadris enquanto subíamos as escadas, deixando o mulato de olhos esbugalhados.
Antes que eu tirasse meu vestido, Joubert roçava suas ásperas bochechas entre minhas coxas, enquanto sua boca me beijava a xaninha como se fosse minha boca. Sua língua penetrava minha bocetinha como se estivesse procurando uma língua pra duelar com a dele.
Eu estava tendo pequenos orgasmos e arfando mansamente quando as mãos dele passaram por trás de meus joelhos e os levantou até que tocassem nos bicos de meus seios. Dessa vez foi a aspereza de seu queixo que se encaixou entre as polpas de minha bunda enquanto seus grossos lábios grudaram-se em volta de meu anus rosadinho.
Senti a ponta da língua forçando a entrada de meu cusinho e por alguns segundos consegui relaxar meu esfíncter permitindo que uns três centímetros do músculo lingual fosse recepcionado internamente pelo meu ávido cusinho.
A ponta do nariz de Joubert estava dentro de minha xaninha, quando gozei desvairadamente, deixando suas pálpebras, testa e bochechas, molhados com o meu orgasmo.
Nesses momentos, eu quase sempre desmaiava por alguns minutos. Fui reanimada com Joubert me dando suaves beijos pelo pescoço. Eu estava deitada de lado com ele atrás de mim e sua pulsante rolona encaixada no rego de minhas rechonchudas nádegas.
Nós não tínhamos tempo a perder e Joubert abriu mão de eu lhe sugar o caralho. Nós dois conseguimos que nossas bocas se encontrassem, ao mesmo tempo em que eu segurava seu músculo roliço e pincelava, ora minha xaninha ora meu cusinho, até sentir que sua rolona já expelia pré-semem.
Os movimentos de Joubert começaram a ficar descompassados e eu escutava os urros que ele dava dentro de minha boca. Ele tentava desgrudar os lábios dos meus, mas eu sugava sua língua com força, para em seguida sentir sua glande invadindo meu elástico anus, sendo agora penetrada por cima e por baixo.
Não demorou muito e os movimentos dos quadris dele batendo em minhas nádegas se aceleraram. Suas mãos apertaram meus seios com força quando o primeiro jato de esporra me inundou o cusinho.
Aquilo foi como um choque de ignição para que começasse a gozar.
Fui eu quem interrompeu o beijo devido aos gritinhos e soluços que eu soltava. Uma das minhas coxas estava jogada por cima do flanco dele e minha mão dedilhava freneticamente meu grelinho.
Joubert agora dava descontrolados trancos por trás de mim, fazendo suas bolas baterem em minha xoxota. Mesmo em meu estado de pleno êxtase, ainda juntei minhas coxas e as pressionava uma na outra, tensionando ainda mais toda minha musculatura pélvica e anal.
Parece que endoideci, pois eu rebolava descontroladamente e meus gritos foram ficando cada vez mais altos. Senti a mão de Joubert me tapando a boca, me fazendo respirar somente pelo nariz, o que era difícil.
Assim, com os olhos arregalados, a boca tapada e entalada com o caralhão em meu cusinho, Joubert me apertava fortemente enquanto gozava como um vulcão dentro de mim.
Quando ele acabou, ficou uns segundos admirando minha esplendida bunda toda lambuzada de seu esperma que também escorria de meu cusinho. Eu não quis me lavar, pois queria ficar o máximo de tempo possível com as marcas de meu homem.
Quando Joubert voltou pro quarto, sua rolona estava lavadinha e ainda semi-rígida. Eu não conseguia resistir em lhe fazer um boquete, embora já estivessemos longe de nossos cônjuges há algum tempo. Então tive uma idéia.
O mulato da recepção ficou boquiaberto quando aparecemos na frente dele, eu segurando a rolona de Joubert saindo pela barguilha. Abaixei meu vestido até a cintura, exibindo meus volumosos e firmes seios. Os olhos dele se fixaram nas minhas rosadas auréolas e nos mamilos parecendo dois moranguinhos.
Em seguida fazendo o conhecido sinal de levar os dois dedos em V até meus olhos para que olhasse o que eu iria fazer, me ajoelhei em frente a rolona de Joubert e pus toda glande dentro de boca, fazendo minhas bochechas estufarem.
O rosto do mulato era uma mistura de contentamento e apreensão. Sem tirar a cabeçorra da boca e olhando de lado, fiz, com a outra mão o conhecido sinal de esfregar o dedo polegar no indicador, significando dinheiro.
Ele entendeu que para admirar minha nudez e minha performance oral, tinha que pagar. Ele não parou de balançar a cabeça afirmativamente até Joubert me dar uma mangueirada de esperma no rosto.
O mulato estava em choque quando eu voltei a encará-lo, exigindo o pagamento. Ele não se moveu e eu deduzi que ele havia gozado e estava naquele estado de apalermado. Joubert aspirava fortemente o ar e continuamente jogava a cabeça para trás.
Assim eu tomei a atitude de dar a volta no balcão e empurrando o atônito recepcionista para o lado com meus seios, agora melados de esperma que escorria pelo meu queixo, abrir o caixa e retirar todo o dinheiro e mais algum, que Joubert havia pagado.
Coloquei o dinheiro dentro do bolso de meu amante, como se ele fosse meu cafetão e ajeitei o vestido em meus seios, deixando as úmidas marcas de esperma de Joubert, mancharem o tecido.
O mulato estava confuso e Joubert ainda estava se recompondo quando saí porta a fora daquela espelunca, felicíssima, saciada e achando que o paraíso estava ali num quarto pulguento.
Não dei mais de cinco passos quando vi meu marido vindo em minha direção.
Fiquei alguns segundos sem ação, achando que aquilo era a punição divina pelo pecado que havia cometido. Lágrimas me vieram aos olhos e, no desespero, passei por ele apressadamente.
Logo Gil me alcançou e me fez parar. Eu soluçava sem parar e estava histérica. Eu dizia coisas contra minha vontade. Não sei como, só sai de meu histerismo quando estávamos de volta dentro de nosso camarote.
– O quê você está me dizendo, Janice? Você me traiu, é isso?
Eu não poderia ter sido tão burra e ter confessado, mas foi o que aconteceu. De repente fiquei alerta e passei a escutar mais do que falar.
-Com quem? Quem foi? Quem é o desgraçado? É o patife do Rafer? Ele está por aqui, está?
Fiquei aliviada em saber que Joubert estava a salvo. Sem responder, lhe dei as costas e despi o vestido. As manchas de esperma estavam ali, marcadas na parte superior da frente e atrás abaixo da cintura.
– Que marcas são essas, Janice? Você está cheia de vermelhões! Caramba, tem até marcas arroxeadas de chupões por toda tua bunda e… e… pelas coxas! Tua… xota… tua xota também! O que te fizeram, minha querida? Me diz! Me diz!
Eu simplesmente não sabia o que dizer e balançava a cabeça concordando que ele falava. Em certo momento notei que Gil estava excitado. Ele veio pra perto da mim e me abraçou. De repente se afastou e gritou.
– O que são essas coisas secas grudadas em seus seios? E… e em volta… em volta de sua boca?
Gil parecia que estava tendo um ataque de nervos e começou a chorar convulsivamente.
– Não me diga… não me diga que… isso são traços de esperma dele!
Suas mãos que estavam em volta de minha cintura foram deslizando a medida que se abaixava, balançando o corpo devido aos soluços.
Não sei porque me deu vontade de confortá-lo e me sentei ao seu lado e passei um braço em volta de seus ombros. A cabeça dele se encostou em meus seios e sua lágrimas se misturaram as manchas de esperma seco de Joubert.
– Oh, não, não! Você está toda melada de semem! Deixa eu ver, deixa eu ver aonde mais!
Gil me afastou dele suavemente e eu fiquei semideitada apoiada nos cotovelos, olhando-o com ar entristecido, como se eu fosse a vítima.
– Deixa… deixa eu ver… onde mais ele… ele gozou em você…deixa, deixa!
Gil estava meio que ajoelhado na minha frente. Ele fez menção, tocando a ponta de meu pé, para que eu abrisse as pernas. Com a outra mão ele retirou o penis pra fora e passou a se masturbar.
Um estranho sentimento tomou conta de mim, fazendo com que eu começasse a me excitar ao ver meu marido se humilhando naquela degradação moral.
Por incrível que pareça eu comecei a gostar de Gil daquela maneira. Um Gil chifrudo que sofria e se excitava sendo traído por mim.
Parecia que, a partir de agora, meus amantes só teriam valor se Gil ficasse sabendo que eu tinha trepado com eles. Aquilo era confortante pra mim e ao mesmo tempo criava uma nova forma de excitamento.
Abri minhas pernas e dobrando os joelhos, fiquei na posição de frango-assado. Os olhos de Gil se arregalaram e ele deu um longo e profundo suspiro sem tirar os olhos de entre minhas pernas. Uma leve vontade de soltar um pum, veio a calhar. O suave assobio do pum trouxe um pouco de esperma pra fora, que escorreu pelo rego de minhas nádegas.
Meu marido fazia curtos movimentos de um lado pra outro com a cabeça sem desviar os olhos da gota esbranquiçada que escorria de meu anus intumescido e avermelhado. O movimento de sua mão direita em volta de sua rola se tornava cada mais rápido. A outra mão estava em concha por baixo de suas bolas.
– Ele..ele fez isso com você, fez? Fez sexo anal. Fez? O filho da puta comeu… teu cu, comeu teu… cusinho, comeu?
Ele desviou o olhar e me encarou esperando minha resposta. Eu virei o rosto pro lado, encostando o queixo no ombro e fazendo charminho, respondi.
– Sim, sim…
– E… e você deixou? Deixou? Me diz… voce deixou? Você gozou… gozou?
– Não! Não!
– Não minta! Você deve ter gozado! Não minta, querida, que sei que você gozou dando o cusinho!
– Não, não e não!
– Mentira! Eu sei que você gozou, eu sei! Confessa!
– Sim, eu gozei! Mas, só uma vez! E foi por você! Por você, meu corno amado! Por você, maridinho querido! Que agora quero beber todo teu semem que vai me purificar desse pecado de infidelidade!
Gil tentou correr de joelhos até perto de meu rosto, mas explodiu a meio caminho. Parte de seu esperma apenas resvalou em meus seios, de tão pouco que era. Ele sentou-se em cima dos calcanhares, chorando e se masturbando ao mesmo tempo. Eu estava gostando daquela nova situação, mas vê-lo assim, era patético demais.
Eu me levantei e gentilmente o afastei de lado. De repente sinto seus braços abraçarem minhas coxas como se fosse um tronco de árvore.
– Por favor, não vá ainda, por favor…
E Gil beijava minhas coxas sem se importar com os traços de esperma de Joubert grudado nelas.
– Agora chega, maridinho querido. Quero me lavar e me perfumar toda… pra me encontrar com ele mais tarde!
Meu marido não conseguiu escondeu o excitamento que sentia.
– Vá, vá sim! Minha esposinha safada!

Convido meus leitores a visitar meu blog http://eternahelga.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada
Eu tenho uma esposa que é o sonho sexual de qualquer homem. Estamos casados há cerca de um ano e ainda estamos com a chama acesa de nossa sexualidade. Mas isso aconteceu há pouco mais de um mês, quando ela se revelou a querer ter novas experiências sexuais.
Confesso que, apesar de ser uma loira legítima e muito bonita, o que sempre me atraiu nela era a sua volumosa bunda. Imaginem uma mulata curvilínea. Pois essa é minha mulher na versão aloirada.
Como escrevi antes, eu e Nice (nome falso, é claro!) nós abrimos um com o outro e descobrimos que tanto eu quanto ela, adoramos sexo anal.
No momento estamos em volta da piscina de um clube da alta sociedade de Brasília, onde eu tenho um cargo importante. Minha esposinha está ao meu lado, lendo uma revista. Apesar de eu obrigá-la a sempre usar a canga, não é possível evitar que os olhares masculinos se deleitem com as belas formas da nádega de minha mulher. Também, se ela tiver que ir no banheiro, eu a faço vestir o roupão atoalhado.
Conheço bem a mente humana e se descuidarmos, nos tomam nossos bens. Aqui no caso, o belo corpo de minha mulher. Portanto, não dou mole pra ninguém. Protejo o que é meu, embora eu sinto certo orgulho por saber que minha Nice é desejada por outros homens.
Um garçon se aproxima nos trazendo os drinques que pedimos. Depois de um tempo, vejo minha esposa se levantando e colocando o roupão.
– Vou conversar com a Marisa pra combinarmos o próximo campeonato de poker.
– Ah, está bem. Diz que estou mandando um abraço para o juiz. Você hein! Sua fama de “matadora” já chegou lá no Supremo. As esposas dos juízes ficam elucubrando como te ganhar!
– São duas coisas que mais me dão prazer. Vencer e dar meu cusinho… pra você!
E com um sorriso arrasador, Nice se afasta colocando um largo chapéu e imensos ósculos escuros.
É assim que minha esposinha me surpreende. Diante de outras pessoas ela é muito calada e até tímida, mas comigo sozinha… é só sacanagem! E como ela gosta de rebolar a bunda na minha frente!
Mas, alguma coisa não está encaixando. Já se passaram dez minutos e vejo do outro lado da piscina, o juiz com sua mulher Marisa e mais um casal… e nada de Nice!
Mantenho o olho na mesa deles e quando percebo já se passou meia-hora. Começo a ficar preocupado que algo tenha acontecido à Nice. Sem aparentar perturbação, saio a procura dela.
Faço perguntas indiretas às pessoas que conheço se eles viram minha mulher e isso sempre leva uns bons cinco minutos. Por fim, alguém me diz que ela acabou de passar indo em direção a nossa mesa. Caramba! Deu quase uma hora e meia desde quando ela saiu!
Vou encontrá-la deitada na espreguiçadeira, coberta da cintura pra baixo com a canga. Seus cabelos estão molhados e ela retira os óculos para me encarar interrogativamente.
– Por onde voce andou? Eu estava ficando preocupado. Ainda mais que não te vi, ali na mesa do juiz e da Marisa.
– Ah, queridinho! Eu mudei de idéia e dei umas mergulhadas na piscina. Na piscina das crianças… que não tem marmanjo…
– Ham ham! Ainda bem! Voce sabe que não quero voce no meio dessa cambada te devorando com os olhos!
Ficamos por lá até a hora do almoço. A minha mulher andava a minha frente, deleitando meus olhos com seu sensual rebolado. Com uma mão ela segurava o topo do chapéu e com a outra leva a bolsa a tiracolo. Seus amplos seios ficavam mais bojudos ainda devido ao modelo do sutiã. Enrolada em volta da cintura, a canga pouco escondia as opulentas nádegas e coxas de minha mulherzinha.
Mas então, como um soco na testa, percebi que Nice não estava vestindo o roupão! E quase imediatamente, um funcionário se aproxima e me entrega o roupão.
– Aqui está doutor, a Sra. Nice esqueceu o roupão numa das suítes.
Eu olhei surpreso e com tanta raiva o funcionário que ele não entendeu quando arranquei o roupão das mãos dele. Meu deus! O que será que minha Nicinha está aprontando?
Já em casa, noto que Nice tomou um banho rápido. Estranho aquilo. E já está passando hidratante pelo corpo todo. Aquela visão dela com uma perna em cima da cama passando creme, deixa meu pau duríssimo que me faz até esquecer o que estava me afligindo. Eu me aproximo e peço pra passar o creme nela.
– Seu safadinho! Eu sei o que voce quer! Mas vamos deixar pra mais tarde, tá bem?
– Claro, claro! Mas deixa eu te passar o creme mesmo assim.
– Vamos fazer assim. Enquanto voce passa o creme em minha bundinha, que eu sei que isso que voce quer, eu fico brincando com teu pauzinho, tá bem?
Essa mulher é demais! Essa espontaneidade dela acaba comigo!
Nice deita de bruços com a cabeça em minha virilha engolindo meu pau inteirinho. Minha coxa está paralela aos ombros dela e minha alcança facilmente até uma pouco abaixo de suas nádegas.
Eu estou perdido no prazer de ser chupado pela aquela deusa e aliso sua bunda descontroladamente. Quando estou perto de gozar, Nice empina a bunda, ficando de joelhos, mas mantendo o busto apoiada em minha coxa enquanto continua com o boquete.
Minha mão passeia pelas alvas nádegas, apertando-as, separando-as, me deixando ver seu rosado orifício anal todo inchadinho, como se tivesse sido penetrado há pouco tempo. Manchas avermelhadas, algumas quase roxas, se espalham ao redor dele e vão para os lados da parte inferior das nádegas e descem até um pouco até as partes internas das coxas.
Já estávamos uma semana sem fazer sexo!
Por isso, a caricia que Nice fazia com os lábios em meu pau, me impedia de raciocinar com precisão a respeito daquelas marcas de chupões que, definitivamente, não foram feitas por mim.
Ao mesmo tempo, vendo as curvas e acariciando a bela bunda de minha mulher com marcas deixadas por outro homem, me excitavam de tal maneira que logo eu estava gozando feito louco na boquinha de minha esposa.
Gozei tanto que cai de costas na cama e sem vontade de fazer mais nada, embora Nicinha continuasse a sugar meu guerreiro combalido. Era sempre assim, Nice me fazia gozar tão intensamente que me deixava prostrado por uma boa meia hora.
No dia seguinte telefonei pro trabalho e alegando que tinha de passar com detalhes um processo importante, disse que necessitava ficar em casa.
Somente dois dias depois aconteceu o que eu esperava. De repente, Nicinha aparece vestida apenas de jeans e uma blusa, com um lenço no pescoço e sapatos altos. Dizendo que ia tomar um chá com amigas em tal lugar, etc etc.
Apesar de estar informalmente elegante, mulheres nunca se vestem modestamente quando se encontram. Eu sabia que Nicinha estava para aprontar alguma coisa. Eu só não entendia a minha atitude compassiva. Mas logo adiante, o caro leitor me dará razão.
Uns quinze minutos seguindo-a com meu carro, vi quando ela entrou no estacionamento de um shopping. Cinco minutos depois, uma Cherokee parou ao lado da trazeira do carro dela.
Enquanto minha Nicinha entrava no carro daquele homem, eu anotava a chapa e devido ao meu cargo, eu tinha meios de saber tudo sobre o dono do mesmo.
Qual não foi minha surpresa quando soube que o proprietário da Cherokee não era ninguém mais menos que meu amigo Rafer! A principio o xinguei de todas as maneiras. Minha raiva era tão grande que esmurrei diversas vezes o volante e jurava matá-lo.
Tudo bem que Rafer era um milionário e Nicinha não se deixou seduzir por um joão-ninguém. Mesmo assim, eu ainda achava que Nicinha tinha um boa justificativa por estar me traindo.
Logo, eu estava em frente a um luxuoso prédio, enquanto via o carro de Rafer desaparecer na garagem levando minha esposinha pra ser submetida às suas taras.
A situação me deixa nervoso e eu fico um tempão sem saber o que fazer. Então me decido e resolvo quebrar a cara daquele canalha. Vou até a recepção, me identifico e digo que quero falar com o Sr. Rafer.
A recepcionista fica tempo demais escutando e olhando pra mim, indica uma cabine telefônica.
Levanto o auscultador e ouço a voz de Rafer.
– Boa tarde, caro promotor Hornes! Em que posso ajudá-lo?
– Corte essa, Rafer! Sei que a Nicinha está aí? E quero saber o que está acontecendo!
– Ora, Se voce já sabe o que está acontecendo, por que está então perguntando?
– Deixa de babaquice! Manda a Nice descer imediatamente e se prepara que vou te processar!
Vou começar te mandando prender já!
– Qu´queísso! Calma Gil, calma! Veja bem o que voce vai fazer. Somente voce e a Nicinha que vão se prejudicar! Além disso, voce além de estar transtornado, está imaginando coisas que não é a realidade do que está acontecendo!
– Aaah, e o que está acontecendo? Voce não me engana, seu canalha!
– Ainda bem que voce está nessa cabine telefônica e ninguém está te escutando. Eu não posso deixar tua esposa sair daqui com voce nessas condições. Voce pode fazer uma besteira com ela!
– Eu vou fazer é uma besteira com voce, cafajeste! Me deixa falar com Nicinha!
– Calma, calma. Se acalme e peça polidamente.
– O quê? Vá se fuder!
– Bem… assim não podemos dialogar. Vou pedir pros seguranças chamaram a policia.
De repente vi que estava fazendo burrice. Querendo eu ou não, Rafer estava com a faca e o queijo na mão. A saída era ser diplomata e dar golpe nele depois.
– Está bem, está bem. Deixa eu falar com ela… por favor.
– Agora ela não pode! Está ocupada.
– Seu filho da… Ok, ok! Por favor, peça pra ela me encontrar aqui embaixo.
– Claro. Assim que acabarmos nossa conferencia sobre o campeonato de poker. Não vai demorar muito.
– Que campeonato coisa nenhuma, Rafer! Eu sei bem o que está acontecendo! Quanto tempo vai demorar? Uns dez minutos?
– Por aí. Mas voce vai permitir que um segurança lhe faça uma revista corporal aí dentro da cabine, tá bem? Assim ninguém vai ficar sabendo.
– ´Tá bem, ´tá bem! Mas manda ela descer logo!
Quando minha esposa apareceu no saguão, estava com as faces ruborizadas e não conseguia me olhar nos olhos. Permaneceu de cabeça baixa até entrarmos no meu carro. Depois descambou no choro.
– Me perdoa! Me perdoa, Gil! Sei que estou agindo como uma rampeira da pior espécie com voce! E voce não merece isso! Eu te amo muito, muito, muito!
Então entre soluços, minha esposa me contou como chantageada e teve que se submeter às perversões de Rafer.
Os dois ficaram retidos em Punta Del Leste devido ao mau tempo. Nicinha tinha ido visitar meus sogros lá. Nicinha não conhecia Rafer então. No hotel havia um cassino e a compulsão de jogar de Nicinha levou-a a apostar tudo que tinha.
Ela estava prestes a usar a aliança e o anel de noivado, quando apareceu Rafer e a salvou de vender as jóias por um décimo do valor real.
Mas ele cobrou por uma noite de sexo, senão deixaria eu saber que ela tinha empenhado até a aliança de casamento devido ao vício.
– Eu juro que em todo momento só pensei na sua reputação e que aquela seria a única vez. Pelo menos assim ele me prometeu. Ele resgatou todas as minhas jóias e eu fui pro quarto dele… Mas, juro pelo que há de mais sagrado que não senti prazer nenhum e que chorei o tempo todo!
– Ele… ele… abusou… abusou muito de voce?
– Não. Me beijou toda e me penetrou, tipo papai e mamãe.
– Não fez mais nada? E como voce justifica essas marcas em tua bundinha e nas coxas?
– Isso só aconteceu aqui, depois que voce deflorou meu cusinho! Numa das vezes que ele me obrigou a encontrá-lo… ele estava me beijando… lá na xotinha… e percebeu que meu cusinho estava avermelhado e inchadinho.
– Que canalha! Ele te obrigou a fazer sexo anal?
– Sim, sim! Eu ainda apelei pra humanidade e piedade dele e disse que meu anus tava assim devido a uma constipação intestinal. Mas nada adiantou. Parecia que ele enlouquecera pela minha bunda e me beijava com adoração de um fanático religioso.
– Eeeh, até aí eu posso entender! Uma mulher como voce e ainda com uma bunda como essa…
– Mas, eu resisti e resisti! Ele teve que me amarrar pra comer meu cusinho!
– Aaah, meu amor… esse canalha vai pagar por tudo o que ele fez com voce, juro! Voce se machucou? O que voce sentia em ter ele te sodomizando?
– Eu pensava em voce! Eu sentia o verdadeiro amor com que voce fazia a mesma coisa comigo e como eu o amava… enquanto com ele… eu ficava totalmente apática!
Portanto, aqui neste relato se apresenta todas as formas de distorção da mente humana, inclusive a minha, que sente satisfação de relatar isso ao mundo, mesmo que anonimamente.
– Bom, Nicinha. Eu vou correr com ele daqui. Vamos levar nossa vida adiante como se nada tivesse acontecido. Ele te… comeu o cusinho dessa vez?
– Aaah, Gil querido! Não me tortura! Eu não quero nem pensar, quanto mais falar sobre isso!
Quero esquecer tudo, tudo. Pra sempre.
Assim, caros leitores, como eu havia predito, minha esposa era inocente. Na minha profissão, eu tenho que fazer uma abrangente análise das ações humanas. Aí está a sabedoria de um homem.
Outro qualquer não iria escutar o lado de sua esposa adúltera. A condenaria logo de cara.

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